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Posts de abril 2010

Em cartaz, a peça Criança Pensa, adaptação de livro de Lya Luft

27 de abril de 2010 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 27/04

Em cena, três crianças passam por apuros, vivem aventuras e se deparam com mistérios em uma visita a sítio do tio. A escritora Lya Luft conta como aconteceu a adaptação e fala mais sobre a livro. Assista também ao Por Aí dessa semana:

Uma casa para os fãs dos espumantes

27 de abril de 2010 1

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 27/04

O centro da Capital é endereço para uma estilosa casa de espumantes. Apostando em um ambiente rústico e despojado, a Ovelha Negra recebe os apreciadores da bebida e já tem até filial fora do Estado. 

Assista ao vídeo abaixo: 

Uma escola e uma editora em parceria pela leitura

27 de abril de 2010 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 27/04

Com uma proposta pedagógica diferente, uma escola da Capital investe em uma forma de formar novos leitores. No vídeo abaixo, assista também ao Close-in com o estilista Jum Nakao:

Fome de cultura

24 de abril de 2010 2

Fotos: Daniel Marenco, BD

A temporada de grandes eventos culturais será aberta em Porto Alegre. Dia 3 de maio, o Fronteiras do Pensamento, curso de altos estudos que chega a sua 4ª edição reunindo mais de mil pessoas por palestra, traz o cientista e médico Miguel Nicolelis, cogitado como candidato a trazer um Prêmio Nobel para o Brasil. É a primeira conferência de uma série de 10 a serem realizadas até novembro (mais detalhes no site).

Parceiros do Fronteiras, eventos como o Porto Alegre Em Cena, a Feira do Livro de Porto Alegre, a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo e a Bienal do Mercosul fazem crer que a Capital e o Estado abrigam um fiel e numeroso público consumidor de cultura. Será bairrismo ou realidade?

– Sem dúvida existe este público – afirma Luciano Alabarse, coordenador-geral do Porto Alegre Em Cena. – A cidade se caracteriza por uma plateia exigente e que sabe distinguir a produção artística comercial de uma produção de qualidade e conteúdo efetivamente de arte.

O festival de teatro, música e dança, que chega este ano a sua 17ª edição, encontrou a fórmula ideal para este público, afirma Alabarse:

– O Porto Alegre Em Cena nunca se curvou para a arte de entretenimento. Outra característica deste público consumidor é não se basear somente nos nomes que estão em exposição na grande mídia. Mesmo que não conheçam algum artista, se está na programação do festival, sabem que é para dar atenção e comparecem. Sempre há uma aposta em uma programação de vanguarda que, alguns poderiam pensar, não teria chances de reunir grandes plateias. Pelo contrário, prova que tem. 

O Fronteiras do Pensamento poderia sofrer deste mesmo temor. O evento já trouxe nomes consagrados e com vasta exposição em veículos de massa, como Wim Wenders, David Lynch e Camille Paglia. Mas outros tantos, de igual prestígio internacional, referenciais, são mais conhecidos por profissionais e acadêmicos de áreas afins de atuação ou estudo. A frequência de público, mais de 3 mil pessoas nas três primeiras edições, superando em algumas conferências a capacidade do Salão de Atos da UFRGS, provou o contrário.

– É um público com grande quantidade de jovens que procuram complementar a formação com ensino humanístico – conta Donaldo Schüler, coordenador acadêmico do Fronteiras do Pensamento.

Professor Donaldo, escritor, tradutor e filósofo, integra o projeto desde o início em 2007. Atua também nas diversas plataformas lançadas além das conferências, como os documentários, o projeto educacional e os livros publicados sobre as palestras dos convidados. Para ele, que também reúne grupos de estudantes fora da universidade para aulas de filosofia, a busca por conteúdo cultural vem visivelmente crescendo:

É uma tendência universal. Tenho informações do Norte da Europa, onde o interesse pela humanidade também aumenta. O que é um dado positivo, pois com a maior aproximação dos povos, a globalização, existe a necessidade de entender cada vez mais culturas diferentes das nossas. Por isso, entender o comportamento do homem neste século é uma das grandes ênfases do ciclo deste ano.

Para quem critica que um curso de altos estudos é apenas uma pincelada em determinados conteúdos, sem grande aprofundamento teórico, o professor Donaldo ensina:

– Segundo Platão, todos os cidadãos devem ser filósofos. Filosofia aqui no sentido de que as pessoas pensem. É salutar ter uma visão crítica da sua atividade, quem o faz está entre as pessoas que pensam. Não é preciso ser filósofo profissional para ser filosoficamente relevante. A filosofia é para entrarmos na categoria das pessoas que pensam. E se pensamos, temos posição frente aquilo que nos acontece e acontece no mundo.

