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Confira o perfil da apresentadora Micaela Góes, do Santa Ajuda

14 de julho de 2017 0

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Micaela Góes é o próprio de sonho de consumo para os telespectadores do seu programa no canal GNT. Quem nunca imaginou ela chegando em casa para dar um jeito naquele ambiente bagunçado, que ninguém se atreve a mexer?

A boa notícia para os fãs do Santa Ajuda é que aqui em Blumenau teremos a chance de pelo menos ouvir ao vivo algumas das valiosas dicas da apresentadora sobre organização. Na próxima terça-feira, às 19h30min, Micaela estará no Norte Shopping para lançar seu livro e participar de um bate-papo aberto ao público.

Antes de o Santa Ajuda ir ao ar, em 2011, a carioca de 42 anos e mãe das gêmeas Júlia e Lara, seis, era reconhecida como atriz em novelas como Da Cor do Pecado e Ti-ti-ti. A carreira de personal organizer surgiu meio por acaso. Foi depois de dar uma ajudinha na casa da também atriz Camila Pitanga que Micaela percebeu que tinha gosto e talento para a organização. Logo depois veio o convite para apresentar o programa no GNT.

— A maior satisfação que este trabalho me dá é ver a transformação acontecendo na vida de uma pessoa. É perceber tanto o alívio que cada um sente ao se livrar dos excessos quanto os benefícios gerados por uma vida mais funcional. É isso que me motiva a seguir plantando sementes — conta ela.

Hobby: jardinagem.

Lugar Inesquecível: minha casa.

Música: Fly Me to The Moon.

Mania: de organização.

Filme: O Palhaço, de Selton Melo.

Luxo: ter tempo livre para não fazer nada.

Não vive sem: água.

Sonho: ver minhas filhas independentes e realizadas!

Caos: guardados acumulados.

Comida preferida: japonesa.

Cidade em que moraria: Paris.

Qual papel de novela que marcou sua carreira e que guarda no coração: Maria Lua, de Ana Raio e Zé Trovão.

Como surgiu a criação do Programa Santa Ajuda: eu e meu diretor Alfredo Stadtherr trabalhamos conjuntamente desde o início.

Uma dica bacana para quem quer organizar o guarda-roupa: retire tudo o que você não usa, padronize seus cabides e agrupe as roupas da mesma categoria: vestidos, saias, blusas e dentro de cada categoria crie subdivisões de manga comprida, média e curta.

Você que escolhe os participantes? Como funciona? Temos uma equipe de pesquisa para buscar boas histórias.

Qual ambiente mais difícil que já organizou? Aqueles em que as pessoas tenham algum tipo de relação traumática.  A dificuldade é muito mais emocional do que física.

E seu livro? Quanto tempo levou fazendo? Dediquei três anos ao projeto do livro. Valeu a pena pois participei de todas as etapas de criação, desde o texto até a produção de fotos, capa, projeto gráfico, tudo teve o meu toque.

Próximos projetos e planos futuros: estou envolvida em muitos projetos novos. Estou trabalhando na preparação de cursos de organização, produtos organizadores e muito mais! Me acompanhem pelo meu site: micaelagoes.com.br e por minhas redes sociais que saberão de tudo!

Conselho: acredite em você, acredite nos seus sonhos e siga sua intuição!

Perfil: Eduardo Philipps

01 de janeiro de 2016 0

Eduardo Francisco Philipps é hoje um dos nomes no ramo do entretenimento e da vida noturna do litoral de Santa Catarina. Formado em Engenharia Civil pela UFSC e nascido em Itajaí, traz a família em primeiro lugar. Aos 45 anos, tenta também conciliar a vida agitada com seu mais novo hobby, a corrida. Casado e pai de dois filhos, é conhecido pela simpatia e pelo desempenho de suas funções junto à direção do Grupo GV (Green Valley), que neste verão conta com mais um empreendimento, o Belvedere Beach Club, na Praia Brava, em Itajaí. A nova casa é voltada para festas sunset e eventos noturnos.

Sua relação com o entretenimento começou há 20 anos, quando namorava a atual mulher e começou a fazer festas às segundas-feiras para promover a pizzaria da família Tolazzi, o Maria’s. O que começou para 50 pessoas aumentou e virou um evento. No começo os encontros ocorriam sob uma lona alugada do Beto Carrero e depois veio a construção do Rancho Maria’s.

Após um tempo Eduardo e o grupo perceberam que nascia ali um negócio e passou então a promover festas com artistas variados. Depois da criação do Green Valley e, principalmente, de ter o DJ Tiësto em um carnaval do club, o futuro estava consolidado: trabalhar com o público. Hoje é sócio de nove casas noturnas no litoral.

