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O que você ainda não viu de Jurerê...

29 de janeiro de 2011 6

Confira segunda,  às 18h,  no Estilo Próprio

Comentários (6)

  • Adriano diz: 29 de janeiro de 2011

    Discursinho de “somar e agregar” é típico de um cérebro de amendoim que curte Jurerê Internacional. Ainda mais em se tratando dessa praia de preços absurdos e fora da realidade do país. Pra não falar na exploração imobiliária desenfreada que vem acabando com a bela Florianópolis.
    Vão falar da consumação mínima de R$ 20 mil no Caffe de La Musique? E do preconceito dos riquinhos com a própria sociedade de Floripa?
    Ah! Saudade da Floripa de outros tempos, antes de ter se tornado o brinquedinho da vez dos milionários que “somam e agregam” neste país! Somam preconceito e agregam pobreza de espírito!

  • Miguidelo diz: 29 de janeiro de 2011

    O que não vi foi tempo bom. Desde o início do ano só chove…

  • bik blackmore diz: 29 de janeiro de 2011

    Moro em Floripa.E posso dizer o que já vi em Jurerê.
    Pasmem,mais eu vi coco sendo trazido pela onda na beira da praia.
    Um nojo total para uma praia tão metida a besta.Crédo!

  • Francisco Bendl diz: 29 de janeiro de 2011

    Se o comentário é a respeito de Jurerê, SC, fiquei surpreso com a entrevista de uma senhora francesa que afirmou não existir, na Europa, um serviço com a qualidade do oferecido nesta praia catarinense. Pelo menos esta turma que não tem maiores problemas financeiros, diverte-se a pleno, e gasta um pouco em nosso País.
    Mas admiro os empreendedores que construíram este “paraíso” para os abonados, pois tiveram visão de negócios e captação de lucros invejáveis. E SC propicia uma beleza ímpar com a mistura de matas com as praias e uma natureza que deve ser apreciada e preservada.
    Entretanto, o grande fluxo de pessoas que atualmente frequenta o litoral do Estado vizinho, deve trazer preocupação às autoridades locais com relação à infraestrutura (esgotos, fornecimento de água, recolhimento do lixo, trânsito, e assim por diante).
    Mas esse tipo de reportagem, Fernanda, é sempre útil, haja vista podermos conhecer um pouco das regalias que o dinheiro pode trazer, como usufruir de um conforto que os simples mortais sequer imaginam.
    E dizer que as 1001 noites um dia teria o Brasil como amostra. Quem diria!

  • eduardo miotto diz: 30 de janeiro de 2011

    Na minha humilde opinião é uma pena o que fizeram com Jurerê.
    Virou um “moneyclub” de péssimo gosto. Geografia privilegiada para mentes nem tanto.

  • Francisco Bendl diz: 1 de fevereiro de 2011

    Alguns comentários e “discursos” desairosos contra um estilo de vida que certas pessoas podem usufruir, revelam-se impregnados de inveja e despeito. Duvido que o crítico mais cáustico sobre a riqueza não gostaria de estar na situação de abonado financeira e economicamente, aproveitando as delícias que o dinheiro pode comprar e não dando a menor importância pelo que dizem dele. Possivelmente os que imaginam que a inteligência dos que frequentam Jurerê Internacional seja diminuta porque podem se utilizar do conforto e luxo à disposição não se dão conta que seus conceitos radicais são ultrapassados, bizarros, e o ódio que nutrem por aqueles que adquirem regalias que o bolso pode pagar, uma típica demonstração de inferioridade.
    Enquanto isso, a fábula, A Raposa e as Uvas, serve como exemplo clássico aos que vociferam e esbravejam contra uma parcela da população brasileira que vive prazerosamente alguns momentos que os seus recursos proporcionam, pouco se lixando para quem quer que seja.
    De quem é o preconceito, afinal?
    Não será dos que somam ódio à inveja por não desfrutarem da mesma condição dos “riquinhos” e, desta forma, agregam outras pessoas a se lastimarem de suas vidas opacas cuja única distração é falar mal dos outros?
    Ora, dizer que é “pobreza de espírito” dos que estão em Jurerê gozando e apreciando a bela natureza do local, comendo e bebendo do melhor, divertindo-se a pleno, certamente é uma observação em tom jocoso ou prova incontestável que a mente não está bem e tomada de ressentimentos inexplicáveis.
    Entretanto, os descontentes com as suas vidas que reclamem a Deus ou a seus pais a carência material que se encontram ou, se forem mais corajosos, confessem para si mesmos a incapacidade, ineficiência e ineficácia que tiveram em não construir um patrimônio que lhes possibilitasse, atualmente, serem alvos de comentários, mas, em simples atiradores de pedras em muros alheios.

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