Hoje em dia, na hora de comprar alimentos, além do preço, só um sentimento move o consumidor: o desejo. Supermercados, mercados, lojas de importados oferecem tudo de toda a parte do mundo e em todas as épocas do ano.
Por exemplo: época de comer melancia é no verão, nas férias. Bergamota doce, então! A gente conseguia por poucos meses. Depois, nunca mais.
Mas relacionar um alimento a uma estação do ano pode ser, cada vez mais, um bom de poucos. O que é uma pena. A sazonalidade perdeu a importância com as facilidades de importação. Mas há um movimento para resgatá-lo.
Primeiro, porque comer frutas e verduras na estação é uma economia. Maior oferta, normalmente, menor o preço.
Depois, a sazonalidade é ecologicamente correta: valoriza os produtores locais e evita o transporte desnecessário. Para comer, digamos, aspargos brancos franceses, é necessário trazer para o Brasil de avião. E, cada viagem, contribui para a emissão de CO2.
Terceiro motivo é que comer alimentos da estação é mais saudável, sim, dizem os especialistas. Na Europa, já há restaurantes que não têm cardápio, pois o menu muda todo dia. O chef vai à feira, analisa o que está à venda e monta o cardápio daquele dia. Os consumidores conscientes já estão buscando essa opção.
Para quem ficou curioso para saber o que comer em novembro e dezembro, aí vai a dica de um site, o Toda Fruta.
Postado por Fernanda


RSS
