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Posts do dia 15 dezembro 2008

Mais estilo na TV

15 de dezembro de 2008 1

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (8/12)

O programa Estilo Próprio, da TVCOM, acompanhou um grupo de crianças em uma visita no Museu Iberê Camargo.

Confira no vídeo, também, a história da Paulinho Cobal, uma boutique de alimentos cheia de charme que fica na Rua Quintino Bocaiúva, em Porto Alegre.

O estilista Alexandre Herchcovitch também participou do programa respondendo perguntas para o quadro Close In.

E, para finalizar, eu entrevisto a publicitária Roberta Faccioni. Ela é gaúcha, de Porto Alegre, e mora há nove anos em Londres, onde trabalha em uma das maiores agências de marketing digital do mundo, a Isobar.

Confira tudinho no vídeo:

Postado por Fernanda

Madonna Vip

15 de dezembro de 2008 0

E esse é o kit que os convidados do camarote da Renner estão recebendo em casa. A caixa inclui camisetas desenhadas por Juliana Jabour, que devem ser usadas no show e uma caixa menor que, quando aberta, tem a imagem da cantora, iluminada e onde estão todas as instruções.

Os camarotes de empresas querem um superaproveitamento na mídia, leia-se: reunir famosos para que eles estampem sites e revistas de celebridades. A Renner, além de uma lista estrelada com Eduardo Moscovis e Cynthia Howle, Murilo Rosa e Fernanda Tavares, Luciano Huck e Angelica, Claudia Abreu, Fernanda Young, Juliana Paes, Malvino Salvador, Grazi e Cauã, Aline Moraes e Dalton Vight, incrementou a proposta.

Lançou madrinhas para o seu camarote. Cada noite, uma atriz capitaneia a função. São elas: Claudia Raia, Camila Pitanga, Guilhermina Guinle, Flavia Alessandra e Mariana Ximenes.

Postado por Fernanda

Infos Madonna

15 de dezembro de 2008 0

Reprodução

O assunto é Madonna no Brasil nesta semana. Por isso, quem quer ficar bem informado, com infos exclusivas, uma boa dica é visitar o site.

Criado e abastecido pelos designers paulistanos Fernando Spoladore e Rafael Augusto, começou como um exercício na rede, mas hoje chega a ter quase 70 mil acessos por dia.

Tudo porque eles mantêm um grande acervo sobre Madonna e conseguem adiantar muitas notícias unido contatos com gente próxima à cantora, como o empresário dela, e a parceria com gravadoras.

Sobre os shows dela no Brasil, está tudo lá.

Postado por Fernanda

Boteco butique

15 de dezembro de 2008 0

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (14/12)

A repaginação dos botecos passou pelo Rio, por São Paulo e por Belo Horizonte. A pedida agora é Porto Alegre. Boteco os da nova geração tem pouco do pé-sujo ou do boteco-copo-sujo, caipirinha e botequim, os apelidos mais comuns. Em vez de mesas de metal, entram mesas de madeira de demolição. No lugar dos souvenirs dos fregueses, decorações bem planejadas e executadas. Até os garçons passaram por um banho de loja: saem paletó e gravata-borboleta, entram camiseta e avental proposta.

Os botecos repaginados da Capital surgiram no Centro e na Cidade Baixa. O desembarque mais recente é no Moinhos de Vento. Eles têm aparência mais empetecada, mas seus proprietários prometem ser fiéis ao básico de qualquer boteco de menor orçamento, mas de prestígio entre a clientela: bebida gelada, comida honesta e atendimento personalizado. Está certo que o chope ganhou acompanhamento de diversas opções de cervejas importadas, e a comida caseira sofisticou-se com costelas defumadas ao mel e conchas de ostras com lula. Igual mesmo, concordam os proprietários, é o atendimento.

Porque lugar de dono de boteco é atrás do balcão.

Para conversar

Um dos precursores dos botecos repaginados de Porto Alegre é o Apolinário. No casarão centenário da Lima e Silva, o boteco, cujos escondidinhos são os pratos mais pedidos da casa, é referência na Cidade Baixa. O dono é Alessandro Victor Ricoldi — um advogado que divide o tempo entre os clientes do bar e do escritório.

— O Apolinário preenche um vazio que tinha na cidade, de um bar para conversar, descontraído e para um público mais velho.

No boteco, Alessandro tem uma máxima: a música é coadjuvante. Há uma seleção musical de MPB e jazz, mas sempre baixinha, para não importunar a conversa.

