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Posts de setembro 2008

Um evento de novela

30 de setembro de 2008 2

Chico Bastos e Ana Carolina; Fábio Crespo e Milena Fischer/Divulgação

O evento da Cabanha La Passion foi quase como um programa de televisão: estreou venda de cavalos crioulos e peças de arte.

A direção foi da jornalista gaúcha Milena Fischer e o leilão foi pilotado por Fábio Crespo.

O Parque de Exposições de Esteio sediou a promoção em que tudo foi especialmente construído, inclusive uma arena para 400 pessoas.

Os atores da Rede Globo Fernanda Vasconcellos e Rafael Almeida participaram, assim como Tânia Mara, mulher de Jayme Monjardim.

O leilão vendeu cavalos e peças do argentino Ariel Cappiello. O valor arrecadado superou R$ 2 milhões. Uma mesa de 24 lugares, com cadeiras e louça completa, saiu por R$ 100 mil.

Até nos leilões rurais, nada é simples ou uma coisa só. O público pede, o comprador se deixa fascinar e, quanto mais atrações, melhor.

***

Jayme Monjardim fez falta no evento. O diretor da Globo estava no Rio gravando as cenas da minissérie Maysa, que contará a vida da sua mãe. A cena gravada no sábado tinha participação do filho dele, Jaiminho. Maysa estréia na tela da Globo em janeiro.


Os atores globais Rafael Almeida e Fernanda Vasconcellos


A cantora Tânia Mara e Ana Carolina Bastos


Tânia Mara e as crianças na abertura do leilão; A editora de moda de Zero Hora, Paola Deodoro


A tela de led com imagens feitas por Jayme; Os cavalos crioulos

Postado por Fernanda

Com a bênção de Budha

30 de setembro de 2008 3

Os sócios: Claudio Stein, Marcelo Schmidt, Cassio Zamel e Guilherme Dias/Eduardo Liotti, Especial

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (28/9)

A reportagem sobre esta coluna, visitando a casa do Bhuda Khe Rhi, estará no programa desta semana.

Quatro amigos gaúchos, jovens até mesmo para empresários da moda em início de carreira, criaram depois de uma viagem à Tailândia uma marca de rou pa. O nome e, principalmente, a grafia e o logotipo entregam logo o estilo da turma. Budha Khe Rhi, assim mesmo, com todos esses hs espalhados, apresenta a irreverência criativa deles.

O Budha (intimidade é parte do conceito da marca) nasceu há pouco mais de quatro anos, de uma oportunidade singela (explico a seguir) e já faturou o sonho de toda peça de roupa que quer subir na vida até alcançar o posto de grife.

As celebridades vestem Budha.

Edgar Piccoli, apresentador do Circo do Edgar, José Mayer, na novela A Favorita, e Serginho Groisman usam as peças. Estão nessa também Rodrigo Hilbert, parte do elenco da Malhação, o pessoal da MTV e por aí a lista segue.

— A gente queria vestir umas pessoas legais. Fizemos um primeiro contato, na cara dura. O primeiro famoso foi o Fred (do programa Happy Hour, do GNT) e a partir daí um foi chamando o outro — conta Cassio Zamel, um dos donos do Budha.

A turma de Cassio completa-se com Claudio Stein, Marcelo Schmidt e Guilherme Dias, nos seus 24 e 25 anos.

Todos estudaram juntos no Colégio Israelita, em Porto Alegre, e nunca, nem nos desejos mais remotos, imaginaram-se estilistas — muito menos empresários da moda. Hoje são criadores e administradores com um braço na Europa. O Budha Khe Rhi vende em sete Estados e também em Barcelona.

Foi a partir de uma temporada de dois meses na Tailândia que os negócios começaram despretensiosamente. Dois dos amigos, na viagem, olharam um modelo de calça, compraram e copiaram.

Produziram apenas duas peças. Duas que foram compradas justamente pelos dois amigos que viriam a se tornar sócios, completando o quarteto.

— A gente viu que tinha uma oportunidade de negócio. Todo mundo elogiava e pedia as calças — lembra Marcelo.