Está entre os objetivos do Fronteiras, desde sua primeira edição, a possibilidade de lançar e pautar assuntos para serem discutidos pela cidade ou pelo Estado. Temas que não se limitem à conferência, um encontro de apenas duas horas em um teatro. Trazer pensadores, teóricos que discutem as grandes questões mundiais ajudaria a formar uma cidade de pensamento mais global, instigando a própria atividade cultural realizada localmente.

Pediatra há 31 anos, Aquilino Alberto Saavedra Cachafeiro poderia não ser o público-alvo do Fronteiros, em um primeiro momento. Mas se tornou. Médicos, das mais variadas áreas, são forte presença entre os inscritos.

– Você não pode se limitar ao que faz normalmente. É preciso ter algo diferente da sua profissão, buscando outras áreas de conhecimento que ampliem seus horizontes – diz o pediatra. 

Aquilino só perdeu a primeira edição porque não conseguiu vaga. Desde então, é aluno dedicado.

– Num primeiro momento, o aluno pode questionar o preço (R$ 675), mas quem participa de todos os encontros e vê a qualidade das palestras não pensa assim.

Para comportar o custo do evento, é cobrada taxa de inscrição e também há cotas de patrocinadores, apoiadores. No caso do Porto Alegre Em Cena, que proporciona três semanas de programação, o casamento de escolha do espetáculo e preços mais baixos é um estímulo de público. Na edição do ano passado, entre espetáculos em teatros e apresentações em espaços abertos, a estimativa é de que pelo menos 80 mil pessoas participaram do festival. 

A qualidade e o rigor artístico e a acessibilidade ao público formam essa plateia. É esta mistura de ousadia na programação, com qualidade de produção que atinge o público – explica Alabarse.

Eventos que se consagram atraem público e também artistas. Luciano conta que, mesmo com a programação deste ano já fechada, recebeu projetos de grupos do Japão e da Nova Zelândia, sonhando em se apresentar nos palcos gaúchos.

A possibilidade de uma projeção internacional para a Capital e, consequentemente, para o Estado, é também um dos motivadores destes eventos, segundo Mauro Knijnik, presidente da Bienal do Mercosul:

– Na Bienal do ano passado, recebemos muitos grupos da América Latina. Como a Bienal de São Paulo enfrentou problemas, havia um público ainda maior para ver a produção de arte contemporânea do Mercosul.

A 7ª Bienal foi visitada por mais de 250 mil pessoas, com entrada franca.

Independentemente do evento, do valor da inscrição, dos conferencistas ou da programação em cartaz em algum festival, o professor Donaldo Schüler resume com clareza a importância dessas atividades para a formação pessoal, seja qual for a atividade profissional.

– Cultura não é acumular conhecimento na cabeça. Ela contribui para a construção de nós mesmos e do mundo em que vivemos.

Um artista entre o Velho e o Novo Mundo

21 de abril de 2010 0

Estão em exposição no Margs obras de um dos primeiros pintores gaúchos a ganhar fama no Brasil e no mundo.  As quase 100 telas de Pedro Weingärtner em exposição eternizam costumes: o artista retratava cenas do cotidiano gaúcho de sua época.

Veja imagens das obras de Weingärtner na reportagem abaixo:

O Alfabeto Enfurecido no Iberê

19 de abril de 2010 0

Os artistas plásticos Leon Ferrari e Mira Schendel se usaram letras para fazer arte visual. São 180 obras expostas no museu Iberê Camargo, na Capital. Os dois artistas são nomes fundamentais na história da arte do século 20. A mostra tenta apresentar o que estes dois artistas têm em comum. 

A exposição fica em cartaz na Fundação Iberê Camargo até o dia 11 de julho, com entrada franca.

Veja imagens da exposição na reportagem que foi ao ar no Jornal do Almoço na última quinta-feira:

Como escolher sapatos em outlets

19 de abril de 2010 1

Inverno chegando e é hora de renovar, pelo menos, parte do guarda-roupa. E se tem uma peça do vestuário que, nessa época do ano, ganha atenção especial das mulheres, essa peça é o sapato. Calçados são paixão das mulheres – e cada vez mais os closets de homens também se rendem ao acessório.

Levamos o estilista Walter Rodrigues a uma liquidação em Novo Hamburgo para dar dicas de moda para a próxima estação.  Confira:

Estilo Próprio: Eu tuito, e você?

17 de abril de 2010 0

Com a pergunta O que você está fazendo?, o Twitter que se difere das demais redes pela simplicidade de navegação e pelas mensagens curtas pretendia servir de meio de comunicação entre grupos de amigos. Quatro anos e 105 milhões de usuários cadastrados depois, a pergunta do Twitter é mais ampla O que está acontecendo? , e seus usuários encontram a cada dia novos usos para ele. Os gaúchos Roberta Sudbracke Ricardo Freire são bons exemplos de profissionais que fazem bom uso da ferramenta.