Apolinário
Rua José do Patrocínio, 527, Cidade Baixa

Sotaque recifense

Ele já merece o título de “Rei dos botecos”. O recifense Eduardo Natalício, 27 anos, montou uma rede. Abriu há três anos o Natalício — uma homenagem ao nome do avô, adotado também pelo empresário. Há seis meses, estreou o Dona Neusa — para lembrar a avó. E, ano que vem, prepara um terceiro bar, provavelmente no Moinhos de Vento.

— Quando cheguei a Porto Alegre, vi que faltava um lugar com bebida boa, ambiente para encontrar os amigos e uma comida que você só se encontra ali.

Eduardo chegou à Capital vindo de Porto de Galinhas, onde tinha um quiosque na praia. Seu pai, que é chef nos Estados Unidos, está de mudança para ajudá-lo na ampliação dos negócios. O sucesso de Eduardo começou quando teve a coragem de ousar ao abrir um boteco no Centro, bairro que todos desaconselhavam. O Natalício bomba nos finais de tarde, misturando uma clientela de estudantes, advogados, juizes, desembargadores e políticos. Uma das atrações são os cartazes com desaforos cômicos que costumam divertir a clientela.

Natalício
Rua Coronel Genuino, 217 Cidade Baixa

Dona Neusa
Rua Lima e Silva, 806 Cidade Baixa

Endereço confirmado

Eles já são donos do Madras, do Jimbaran e da Cozumel. De casa noturna, os irmãos Reibal e Roberto Huwwari entendem. Sabem ler os desejos de um público jovem em busca de diversão. A última leitura deles é o boteco Papito, em plena Padre Chagas. Com menos de um mês de casa aberta, há fila de espera para entrar.

— Boteco tem que ser um lugar simples e aconchegante. Mas nossas mesas são de madeira de demolição. Aqui não dá para colocar mesa de metal — comenta Robertinho, como é conhecido, referindo-se às exigências dos freqüentadores do bairro.

A decoração é mais elaborada, e as opções de cerveja não se limitam ao chope. Robertinho explica que abriu o bar na Padre Chagas porque seguiu a onda carioca e paulistana de instalar os botecos nas zonas nobres da cidade.

Papito
Rua Padre Chagas, 293 Moinhos de Vento

Receita de São Paulo

De boteco o paulistano Vagner Piccolo entende bem. Há 21 anos, ele fundou o Frangó, um dos clássicos da Freguesia do Ó, em São Paulo. Editor de filmes publicitários, casado com a também publicitária Mariana Castilhos, eles resolveram morar em Porto Alegre. O resultado é o Nossa Senhora do Ó, no Moinhos. O boteco tem três meses e, conta o dono, obteve ótima aprovação.

— Para manter um negócio assim tem que ter força de vontade e muito, muito cuidado com o que vai servir — diz Piccolo.

Com o Nossa Senhora do Ó, eles pretendem dar a boteco um sinônimo de lugar legal, com comidinhas boas e bom atendimento. Por isso, Piccolo garante que 80% do tempo está no bar, de olho em tudo. Destaque da casa é a premiada coxinha de galinha importada diretamente do Frangó. O segredo?

— É feita só com o peito do frango, num fritadeira especial. Ah, e o catupiry do recheio é aquele da caixinha, não é de qualquer marca.

Nossa Senhora do Ó
Rua Dinarte Ribeiro, 17 Moinhos de Vento

Postado por Fernanda

Um presidente que vem do campo

15 de dezembro de 2008 0

Ricardo Chaves

DA ZERO HORA DESTE DOMINGO (14/12)

A caminho da fazenda que foi do prefeito Loureiro da Silva, em Tapes, Duda decidiu que entraria na disputa para a presidência do Grêmio. Entre ida e volta, de carro, ouvindo Coldplay e Amy Winehouse, Fernando Antônio Kroeff, 53 anos, se deu conta de que nas quase três horas do percurso pensou só no Grêmio:

— Os amigos do meu pai comentavam que eu seria presidente um dia, mas não era algo que tivesse como uma obrigação. Minha vida estava estabilizada, mas a paixão falou mais alto.

Duda herdou do pai os negócios da família, como a fazenda Capão Alto, em Tapes. Uma vez por semana, costuma ir à propriedade, onde planta arroz e inverna bois — compra o animal novo, engorda e vende para frigoríficos. Na manhã da visita de Estilo Próprio, quem faz as honras da casa, original desde os tempos do prefeito Loureiro, é a funcionária Lolita. Ela também é original, vive lá há mais de 50 anos.

