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Boas novas na Seleção de Dunga

10 de setembro de 2015 1

No último sábado escrevi que queria ver Lucas Lima – que era o que me faria ligar a TV para ver os jogos da Seleção. E a expectativa foi totalmente satisfeita por um jogador dinâmico, de bons passes, que deu mais volume de jogo à Seleção e fez jogadas que um meia tem que fazer. Mas foi mais do que isso que se pôde observar. Ressalto outros pontos importantes. O jogo coletivo da Seleção – sem a presença de Neymar – cresceu. Principalmente na partida da última terça, contra os Estados Unidos, foi possível perceber isso.

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Havia mais posse, mais toques, maior entrosamento e boas jogadas. É claro que não havia aquela agressividade que o torcedor brasileiro pede, mas isso deve vir com o tempo. Com Neymar em campo o time ainda tem um tendência maior em procurar o passe para ele. Mas, se a Seleção seguir no caminho que está, em breve pode estar fazendo de Neymar um diferencial e não mais o todo.

Individualidades

Além de Lucas Lima, que chegou pra ficar, outros três atletas apareceram bem. Um deles é o meia Rafinha Alcântara, filho do campeão mundial de 1994, Mazinho. Rafinha é jogador do Barcelona e mostrou talento na estreia, com boas jogadas e desenvoltura. Outro é Lucas, atacante do PSG, revelado pelo São Paulo. Surpreendentemente Lucas mostrou futebol de meia, com construção de jogadas. Quando apareceu no São Paulo era um carregador de bola em velocidade e com ótimos dribles. No PSG, joga mais como um ponta aberto pela direita. Lucas deveria ter composto o grupo da Copa do ano passado.

Para fechar, Douglas Costa. Esse tem um brilho especial e está numa linha de crescimento absoluto. A contratação dele pelo Bayern de Munique vai transforma-lo em outro nível de jogador. Bem treinado e orientado pelo espanhol Pep Guardiola, Douglas deve ganhar em inteligência de jogo, repercussão para o time e confiança.

Deve ter agora uma carreira mundial. Na Seleção pode dividir num futuro breve o espaço de estrela do time com Neymar, mesmo que ainda não esteja no mesmo nível. Como vinha sustentando há algum tempo, nossa crise não é de talentos – eles existem.

Comentários (1)

  • Van Persie diz: 10 de setembro de 2015

    Cai pra B

    Vasco
    Avai
    Joinville
    Figueirense

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