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Escolhas e perfis na Seleção

17 de novembro de 2015 1

Na quinta-feira, quando a imprensa nacional anunciava que a Seleção teria Lucas Lima e Ricardo Oliveira no time titular, achei evolução e fiquei surpreendido com a mudança de mentalidade do técnico Dunga. A escalação indicava um meia que valoriza a posse de bola e um atacante de área. Isto levava a crer num time que jogaria no campo do adversário, pressionando e buscando o ataque. Quando a bola rolou em Buenos Aires, na sexta, percebi que havia equívoco na minha avaliação, pois o time passou o primeiro tempo jogando na defesa e correndo atrás da bola, que estava quase o tempo inteiro com a Argentina. Mas havia então um equívoco mais grave: o técnico da Seleção tinha escalado o time errado para jogar daquela forma. Ricardo Oliveira foi um espectador. Para jogar na defesa e saindo rápido, teria que apostar em um ataque de velocidade e movimentação, com William, Neymar e Douglas Costa. Foi o que fez no segundo tempo, quando a Seleção teve momentos de melhora e empatou o jogo.

Agora sim

Na partida de hoje, às 22h, em casa, contra o Peru, a exigência vai ser de um time no ataque, pressionando o adversário e procurando fazer gols. Com uma postura ofensiva, a indicação é de ter o atacante de área, com Ricardo Oliveira. Agora sim, a escalação de Buenos Aires pode fazer sentindo. Se for mais ousado – coisa que Dunga não vai ser – e quiser ainda mais posse de bola, poderia ainda retirar Luiz Gustavo do time e trabalhar com Lucas Lima vindo de trás, recuando um pouco mais Elias, segurando os laterais e formando um trio de criação com Douglas Costa, Neymar e William, com Ricardo Oliveira entre os zagueiros. Mas isso seria um passo gigantesco para Dunga e exigiria muito trabalho no treino, coisa que – sejamos justos – exigiria mais tempo de ajuste, o que o treinador não tem. Vai virar uma opção de jogo, se as coisas não estiverem correndo bem. A verdade é que é um jogo complicado diante do Peru, com alguma pressão a mais pela exigência da vitória.

Comentários (1)

  • Da Barra diz: 17 de novembro de 2015

    Agora tu avacalhou, Faraco!

    Mudança de “mentalidade” do Dunga?

    Péraí, meu!

    Tu achas que esse cabeçudo tem cérebro?

    Óh!

    Aquele cabeção medonho é oco, vazio, sem ar, apenas vácuo.

    Desde que ele levou aquela bola humilhante do Maradroga entre as pernas, determinando a nossa eliminação da copa do mundo de 1990, que o cabeção surtou.

    Dizem que se o Brasil não ganhar, hoje, do poderoso Peru ELE cai.

    Klarokê, hoje, 200 milhões de brasileiros estarão torcendo avidamente para que o Peru endureça e ganhe do ajuntamento do Dunga “cabela-Fraca”.

    No mais, …

    Sds. Alvinegras desde a Barra da Lagoa, a Pérola da Ilha das Bruxas, terrra do FURACÃO, o atual BICAMPEÃO em cima do fraco Joinveja, … hehehe!

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