— Seu Duda gosta quando faço batata frita — entrega.

Casa construída em “L”, com quatro quartos na área principal, é branca, de aberturas marrons e decoração singela. O toque contemporâneo se dá pelo televisor e pelas fotos da família. Entre os cinco empregados, está Eloí. Fiel capataz dos Kroeff, traz os cavalos para a sessão de fotos. Lá pelas tantas da conversa, a surpresa:

— A senhora sabia que o doutor Fernando (o pai) aparece aqui? — diz Eloí.

— Como assim?

— Minha mulher me disse para não contar para ninguém, mas como ele apareceu para outros dois também, estou falando. Já vi o doutor Fernando bem ali, entre aquelas árvores.

Duda ri, dá corda à conversa em torno da memória do pai. Fernando Kroeff, morto há 11 anos, é personagem conhecido no Estado. Foi presidente do Grêmio em 1958 e patrono. Grande fazendeiro, era o dono da área do Parque de Exposição de Esteio.

— Fui batizado naquela casa branca onde a governadora fica — relembra o novo presidente do Grêmio.

Duda administra os negócios de um escritório na Carlos Gomes. Chegou a cursar Administração de Empresas, largou e acabou se formando em Educação Física. Trabalha com os dois sobrinhos e é com eles que o presidente conta para poder assumir mais tarefas e ter tardes livres para o Grêmio.

— Há quem o considere um bon vivant. Concorda?

— Bon vivant? Essa é boa — diverte-se. — Trabalhei minha vida inteira, desde os 15 anos com o meu pai.

Duda não é de fugir de respostas. Quando não gosta, discorda.

— Entre alguns grupos no Grêmio, comenta-se que quem vai mandar no Grêmio é o Cacalo e você vai aparecer...

— De jeito nenhum. Sou um cara calmo e cortês. Mas eu estou no comando, ninguém me coordena. Claro que o Cacalo é experiente, um vitorioso, mas não concordo com muitas idéias dele. Me aconselho com ele, assim como com o Fábio Koff.

Os dois foram presidentes do Grêmio e grandes catalisadores de votos para Duda na eleição.

— Sou tranqüilo, mas tenho outro por dentro. Há, sim, coisas que me irritam e me tiram do sério.

— Como...

— Vigarice. Tenho nojo de vigário.

Foi este o principal motivo pelo qual vinha adiando a candidatura. Esse lado do mundo do futebol de negócios escusos e o uso dos clubes para prestígio e benefício próprio. Duda Kroeff rebate:

— Trabalho para o Grêmio. É ele em primeiro lugar.

Bom papo e conciliador são as características enumeradas por adversários e aliados. A mulher Luciana corrobora:

— Ele é principalmente conciliador, mas tem um jeito firme. Quando abraça algo, abraça com uma crença muito forte. E, sim, fica bravo — revela a psicanalista, com quem é casado.

O casal divide a paixão pelos filhos, Sofia, 10 anos, e Alexandre, quase três. Divide ainda a paixão com esporte, viagens. Entre os roteiros estão Jurerê e Nova York, e bons restaurantes. Mas Duda convive com um Gre-Nal. Luciana é colorada e não esconde.

— Meu sogro sempre dizia que ser gremista é um estado de espírito. Digo então que estou gremista. Não seco o Grêmio e vou ao Olímpico. Quero que ele tenha sucesso — diz ela, no apartamento do casal, em que na poltrona há um Papai Noel vermelho e um azul.

O novo presidente foi casado outras duas vezes e é pai de seis filhos, ao todo. E já é vovô. Com vida profissional e familiar tão estabilizada, nem todos os filhos apoiaram com mesmo entusiasmo a nova função do pai. Mas o comentário de um deles o fez sentir aquela inflada no peito, digna das grandes decisões.

— Pai, tu não vives dizendo que és apaixonado pelo Grêmio? — provocou Ricardo. — Tu tens que aceitar, porque ser presidente do Grêmio é pegar essa paixão com as mãos!

A posse está marcada para 22 de dezembro.

O esportista

Futebol foi sempre o esporte de Duda Kroeff.

— Sou canhoto — conta o ex- lateral-esquerdo do Safurfa, time de várzea de Porto Alegre.

— Você jogava bem?

— Posso dizer que eu não era muito ruim.

Jogou ainda futsal pela equipe do Leopoldina Juvenil, quando chegou a enfrentar o time de Vitorio Piffero, presidente do Inter.

