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Posts com a tag "Dicas de culinária"

Torta rápida com recheio aproveitado

29 de março de 2011 0

Foto Márcia Feijó

A massa que ensinei a fazer aqui há alguns dias, para tortinhas de maçã, revelou-se muito versátil.

Na noite de quinta-feira passada, na hora de esquentar a janta para a galera lá de casa, constatei que não havia pedaços de frango suficientes para todo mundo. O que fazer? Daí que lembrei daquela massa fácil e rápida (veja a receita) e mandei brasa.

  

1. Acrescentei um pouco a mais de sal temperado (pode substituir por  1/2 colher de chá de sal mais pitadas de temperos desidratados, como orégano, manjericão, salsa e cebolinha). Pronta a massa, coloquei num saco plástico e deixei na geladeira enquanto preparava o recheio.

2. O frango que havia, eu desossei, piquei, misturei com molho de tomate e um pouquinho de espinafre triturado (ambos eu tinha no freezer) e levei ao fogo. Acrescentei umas quatro azeitonas cortadas em tirinhas finas e temperei o molho com sálvia desidratada.

3. Cozinhei um ovo, piquei e reservei.

4. Cortei a massa em duas partes (2/3 do total numa e 1/3 em outra parte). Estiquei a parte maior - numa mesa enfarinhada – e com ela forrei a base de uma forma pequena de fundo removível, cobrindo as laterais também. Coloquei o recheio e joguei por cima queijo ralado e o ovo picado.

5. Estiquei  a parte menor da massa, cortei uma rodela no tamanho da forma e com ela fiz a tampa da torta. O excesso das bordas eu dobrei por cima da tampa, prendendo bem. Com as sobrinhas de massa ainda deu para fazer uns coraçõezinhos e enfeitar a torta.

6. “Colei” os corações com gema de ovo e aproveitei para pincelar com ela toda a tampa. Assim a massa fica com uma cor mais boitinha. Depois fiz furos na massa da tampa, para o ar sair enquanto a torta assava. Alguns minutos no forno e estava pronto um jantar reciclado muito gostoso.

A narrativa parece longa, mas o processo todo durou uma meia hora. E o prato é uma boa opção para um jantar a dois ou mesmo como sugestão de single food de que falei aqui.

Em tempo: a confecção da torta teve a ajuda do filhote Nicolas, co-autor da receita reciclada e meu grande parceiro na cozinha.


Pão de mel com cobertura

28 de março de 2011 9

A receita de pão de mel que mostrei neste post pode ganhar um atrativo ainda maior: cobertura de chocolate.

Foto Márcia Feijó

Quando o pão de mel estiver frio, derreta o chocolate (barras fracionadas ou gotas) no micro-ondas ou em banho maria. Coloque o pão de mel sobre o prato e banhe com o chocolate. Espere o chocolate endurecer, depois embrulhe em filme plástico. 

Fica muito bacana colocar os pães de mel prontos em saquinhos de plásticos estampados e fechá-los com uma fita mimosa ou fitilho colorido. Quanto mais bonitinho, maior o valor agregado (em casa de venda).

Você pode usar tanto chocolate preto quanto branco para  a cobertura. Doce, amargo ou meio-amargo. Eu experimentei estes da foto com as Gotas para Derreter Premium Black Amargo da Mavalério. Este chocolate tem uma cor e um brilho especiais que deixa o resultado maravilhoso.

Os detalhes são de chocolate branco, aplicados com saco de confeitar.

A cenourinha foi feita com pasta americana já colorida. Deixe para aplicá-la depois que o chocolate já estiver endurecido. Use apenas uma gotinha de chocolate derretido (na mesma cor da cobertura) como “cola”.

Dica: em casa de artigos par festa, de embalagens ou de culinária você encontra etiquetas grafadas com Pão de Mel e um espaço para preencher a data de fabricação.


Macaron: um francês cheio segredos

25 de março de 2011 29

Contei que fiz um curso de macarons na Oficina Culinária. Agora passo a receita e algumas dicas da professora. Mas adianto que o melhor mesmo é aprender assistindo ao vivo o trabalho de alguém que entende do assunto, como a Valderez Costa, que nos deu aula. Então, voilá!

