Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de dezembro 2010

Que tal lábios mais volumosos?

29 de dezembro de 2010 23

Já pensou em ter lábios maiores, sem nenhum tratamento ou cirurgia?
É possível com o Gloss Labial Extra Volume Pharmacus.
A fórmula combina ácido hialurônico,óleo de amêndoas doces, arroz, macadâmia, colágeno e vitamina E.
Estes ingredientes associados proporcionam um sutil e visível aumento dos lábios, além de
hidratá-los.
O produto é produzido pela empresa gaúcha Inventiva, e comercializado pela Pharmacus.
Gostou? Dê sua opinião aqui no Blog. Estilo Próprio vai presentear os três primeiros comentários com um Gloss!

 

**PROMOÇÃO ENCERRADA**

Destaques do Estilo Próprio TV Com

20 de dezembro de 2010 0

Confira os destaques do programa que vai ao ar nesta segunda, dia 20/12

A medalha do Inter

19 de dezembro de 2010 6

Uma foto da medalha recebida pelos jogadores do Inter pela conquista do terceiro lugar no Mundial.

Oração no estádio

18 de dezembro de 2010 0

Durante jogo do Inter contra o Seongnam, encontro um espaço reservado para a reza. Fica atrás da arquibancada. Em vez de tapete persa, tapete de grama.

Orgulho colorado em Abu Dhabi

18 de dezembro de 2010 0

A matéria que foi ao ar no RBS Esportes  mostra que mesmo decepcionados com a derrota para o Mazembe, os torcedores do Inter  impressionaram pela animação. Confira:


Retidos pela segurança

18 de dezembro de 2010 0

Banana, cigarro e outras coisinhas não podem entrar no jogo aqui em Abu Dhabi.

ESTILO PRÓPRIO TV COM

17 de dezembro de 2010 0

Confira como foi o programa Estilo Próprio TV COM esta semana:

Como foi o ensaio fotográfico dos jogadores:

Um bate papo com Raul Krebs sobre as fotografias e também com Lenice Carvalho, a nutricionista do time, sobre a alimentação dos jogadores:

Ja em Abu Dhabi, o programa mostra os pontos turísticos da cidade, confira:

Protesto colorado

16 de dezembro de 2010 59

A notícia corre pelos hotéis de Dubai entre colorados instalados por lá: torcedores estariam organizando um protesto para o jogo do Inter de sábado.

O movimento, sem liderança formal, pretende que os torcedores usem uma faixa preta para demonstrar luto pela atuação do time contra o Mazembe. Os mais radicais querem que a torcida dê as costas quando os jogadores entrarem em campo e até vistam a camisa do time do avesso.

Jogadores e direção estão preocupados com a informação. Tinga prometeu falar com Fernando Carvalho sobre o assunto.

De Abu Dhabi a Dubai

16 de dezembro de 2010 2

Agora é Dubai. E hoje é dia de falar com torcedores, saber o que eles estão fazendo por lá.

O sheik de Abu Dhabi é muito bom de estradas. Quatro pistas, no mínimo, e sem pedágios. São duas estradas ótimas até Dubai. Todas iluminadas.

Chegando em Dubai, um voo de 25 min para conhecer a cidade. Só tem colorados no hangar.

Derrota histórica

16 de dezembro de 2010 0

Pelo menos em uma coisa jogadores, dirigentes e torcida estão afinados: a imensidão de suas tristezas. São cerca de milhares de pessoas nos Emirados Árabes que estão buscando novo sentido para a viagem. Muitos vieram embalados pelo turismo exótico que o roteiro Dubai e Abu Dhabi proporciona. mas o plano original dos torcedores era o futebol ser o protagonista e a visitação aos pontos turísticos, o acessório. Desde a manhã de ontem, esta ordem se inverteu.

- Futebol? O que que é isso? Nunca ouvi falar - brincou Ricardo Caldieraro.

Ele foi com os amigos ao Marina Mall, melhor e mais completo shopping center em Abu Dhabi. Em seus corredores imensos e gelados - por aqui o ar-condicionado parece sempre regulado na temperatura mínima nos ambientes climatizados -, torcedores procuravam se distrair no paraíso de compras.

Os amigos estavam na mesma batida, tristes, mas se esforçando para manter o bom humor.

- Na verdade eu vim para ver o Seongnam (da Coreia do Sul, que perdeu ontem para a Inter, de Milão) ser campeão e para andar de camelo - contou Felipe Zorzatto.

Mais; antes da derrota, em uma caminhada por Abu Dhabi, era possível avistar de longe os visitantes do Sul, todos uniformizados para torcer. Agora eles estão à paisana, de roupa de férias. É possível reconhecer os brasileiros que vieram para o  Mundial somente pelo kit de turista que carregam: máquinas fotográficas e bonés.

Janesca Pinto foi mais radical. Também em sessão de compras, vestia preto.

- Estou de luto. Foi um absurdo, parecia partida de peteca - queixou-se.

Alguém chamou a atenção:

- Olha ali! Não é o Sobis e o Renan?

Eram sim. Passos lentos, mãos nos bolsos, cabeça baixa e rosto inchado pela falta de sono e pelo choro, os dois não esboçaram nenhum sorriso. Foram gentis. Sabiam que a rodinha de brasileiros estava enfileirando críticas ao grupo. Quando eles surgiram, o papo morreu. Mas a foto, mesmo com insistência, saiu sem sorriso. Não tinha clima.

