Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de dezembro 2008

Garotas poderosas

28 de dezembro de 2008 0

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (28/12)

Elas são bonitas e se deram bem em 2008. Mas nesta coluna, emprestam suas histórias para Estilo Próprio por duas características: são jovens e muito talentosas. A designer de bolsas Letícia Kramer, as produtoras culturais da Maria Cultura e as quituteiras da Cinco Marias abriram seus próprios negócios. Pela faceirice que demonstram nas fotos, dá para deduzir que fizeram a coisa certa.

Bolsa

Para quem começou a fazer bolsas de patchwork despretensiosamente, na sala de casa, abrir a própria fábrica deve ser mesmo um feito e tanto. E isso em menos de quatro anos.

Durante a semana, Letícia Kramer parte de Porto Alegre para Novo Hamburgo, sempre às 7h, rumo à fábrica onde comanda os trabalhos de seus 15 funcionários. Aos 31 anos, ela faz as bolsas da grife que leva seu nome e desenvolve ou produz o acessório para marcas nacionais como Le Lis Blanc, Canal e a do top estilista nacional Alexandre Herchcovitch. Por mês, a fábrica entrega cerca de 1,5 mil peças.

— Meu foco sempre foi este mercado das grifes mais importantes para investir realmente na qualidade do produto e não na quantidade. Difícil definir como começou, mas um fornecedor indica o outro.Meu trabalho apareceu em revistas nacionais, o que ajudou muito — conta a designer.

Letícia era estudante de publicidade no Sul e durante a faculdade resolveu fazer um curso de design de bolsas em São Paulo. Desde então, coleciona conquistas, principalmente o prestígio entre uma clientela que faz questão de indicar o trabalho da moça. Para ela, o fato de ser jovem conta a seu favor em um mercado em que fabricantes e fornecedores, geralmente homens e mais maduros, predominam.

— As vezes acho que é mais fácil o cliente se identificar com a minha proposta pelo fato da juventude. Também procuro sempre manter o valor agregado a cada peça como minha marca registrada.

Confira mais no site!

Idéias na cabeça

A Maria Cultura começou a ser pensada como uma agência de publicidade focada exclusivamente em cultura. Acabou ganhando as ruas mais ambiciosa:

— Somos uma empresa de comunicação cultural — define Camila Farina.

Alguns dos projetos mais bacanas das artes no Estado e fora dele levam a assinatura da trupe. A Maria Cultura criou evento de rock para teenager, blog para a Unisinos e exposições de arte para o Theatro São Pedro.

— Hoje as agências são nossos clientes. Somos acima de tudo uma empresa criativa, com pessoas que tiveram vivências no Exterior e que estão sempre viajando para buscar novas tendências — diz Camila.

Ela fala por experiência própria. Camila é publicitária, foi estudante de cinema em Cuba e acaba de se tornar mestre em Comunicação. Tudo isso aos 27 anos, mesma idade da sócia Luiza Ollé.

— Ser jovem não quer dizer não ser sério. Isso as pessoas precisam entender — diz Camila.

Parece que os clientes captaram a mensagem direitinho pois, nas palavras de Camila, o negócio está dando muito certo. Completam o time da Maria Cultura Rafael Tombini, Leo Garcia e Lenara Verle, atualmente vivendo na Alemanha para finalizar um doutorado.

Confira mais no site!

 

Tá na mesa

Elas acreditavam que o negócio tinha potencial, mas ficaram surpresas com a agenda lotada já em novembro e dezembro. As Cinco Marias, que na verdade são três sócias entre os 24 e 30 anos, montaram uma empresa de gastronomia dedicada a abastecer eventos:

— Já fizemos almoço empresarial para cinco pessoas e uma festa para 300 convidados — conta Juliana Terra, a responsável pela administração e marketing. — Acho que faltava mesmo no mercado uma proposta como a nossa.