Foi e é sucesso absoluto.

Foto Diego Jarschel, Divulgação

- Hobby: correr.

- Lugar inesquecível: pistas de ski em Ushuaia e em Epernay, província de Champagne, na França. Lá tive a oportunidade de conhecer a grande Maison de Perrier-Jouët e suas caves produtoras de champanhe.

- Música: eletrônica.

- Mania: de sempre chegar em cima da hora.

- Filme: atualmente meus filhos que escolhem, mas gosto de ação.

- Não vivo sem: minha família.

- Desejo: saúde.

- Amigos: importante.

- Herói: minha mãe. Não que meu pai não seja, mas no momento minha mãe com certeza é uma grande heroína.

- Sonho: brincar com meus futuros netos.

- Caos: perder o controle da situação por conta de uma catástrofe.

- Luxo: sair com a família de férias.

- Cidade em que moraria: Miami.

- O que te irrita: mentira.

- Lugar preferido de férias: uma estação de ski ou algum lugar que tenha praia, sempre com a família.

- Um presente inesquecível: a saúde dos meus filhos.

- Como começou a trajetória na vida noturna: começamos em 1994 em Camboriú com as festas do Rancho Maria’s. O convite para ingressar no segmento veio dos meus cunhados, pois na época eu ajudava a realizar as festas na chácara para divulgar a marca “Maria’s”, que era uma pizzaria da família. Depois, em Balneário Camboriú (por volta de 2004) nós administramos o Ibiza, na Barra Sul, por uma temporada. Depois, em 2007, abrimos o Green Valley e em 2009 tive que largar a engenharia e me dedicar exclusivamente ao entretenimento.

- Como nasceu a ideia do Belvedere Beach Club? O sonho de ter um beach club já é antigo. Pensamos muito sobre como gostaríamos que fosse o conceito e o ambiente desse club. O nome e a parceria com a Belvedere surgiu dentro do escritório do Green Valley em uma conversa com os diretores da LVMH. Um mês da ideia apresentada o projeto já foi aprovado.

- Planos para o futuro: cuidar bem dos clubes que temos, fazer tours do Green Valley a nível nacional e internacional e lançar eventos novos no mercado.

- Frase: “Eu não me importo com o que os outros pensam sobre o que eu faço, mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço. Isso é caráter”, de Theodore Roosevelt.

Perfil: Papai Noel blumenauense

11 de dezembro de 2015 0

O perfil deste final de semana é dedicado de coração a todas as crianças e adultos que acreditam na magia do Natal, época mais linda do ano.

O nosso Papai Noel blumenauense, Reynaldo Pfau, durante o ano leva uma vida pacata e normal, como a de todos nós. Pfau estudou Ciências Biológicas e Licenciatura em Educação Artística na Furb. É também cantor, barítono: começou os estudos de canto aos 14 anos com o maestro Heinz Geyer e já estudou com professores de renome nacional e internacional. Ele foi professor de Artes e de Música de instituições como o Teatro Carlos Gomes e o Centro Cultural 25 de julho. Pfau é tão polivalente que além da música é artista plástico, há mais de 40 anos.

Gosta muito de apresentar suas músicas natalinas com Sara Pfau, a Mamãe Noel, e em 2004 foi convidado para receber os pedidos de Natal no Neumarkt Shopping, e há 14 anos anota tudo em sua lista. Neste ano ele está no Norte Shopping recebendo as visitas.

Em dezembro se dedica totalmente à função e participa dos shows do Magia de Natal, nos espetáculos do Advento e nos jantares da Vila Germânica. Seu trajeto é especial e abençoado, levando alegria e esperança a tantas crianças. Com vocês, Papai Noel!

Foto: Gabriela Schmidt, Divulgação

Hobby: Fazer colares com vários elementos, seixos, rochas, pedaços de madeira, conchas, de todos os lugares possíveis. Quando prontos, os colares possuem uma energia toda especial.

Uma música de Natal: Gosto da Cantique de Noël, de Adolphe Adam, principalmente da letra em português, e de Noite Feliz em todos os idiomas.

Não vive sem: Cantar, uma boa leitura, oração e meditação, a companhia de “Mamãe Noel” e também de todos os meus queridos ajudantes elfos e duendes e das minhas queridas renas.

Sonho: Que a bondade seja a prioridade na vida de cada ser humano. Gostaria que o coração do ser humano transbordasse de bondade.

Comida preferida: Queijos, tudo que tenha queijo e pratos à Califórnia.

Cidade em que moraria: Gosto muito de Blumenau, mas não dispenso minha casa na Vila Noel do Polo Norte.

