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O desafio da diferença II

21 de novembro de 2009 17

As irmãs se fotografaram em atividades cotidianas/Arquivo Pessoal

A pedido do Estilo Próprio, as irmas Marlene e Lelei Teixeira, munidas de uma câmera digital, fizeram fotos de situações das suas rotinas. As imagens acabam apresentando algumas das dificuldades que existem em viver em um mundo formatado para pessoas mais altas.
O pedido do ensaio fotográfico foi inspirado no trabalho da artista plástica gaúcha Mariane Rotter
No site, clicando na foto da esquerda, você poderá conhecer o trabalho Percepção Cotidiana.

Leia a coluna publicada no caderno Donna ZH

Postado por Fernanda

Comentários (17)

  • Mônica Valin diz: 24 de novembro de 2009

    Adoro essa gurias. Sim são carinhosas com a família, amigas e muiiiito queridas.
    A mãe delas, tia Corália, é prima-irmã do meu pai, aliás, ela é igual a munha vó Zilda. Faz tempo que não falo com elas, mas sempre lembro delas com carinho. Guardei o jornal.
    Beijo gurias.
    Parabéns pela matéria.

  • Haidi Scheibe diz: 22 de novembro de 2009

    Adorei a reportagem!

    Eu fui aluna da Professora Marlene! Ela é ótima e muito afetiva! Aprendi o que consegui sobre Estudo do Discurso! Tinha recém voltado da Alemanha e meu “discurso” estava péssimo! Graças a sua ajuda e de minhas amigas, consegui aprender e superar minhas dificuldades! Hoje sou professora de português e alemão, e assim como ela, não consigo me imaginar em outro lugar!

    Saudades da Unisinos e da Prof. Marlene!

  • terezinha talaska diz: 22 de novembro de 2009

    Adorei a reportagem das irmãs teixeira no ZERO HORA pois senpre tive curiosidade de conhecer um pouco de pessoas diferentes.
    parabens por esta reportagen.

  • Adriana Martorano diz: 23 de novembro de 2009

    Fernanda, parabéns pela bela matéria, desprovida de preconceitos ou lugares-comuns. Mesmo que eu não conhecesse a Lelei e a Marlene, e que não soubesse o quanto elas são maravilhosas, ficaria muito feliz em saber que elas encaram a vida de forma corajosa e alegre. São um exemplo pra qualquer pessoa de qualquer estatura, de que é possível viver feliz nesse mundo, tão cheio de diferenças e intolerâncias.
    Teu texto é lindo!

  • izabel dutra diz: 21 de novembro de 2009

    Fiquei muito feliz de ler a reportagem das irmãs Teixeira, minhas conterrâneas. Sempre as ví aqui em São Chico e não tinha idéia de como viviam. Uma reportagem muito boa para desmistificar a idéia que temos arraigada em nós de que as pessoas “diferentes” tem que serem dependentes. Parabéns fernanda pela reportagem.

  • Eva Maria diz: 24 de novembro de 2009

    Fernanda!
    Acredito ser a aluna de Cambará a quem a Professora Marlene se referiu no artigo, pois lembro que eu gostava muito dela e achava tudo nela muito especial, iluminado tinha um carinho especial por ela. Nunca mais soube dela desde aquela época. Gostaria de saber se ela lembra o nome daquela aluna, pois não lembro desse detalhe, mas acredito ser eu.
    Manda um abração para ela por favor.

  • Andréia Didó diz: 22 de novembro de 2009

    Tenho orgulho de ter sido aluna da professora Marlene, mais que uma Mestra, um exemplo a ser seguido…
    Parabéns, Fernanda!

  • Tania Speroni diz: 22 de novembro de 2009

    Parabéns a estas guerreiras. Nos EUA, um anão é considerado um deficiente físico, essa “condição” permite que eles enfrentem melhor o mundo.
    No Brasil, nanismo é considerado engraçado, só há alguns anos, que os anões entraram na lista de pessoas com deficiência.
    Essas irmãs, provam que tamanho, condição física não é nada perto da vontade de viver e encarar a vida.
    Parabéns às duas.

  • Janaina Lopes diz: 22 de novembro de 2009

    Duas vencedoras….simplesmente amo vcs…`tititas`
    beijos…e…
    nao `foca` Ina ta

  • terezinha talaska diz: 22 de novembro de 2009

    Adorei a reportagem das irmãs teixeira no ZERO HORA pois senpre tive curiosidade de conhecer um pouco de pessoas diferentes.
    parabens por esta reportagen.

  • Leila Maria Bortoncello diz: 22 de novembro de 2009

    Fernanda,
    Parabéns pela belíssima reportagem ” O desafio da diferença”!
    Conteúdo que estimula a sensibilidade, empatia, aceitação de si mesmo e do outro.
    Parabéns, Parabés Parabéns!!!
    Abraço
    Leila

  • Flaviana de Souza diz: 22 de novembro de 2009

    Adorei a reportagem e minha mãe que já trabalhou na casa de seus pais em São Francisco de Paula, confirmou como é o dia-a-dia de vocês. Admiro muito vocês duas e gostaria muito de um contato com vocês, pois são uma lição de vida. Bjs…

  • Cristina Bohn Citolin diz: 23 de novembro de 2009

    Puxa! Que delícia matar um pouquinho da saudade da professora Marlene… Um exemplo de profissionalismo e de sensibilidade!

  • Vania Oliveira diz: 22 de novembro de 2009

    Moro em São Chico e conheço essas duas grandes mulheres, admiro muito a Marlene e a Lelei, que são exemplo de que podemos adaptar-nos sempre às situações

  • Paula diz: 22 de novembro de 2009

    Não conheço a irmã, mas a Marlena é uma pessoa MARAVILHOSA!!! Um exemplo de profissional, uma pessoa muito querida por todos do curso de Letras da universidade onde leciona, um exemplo de pessoa. Tive a imensa sorte de conhecê-la e tê-la como professora.

  • Rosane Torres diz: 22 de novembro de 2009

    Parabéns Fernanda pela belíssima reportagem. As histórias de vida de Lelei e Marlene são lições para qualquer ser humano. Ter convivido com elas, especialmente com Lelei, foi uma satisfação. Grande beijo para as duas e saudade de você.

  • JULIA COMIN TEIXEIRA diz: 30 de novembro de 2009

    ADOREI A REPORTAGEM!

    E o mais interessante é saber que minhas tias são exemplo de vida pra mim e pra muita gente!

    AMO DEMAIS VCS!

    Parabéns Fernanda!

    Beeijão tititas

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