Juliana comanda a organização, enquanto Daniela Albuquerque e Christine Veronez pilotam as caçarolas. Um trio afinado que abriu a empresa há sete meses, mas se conhece há mais tempo. Todas trabalharam com o consultor gastronômico Marcelo Jacobi. Num jantar, degustando um fideau (espécie de paella, mas com massa) tiveram a idéia da Cinco Marias. As primeiras encomendas foram feitas na cozinha da casa de Daniela até que, com os pedidos aumentando, se viram obrigadas a alugar uma casa e montar uma cozinha industrial.

Para 2009, elas querem continuar autorais nas opções gastronômicas e sonham, finalmente, com uma festa de inauguração oficial do negócio.

Confira mais no site!

Postado por Fernanda

Os melhores momentos de 2008

27 de dezembro de 2008 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (22/12)

O Estilo Próprio, da TVCOM, da última segunda-feira (22/12) foi especial de fim de ano. Pelo programa passaram personalidades e assuntos interessantes.

No vídeo, começamos relembrando os principais chefs de cozinha que conversaram com a gente: Ricardo Teruchkin, Alex Atala e Erick Jacquin.

Ao longo do ano, muita gente bacana passou pelo programa. No vídeo você revê, também, as entrevistas com o cenógrafo gaúcho Gringo Cardia, que faz sucesso no Brasil inteiro, a filósofa Márcia Tiburi e, também, o maestro Isaac Karabtchevsky.

Um dos quadros de maior sucesso do programa é o Close In, onde convidamos personalidades para responder um questionário. Para finalizar, você confere as melhores respostas do ano.

Confira tudo no vídeo:

Postado por Fernanda

Aprender com arte

22 de dezembro de 2008 1

Genaro Joner

DO CADERNO DONNA DESTE DOMINGO (21/12)

Porto Alegre gosta de estudar. E gosta de estudar um bocado. Mais ainda: gosta de estudar até mesmo durante o verão, quando as universidades entram em férias.

Espaços que funcionam como um mix de cursos, seminários, exposições e discussões em torno de arte, história da arte e cultura pipocam pela Capital. Três deles, pelo menos, são reconhecidos fora do Estado como modelos: o Torreão, já com 15 anos, e os mais recentes, mas muito atuantes, StudioClio e Arena.

— Já temos propostas de levar o StudioClio para outros lugares — conta Otávio Marshall, um dos donos do Clio, montado em um casarão na Cidade Baixa.

O que chama a atenção nessas escolas é a qualidade da informação que partilham com os alunos. São salas de aulas fora das universidades, mas que abrigam muitos dos melhores professores do mercado — boa parte deles também dá aula na academia. Não há provas, trabalhos de conclusão ou bancas de avaliação, como nas instituições formais de ensino que fornecem diploma. Se as novas escolas forem comparadas a cursos de extensão, porém, há dados que podem surpreender:

— Entre cursos, almoços culturais, concertos e exposições, nossos alunos gastam muito menos do que em uma pós-graduação, e muitas vezes a carga horária aqui é maior — entusiasma-se Marshall.

O Clio completou três anos e, entre todos os eventos citados por Marshall, somam-se ainda banquetes gastronômicos e palestras, organizados em temas que vão da filosofia grega à alta-costura. Com tanta variedade, é difícil definir o Clio. Muita gente pergunta:

— É um restaurante?

— Não — explica Marshall. — Mas tem coisas de restaurante.

— É um curso? É um instituto?

— Não, mas tem curso também.

— É uma casa de shows?

— Não, mas tem show também.

— Então, o que é o StudioClio?

— Um instituto humanista transdisciplinar.

Parece que, para o sucesso dessas escolas de ambiente menos formal, é necessário um público eclético e que os espaços ofereçam diversas atividades.

No Torreão, no Bom Fim, quem explica a proposta é Elida Tessler, que, ao lado do também artista Jailton Moreira, comanda o misto de ateliê, escola e centro de debates:

— Costumo dizer que é um espaço de diálogo.

No casa da Rua Santa Terezinha, há ainda espaço para intervenções de artistas convidados, inclusive do Exterior. Alunos podem participar dos cursos do professor Jailton, um grande apaixonado por viagens, e podem até mesmo acompanhá-lo em expedições por um deserto de sal na Bolívia ou por pequenas cidades da Itália para falar de arte, ao vivo.