História que marcou sua trajetória: Uma menina pediu ao Papai Noel para ajudar na reconciliação dos pais e da família. Foi de cortar o coração.

O que a crianças mais pedem: O que me deixa feliz é que os campeões dos pedidos ainda são as bicicletas e as bonecas de todos os tipos. Aí seguem os brinquedos eletrônicos,os celulares e toda a sua família.

Os adultos pedem também? É mais raro, mas pedem principalmente paz e muita saúde. Emocionante é quando uma pessoa de idade avançada vem pedir uma abraço do Papai Noel, senta ao seu lado e conta sua história.

Algum pedido lhe chamou mais atenção? Sempre chama a atenção todo pedido dos portadores de qualquer deficiência. É muito emocionante o contato com eles. Mas me marcaram os pedidos de uma jovem senhora, para ajudar a constituir uma família, e o de uma menininha que queria uma vaca de verdade.

O que pediria a outro Papai Noel: Que o verdadeiro sentido do Natal estivesse no coração das pessoas em todos os dias do ano e em todos os momentos, independente de crenças ou raças.

Conselho: Pensar no bem. Viver cada dia pensando no bom futuro e tendo o passado como o bom aprendizado, conquistando dia a dia a serenidade e como consequência a eternidade.

Frase: “Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas”, de Antoine de Saint-Exupéry.

Perfil: Marcelo Salum

26 de julho de 2015 0

Marcelo Salum é hoje um dos nomes da arquitetura catarinense que mais se destaca em todo o país. Formado pela Univali, o filho de Dóris Luchi Salum e Edson Pinto Salum atua há 14 anos no mercado e seu bom gosto e conhecimento são indiscutíveis e perceptíveis no modo de agir, falar e viver.

Além dos trabalhos em Floripa, ele já realizou projetos ousados em São Paulo, Miami e Los Angeles. Marcelo foi o único catarinense a expor na Mostra Black 2015 em São Paulo, e montou seu espaço ao lado de feras nacionais do ramo — ele decorou a Sala do Colecionador, que abrigou uma variedade de obras de arte e peças de design.

Desde criança suas brincadeiras giravam em torno de construir casas, e ficava horas entretido com isso. Sempre foi encantado com a beleza das coisas e do aconchego que um lar proporciona.

Conheci Marcelo pessoalmente em uma viagem, e me encantei na primeira conversa. Logo a gente percebe o motivo de seu sucesso. Estrela.

marcelo_salum1Foto: Marcelo Salum, Divulgação

Hobby: descansar.

Lugar inesquecível: o caminho de Santiago de Compostela.

Música: Dona do Dom, interpretada por Maria Bethânia.

Mania: organização.

Filme: Os Incompreendidos, de François Truffaut.

Livro: Shikasta, de Doris Lessing.

Não vivo sem: amigos.

Desejo: viver num mundo onde todos tivéssemos mais consciência.

Amigos: indispensáveis e insubstituíveis.

Herói: uma Força superior que move tudo.

Sonho: poder morar em outros lugares.

Caos: falta de tempo.

Luxo: sempre a próxima viagem.

Cidade em que moraria: Paris.

O que te irrita: falta de comprometimento.

Lugar preferido de férias: Paris.

Um presente inesquecível: as viagens que meus pais me proporcionaram na minha adolescência.

Inspiração: tudo que me emociona. A inspiração pode vir das coisas mais inusitadas: de um espetáculo, da moda, de um bom restaurante, de algum tipo de manifestação artística. Os momentos de maior inspiração são aqueles em que estou mais relaxado e tranquilo.

Nome da arquitetura que mais admira: no Brasil, Isay Weinfeld. Internacional, Alberto Pinto.

Museu: gosto mais de museus menores, principalmente dos que abrigam coleções particulares, como o The Frick Collection em Nova York, o Getty Museum em Los Angeles e o Jacquemart-André em Paris.

Como define seu ambiente na Mostra Black? Um espaço atemporal, projetado para um colecionador de livros viver e relaxar próximo às paixões acumuladas durante uma vida. A minha escolha teve diversas referências: uma viagem recente a Paris, o lifestyle do empresário Pedro Sirotsky (um apreciador de livros e obras de arte) e o clima proporcionado pelo lugar da Mostra, a OCA, projetada por Oscar Niemeyer.

Curso mais importante que já realizou: indiscutivelmente as viagens são os meus melhores cursos!

Seu estilo é… Não ter estilo. Óbvio que tenho uma marca em tudo que faço, gosto de ambientes com história, informações, obras de arte, mas não me prendo a um único estilo. O que me movimenta são novos desafios!

Se não fosse arquiteto, seria: acho que trabalharia com moda ou gastronomia.

Conselho: não desista jamais dos teus sonhos!