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Posts de junho 2008

Altos e baixos

30 de junho de 2008 8

Andrea Graiz

Resolvi fazer uma pequena listinhas do que está em Alta e o que está em Baixa no Gre-Nal:

Baixa

1 — Falta de banheiros nas proximidades dos Estádios
2 — Torcedor de quinta categoria, ou melhor, de segunda divisão, mandando qualquer um de outro time Tomar no…
3 — Ficar fugindo de saco de xixi. Convenhamos o cara que faz isso num saco plástico tá com muito tempo sobrando em casa.
4 — O vizinho do lado fumando sem parar bem do lado de você, que é não fumante.
5 — Agüentar torcedor bebum e mala

Alta

1 — Os banheiros da área das cadeiras do Olímpico (tem sempre uma funcionária limpando)
2 — Família unida no Gre-Nal. Futebol é para ir em turma
3 — Camisetas retrô. E quando mais personalizadas, melhor. Tem até vovó tricotando blusão para marmanjo
4 — Ganhar do Gre-Nal
5 — Chegar cedo no Estádio para evitar confusão.

Postado por Fernanda

Gre-Nal em fotos (2)

30 de junho de 2008 0

Outros cliques da Andréa Graiz durante o Gre-Nal de domingo


1. Juliano Fagundes tanto procurou que encontrou um boné com o swoosh da Nike em vermelho, na cor do Inter. 2. Suzane Teixeira, comanda a ala feminina da Camisa 12 do Inter.


3. Cristiane Silveira, a jovem policial militar do Batalhão de Operações Especiais, guardou a torcida do Inter.

Postado por Fernanda

Gre-Nal em fotos (1)

30 de junho de 2008 1

Aqui vão alguns cliques de torcedores nos camarotes do Grêmio, no estádio Olímpico.


1. Paulo “Pablo” Sant´Ana e seu inseparável rádio — nada discreto. Sant´Ana foi ovacionado pelo torcedor quando sentou no camarote.


2. Daniel Mirken é argentino, mas em solo gaúcho, torce pelo Grêmio. Tanto, que estava no clássico de domingo.


3. Nelson Sirotsky, Paulo Sant`Ana e Eduardo Melzer concentrados pelo Grêmio.


4. André Luiz, atacante gremista, não estava em campo, mas foi ao Olímpico, nas cadeiras, conferir o jogo. Com ele, o pequeno Adyel, de apenas 7 meses. O garoto estreou nos gramados ainda mais jovem, aos 5 meses.

 

 

 

5. Enzo Giovanella
com a camisa do
centenário tricolor.

Postado por Fernanda

Estilo Próprio foi ao Gre-Nal

30 de junho de 2008 1

Andrea Graiz

Tá, essa foto não é muito, digamos assim, artística, mas mostra uma realidade que alguém tem que tentar resolver.

Negócio é o seguinte: bebida alcóolica não pode ser mais vendida nos estádios.

Por isso, o torcedor vai mais cedo para o local e fica “aquecendo antes de entrar”. O problema é que, com tanta cerveja, a turma precisa ir ao banheiro. Mas onde?

Alô, alô equipe de apoio. É preciso que os banheiros químicos sejam montados pelas proximidades dos estádios em dias de jogos.

Postado por Fernanda

Gre-Nal 370: Mais bastidores

30 de junho de 2008 2


A camiseta retrô 1909, de Jackson Rocha, e Paola Rigon, 16 anos, usou no Gre-Nal a mesma tiara da sua festa de 15 anos.


Paula Rutzen gosta de futebol em Porto Alegre e em Berlim, onde torce para o Hertha. A manta foi comprada na Alemanha. E o médico Juliano Perez foi ao Gre-Nal de tricô do Grêmio e com a camiseta tricolor de time de rúgbi argentino.


O xadrez, estampa marca do inverno 2008, manda superbem no uniforme para Fábio Zang.

 

 

 

Guilherme Vargas, três anos, fardado e com sua pipoca tricolor. Nos camarotes do Grêmio, tudo é personalizado, do avental do garçom aos copos de plástico.

