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A definição do jogo do Figueira, as saídas da Chapecoense e os planos do JEC

04 de dezembro de 2014 0

O torcedor agradece

Se tem alguém que está satisfeito com o desfecho da novela “onde vai ser o jogo do Figueirense contra o Internacional”, este alguém é o torcedor do Figueirense. Por mais que o clube tenha suas razões para querer fazer dinheiro agora que a missão do campeonato já acabou, o torcedor certamente gostou da ideia de poder se despedir do time de 2014 no Orlando Scarpelli. Afinal, até houve uma festa depois da partida contra o Vitória, mas parece que ficou faltando alguma coisa — como se fosse uma festa de entrega de faixas para um campeão. Com muitas coisas indefinidas para 2015 em relação a permanências no grupo, vai ser também a oportunidade de uma despedida para aqueles que não vão ficar. A realidade é que no final das contas ficou bom que o jogo tenha sido confirmado em Florianópolis — afinal, é a casa do Figueirense.

Hora de mudar o discurso

O Figueirense deveria assimilar o mais rápido possível a negativa da CBF e trabalhar para aproximar o seu torcedor do que pode ser uma grande festa. É a história de transformar o limão, que é azedo, em uma limonada doce. É claro que a diretoria tem suas razões, pois tem contas a pagar. Mas agora é olhar adiante e entender que pode fazer deste último jogo um grande momento de confraternização entre time e torcida, já que ambos sofreram muito durante o ano inteiro.

Chapecoense

Depois de Fabiano, que assinou para os próximos cinco anos com o Cruzeiro, a vez é de Danilo. E o goleiro deve seguir o caminho do lateral-direito. O atleta, um dos destaques da Chapecoense no Brasileirão, está encaminhando acerto com o atual bicampeão brasileiro também. Danilo chegou à Chapecoense no final da Série B do ano passado, vindo do Londrina, e só foi virar titular da equipe no Brasileirão deste ano, quando barrou Lauro, ex-Internacional, que havia sido contratado para ser o camisa 1 da equipe no campeonato.

Bela largada

O Joinville definitivamente começou o trabalho de 2015. Depois de renovar com Hemerson Maria, deixou claro ontem quem fica e quem sai entre os jogadores do grupo campeão da Série B. Há duas perdas mais significativas e o restante faz parte justamente daquilo que tem que ser feito numa transição entre Série B e Série A. Entre as perdas, dois titulares, que são Edigar Júnio e Éverton. São atletas que deveriam continuar, mas que saem por causa das decisões dos clubes de origem. Edigar está pronto para brilhar na Série A e o Atlético-PR sabe disso e, por isso, está levando o jogador de volta. As saídas teriam mesmo que acontecer — abrem espaço para as chegadas. A liberação das listas mostra também o nível de planejamento e de transparência da diretoria com o seu torcedor.?

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