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O superclássico entre JEC e Avaí

02 de agosto de 2015 0

Joinville e Avaí se encontram num momento especial para os dois. Para o Joinville é a estreia de PC Gusmão, mais do que isso é o início do trabalho de João Carlos Maringá no clube. Sem o menor pudor, acredito muito mais no que Maringá pode fazer do que naquilo que PC poderá mudar no JEC. Sei que o trabalho de vestiário do dirigente é muito forte. O que foi feito durante a semana tem nítida influência do novo chefe do departamento de futebol, com reintegração de atletas que estavam separados. Isso gera integração e força interna, além de passar responsabilidade aos atletas, principalmente líderes, como o zagueiro Bruno Aguiar.

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O primeiro passo para o JEC é voltar a ganhar jogos em casa e neste sentido o jogo contra o Avaí ganha uma dimensão ainda maior. Se ganhar a partida, o time chama a torcida pro seu lado e o quadro pode mudar, com o time pelo menos conseguindo brigar contra o rebaixamento – algo que não faz atualmente.

Avaí

Já no Avaí, o momento é de sofrimento com jogadores importantes que estão fora. Sem contar ainda com o capitão Marquinhos e com o atacante Anderson Lopes, que vinha muito bem na competição, o Leão perdeu nesta semana o atacante Wiliiam. É praticamente o setor ofensivo da equipe. Por isso a necessidade agora é de superação. O Avaí precisa saber passar por esse sofrimento e sobreviver à fase de turbulência, que já começou. O time comandado por Gilson Kleina pode até não ganhar na Arena, mas não pode perder. Uma derrota machucaria demais no momento, colocando pressão extra no trabalho do treinador e insegurança nos jogadores neste fechamento de turno. Não acredito num time com três zagueiros e avalio como a pior das opções treinadas durante a semana.

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