Para financiar uma temporada em Morro de São Paulo, os quatro amigos tornaram-se sócios. Fizeram os cálculos e chegaram ao número: a venda de 300 calças bancava os quatro meses na Bahia.

Quatro anos depois, o que começou para bancar a vontade que tinham de viajar e curtir roteiros paradisíacos virou o ganha-pão.

— Ganhar dinheiro ainda não dá, mas pagamos as contas — despista Cassio.

A turma do Budha não tem formação em moda — dois são administradores, um advogado e um publicitário. Como toda marca deste século, a dos jovens gaúchos embala suas coleções em um jeito de encarar a vida, uma série de opções como o esporte que se pratica, a música que se ouve, o filme que se assiste. É isto que a indústria batizou de lifestyle. Quem vive assim, como eles, encara a vida como eles, quer vestir o que o Bhuda Khe Rhi cria. Segundo eles.

— Budha é um estilo de vida. É o cara que é relaxado, que gosta de praia, que gosta de viajar e gosta de se divertir … — diz Marcelo, sem esquecer da estratégia comercial. — Em 2014 queremos ser um grupo empresarial de destaque nacional e internacional.

A inspiração vem de outro gaúcho bem-sucedido, Oskar Metsavaht, o criador da Osklen, e que começou os negócios de maneira bem similar, transformado as primeiras jaquetas esportivas que costurou para esquiar em um dos cases de maior sucesso de moda no país.

— Não sabíamos se ia dar certo, mas hoje produzimos mil peças por mês.

O Bhuda Khe Rhi tem sede de dois andares e jardim. O casarão na Avenida Protásio Alves é o QG da marca e também um espaço multifuncional. Decorado com as pinturas de Cassio, abriga a parte administrativa, com área para festas, exposições (foi sede da Bienal B) e apresentações de artista.

Se existe loja conceito no mundo fashion, o Bhuda montou sua sede conceito. Pensando como grife grande, eles investem no marketing com as celebridades e também em ferramentas alternativas. Quem viu umas plaquinhas de sinalização de madeira espalhadas por Porto Alegre com a frase “Free Tibet” (Liberte o Tibete) agora já conhece seus autores.

Postado por Fernanda

O chef francês

29 de setembro de 2008 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (22/9)

Conheça um pouco sobre o chef francês Erick Jacquin:

• Em 1995, Jacquin chegou ao Brasil para difundir a culinária de seu país.
• Em 1998, recebeu o mais alto título da gastronomia francesa.
• Em 2005, recebeu um prêmio pela divulgação dos produtos franceses no Brasil.

Confira a entrevista, em sotaque francês, com esse badalado chef:

Postado por Fernanda

Casal criativo

29 de setembro de 2008 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (22/9)

Blogueiros, importador, produtora de cinema, estilista e DJ. Tudo isso é só para começar.

Zuleika Escobar e Antônio Navarro são um casal bem criativo. E, para completar, os dois estão entrando no universo da literatura infantil.

Para saber mais sobre os dois, acesse o blog!

E confira no vídeo como funciona essa interação de trabalhos do casal:

Postado por Fernanda

Badulaques

29 de setembro de 2008 0

Dicas de produtos para quem é louco por pão:

 

Livro

Pão da Paz
Autor: Paulo Braga
Receitas de pães de 192 países
Editora: Melhoramentos
Preço médio R$: 160

Produto

Forma de silicone para pão
Marca: Fun Kitchen
Preço Médio: R$ 20

Produto

Máquina para fazer pão
12 programas diferentes para pães
Marca: Britania
Preço médio: R$ 500

 

Visita

Museu do Pão
Local: Ilópolis , Vale do Taquari — 196km de Porto Alegre
Museu que conta a história do pão

Postado por Fernanda

O que é boulangerie?

29 de setembro de 2008 1

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (22/9)

Boulangerie é uma padaria artesanal. E o Estilo Próprio, da TVCOM, foi conhecer duas boulangeries que fazem muito sucesso em Porto Alegre: Carina Barlett e Barbarella Bakery.

Uma aparenta ser um bar. A outra, mais parece uma loja de importados. Mas ambas produzem pães artesanais.