Massa básica de macaron

Ingredientes:

110g (1/2 xícara de chá) de claras de ovo – corresponde a 3 claras

130g (3/4 de xícara de chá) de açúcar refinado

100g (1 xícara de chá) de farinha de amêndoaspeneirada

130g (1 xícara de chá) de açúcar de confeiteiro

corante me gel na cor que preferir

Como fazer:

Coloque na panela as claras de ovo e o açúcar refinado. Leve ao fogo brando (150 graus) mexendo sempre até dissolver totalmente o açúcar. Não deixe aquecer demais. Teste com as pontas dos dedos (pegue um pouco da mistura com o polegar e indicador e esfregue um no outro)  para perceber se o açúcar dissolveu bem.

Fotos Márcia Feijó

Transfira esta mistura para o recipiente da batedeira e bata até ficar consistente, formando picos, como na foto.


Adicione a farinha de amêndoas e o açúcar de confeiteiro, previamanete misturados. Mexa bem até que a massa escorra quando você levantar o batedor ou garfo. Acrescente o corante. Coloque a massa num saco de confeitar com bico perlé médio (é aquele com um furo só, mas não muito fininho).

Faça bolinhas do tamanho de uma moeda de R$ ,050 numa assadeira forrada com uma manta de silicone (a mais famosa é da marca Silpat, nome pelo qual é geralmente conhecida). Deixe bom espaço entre as moedinhas. A massa cresce um pouquinho eassim, não grudará. A distância também facilita na hora da retirada.

Coloque a assadeira sobre outra maior – ou sobre uma do mesmo tamanho de costas para ela – para levar ao forno.

Se quiser, nesta etapa pode acrescentar chocolate ou açúcar cristal com glitter comestível dourado sobre a massa. Fica lindo!


O forno. Aí é que mora o perigo. Os macarons devem ser assados em fogo baixíssimo – 160 graus nos primeiros 15 minutos e 130 graus daí em diante. De você tem forno elétrico, tudo bem. Mas se não tem, o truque é o seguinte: assar com o forno entreaberto para que a temperatura não suba demais. Nisso, eu demorei um tempão para assá-los. Mas, em compensação, eles não racharam. É o que acontece quando a temperatura sobe além do que é devido. Use a grade debaixo do fogão.


Se a porta do seu forno não trava, use uma colher de pau para impedir de fechar.


Dica da Valderez: se alguns biscoitinhos racharem (Só alguns? Você pode se considerar uma principiante de sorte então) use-os na parte de baixo do macaron para ninguém notar. (Claro, todo mundo olha, pega e leva direto para a boca sem titubear!)


Quando achar que a massa está assada, levante delicadamente a ponta do silicone. Se eles desgrudarem facilmente e estiverem lisinhos, é porque estão OK. Se estiverem moles embaixo, deixe no forno mais um pouco.





Retire as moedinhas do silicone cuidadosamente para não quebrar (são tão delicados…) e deixe as metades dos macarons esfriarem. Parta para o recheio. Um dos mais usados é o ganache de chocolate, branco ou preto. Ou um creme de manteiga. Você pode testar bebidas e diversos outros ingredientes para mudar o sabor. Sempre prestando atenção para não alterar a consistência, pois você não vai querer um creme duro demais ou escorrendo do seu macaron, né?. Você também pode usar corante em gel para deixar o creme na mesma cor dos biscoitinhos. Ou contrastando com eles.

Entenderam porque eu fiquei das 18h às 23h30min na cozinha sábado passado? Mas valeu a pena.

PS.: Os macarons podem ser congelados até 3 meses.

 

Leia mais sobre macarons aqui e aqui.