Postado por Fernanda

Gre-Nal 370: Ouve, mas não vê

30 de junho de 2008 0

Andrea Graiz

Tem gente que está lá todo jogo, só não assiste e não vê a bola rolando. Paulo Barreto, segurança do Olímpico, jura que mesmo assim o futebol não perde a graça. Há dois anos na função, é sempre a mesma coisa: começa o jogo e ele, sempre na rua, sem ver nada.

— Vejo o jogo quando eu chego em casa, no Teledomingo — explica.

O pior é que nem rádio Paulo pode escutar para não desconcentrar a guarda. A narração é o barulho que escuta das torcidas. Pelo som, garante, dá para saber sempre o que acontece em campo. Quase sempre…

— Uhhhhhh (pausa). Ahhhhh (palmas). — escuta-se no início do segundo tempo.

— Foi gol, Seu Paulo? — pergunto.

— Ah, dona, esse foi dúvida.

O banheiro é o refúgio

A presença de mulheres em jogo no estádio do adversário ainda surpreende. Veja só o caso de Denise Michel e a filha, Luciana. As duas, mais o filho de Luciana, Fabrício, 12 anos, estavam lá no cantinho da arquibancada superior reservada ao Inter. Detalhe: todos quase grudados na porta do banheiro.

— Se a gente se entregar para os bagunceiros, termina o futebol — explicou Luciana (de cinza na foto), defendendo que, mesmo no campo do adversário, lugar de torcedor ainda é no estádio.

Elas costumam ir aos jogos sozinhas — leia-se, sem marido. Por isso, desenvolveram um Manual de Sobrevivência para Mulheres Sozinhas em Campo:

1. Chegue pelo menos três horas antes do jogo iniciar.
2. Sente-se bem perto da porta do banheiro feminino.
3. Ao prenúncio de qualquer confusão, corra para dentro do banheiro. (Garantia de lugar seguro!)
4. Durante o jogo, mantenha-se no fundo.
5. Na hora do intervalo, não fique localizada perto do bar (é área de conflito).
6. Seja a última a sair. Deixe os mais afoitos irem para casa mais cedo.
7. Ao sair do estádio, vista um casaco de cor neutra, tipo preto, para ninguém identificar o seu time.

Postado por Fernanda

Gre-Nal 370: Família Tricolor

30 de junho de 2008 0

Andrea Graiz

Família tricolor Gremista fiel, Alexandre Grendene assiste aos jogos do Grêmio sempre do seu camarote e munido de visão de Super-Homem, graças ao potente binóculos.

— Quanto estou em Porto Alegre, não deixo de vir — contou o empresário, na fila da pipoca.

De volta ao camarote, Alexandre assistiu ao jogo na companhia da filha Victória Grendene, de 13 anos. 

— O pai fica agitado na hora do jogo, mas gosto de vir com ele ao estádio — comentou a menina. — Claro que sempre é melhor ganhar e ganhar do teu maior rival — defendeu Victória.

Mais tarde Laura, outra filha de Alexandre, também juntou-se à torcida.

Assista aos bastidores da torcida tricolor:

Postado por Fernanda

Gre-Nal 370: Mulher no comando

30 de junho de 2008 0

Andrea Graiz

Não é só de bola rolando que se faz um Gre-Nal. Para muita gente, há toda uma preparação antes de sair de casa, como chegar ao estádio, onde assistir ao jogo e como conferir os melhores lances. Esta coluna foi ao Olímpico, para destacar o Estilo Próprio de alguns personagens.

Mulher no comando

As torcidas organizadas são tão organizadas que existe até uma chefia feminina, Suzane Teixeira, 25 anos, estudante de Direito, comanda as mulheres na Camisa 12. São cerca de 80 cadastradas para 1,4 mil homens.

— No clube, todo mundo me respeita muito, mas fora, às vezes, rola alguma brincadeira — diz a loira.

A carreira no movimento feminino da 12 rendeu um currículo invejável para Suzane:

— Conheço todos os principais estádios brasileiros. São mais de 50. Me falta ainda o de Fortaleza — lamenta.

O papo só é interrompido quando ela desloca esta colunista de local:

— Cuidado, vem mais pra cá. Tá começando o Requebrando.