Conheça mais no vídeo:

Postado por Fernanda

Estilo Próprio Soundtrack

29 de setembro de 2008 0

As músicas do último Estilo Próprio na TVCOM (22/9):

1. Sage Francis — Sea Lion
2. Golden Sunday — Trilha composta
3. Patricia Kass — Kennedy Rose
4. Swing With Me — Trilha composta
5. Setlist do Dj Mavarro
6. Raul Midon — Tembererana
7. Rachel Yamagata — I Want You
8. Old Skool Bump — Trilha composta

Confira o encerramento do programa com imagens de um desfile de moda em 1963. A trilha é Revolution, do The Beatles:

Postado por Fernanda

Absurdo sonoro

26 de setembro de 2008 1

Uma característica da sociedade atual é o reforço do princípio de que o direito de um vai até onde começa o do outro. Um exemplo disso são as regras referentes a poluição visual, sonora e ambiental. 

Venho abordando com freqüência, especialmente no meu espaço na Rádio Gaúcha, a questão dos carros de som perturbando a vida dos cidadãos. Nas últimas semanas, durante a campanha eleitoral, candidatos têm nos brindado com músicas engraçadinhas, mas sem dúvida irritantes. Fiquei impressionada com o que testemunhei dia desses na Avenida Ipiranga de Porto Alegre.

Uma empresa fantasiou um indivíduo para ficar desfilando sobre a faixa de pedestres quando a sinaleira fechasse. Até aí, tudo bem. Mas na calçada, enquanto o rapaz marchava, uma funcionária empunhava um megafone e gritava, num volume altíssimo, todas as ofertas da empresa. Não é inacreditável?

O raciocínio é bem simples: imagine se todo proprietário de qualquer negócio — seja uma loja, uma padaria, uma farmácia, uma livraria — resolvesse tomar uma esquina da cidade para sair berrando o que vende. Ninguém merece.

Ouça meu comentário no Gaúcha Hoje

Postado por Fernanda

Descubra o Jazz

25 de setembro de 2008 0

Reprodução

  

 

Um dos espaços bacanas de literatura de Porto Alegre é a Livraria Liber, na 24 de Outubro.

Além de livros, a Liber também vende objetos, acessórios, gravuras e livros que são objetos.

E, neste sábado, a livraria vira sala de aula. Para contar a história do Jazz, as movimentações sociais, econômicas e culturais que transformaram este gênero musical foi convocado o jornalista Paulo Moreira.

A História do Jazz é o curso que ele ministra sábado, a partir das 14h30min. É preciso fazer inscrição (atendimentoliber@yahoo.com.br).

A Livraria Liber fica na 24 de Outubro, 407.

Postado por Fernanda

Lugares discretos

22 de setembro de 2008 2

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (15/9)

Em Porto Alegre é possível encontrar locais tranqüilos e bem escondidos. Charme e simplicidade é o que buscam esses bistrôs.

Às vezes, ninguém sabe que esses lugares existem pois são muito discretos. O Estilo Próprio da TVCOM foi conhecer dois desses lugares: Franchesco Bistrô e Suzanne Marie Restaurant.

Confira mais no vídeo:

Postado por Fernanda

O jeito de Neka

22 de setembro de 2008 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (15/9)

Para a banqueteira gaúcha Neka Menna Barreto não tem nada que ela ame muito mas não faça.

— No meu túmulo vai estar escrito: “Essa aí fez o que quis”.

Conheça um pouco mais sobre a Neka no vídeo:

Postado por Fernanda

Gastronomia em Porto Alegre

22 de setembro de 2008 2

Vou falar agora de um modismo aqui do Rio Grande do Sul.

Em Porto Alegre, o que anda fazendo sucesso são os pães artesanais. É a padaria tradicional que incrementa as suas receitas e oferece pães típicos franceses, alemães e, é claro, gaúchos.

Alguns exemplos de padarias artesanais são a Carina Barlett Boulangerie e a Barbarella Bakery — só para citar duas.

Ela vendem pãezinhos, pão de batata, pão de abóbora, pão recheado com geléia, pão com queijo. Ih, uma delícia!

***

Hoje tem Estilo Próprio na TVCOM, às 22h. Mostro as padarias citadas acima e converso com um dos chefs franceses de maior sucesso no Brasil, Erick Jacquin, que passou por Porto Alegre.

