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Que venha a Espanha

27 de junho de 2013 1

A Seleção chegou aonde seria cobrada para chegar e Felipão já cumpriu o primeiro compromisso que tinha com a torcida brasileira. Era um compromisso que não estava estabelecido publicamente, mas que estava implícito pelo que representa a seleção e uma competição em casa. Era obrigado chegar à final, e de preferência para pegar a Espanha. Ao mesmo tempo era um passo importante na preparação para a Copa do ano que vem. O time vai ganhando maturidade nos diferentes jogos e desafios oficiais, o que é muito mais do que amistoso. Agora é encarar a final. O time vai chegar muito mais confiante e solto, quase leve… Que venha o tike taka espanhol!

Um jogo diferente

Pela primeira vez nesta Copa das Confederações uma seleção fez uma retranca contra o Brasil. E era preciso passar por um duro teste como esse. O Uruguai esperava no seu campo de defesa e não saia jogando por baixo. A saída deles era sempre no balão, o que não dava ao time brasileiro a chance de marcar sob pressão. Assim, Tabarez tirou a característica principal e que vinha sendo decisiva para o time nacional. Isso durou quase um primeiro tempo inteiro. Mudaria com o gol de Fred, aos 41 minutos do primeiro tempo. A partir deste momento os uruguaios teriam que sair jogando e seriam obrigados a se expor muito mais, não fosse a entregada de Thiago Silva no início da segunda etapa. O que colocou ainda mais os jogadores adversários no campo de defesa e fez aumentar a barreira.

Dois lances

Dois momentos especiais do primeiro tempo mudaram a história do jogo. O primeiro aos 14 minutos, com o pênalti infantil de Davis Luiz em cima de Lugano. Duas questões no pênalti: falta de atenção na marcação, que deixa o adversário tomar a frente no lance, e a segunda questão é decisão precipitada de cometer a falta. Mas brilhou o goleiro Julio César, que precisa muito se reafirmar.

O gol

Você já deve ter visto esse lance. É um dos gols da vitória do Brasil sobre a Tchecoslováquia na Copa de 1970. Naquele gol, Gérson, da intermediária, lança no peito de Pelé, que já mata tirando a marcação pra marcar o gol. O lance do gol brasileiro foi muito parecido, com um lançamento fantástico de Paulinho e a matada genial de Neymar, que tirou dois marcadores e ajeitou para a finalização. A diferença básica foi o gol direto de Pelé. No gol de ontem anda houve o complemento de Fred.

Comentários (1)

  • Abdias diz: 27 de junho de 2013

    A atuação do goleiro Júlio César fez queimar a língua do Rodrigo Faraco e do Semenssati. As depreciações ao goleiro Júlio César, que foi eleito o melhor jogador de BrasilxUrugai, foram injustas. A má vontade e as ideias pré-concebidas sobre um determinado atleta, quase sempre, levam a um erro de avaliação da capacidade profissional deste atleta.

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