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Do Brasil para o mundo

12 de junho de 2009 0

Andrea Merola, EFE

A maior, mais antiga e mais tradicional Bienal de artes do mundo está aberta ao público. Até o dia 22 de novembro, em Veneza, na Itália, a Bienal de Artes de Veneza está em cartaz em uma versão mais enxuta.

A proposta do curador, o sueco Daniel Birnbaum, se baseia nas questões históricas. Ele quer mostrar como os artistas de hoje estão ligados, historicamente, nos que vieram antes deles. Ele contrapõe as produções mais recentes com as de artistas mais consagrados. Entre esses nomes de reconhecimento internacional está Lygia Pape, artista brasileira da geração e da turma de Lygia Clark e Hélio Oiticica, morta em 2004, aos 77 anos.

Ela participou da 4º Bienal do Mercosul. E foi aqui, justamente em Porto Alegre, um dos seus últimos trabalhos. Lygia Pape, nesta Bienal, está com dois trabalhos. O Livro da Criação, que é um livro de artista, e a Instalação Tetéia, feita com fio de linha com incidência de luz.

A Bienal de Veneza mantém a premiação, coisa que a de São Paulo já não tem mais. Lygia Pape, mesmo já falecida, ganhou uma menção honrosa. A Bienal de Veneza também apresenta representações de todos os países. Ao todo, são 90 artistas na exposição principal e 77 países participando.

São os próprios países que escolhem quem tem a ver com o conceito do curador para propor a exposição. Quem escolhe, tradicionalmente, no Brasil é o curador da Bienal de São Paulo. Mas neste ano a escolha foi feita com atraso. Mas Ivo Mesquita apontou dois artistas poucos conhecidos e de fora do eixo das capitais. São eles, o fotógrafo paraense Luiz Braga e o pintor alagoano Delson Uchôa.

Postado por Fernanda

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