Postado por Fernanda

Gastronomia pelo mundo

22 de setembro de 2008 1

Hoje vou falar de alguns modismos da gastronomia de Porto Alegre e, também, pelo mundo.

Vamos começar por Londres. A febre por lá são as lojas de fast food japonês. Embalados individualmente, os sushis e sashimis são milimetricamente colocados em um balcão refrigerado. O consumidor pega uma bandeja e escolhe o que quer consumir. É um colorido incrível.

Em Nova York uma receita, que tem cara de gaúcha, está fazendo o maior sucesso. Rice to Riches é uma loja em que são vendidos mais de 20 tipos diferentes de arroz de leite. Funciona quase como uma sorveteria. No balcão há todos os sabores que você pode escolher.

Tem arroz de leite de banana, de cappuccino, de cereja, de baunilha, enfim, tem para todos os gostos. E ainda por cima, você pode escolher uma cobertura: chocolate, morango, a escolha é livre.

Postado por Fernanda

Almoço na casa joão de barro

22 de setembro de 2008 1

Daniel Marenco

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (21/9)

Na Casa João de Barro, os donos trabalham e se divertem dois domingos por mês. Márcia e Marco Aurélio Bomfiglio e Takaco Onuki recebem para o almoço no segundo e no quarto domingo de cada mês numa casa, com área externa sob uma parreira, na Vila Nova, em Porto Alegre. A casa foi montada como uma residência de fim de semana do casal. Até que eles se aposentaram, assim como a amiga e sócia do negócio anterior, uma clínica geriátrica.

— Gostávamos de receber, fazíamos sempre as festas da clínica — lembra.

Os almoços entre amigos cresceram e se tornaram profissionais, para quase 80 pessoas. Entram quem eles não conhecem, mas é sempre um amigo de um amigo que chega por indicação. Em datas especiais como Dia das Mães, Dia dos Pais e perto do fim de ano, é preciso reservar com bastante antecedência.

— Quem vem aqui gosta de um ambiente rústico, sem sofisticação. A natureza é a sofisticação — conta Márcia.

Quem vai à casa João de Barro vai pelo clima dos amigos, vai pela comida, simples e saborosa, e vai também pela música. Os almoços são oferecidos no início da tarde e duram o dia inteiro. Músicos e cantores tradicionais, como Plauto Cruz, Paulo Pinheiro e Ivone Pacheco, são convidados para as canjas dominicais.

— É uma brincadeira que dá trabalho, receber toda essa gente, mas também nos dá muito prazer — explica Marco Aurélio.

Postado por Fernanda

Um local só de amigos

22 de setembro de 2008 4

Daniel Marenco

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (21/9)

Gerti, retratada na foto, é autora de uma curiosa receita de pão de cerveja. O quitute e alguns acepipes dispostos em um balcão são os acompanhamentos que a casa dispõe para as 150 variedades de cerveja que oferece. Gerti é a mulher do proprietário. Ele, o mentor, não aparece e se nega a ser fotografado. Também não divulga o endereço do seu Bier Keller, o porão da cerveja. Na casa, em que o sommelier de cerveja montou o que chama de bar perfeito, há detalhes inspirados na experiência de quem trabalhou numa multinacional e era gerente de vendas (adivinhe?) de uma cervejaria.

— Aqui consegui colocar o cliente atrás do balcão — conta o empresário que, para quem busca informações, mente o nome.

Ao atender o telefone, se alguém pergunta: “É um bar?”, ele não titubeia em negar e desligar. O dono zeloso não gosta de chamá-lo de bar, prefere “um local de amigos”. Montou o “local” numa casa que foi um armazém. Reformou sozinho e decorou com relíquias, luminosos antigos e raros de cerveja e uma jukebox dos anos 50. A porta da casa tem uma pequena abertura. O dono abre a janelinha para identificar o visitante. Só entra quem ele conhece. No Bier Keller é o cliente que se serve, pega o copo, lava-o, corta o pão e controla a conta.

— Já passou gente de todo o mundo por aqui — conta orgulhoso. — Os estrangeiros ficam muito impressionados, dizem que não existe um lugar como este.

Postado por Fernanda