LEIA AQUI A COLUNA COMPLETA

Le Lis no Barra/Cidade Jardim amplia

12 de abril de 2010 0

Ao som da Dj Flavinha Mello e da chef Ju a Le Lis abre a segunda loja em Porto Alegre. Na quarta, estreia a Le Lis no Barra Shopping.

*Mais novidades de consumo?
O shopping Cidade Jardim de São Paulo antecipou a ampliação do número de lojas.

Serão 40 novas lojas neste mês, ocupando todo o segundo andar.

O investimento é de R$ 25 milhões.

A grande maioria das lojas é de grifes nacionais. Mas, ainda neste ano, o Cidade jardim abre um Bistro Parigi (grupo Fasano) e a primeira loja de Carolina Herrera no Brasil.

Sorteio do Estilo Próprio

12 de abril de 2010 0

Vale um livro “Gestão da Qualidade de Vida” da personal trainer Carla Lubisco.

Para o primeiro e-mail enviado ao blog:

blogdafernanda@zerohora.com

Livro cheio de dicas de como melhorar sua saúde.

Espraiados pelo Brasil

10 de abril de 2010 1

No mercado de moda ou de alimentação é comum o Estado receber marcas fortes, consagradas em grandes centros e que abrem suas filiais em solo local. Mas e quando esse movimento é inverso?

O Rio Grande do Sul manda, sim, para os grandes centros, seus empreendimentos – algo que vem se tornando mais comum em tempos recentes. O princípio desses empresários é: se eles conseguem vencer em mercado tão competitivo e fechado como o gaúcho, por que não conseguiriam cativar consumidores de outras praças?

A coluna selecionou três dos muitos exemplos locais:
um loja de roupas que acaba de abrir ponto em São Paulo, um bar com sede em Porto Alegre e filial mais do que bem sucedida no Rio e uma casa noturna que foi copiada nos Estados Unidos.

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Borbulhas no Rio de Janeiro

Quando foi aberta há sete anos, a Champanharia Ovelha Negra inovou em diversos aspectos.

Primeiro, a proposta do negócio em si: um bar aberto para happy hour e que só venderia champanha em pleno país da cerveja. Depois, o lugar escolhido: um casarão de 1927 na Duque de Caxias, centro de Porto Alegre. Por fim, Marcelo Paes, Marco Antônio Lima e Daniel Giacoboni estavam realizando o sonho comum a muito jovens: ter e gerenciar o próprio bar. Por isso, só abriria durante a semana e seguindo os moldes de pubs ingleses, com hora para fechar – no caso deles, à meia-noite.

Tudo muito diferente para a época e tudo se mantém igual desde então. Em só seis meses de casa, foram reconhecidos pelo juri da revista Veja como o melhor happy hour da Capital.

– Nos mantivemos fiéis à proposta inicial da casa. Não nos rendemos à tentação de colocar outras bebidas à venda ou mudar o horário de funcionamento – explica Daniel.

Depois da Ovelha Negra, que ganhou esse nome por ser diferente de todos os bares da época, pelo menos outras 20 champanharias foram abertas no país.

O sucesso do conceito fez com que os sócios decidissem abrir a filial no Rio, em 2005. Desde então, o casarão de 1883, em Botafogo, segue lotado. Tanto que o movimento é quatro vezes superior ao da champanharia gaúcha.

– O Rio é muito receptivo a novidades. Abrimos bem embasados, com estudos daquele mercado, e tínhamos certeza do retorno.

Recentemente, há dois anos, a casa ganhou uma filial paulistana, mas que teve a operação suspensa por entraves burocráticos locais

– Mas é o nosso caminho natural. Pretendemos reabri-la, para manter as três casas funcionando.

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Moinhos e Vila Madalena

Paulo Ceratti, Martin Valls e Gabriel Vanoni, donos da Aragäna,
que tem loja na Capital e em São Paulo

Com cara de moda regional, mas pegada rock´n roll, a marca de roupa jovem Aragäna fez o improvável: abriu ao mesmo tempo uma loja em Porto Alegre e outra em São Paulo.

– Foi mesmo muito coragem, mas acreditávamos. Sabíamos que tínhamos aceitação no mercado e talento para conseguir espaço – justifica Paulo Ceratti, um dos três sócios da empresa.

Há quatro meses com as lojas do Moinhos de Vento e a irmã gêmea na Vila Madalena, em São Paulo, abertas, o trio de sócios, complementados por Martin Valls e Gabriel Vanoni não tem do que reclamar.

A marca foi idealizada pelos três amigos de infância
que estudaram juntos em Uruguaiana e sempre gostaram de criar as próprias camisetas. Nos tempos de guri, no colégio, eram os responsáveis pela confecção do uniforme do time de futebol. Mas a vocação para empresários da moda teve que esperar o fim da faculdade.