— Atendemos um público que procura um acompanhamento continuado de projetos de artistas e aspirantes a artistas. Também acho que a procura deve-se à percepção de que os profissionais de hoje precisam de atividades complementares para transitar em outras áreas — diz Elida.

O ecletismo do público é um dos pontos essenciais do Arena, pilotado — também no Bom Fim — pela artista e professora de arte Maria Helena Bernardes e mais quatro sócios, um músico e três artistas. Mas como dar aula sobre História da Arte para artistas e gente de outras áreas, como engenheiros, advogados e jornalistas?

— Exige uma humildade do professor de reconhecer que a especialidade pode limitar como ser humano e comunicador de conhecimento. E perceber que tu não podes ser um professor restrito a jargões, ou restrito a referências que tu consideres familiares para todo mundo.

Maria Helena acha que o aumento pela procura de cursos de arte encontra explicação em dois pontos. O primeiro: desde os anos 1990, com o estímulo à multidisciplinariedade, exige-se de diferentes profissionais que tenham uma formação ampla. O segundo: há um novo público de arte contemporânea no Estado.

— A entrada da Bienal do Mercosul criou um interesse por arte contemporânea — argumenta Maria Helena. — Trouxe um grande fato artístico para a cidade. Mesmo tendo uma formação em terceiro grau, elas não conseguiam se aproximar. O Santander Cultural também teve esse interesse.

As sócias Mylene Rizzo e Clarisse Linhares foram alunas de alguns dos professores citados acima e, há cinco anos, abriram seu próprio espaço, o Encontros com Arte, no Moinhos de Vento. Incrementaram ainda a atividade, chamando professores convidados e promovendo viagens com alunos. Já estiveram na Rússia, na França e no Egito:

— Nosso público é totalmente eclético — sublinha Clarisse. — As pessoas não estão mais restritas a suas áreas. Por exemplo, temos uma grande procura de médicos nos nosso cursos.

Maria Helena Bernardes define bem o trabalho dessas escolas em Porto Alegre:

— A arte em si é acessível a todos. Como um professor pode ser um véu, criar uma barreira? O professor tem que ser aquele que dá justamente acesso a qualquer pessoa.

Postado por Fernanda

Engenheiro do Inter

22 de dezembro de 2008 0

Daniel Marenco

DA ZERO HORA DESTE DOMINGO (21/12)

Vitorio Piffero não é homem de dizer sim com facilidade:

— Não sou de enrolar as pessoas.

O presidente reeleito do Inter para comandar o clube no ano do centenário não é de rodeios. Mas nem por isso é pouco afável. Entre uma agenda que incluía viagem a Brasília, reuniões no Beira-Rio e na sua própria empresa — ele é engenheiro, tem uma construtora que atua no Estado —, marcou a conversa para sua casa, ao meio-dia.

No condomínio fechado, próximo ao Country Club, Vitorio, 55 anos, acaba de chegar do supermercado com o filho do meio, Franco, 13 anos. Ele e Constance, com quem está casado há 17 anos, ainda são pais de Jordano, 15, e Valentina, 11.

— É o último dia de aula. Prometi que iria fazer um churrasco.

Bem paizão, foi com Franco e um dos melhores amigos dele, Gustavo ("Bah, gremista fanático", conta o garoto), para o supermercado fazer as compras com o dinheiro arrecadado da turma — R$ 10 por convidado. É claro que o pai Piffero teve que cobrir o resto das despesas no caixa, pois foi um churras de picanha.

E foi no capricho, com Vitorio tirando as gorduras extras dos corações de galinha, enquanto uns 20 jovens se revezavam entre o assado e banhos de piscina.

— Você sonhava em ser presidente?

No melhor estilo Piffero, a resposta:

— Fernanda, e engenheiro sonha?

Depois de ter sido vice-presidente de finanças e vice de futebol, Vitorio tinha certeza de que era o seu momento.

— Me candidatei porque era a minha vez — revela.