Oficina Culinária

Endereço: Avenida dos Buritis, 327, Parque São Jorge, Florianópolis

Fone: (48) 3334-0372

Site: www.oficinaculinariafloripa.com.br

E-mail: contato@oficinaculinariafloripa.com.br

O primeiro macaron ninguém esquece

25 de março de 2011 33

Fotos Márcia Feijó


Contei na semana passada que tinha participado de uma oficina para aprender a fazer macarons. Morria de curiosidade a respeito destes doces muito populares na França mas nascidos na Itália (leia o post abaixo), coloridos, lindos e deliciosos. Já havia pesquisado receitas na internet, mas elas me pareciam meio complexas. Além disso, receitas da rede geralmente não revelam os truques mais preciosos.

Pois eu tinha razão. De tudo o que eu já havia lido a respeito, nada foi tão revelador quanto a aula da Valderez, da Oficina Culinária. Mas fiquei apavorada com a ideia de repetir tudo sozinha. O processo é cheio de detalhes. E é preciso respeitá-los.

No sábado acordei cheia de coragem. Peguei um ônibus na companhia dos meus dois pimpolhos e fui para o centro de Floripa, na loja da D. Ana Spinoza (Mercado Público), comprar os tapetes de silicone necessários para assar os ditos macarons. Claro que já aproveitei e comprei mais umas coisinhas: uma forma de torta com fundo falso, forminhas de pão de mel quadradas, cortador de biscoito em forma de coelho e canetinhas par desenhar em biscoitos (gente, aquele lugar é uma perdição para quem gosta de cozinhar!)

Enfim, como já tinha garantido a farinha de amêndoas antes, no final da tarde de sábado me joguei na cozinha. Meninada, a sessão foi longa: das 18h às 23h30min, mais especificamente, ao lado do fogão – não dá para descuidar dos bichinhos no forno.

 

O resultado foi o das fotos no topo e no pé deste post. Fiz duas fornadas: uma verde limão e a outra roxo bruxinha.

Domingo, trouxe amostras do primeiro teste de macarons aqui no jornal. Parece que fui aprovada.

Logo posto a receita, dicas e segredinhos.

Veja aqui como fazê-los.





Macaron: nobre, santo e delicioso

24 de março de 2011 7

 Reprodução internet
O que se pode esperar de um biscoitinho que tem massa de origem italiana e recheio francês? Nada menos do que uma delícia.

A procedência do macaron é incerta, mas tudo indica que esta seja a sua árvore genealógica. Acredita-se que a massa tenha nascido em algum monastério italiano e que o nome derive de maccherone (massa fina).

Com o casamento de Catarina de Médicis e Henrique, Duque de Orleans, a receita teria sido levada para a França. Neste país, teria sido produzida por freiras – fala-se principalmente em Carmelitas. Mais tarde, o macaron pulou o muro do convento e ganhou o mundo – para aleluia de todos os demais mortais.

Até então tratava-se apenas de um biscoito. O toque de mestre – a união de dois biscoitos com um receio cremoso no centro – veio no século 20. A invenção é atribuída ao patisseur Piere Desfontaines, fundador da Ladurée, em Paris, que é até hoje a mais famosa fonte de macarons do mundo.

Os 9 mandamentos de um bom peixe

24 de março de 2011 0
O Caminhão do peixe começou a circular ontem pelos bairros de São José. Foto Charles Guerra
Chega março, Quaresma, quase indo para a Páscoa, bate aquela vontade de comer um peixinho. E já que falamos sobre o projeto Caminhão do Peixe, no post abaixo, acredito que seja uma boa hora para desvendar o grande mistério que nada ao redor deles: como escolher um bom peixe.


Pode parecer algo complicado para os leigos, mas existem algumas regras que podem ajudar a fazer a coisa certa.
Então, vão aqui a tábua dos 9 mandamentos para a escolha de um bom peixe.
Fica frio aí


Em primeiro lugar, os peixes devem ser mantidos sob refrigeração ou envoltos em uma espessa camada de gelo, mesmo que sejam frescos.

Encare-o de frente

Os olhos de um peixe fresco jamais se encolhem nas órbitas. Eles devem estar brilhantes e salientes, sem pontos brancos no centro.

