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A renovação de Hudson Coutinho

10 de dezembro de 2015 0

É um movimento natural o Figueirense renovar com Hudson Coutinho para 2016. Ele comprovou que tem condições de comandar o time e o vestiário, mesmo com jogadores de peso, como Carlos Alberto, Thiago Heleno e Marquinhos. É natural também que o torcedor queira um técnico “com grife” e pense que Hudson foi bom, cumpriu o seu trabalho, mas já deu. O que é um pensamento errado. Pergunto a este mesmo torcedor se René Simões não era um técnico com “grife”? E como o revelou o presidente Wilfredo Brillinger, no Debate Diário da CBN Diário da última terça-feira, o relacionamento de vestiário se “deteriorou muito rapidamente”. Então cabe a reflexão.

A influência do parceiro
No mesmo programa, o presidente Wilfredo destacou que já está tudo certo entre o Figueirense e os parceiros. Não quis confirmar quem são, mas disse que em breve tudo vai ser conhecido do torcedor. E disse mais! Perguntei a ele se o parceiro poderia indicar alguém para trabalhar no departamento de Futebol, junto com Cléber Giglio, e o presidente falou que haveria esta possibilidade. É evidente que a resposta do dirigente não é uma confirmação de que haverá alguém, mas indica que o parceiro vai ter voz ativa no clube a partir do momento da assinatura do contrato. Se isto é bom ou ruim só o dia a dia vai dizer. Mas é o modelo que o Figueirense escolheu, que o conselho aprovou, e, de largada, não há o que reclamar.

 

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