Constance, a mulher, que foi devidamente consultada antes da entrada na vida de dirigente, o apoiou.

— O trem não passa duas vezes. Teria que ser naquele momento — relembra Constance. — E como eu poderia negar ou impedir algo tão importante para ele? Nunca.

Piffero é torcedor colorado desde os tempos de estudante do Colégio de Aplicação, na Capital. Seu grande amigo, com o qual mantém uma parceria que provoca certa inveja na oposição, Fernando Carvalho, era aluno do Rosário. A aproximação veio por meio de Renan Oliveira, amigo em comum da dupla e com quem convive até hoje.

— Eu e o Fernando somos amigos. Ele é meu irmão — esclarece, sem deixar margem para mais perguntas.

E qual é a resposta para quem o critica dizendo que nos momentos de necessidade o senhor sempre recorre ao Fernando?

— (Risos) Não tenho problema. Juntos, trabalhamos bem. E posso responder que tenho mais títulos do que o Fernando Carvalho? — provoca, entre mais risos.

Até hoje esta turma se encontra. Vitorio Piffero, Fernando Carvalho, Renan Oliveira, José Carlos Granja de Andrade, Roberto Siegman, Newton Drumond, entre outros, se reúnem religiosamente, aos sábados, na Vila Nova. Há um galpão para churrascos e, conta o presidente, "agora que o pessoal está mais velho começamos a fazer pizza também". E, claro, há um campo de futebol:

— Joguei na zaga, improvisado por 35 anos.

Uma cirurgia no joelho o tirou dos gramados. Por isso, hoje, jogam os amigos, e Vitorio leva os filhos. Na turma da Vila Nova, quase 30 anos de amizade, gremista também entra, com direito a corneta.

— O senhor tem fama de ser fechado, com um jeito de poucos amigos. É verdade?

— Quem não me conhece pode achar, mas me tenho por educado — comenta, antes da revelação. — Tenho facilidade para dizer não. Da mesma maneira que digo sim, digo não.

A mulher diverte-se com a história.

— Nunca vi como ele gosta de dizer não, é a palavra que ele mais fala.

Constance é sua segunda mulher. Eles se conheceram quando ela era sua professora de tênis, atividade que exerce até hoje, dividindo o tempo com o projeto social do Inter.

O presidente pretende dar início à cobertura do estádio no primeiro semestre e reformular a estrutura do clube, de modo que passe, como ele mesmo classificou, a um "patamar ainda mais profissional".

Já em campo, no jeito Piffero de ser, sem floreios, afirma:

— Vamos ganhar. A fase é boa.

O presidente que gosta de curtir a casa

Uma vez por semana o programa de Vitorio Piffero é se reunir na Vila Nova, mas não mais para o jogo de futebol. Também não joga mais futsal com a turma do clube Leopoldina Juvenil, tudo devido à lesão no joelho.

— Ganhava do Duda no salão — diz, Vitorio, provocando o presidente eleito do Grêmio, Duda Kroeff, que jogou no Juvenil.

O dirigente colorado se aventurou pelo tênis, devidamente treinado pela mulher.

— Não é querer defender, mas, para quem começou a jogar tarde, ele joga muito bem. Bem mesmo — elogia ela.

Mas hoje o esporte do presidente do Inter se dá em outros gramados. Toda semana, Piffero tenta manter a rotina de aulas de golfe, no Country:

— Estou me esforçando.

Ser presidente do Inter, conta Vitorio, não é pouco trabalho. É uma rotina puxada e sempre sob pressão por resultados.

Mas deve ser bom, o senhor quis ser novamente?

— Dá trabalho, mas é uma realização incrível.

Sobre alguns dos momentos mais difíceis pelos quais passou, ele relembra um Gre-Nal em 2003 (*), quando o Inter largou perdendo.

— Começamos a ser xingados pela torcida e até pilha nos atiravam. Fiquei pensando: "O que estou fazendo aqui?". Felizmente, o Inter virou e a história colorada foi outra.