A dança parece briga, mais é um festival de empurra-empurra, uma movimentação radical, mas que a turma garante, é só brincadeira.

Assista aos bastidores da torcida colorada:

Postado por Fernanda

Artista fora de série

30 de junho de 2008 0

Eduardo Liotti, Especial

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO

Inspirado pela criatividade das pessoas na rua, o gaúcho Gringo Cardia é arquiteto, cenógrafo e artista.

Um gaúcho — de Uruguaiana — trabalha na criação do novo espetáculo do Cirque du Soleil. Gringo Cardia exibirá sua arte sob uma lona, em Toronto, no ano que vem. O contrato, repleto de cláusulas de confidencialidade, surgiu por meio da parceria de sucesso que Gringo mantém com a coreógrafa carioca Deborah Colker. Ela é diretora do novo espetáculo do Cirque e só aceitou o convite depois que Gringo, o cenógrafo, abraçou junto o projeto. Já são dois anos de preparo, três cenários modificados e dois elencos ensaiando na Rússia e na China.

— Tenho ido uma vez por mês ao Canadá — contou, no Gigantinho, em Porto Alegre.

Essa é uma das graças do trabalho desenvolvido por ele. Gringo, 51 anos, pode estar um dia sob uma lona de uma das maiores companhias do mundo e, no outro, no palco do ginásio porto-alegrense dirigindo Xuxa e Sasha. Na semana seguinte, quem sabe, a convocação inclui crianças da periferia do Rio, onde vive desde os 15 anos e mantém uma ONG.

— Não tenho preconceitos — conta — Só não trabalho com quem não tem ética. Na minha vida, aprendi fazendo coisas diferentes.

Não estranhe as diferenças. Oficialmente, Gringo é arquiteto, mas dedicou-se à cenografia. Não gosta da titulação e prefere ser chamado de artista da imagem. No mundo do showbiz, é Gringo. Mas na certidão de nascimento, é Waldimir. O artista monta cenários, dirige clipes, cria figurinos, pensa na iluminação, produz capas de CDs, monta desfiles de moda. Também cuida da imagem de Xuxa, do Cirque, de Deborah Colker, de Maria Bethânia, do Skank, de Leonardo, de Chico Buarque… Parceiro de tantos egos inflados, ostenta ainda outra titulação:

— Sou formado em psicologia artística — brinca.

Para manter uma exposição em cartaz em Nova York, montagem de um espetáculo em Londres, Gringo emprega 30 profissionais que trabalham, simultaneamente, na concepção de 10 projetos. Mesmo longe do Sul há mais de 30 anos, ele conta que tira vantagem do seu gauchismo de infância:

— O Rio Grande do Sul abriu muitas portas. Carioca não gosta de paulista e paulista não gosta de carioca. Então, tenho passaporte diplomático em qualquer lugar que eu vou.

Na entrevista a seguir, Gringo Cardia conta um pouco da sua experiência e de como seguiu à risca o conselho do pai de ser “fora de série”.

Estilo Próprio — Você transita por trabalhos diferentes como o Cirque du Soleil e o Show da Xuxa. Seu estilo é “sem preconceitos”?

Gringo Cardia — Hoje em dia, o artista visual tem muitas faces. Você pode fazer uma capa de disco, um cenário, um vídeo e dirigir um espetáculo. Pode fazer o que quiser, desde que ganhe experiência com isso. Na minha vida, fui ganhando experiência buscando fazer coisas diferentes. Sempre quero mais. Agora estou no Cirque du Soleil, que é uma coisa nova para mim.

EP — Como surgiu o convite para criar o espetáculo do Cirque du Soleil?

Gringo — Eu e a Deborah (Colker, bailarina e coreógrafa) já temos há muito tempo uma parceria e ganhamos alguns prêmios fora do Brasil, como na Inglaterra. O Cirque soube e foi ver nosso trabalho. Eles vêm convidando a Deborah há muito tempo e aí ela me chamou para fazermos o trabalho juntos. Estamos há mais de um ano desenvolvendo o espetáculo, que vai estrear em maio de 2009.

EP — O que pode ser revelado, apesar das cláusulas de sigilo?