Saradão é bem melhor

Se tiver um saquinho de plástico à mão, coloque na mão e verifique a textura. A carne deve ter elasticidade e não soltar dos ossos facilmente.

Pele descamando não

As escamas também devem estar resistentes, além de parcialmente transparentes e brilhantes.

Tudo vermelho

Aproveite e investigue as brânquias. Vermelho é a cor delas. Se perceber um líquido pastoso (muco), isto não é bom sinal.

Meta a mão nas guelreas dele

Um peixe de boa procedência oferecerá resistência a este seu ato invasivo. A pele sobre as guelreas deve ser rígida e também devem estar vermelhas na parte interna, com vasos sanguíneos cheios.

Era um peixe sem máculas

A pele precisa ser úmida e também demonstrar elasticidade. Sem manchas, cortes ou furos.

Gélido e sem frescuras

As mesmas dicas valem para o peixe congelado. Confira ainda se a embalagem não contém acúmulo de líquido e se o peixe não está mole – sinal de que está descongelando ou foi descongelado.

Diga-me onde vives e te direi quão congelado estás

Observe ainda o balcão frigorífico. Se tiver água ou gelo concentrado em alguns pontos, é porque este não teve a temperatura ideal mantida. Ou seja, ficou desligado ou com temperatura inadequada quando não tinha movimento no mercado.


Confira a programação do Caminhão do Peixe no post abaixo.


O peixe vai a Maomé

23 de março de 2011 2

Constantemente ouvimos que comer peixe faz bem para a saúde, mas muitas vezes falta o hábito (mesmo em Florianópolis, onde a matéria-prima é farta). Pois a Prefeitura de São José está colocando em prática um projeto muito interessante: o Caminhão do Peixe.

Trata-se de um veículo frigorífico equipado para armazenar e atender a compradores – ou seja, se você não vai ao peixe, ele vai até você.

Além de incentivar o consumo do pescado, o projeto traz de volta um velho costume: o da venda itinerante de alimentos (na minha infância, até refrigerante era vendido de caminhão!).

De hoje a 2 de abril, das 7h30min às 12h, o Caminhão do Peixe irá circular pelos bairros josefenses, a começar por Forquilhinha. Entre os produtos, que terão preço de custo, há anchova, espada em posta, filé de pescada, gordinho e linguado.

O projeto tem parceria do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Confira aqui a programação:

Hoje – Forquilhinha – pátio da Igreja

24 de março – Horto Florestal – pátio do Centro Educacional Municipal Santa Terezinha

25 de março – Loteamento Lisboa – pátio do Centro de Saúde Forquilhas

26 de março – Loteamento Los Angeles – pátio da igreja católica

29 de março – Sertão do Maruim – pátio da igreja

30 de março – Colônia Santana – pátio da igreja católica

31 de março – Alto Forquilhas – pátio do Colégio Estadual (Escola Isolada)

1º de abril – Ceniro Martins – pátio do Centro Educacional Municipal Ceniro Martins

2 de abril – Loteamento Vila Formosa (Forquilhas) – drive in do Arthur

 

Mais informações pelo telefone (48) 3321-0040

 

E aqui vai uma receitinha enviada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, de São José:

 

Peixe ao creme de ervas 
 

Divulgação

 


 


 

Ingredientes:

6 filés de Pescada

1 copo de leite

1 tablete de manteiga quanto baste de alecrim

quanto baste de salsinha

quanto baste de orégano

quanto baste de manjericão

quanto baste de cebolinha verde

1 colher (sopa) de farinha de trigo

quanto baste de suco de limão

quanto baste de sal

1 colher (sopa) de amido de milho

Como fazer:

Tempere os filés com limão e sal. Passe-os pela farinha, para não quebrarem. Frite-os com azeite ou óleo. Reserve. Dissolva o amido no leite. Em uma panela, derreta a manteiga, coloque o leite com o amido e as ervas, mexendo bem até engrossar. Arrume os filés em uma travessa refratária, regue com o molho de ervas. Coloque no forno só para aquecer. Sirva em seguida.