(*) O Gre-Nal a que se refere Piffero, disputado em fevereiro de 2003, deu a liderança do Gauchão ao Inter, de Muricy. Luís Mário fez 1 a 0 para o Grêmio, de Tite. No segundo tempo, Vinícius empatou e Daniel Carvalho virou o jogo: 2 a 1. Após 13 clássicos, o Inter voltava a vencer.

Elvis, Sinatra e Beira-Rio

Com uma rotina de viagens contínua, que vem da época de vice de futebol e, agora, de presidente, o sonho de consumo de Vitorio Piffero (que não gosta de comprar) é um só: ficar em casa.

— De preferência sem fazer nada ou vendo um filme que eu já vi.

Se no DVD a escolha são os filmes de guerra, antigos, no som o que toca é Elvis Presley, Frank Sinatra e Andrea Bocelli.

Para conciliar a vida familiar, Vitorio leva os filhos todas as manhãs ao colégio. Segue depois para sua empresa, instalada em um dos prédios que construiu (onde Fernando Carvalho é vizinho). As tardes são de trabalho para o Inter mas, a hora de sair nunca se sabe. Por isso, Constance, pela paixão pelo Inter e para manter a família convivendo ao máximo, fez questão de assumir uma participação no clube. Vai a todos os jogos com os três filhos e, sempre que possível, procura acompanhar o marido nas viagens:

Para descansar nestas férias o destino escolhido é a casa na praia, em Atlântida.

— Vamos pescar lambari — faz coro com o filho Franco, 13 anos.

Postado por Fernanda

Presidente do Inter

20 de dezembro de 2008 2

Estilo Próprio deste domingo, no caderno de Esportes, traz um perfil do presidente reeleito do Inter, Vitorio Piffero. Neste post, imagens exclusivas feitas pelo fotógrafo Daniel Marenco.

Postado por Fernanda

O assador colorado

20 de dezembro de 2008 4

Vitorio Piffero recebeu a coluna para uma entrevista enquanto assava um churrasco para a turma  do seu filho do meio, Franco. Aqui, algumas imagens.

Assista ao vídeo:

Postado por Fernanda

Vitorio Piffero responde questionário

20 de dezembro de 2008 0

Em ZH deste domingo, na editoria de Esportes, Estilo Próprio apresenta quem é o presidente que comandará o Inter no ano do seu centenário. Neste vídeo feito na casa de Vitorio Piffero, onde mora com a mulher e os três filhos, ele responde um questionário elaborado pela coluna.

Assista ao vídeo:

Postado por Fernanda

Estilo na TV: sushi, jóias e música

18 de dezembro de 2008 2

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (15/12)

O programa Estilo Próprio foi conhecer o novo restaurante japonês de Porto Alegre, que tem uma proposta bem original, o Daimu. Na reportagem, os sushimans do lugar ensinam como comer corretamente sushi.

Depois, o programa sai da culinária e chega nas jóias. No vídeo, conheça o "estilo próprio" do designer Antonio Bernardo.

O ator global Thiago Rodrigues também apareceu no programa, participando do quadro Close In.

E, para encerrar, nada melhor do que música. Eu convidei os amigos e DJ`s Claudinho Pereira e Rafa Schutz para um desafio. Eles mostram como escolher as músicas que vão tocar neste Natal.

Veja tudo no vídeo:

Postado por Fernanda

Niemeyer em diamantes

17 de dezembro de 2008 1

As retas que Oscar Niemeyer torceu para dar curvas a prédios e monumentos, agora, viraram jóias. Pegando carona na obra do arquiteto brasileiro, um dos maiores do mundo, a H.Stern lançou uma linha de jóias em ouro e diamantes.

Aos 101 anos e trabalhando, Niemeyer aprovou pessoalmente cada peça. E os cuidados estéticos chamam mesmo atenção.

Da assinatura do arquiteto, dando ainda mais grife aos anéis, a caixinha em que a jóia é entregue, que simboliza uma caixa de concreto, tudo lembra a obra de Niemeyer.

A nova coleção tem oito linhas que seguem algumas das construções mais famosas como o edifício Copan, Brasília e Pampulha.