Gringo — Estamos tentando fazer alguma coisa diferente. Vamos trabalhar dentro de uma lona. O espetáculo trata da biodiversidade, um tema que adoro.

EP — Em que fase do trabalho vocês estão?

Gringo — Estamos construindo o cenário, e a Deborah vai começar a ensaiar. De setembro deste ano até abril do ano que vem, serão só ensaios.

EP — Quando você decidiu “quero ser cenógrafo”?

Gringo — Sabia que gostava de desenhar, gostava de visual, de pintar, de cor. Quando criança, gostava de copiar quadros famosos de Picasso. Não entendia muito o que era o cubismo, mas era diferente. Na época tinha um programa chamado Flávio Cavalcanti que falava assim: “Tudo é fora de série”. E meu pai ficava falando o tempo todo “fora de série”. Fiiquei com aquilo na cabeça, que o legal era ser diferente e sempre procurar algo para ser diferente.

EP — E aí, encontrou o “diferente”?

Gringo — Cheguei ao Rio e queria fazer Escola de Belas Artes. Mas achei que ia ficar sem trabalho. Melhor seria achar uma profissão técnica. Dai pensei “o que é técnico e próximo à arte?”. Fiz arquitetura. Mas, quando terminei, queria mesmo arte. Então, voltei para o meio artístico, mas com o embasamento da arquitetura.

EP — Entre os seus trabalhos mais famosos, quais você gosta de lembrar?

Gringo — Ajudei a construir a imagem do Carlinhos Brown, que é uma pessoa que gosto muito. Trabalho há muito tempo com a Maria Bethânia. Gosto desta coisa dela da simplicidade com o popular, numa linguagem contemporânea.

EP — E os espetáculos com a Deborah Colker?

Gringo — O espetáculo 4×4 é o que mais gosto, pois significou uma grande superação. Queria que os vasos voassem, mas não sabia como. Eram 90 vasos no palco, todos colocados pelos bailarinos. Eles dançavam entre os vasos sem derrubar. E depois desciam peças do alto do cenário que pegavam esses vasos e eles começavam a voar até desaparecer do palco. Não consigo ver esses espetáculo. Até hoje tenho um nervoso que eles vão derrubar os vasos. Na hora dos vasos eu digo “ai, vou sair, não consigo ficar aqui.”

EP — Como ser diferente, como seu pai pregava, trabalhando com a Xuxa?

Gringo — Tentei limpar um pouco a linguagem visual. Desde que comecei a trabalhar com algumas pessoas, penso que se a gente perde os preconceitos a gente cresce. Aprendi muito com ela. A gente fala assim “ah, só gosto de preto”. Mas o mundo não é só preto. É amarelo, é azul. No começo falei: “Com a Xuxa não vou trabalhar”. Mas descobri um lado que não conhecia pela televisão, uma coisa bacana, vibrante. Gosto de trabalhar com coisas diferentes e até antagônicas.

EP — Como você se abastece para produzir todo esse material?

Gringo — Na rua, vendo as pessoas. O papel do artista é observar o mundo. O mundo já está feito. As pessoas são criativas. O papel da gente é pegar o que todo mundo faz e editar. Aprendo muito viajando. É a melhor escola.

EP — Qual é a marca do seu trabalho?

Gringo — Gosto de trabalhar com outras pessoas, porque sou um parceiro. Tenho que estar aberto para trocar idéias. Meu papel é traduzir isso e dar uma linguagem direta. Posso ser clean como posso ser barroco. Estudar arquitetura me deu essa coisa simples e limpa.

EP — Como você conseguiu transformar o seu trabalho em uma grife?

Gringo — Por eu fazer muita coisa diferente, a nova geração ficou antenada. Quando faço palestra, recebo muita gente jovem. Faço imagem. Para o artista visual, o campo dele é muito maior. Só que você tem que arriscar. Não sabia fazer vídeo, por exemplo. Um dia fui lá e disse: “Quero dirigir isso aí”.

EP — Existe mercado para cenógrafos no Brasil?

Gringo — Muito. O que falta é a formação de profissionais mais focados. As escolas de cenografia no Brasil são muito ruins. Acho que a arquitetura tinha que ser um começo. Quase todos os assistentes que trabalham comigo são arquitetos.