Rendimento: 6 porções








Cupcakes, cenouras e coelhos com boa visão

18 de março de 2011 7

Que tal trocar os ovos de Páscoa por fofinhos cupcakes?

Os bolinhos são feitos com cenoura, aquela mesmo que a gente vive tentando convencer as crianças de comer.

(Vai dizer que você nunca tentou aplicar esta nos seus filhos: Você sabe por quê os coelhos não usam óculos? Por que eles comem cenouras.

E o pior, ou melhor, é que trata-se de uma verdade (em parte, pelo menos, já que não conheço nenhum Dr. Coelho, oftalmologista). Cenouras possuem Vitamina A, que auxilia mesmo a ter boa visão. Segundo informações que encontrei na internet, principalmente na visão com pouca luz.)

Bom, a conversa fiada acima foi para justificar os meus cupcakes de cenoura. O que nem carecia de justificativa, pois cenoura faz parte da Páscoa mesmo, já que é considerada a comidinha preferida dos coelhos.

Para a cobertura, testei duas opções: um ganache de chocolate meio amargo e um glacê colorido (verde limão ou laranja). Os tipos de enfeites também são dois: um coelhinho de chocolate para o glacê laranja e pequenas cenourinhas de pasta americana para os demais.

 

Fotos Márcia Feijó

 

Cupcakes de cenoura

 

Bolinhos

Ingredientes:

4 cenouras pequenas ou 2 grandes (cruas)

2 ovos

2/3 de xícara de óleo de milho ou girassol

1 xícara de açúcar branco

1 xícara de açúcar mascavo

1/2 xícara de leite

2,5 xícaras de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento em pó

1 pitada de páprica doce

1 pitada de sal

Como fazer:

Num recipiente, misture a farinha de trigo peneirada, o fermento, o sal e a páprica. Reserve.

Descaque e pique as cenouras.  Coloque no liquidificador junto aos ovos e açúcar (branco e mascavo). Bata tudo. Amorne o leite e acrescente à mistura batendo mais um pouco.

Despeje o conteúdo líquido no recipente de ingredientes secos, mexendo até que forme uma massa homogênea.

Coloquei forminhas de papel em formas de alumínio para muffins. Despeje a massa dentro.

Pré-aqueça o fogo e asse os bolinhos por cerca de 15 a 20 minutos em fogo brando.

Retira da forma e deixe esfriar antes de colocar a cobertura.


Cobertura de glacê

Ingredientes:

1 clara de ovo

açúcar impalpável

sumo de meio limão

corante em gel (usei verde limão numa receita e laranja em outra)


Como fazer:

Na batedeira, bater a clara com uma colher (sopa0 de açúcar impalpável até que forme uma espuma branca e firme. Acrescentar o açúcar impalpável até que o glacê esteja duro (formando picos). Acrescentar o sumo de limão e o corante em gel. Se o glacê amolecer, acrescentar mais umpouquinho de açúcar impalpável.


Ganache

Ingredientes:

100g de gotas de chocolate meio amargo

3 colheres (sopa) de creme de leite


Como fazer:
Derreter as gotas de chocolate no micro-ondas. Retirar. Misturar bem até ficar liso, misturando com uma lambe-lambe ou colher (devem estsar bem secos). Acrescentar o creme de leite e continuar batendo até ficar homogêneao. Deiuxar na geladeira, fecjhado, por 20 minutos. Bater na batedeira até clarear e adquiri a consistência adequada.



Como montar os cupcake:

Colocar o ganache ou o glacê no saco de confeitar e usar o bico de pitanga grande para formar a cobertura.

Decorar com as cenourinhas de pasta americana ou pequenos coelhinhos de chocolate.

 


Cenourinhas de pasta americana

Usei pasta americana já colorida em tons laranja e verde. Daí é só amassar bem, moldar e deixar secar. Fazer com pelo menos dois dias de antecedência até que amassa fique seca. Não guardar na geladeira.


Coelhinhos de chocolate

Derreter o chocolate (barras fracionadas ou gotas) no micro-ondas e colocar nas formas. Deixar esfriar e endurecer. Faça também com antecedência.