No andar de baixo, foi a vez de encontrar Índio e Alecsandro - também sérios. O primeiro colorado que ainda vestia camiseta, Mateus Sachhett demonstrava igual ou até pior abatimento do que os jogadores. Falava com dificuldade:

- A gente se sentiu muito mal. Os jogadores nem saudaram a torcida. Não nos trataram da melhor forma fora de campo e, dentro de campo, o futebol não foi bom.

A queixa de uma saudação à torcida é frequente. Claro que se pudesse escolher, a opção seria gols e não acenos. Mas quem veio de tão longe, reclamou ao menos por um carinho.

Como a tristeza é geral, sobrou também para a torcida.

- As pessoas não cantavam. A gente estava em número tão maior e aqueles caras do Congo faziam muito mais barulho. Tinha muito gente mais velha. Faltou a Popular - queixou-se Guilherme Pinto.

O passeio por Abu Dhabi proporcionou uma outra constatação: os italianos não estão pegando no pé dos brasileiros. Fanáticos por futebol como nós, queriam enfrentar os gaúchos e não os congoleses.

- Queria enfrentar o Inter, de Porto Alegre - falou Marco Gatti.

O outro Inter

15 de dezembro de 2010 0

Acompanhei a vitória da Inter de Milão sobre o Seongnam por 3x0, no Zayed Sports City. O estádio será o palco da final entre o time italiano e o Mazembe e é bem maior do que o Mohammed Bin Zayed, onde o Inter jogou.

A equipe da Rádio Gaúcha, no comendo do Pedro Ernesto, na posição de transmissão da segunda semi-final do Mundial.

O treinador da Inter, Rafa Benítez, ficou boa parte do tempo em pé, à beira do gramado.

E por aqui gostam tanto de futebol que quase todo mundo já havia saído do estádio antes do final da partida.

Deu tudo errado

15 de dezembro de 2010 5

Histórias de torcedores que fizeram esforços financeiros para torcer pelo Inter em Abu Dhabi não faltam: gente que vendeu o carro, que parcelou a viagem ou que ganhou de presente pelo aniversário que ainda nem chegou. Como a brincadeira que Nilton Roberto da Silva, de Torres, planejou, confeccionou e teve de se desfazer antes do tempo. Dono de uma lavanderia no Litoral, ele fez sacrifícios pela viagem, mas conseguiu embarcar graças a parceria dos 12 funcionários para manter a empresa funcionando em plena pré-temporada de verão.

Estilo Próprio - Você trouxe uma faixa e nem chegou a abri-la?
Nilton Roberto da Silva - Fiz uma faixa com o Mick Jagger e o Eto'o e escrevi: "Eto'o ferrado". E não é que quem está ferrado sou eu? Rasguei tudo e deixei lá no estádio mesmo.

EP - E o esforço de estar aqui, o faz mais triste com a derrota?
Nilton - Quem está aqui fez um esforço enorme. A gente veio por paixão e por amor ao clube. Perder a gente sabe que é normal, mas tem de perder em pé, guerreando.

EP - Você se arrependeu de ter vindo?
Nilton - Não me arrependo de estar aqui, mas estou com raiva de eles terem apresentado futebol de Grêmio Prudente, do Novo Hamburgo.

EP - E agora, o que você vai fazer aqui nos Emirados Árabes?

Nilton - Ah, vou esperar passar a minha raiva, tomar uns três chopes, que aqui até parece que é proibido, né? E vou andar de camelo, ver as odaliscas... (risos)

EP - Você já começa a levar a derrota mais na esportiva?
Nilton - Claro, né? Vou torcer tudo de novo. Ano que vem, no Campeonato Gaúcho, a gente está lá de novo. Fazer o quê? A paixão é maior do que um momento de raiva.

Lágrimas da torcida

15 de dezembro de 2010 3

Quando a derrota não tinha mais volta, Pedro Ernesto Denardn encaminhaava o encerramento da jornada esportiva na Rádio Gaúcha questionando: "E agora, o que vai fazer o torcedor colorado? Compras em Dubai?".

Os milhares de torcedores que pareciam ainda em maior número pela acachapante diferença em relação aos do Mazembe deram show ao chegar, tomaram o estádio Mohamed Bin Zayed. Mas quando o time não encaixou em campo, o torcedor também não engrenou na animação. Conforma a classificação para a final ia fugindo, o torcedor parecia petrificado. Os xingamentos nem eram tanto, o choque pareceu sufocá-los. O que brotava sem controle, em homens, mulheres e nas centenas de crianças em Abu Dhabi foram lágrimas.

- Ele começou a chorar no primeiro gol - explicou Eleno Hausmann, aparando o filho, enrolado em uma bandeira do Rio Grande.

Ainda tentando digerir a derrota, o publicitário gaúcho Ricardo Freire, autor de diversos guias de viagem, respondeu quais seriam os próximos planos em solo árabe:

- Agora, sábado é dia livre para compras.

Depois da brincadeira, Ricardo garantiu que a ida para Abu Dhabi valeu a pena.

- A emoção de ver a cidade tomada de vermelho só sentiu quem esteve aqui.

Inter em casa

14 de dezembro de 2010 5

Pelo tamanho da movimentação e da festa, o internacional parece estar jogando no Beira Rio.
Em torno de 5 mil colorados, vindos de várias partes do mundo, acompanham a partida de estréia do time no estádio Mohammed bin Zayed.


Dona Maria, 86 anos, de Pelotas está tensa com o jogo

Já o torcedor Julio não se conteve e caiu no choro "Não esperava estar aqui":

Inter chega ao estádio

14 de dezembro de 2010 0

O ônibus com a delegação colorada acaba de chegar no Bin Zayed, estádio da partida.