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A matemática do resultado

20 de novembro de 2015 3

Na projeção dos jogos de quarta-feira escrevi sobre a necessidade de vitória das equipes neste momento de decisão no campeonato. Já foram 35 rodadas da competição, quem jogou bem, já jogou. O que interessa agora é vencer. É a matemática do resultado. Avaí e Figueirense parecem ter entendido muito bem isto. Foi o que apareceu em campo contra Joinville e Ponte Preta. Era muito importante vencer, como vai ser importantíssimo ganhar no final de semana, diante de Fluminense e Chapecoense.

Raul foi coerente

Não concordei com as escolhas de Raul Cabral contra o Joinville. Mas é preciso admitir que as explicações dele são muito coerentes. O Avaí jogou num esquema 4-1-4-1, utilizado pelo Corinthians, de Tite, e que foi usado pela Seleção contra o Peru. É um sistema moderno e bastante dinâmico. Neste sistema – que não acho que seja o ideal para o atual Avaí – o volante Claudinei é mesmo o mais adequado, pela maior movimentação.

Raul talvez tenha pecado ao colocar Renan Oliveira na extrema esquerda da segunda linha de quatro jogadores. Ali era posição para um jogador de mais velocidade e força, como Anderson Lopes, que estava na extrema direita, da mesma linha. Renan poderia ter atuado por dentro, armando a equipe. Mas o determinante foi a estratégia de jogo no primeiro tempo, atraindo o Joinville e explorando os espaços deixados pelo adversário – poderia ter definido a partida ali.

Sem dores

O Joinville precisa assimilar o rebaixamento, que virá, como algo natural em um processo de crescimento. A equipe chegou a um patamar que o coloca entre os 30 clubes do país, numa lista que inclui os que vão permanecer mais na Série A e os que vão transitar entre as duas principais divisões. O clube ainda vai transitar até ter mais estabilidade. É duro para o torcedor ler isto, mas é preciso levar em consideração os 30 anos distante da elite. Hoje o JEC é forte, apesar da quase certa volta à Série B.

Comentários (3)

  • edmilson gilson gonçalves diz: 20 de novembro de 2015

    O acaso vai acabar acertando o time do Avai, pois só assim, sairão do time o Eduardo (lento)Neto, o Romário e o Everton Silva, não será opção no banco(esse sem nenhuma condição de vestir nossa camisa), graças ao terceiro cartão.Dessa forma o Cabral não terá muito o que inventar e colocar um time mais ativo e agressivo, contra o Flu no ES,chega de retranca e falta de técnica, que até agora não nos levou a lugar algum e sim ao sufoco de convivermos a várias rodadas, com fantasma do Z4, coragem e ousadia não nos podem faltar nessa hora!!!!!

  • William diz: 20 de novembro de 2015

    A pesar de estar rebaixado, todos sabem que o Jec sempre será melhor que a dupla da ilha.Nunca deixou de pagar seus jogadores, e tem uma nos base.
    O perigo no próximo ano eles subir e os demais clubes do Estado ser rebaixado.

  • Serginho Sarda ( Sheik ) diz: 20 de novembro de 2015

    Claro que o Jec é forte, o eles ganharam e fizeram nos últimos 6 anos o que os clubes da ilha não tem em 100.
    Chapecoense está dando uma surra em organização, temos que fazer estágio lá, até o ex técnico que continua virgem vai ter que parar ou não é homem, aprendeu a ser um mané gavola e teve que enfiar o rabo no meio das pernas.
    Mídia de Porto Alegre, pior que a derrota do Inter foi a entrevista do técnico virgem.
    kkkkkkkkkkkkk

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