 

Cupcake para o Dia de São Patrício

17 de março de 2011 3

Me empolguei total com o tal Dia de São Patrício, o Saint Patrick’s Day irlandês. Mas no post de ontem acabei não explicando quem é São Patrício. Ele nasceu na Grã-Bretanha e tornou-se padroeiro da Irlanda. Resumindo: depois de ser vendido como escravo neste país, fugiu, mas retornou após tornar-se religioso, para catequizar o povo de lá.

E qual o por quê dos trevos? É que São Patrício usava-os para explicar a Santíssima Trindade, em suas pregações.

Não sou exatamente devota de São Patrício, nem descendente de irlandeses - mas curto muito algumas bandas de lá e,  principalmente, os livros da Marian Keys. E como adoro trevos e a cor verde, resolvi fazer uns cupcakes especiais para hoje. São duas receitas.

Foto Márcia Feijó

Para estes cupcakes usei uma receita de cupcake. A cobertura é glacê real branco básico e os trevinhos são confeitos que você encontra em casas de artigos para festas e culinária.


Irish Cucpake de limão

Ingredientes:

125 g de farinha de trigo peneirada

1 colher (chá) e fermento em pó

1 colher (chá) de bicarbornato de sódio

1 pitada de sal

1 ovo

50 g de manteiga

125g de açúcar

1 pote (170g) de iogurte natural cremoso

1 limão


Como fazer:
Raspar a casca do limão e reservar. Extrair o suco do limão e reservar. Num recipiente, misturar os ingredientes secos: farinha de trigo, sal, fermento e bicarbornato de sódio. Reserve. Em outro recipiente, bater bem o ovo. Misturar a manteiga e continuar batendo. Acrescentar o açúcar e bater mais um pouco. Colocat o iogurte e o suco de limão na mistura. Acrescentar os ingredientes secos aos poucos, mexendo sempre. Por último, acrescentar as raspas de limão e mexer delicadamente, incorporando à massa. Colocar nas forminhas para cupcakes e levar ao forno pré-aquecido (180 graus). Assar por cerca de 25 minutos até que a massa esteja crescida e dourada.

Fazer a cobertura com o glacê, usando um saco de confeitar com bico de pitanga grande, e decorar com os trevinhos.

Rende cerca de 10 cupcakes.

Irish Cucpake de menta

Nesta outra versão, a base é a mesma receita acima. Apenas retirei as raspas de limão, diminui o suco de limão pela metade (usei o suco de meio limão) e acrescentei 1 colher (sopa) de essência de menta.

A cobertura foi feita com um ganache de chocolate branco bem básico. E os confeitos de trevos são os mesmos.

 

Quer saber o que rola de programação de Saint Patrick’s Day nos bares de Floripa? Clique aqui.




O que eu andei fazendo ontem à noite

16 de março de 2011 2

Querem saber o que eu fiz ontem à noite? Eu desvendei um mistério que estava me embatucando há tempos. Desde a primeira vez em que vi uma foto dos coloridos e fofinhos macarons (estes sujeitinhos aí embaixo).

Reprodução internet

 

Fiz uma aula na Oficina Culinária e aprendi como se faz essas coisinhas lindas.

Quer dizer: aprender não é bem o verbo né?… Eu descobri alguns segredos sobre eles. Mas aprender mesmo eu só vou poder dizer que aprendi  depois que testar no meu próprio forno.

E já adianto para quem achou receitas deles na internet: pode parecer muito fácil (e não é difícil mesmo). O X da questão é o forno. É preciso ter todo um cuidado com a temperatura. A mestra Valderez Osório fez muitas recomendações a respeito, na aula de ontem.

Espero que o meu forninho ajude. (Se não, troco ele por um modelo retrô pelo qual ando apaixonada… Hihihihihi!)

Veja aqui mais detalhes sobre a programação de março da Oficina Culinária.

PS.: Claro que eu vou mostrar como se faz aqui no blog. Mas preciso organizar o material e fazer uns testes primeiro. Estou em busca de cobaias.