Postado por Fernanda

Cenário reciclável

28 de junho de 2008 0

Patrocinadores e apoiadores da São Paulo Fashion Week capricham muito nos lounges ou espaços que montam dentro do Prédio da Bienal durante a semana de moda.

Um dos lounges mais bacanas nesta edição de verão era o da Natura, projetado pelo gaúcho Gringo Cardia, entrevistado do Estilo Próprio em Zero Hora neste domingo.

Gringo fez o projeto todo com tecnologia de corte a laser em papelão.

Com o evento encerrado, os móveis serão reaproveitados pela empresa como material para divulgação. Outra parte da cenografia será doada à cooperativa Unidos pelo Meio Ambiente que faz parte da rede de reciclagem Cata Sampa.

Postado por Fernanda

Gringo em foco

28 de junho de 2008 0

O cenógrafo, arquiteto e artista gaúcho, Gringo Cardia, foi tema do Estilo Próprio no caderno Donna deste domingo. Entrevistei ele semana passada aqui em Porto Alegre, no Gigantinho, com o cenário do show da Xuxa ao fundo. As fotos para a reportagem ficaram tão boas, que posto aqui outras que não foram para o jornal. Os cliques são do fotógrafo Eduardo Liotti.

Postado por Fernanda

A boa dica é lomografia

27 de junho de 2008 2

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (23/6)

A máquina fotográfica Lomo surgiu na União Soviética no início dos anos 1980. A pouca qualidade da câmera produzia efeitos inesperados nas fotografias. Com o tempo, este resultado inusitado passou a se chamar Lomografia.

E o lomógrafo convidado do Estilo Próprio, na TVCOM, foi o Fábio Codevilla, colega da RBS. Ele contou algumas curiosidades da lomografia.

Confira no vídeo:

Postado por Fernanda

Um exemplo de mulher

27 de junho de 2008 3

Valéria Gonçalvez, AE

Muito já se falou sobre a morte de Ruth Cardoso, a ex-primeira-dama do Brasil. Mas acho que não é exagero lembrar mais um pouco o exemplo de pessoa pública e de mulher que ela representava.

Falo isso porque nessa semana tive a oportunidade de conviver com um grupo de garotas mais jovens, adolescentes, que eram muito novas nos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso e não acompanharam de perto, no noticiário, o papel dela como mulher do presidente da República.

1º— Dona Ruth tinha luz própria, uma carreira consolidada e respeitada como antropóloga.

2º — Ela inventou um novo papel para a primeira-dama do país. Um papel mais digno, discreto e longe da corrupção. Ruth Cardoso implementou o Comunidade Solidária.

3º — Na parte feminina, que lhe cabia no governo, foi doce, educada e firme, preservando a privacidade da família. Ela também soube usar alguns símbolos femininos com muita propriedade. Em viagens ao exterior, vestia-se com estilistas nacionais, exaltando a moda brasileira, e usava, inclusive, jóias de pedras nacionais.

Dona Ruth era, também, uma mulher que preferia os espaços culturais aos centros de consumo. Algumas imagens que me vem a lembrança são as de Dona Ruth com as netas em museus pelo mundo.

Por isso, como vi nessa semana adolescentes comentando sobre ela, fiquei feliz. Ela, Ruth Cardoso, é um bom modelo para que garotas pensem assim: “É assim que eu quero ser quando crescer”. Profissional competente, mulher independente, culta e sensível.

Postado por Fernanda

Sem erro

27 de junho de 2008 0

Leitora do Estilo Próprio, Carolina Brandt mandou uma correção sobre a reportagem dos antiquários.

Nas dicas das feiras de antigüidades realizadas pelo mundo, existe um erro de data. A Feira Tristán Narvaja, em Montevidéu, é realizada sempre aos DOMINGOS, ok?

Valeu, Carol!

Postado por Fernanda

Campanha consciente

27 de junho de 2008 0

Reprodução

Uma campanha contra a pedofilia online pretende atingir as pessoas de uma forma diferente.

Calcinhas infantis foram colocadas na seção adulta de algumas lojas para alertar as clientes e encorajar que o crime seja denunciado.

Postado por Fernanda