– Largamos nosso empregos, definimos um investimento para todos e apostamos na marca própria – relembra.

A coleção de estreia de camisetas, com 400 peças, logo foi disponibilizada em multimarcas da Capital. A seguinte, já ganhou lojas em São Paulo.

Das primeiras coleções em 2006, a produção saltou para 5 mil peças no ano passado. E o caminho natural para os sócios foi a abertura de um ponto-de-venda exclusivo.

– Abrir em São Paulo e aqui ao mesmo tempo foi uma aposta. Para cortar custos, alugamos a loja de São Paulo e fizemos todos os projetos daqui mesmo. Quando embarcamos, fomos com tudo ao mesmo tempo, inclusive as roupas para abastecer as araras – comenta Ceratti.

Os planos de expansão não se limitam aos dois mercados. A próxima loja, Ceratti conta empolgado, deve ser aberta no Rio:

– O fato de marcas do Estado se instalarem em grandes centros só comprova o bom momento e a força do polo gaúcho de moda.

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Casa gaúcha tem clone nos EUA

Segredo, casa noturna de Juarez Jr. em Porto Alegre
serviu de inspiração para um nightclub em Wisconsin

Se há empresários gaúchos levando suas marcas para outras capitais brasileiras, há empresário estrangeiro vindo buscar as ideias por aqui.

Aconteceu com Juarez da Rocha Dutra Jr., o proprietário da casa noturna Segredo, na Cidade Baixa. Juarez ousou em colocar no mesmo espaço um restaurante, um bar, um boliche e duas pistas de dança separadas – uma para atender os fãs de música pop e outra para a tribo da música eletrônica.

– Recebi a visita de uma americano interessado na compra dos equipamentos da pista de boliche. Ele ficou encantado com a proposta, adorou o conceito da casa – relembra Juarez.

Pouco tempo depois, o gaúcho ficou sabendo da abertura de uma casa praticamente igual e com o mesmo nome, inclusive, em Madison no estado de Wisconsin nos Estados Unidos.

No site, o empresário americano não esconde o jogo. Em um link chamado “inspiração”, relata que o nightclub americano é inspirado em um inovador boliche butique de Porto Alegre (algo como um boliche fino para se diferenciar do padrão dos Estados Unidos). E complementa: “Segredo está trazendo um toque do ensolorado sul do Brasil para Madison.”

O empreendimento referência, em Porto Alegre, Juarez também considera inovador, por acreditar que uma mesma casa possa ser frequentada por públicos com preferências musicais distintas.

– Tenho capacidade para mil pessoas e um público que pode vir jantar, jogar boliche e terminar a noite em uma das duas pistas de dança.

Juarez não foi o responsável pela casa nos Estados Unidos, mas estuda uma proposta em Santa Catarina. Outra novidade é que, até o fim de abril, apresenta uma nova danceteria, a Wish, na área que já foi ocupada por um restaurante/fábrica da Dado Bier.

– É uma construção incrível, com um pé direito de 15 metros. Conservamos muito da arquitetura original, mas essa casa será só para música eletrônica.

Conheça um restaurante com cara de casa da vó

06 de abril de 2010 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 29/03

No programa do dia 29 de março, mostramos um restaurante com cara de casa da vó. Também apresentamos um novo talento da arte gaúcha, o artista plástico Pablo Etchepare. E ainda, a psicóloga Ana Maria Rossi falou sobre a importância de manter o corpo e a mente sintonizados.

Assista:

Hobbies em prática mudam estilos de vida

06 de abril de 2010 0

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 22/03

No Estilo Próprio do dia 22 de março, fomos atrás de profissionais, das mais diversas áreas, que levaram seus hobbies a sério. Em bandas de MPB, rock ou até mesmo com a abertura de um boteco, essas paixões mudaram seus estilos de vida.

Assista abaixo:

Intelecto de vestir

04 de abril de 2010 0

Coluna publicada no caderno Donna do dia 04/04/2010



No caderno Donna desta semana, a coluna entrevistou Danielle Jensen, a delicada e suave carioca responsável pela direção de estilo da grife Maria Bonita.

Dani, 34 anos, entrou na Maria Bonita como estagiária, criou acessórios, tricôs, foi assistente de uma das fundadoras da marca, Maria Cândida e, com a morte dela, assumiu a direção de estilo em 2003. Criada no Rio, a MB, ou “Maria Bonitona”, como chamam alguns depois da criação da segunda marca da grife, a Maria Bonita Extra, ganhou o país depois de ser abraçada por bacanas paulistanas que procuravam uma moda contemporânea com pegada local. Em meio ao lançamento da coleção outono/inverno inspirada na arquitetura de Lina Bo Bardi, Danielle conversou com a coluna. O discurso é sutil, mas a mensagem é cheia de significados, como suas criações.

* Leia aqui a coluna completa.