— Uma vez fiz um gol no Inter. O cara cobrou escanteio e acertei de primeira. Depois tomamos uns quatro (risos). Joguei também contra o Grêmio, mas nunca fiz gol.

Quando Duda largou a ala-esquerda, se dedicou ao tênis e, mais recentemente, estava empolgado com as corridas na esteira da academia de ginásticam, perto de casa, e onde treinava três vezes por semana. Até identificar uma lesão nas costas. Esporte, brinca ele, é coisa para gente jovem. Por isso, o professor de Educação Física formado faz musculação e caminha, mas foge dos gramados para evitar lesões.

Já esteve em quatro Copas do Mundos: de 1974, na Alemanha, de 1978, na Argentina, de 1982, na Espanha, e de 1994, nos Estados Unidos.

A relação com o pai

Dos tempos de guri, o presidente eleito do Grêmio lembra que o pai, Fernando Kroeff, gostava de levá-lo às reuniões. Presidente e patrono do clube, era procurado pelos demais dirigentes para assuntos delicados. Era com Fernando que os cardeais, a cúpula tricolor que mandava no clube, se aconselhava.

— O pai gostava de me levar às reuniões. Havia um restaurante na Bordini, o Escandinávia. Gostava da comida de lá. Mas eu tinha uns 12 anos e achava um saco. Depois, com 14 anos, já entendia e achava as conversas interessantes.

— Para mim ele parecia o cara mais inteligente do mundo. Era um homem muito forte.

Mas também de poucas palavras, revela. Está aí uma diferença do estilo de pai que é hoje.

É ao pai que Fernando Antônio deve o apelido Duda.

— Desde pequeno ele me chamou assim.

Duda conta que o pai não o pressionava dizendo “um dias tu serás presidente do Grêmio”. Quem brincava sempre eram os amigos. E no dia da eleição, ficou surpreso. No Olímpico recebendo os votantes, ele conta que apenas umas 20 pessoas se dirigiram a ele, fazendo referência ao pai.

Filhos e casamento

A família do novo presidente do Grêmio é grande e estará toda reunida no Natal. Duda tem seis filhos: Fernando, 30 anos, Jorge, 29, Christiana, 24, Ricardo, 21, Sofia, 10, e o caçula, Alexandre, que completa três anos em janeiro. O mais velho mora em Barcelona, onde joga futebol em um time da terceira divisão espanhola, o Rubi. Fernando deu a Duda o primeiro neto, Lorenzo. Na noite de 24 de dezembro, o dirigente estará vestido de Papai Noel para comandar a festa com a mulher, Luciana.

— Adoro. Sempre me vesti de Papai Noel para os meus filhos. Sou um cara muito ligado à família.

Os amigos brincam que a fama de conciliador de Kroeff é comprovada pela harmonia que consegue manter em casa entre os filhos de três casamentos.

O novo presidente mora em um apartamento na Bela Vista, em Porto Alegre, com a mulher, Luciana, e os dois filhos do casal. Gosta de cinema, o último filme a que assistiu foi Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen. É também um bom leitor de policiais. Ele e Luciana se conheceram quando foram colegas na Aliança Francesa. As aulas renderam o casamento e um francês intermediário, segundo ele. Já inglês, fala fluentemente.


Em Jurerê com a filha Sofia, hoje com 10 anos. Na fazenda em Tapes, a bandeira do Grêmio não pode faltar


Luciana, Duda e os filhos do casal, Alexandre e Sofia.      O garoto Duda com o fardamento do Grêmio.


Duda com a irmã Kitty Kroeff.                                       A primeira camiseta do filho mais velho.


Duda com a família completa: os seis filhos. A medalha que ganhou da mulher traz “eu te amo” em japonês.

Bate-bola

Joga bola: No meio-campo

O melhor torcedor: O apaixonado

Primeira recordação de futebol: Gre-Nal no Olímpico Grêmio 4x0 Inter em 1968

Adversário ideal: Superqualificado e que está em um mau dia

Segundo time: Não tenho, sempre o Grêmio

Pelé ou Maradona: Claro que Pelé

Esporte amador: Gosto muito de atletismo

Vale até os 45 minutos do segundo tempo: Tentar ganhar e ser feliz

Primeira lembrança do Grêmio: Natal do Grêmio

Está na linha de impedimento: Violência no futebol

Ídolo no esporte: Renato Portaluppi

Camisa 10 do jogo de botão: Sérgio Lopes

Cartão vermelho vai para: Todo e qualquer vigarista

Postado por Fernanda