Vale assistir, também, o vídeo com a animação de desenhos de Niemeyer feito para especialmente para este lançamento:

Postado por Fernanda

O melhor

17 de dezembro de 2008 19

Até agora, o boteco Apolinário (Rua José do Patrocínio, 527) está ficando no topo da lista.

A leitora Cristina Santos disse que conhece ótimos botecos, mas elegeu o Apolinário como o melhor por ter estacionamento acessível, comida gostosa e galera bacana. Para Richard Abbade, o boteco é o melhor por ter um ambiente muito agradável. O mesmo pensa Monteiro, de Canoas, que disse ainda que o Apolinário tem uma ótima carta de cervejas.

Continue votando no melhor boteco de Porto Alegre. É só fazer um comentário aqui neste post dando a sua dica!

Postado por Fernanda

Top boteco

16 de dezembro de 2008 39

Marcos Nagelstein

Com a sugestão dos leitores, o blog está organizando a lista dos melhores botecos de Porto Alegre.

Mande sua dica fazendo um comentário aqui neste post.

Ah, não esqueça de contar por que o lugar é bacana.

Vai lá!

Postado por Fernanda

Pintora gaúcha

16 de dezembro de 2008 2

RP2 Fotografia, Divulgação

Está em cartaz na Florense, da avenida Goethe, em Porto Alegre, a exposição de Lou Borghetti.

Lou expõe na loja as séries Possíveis Paisagens e Missões. Esta última, um resgate histórico da região do Estado.

As fotos, são da abertura da mostra.

Postado por Fernanda

Mais estilo na TV

15 de dezembro de 2008 1

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM (8/12)

O programa Estilo Próprio, da TVCOM, acompanhou um grupo de crianças em uma visita no Museu Iberê Camargo.

Confira no vídeo, também, a história da Paulinho Cobal, uma boutique de alimentos cheia de charme que fica na Rua Quintino Bocaiúva, em Porto Alegre.

O estilista Alexandre Herchcovitch também participou do programa respondendo perguntas para o quadro Close In.

E, para finalizar, eu entrevisto a publicitária Roberta Faccioni. Ela é gaúcha, de Porto Alegre, e mora há nove anos em Londres, onde trabalha em uma das maiores agências de marketing digital do mundo, a Isobar.

Confira tudinho no vídeo:

Postado por Fernanda

Madonna Vip

15 de dezembro de 2008 0

E esse é o kit que os convidados do camarote da Renner estão recebendo em casa. A caixa inclui camisetas desenhadas por Juliana Jabour, que devem ser usadas no show e uma caixa menor que, quando aberta, tem a imagem da cantora, iluminada e onde estão todas as instruções.

Os camarotes de empresas querem um superaproveitamento na mídia, leia-se: reunir famosos para que eles estampem sites e revistas de celebridades. A Renner, além de uma lista estrelada com Eduardo Moscovis e Cynthia Howle, Murilo Rosa e Fernanda Tavares, Luciano Huck e Angelica, Claudia Abreu, Fernanda Young, Juliana Paes, Malvino Salvador, Grazi e Cauã, Aline Moraes e Dalton Vight, incrementou a proposta.

Lançou madrinhas para o seu camarote. Cada noite, uma atriz capitaneia a função. São elas: Claudia Raia, Camila Pitanga, Guilhermina Guinle, Flavia Alessandra e Mariana Ximenes.

Postado por Fernanda

Infos Madonna

15 de dezembro de 2008 0

Reprodução

O assunto é Madonna no Brasil nesta semana. Por isso, quem quer ficar bem informado, com infos exclusivas, uma boa dica é visitar o site.

Criado e abastecido pelos designers paulistanos Fernando Spoladore e Rafael Augusto, começou como um exercício na rede, mas hoje chega a ter quase 70 mil acessos por dia.

Tudo porque eles mantêm um grande acervo sobre Madonna e conseguem adiantar muitas notícias unido contatos com gente próxima à cantora, como o empresário dela, e a parceria com gravadoras.

Sobre os shows dela no Brasil, está tudo lá.

Postado por Fernanda