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Posts de novembro 2011

Arquitetura além da forma

26 de novembro de 2011 0


O espanhol Fermín Vázquez faz parte de uma elite da arquitetura mundial.
Não que ele deixe isso aparentar durante uma conversa ou muito menos numa entrevista.
Vazquez é discreto, mas assina projetos ousados.
São prédios que ganham fama internacional, conquistam prêmios, transformam paisagens e funcionamentos de localidades, obras que podem se tornar símbolo de cidades.
Fundador do escritório b720, com sede em Barcelona, saiu de sua prancheta  – ele gosta sempre de contar que saiu da sua equipe  – o projeto do Cais Mauá – transformação, estimada em R$ 570 milhões, pelo qual passará o Cais do Porto de Porto Alegre.
Estilo Próprio aproveitou a passagem do arquiteto pela Capital para um batepapo sobre o futuro das cidades.
Confira abaixo alguns trechos, e a matéria na íntegra está na Zero Hora dominical

Estilo Próprio – Ouvi dizer que você é um grande apaixonado, um entusiasta pelo projeto do Cais Mauá. Por quê?
Fermín Vázquez – Eu acredito que a arquitetura necessita de paixão, porque no fundo a arquitetura é um mecanismo
para transmitir emoção. A diferença entre a boa arquitetura e a má arquitetura é que a boa transmite emoções
e a má não. O nosso objetivo é fazer a melhor arquitetura possível e sempre somos apaixonados pelos projetos.

EP – O que lhe encantou num primeiro momento no projeto?
Vázquez - Minha primeira impressão foi a de uma enorme oportunidade, uma oportunidade extraordinária de ter uma área tão grande que afeta todo o centro de Porto Alegre, e que praticamente todo o centro de Porto Alegre vai se conectar com o Guaíba. Num primeiro momento, acreditava que teria que substituir mais armazéns e trazer mais
atividades, mais densidade para a área. Com o tempo, descobrimos que o patrimônio dos armazéns deveria ser preservado, que era importante e valioso demais e que, na realidade, não era um problema, mas uma oportunidade para o projeto.

EP – Você já esteve muitas vezes na Capital. Alguma área da cidade lhe agrada mais? Alguma outra gostaria de mudar?
Vázquez – Gosto de muita coisa. Uma das coisas que eu mais gostaria, depois destes anos trabalhando em Porto Alegre, é que, com o avanço do sistema de transporte público, aquela praça do Mercado Público se abrisse ao
Guaíba. Naquela área, hoje, temos três barreiras:
o muro, os trilhos e a estação.
Algum dia, quando o transporte público e o metrô tiverem sido finalizados, e quando o uso de carros tiver sido reduzido, a praça do Mercado poderá se abrir ao Guaíba

Bom exemplo dentro e fora de campo

25 de novembro de 2011 0

Paulo Cesar Tinga, meio campo do Inter, é também engajado nas causas sociais. Nesta sexta-feira (25/11) ele tem um encontro marcado com os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Chapéu do Sol.
O encontro é uma das atividades que encerram a Semana da Consciência Negra, promovida nos últimos dias na instituição pelo Grupo Cultural Baobá.

De acordo com a vice-diretora da escola e uma das coordenadoras do Baobá, Edianie Azevedo Bardoni, a ação, intitulada “Um ídolo na escola”, tem por objetivo mostrar aos estudantes que o esporte pode ser uma possibilidade de crescimento em suas vidas. Bacana.

A criançada pega a estrada

20 de novembro de 2011 0

Época de férias, claro, época de se programar em família. Embarcar com crianças no ônibus, no carro, no avião ou até no navio, todos os pais concordam, exige planejamento.

A coluna Estilo Próprio da Zero Hora dominical reuniu um time de craques, mães que estão se
especializando em dar dicas e falar sobre viagem com os filhos. O know how delas veio por experiência própria, por isso as dicas são tão especiais: foram testadas com os filhos. Essas profissionais são referência num mercado que ainda tem muito para crescer no Brasil,
especialmente na área editorial, mas que é um realidade de sucesso em blogs na internet.Abaixo algumas dicas. A matéria na íntegra você confere na edição da ZH deste domingo


Alexandra Aranovich
,
mãe de Matias, 4 anos, e Catarina, 8. Publicitária e autora do blog Destemperadinhos

Estilo PróprioQuando é o momento ideal para viajar com os filhos?
Alexandra – Cada criança é uma criança. No meu caso, a Catarina era um bebê tranquilo.
Tanto que com 28 dias fui para a praia da Silveira passar30 dias. Já o Matias chorava dia e noite e demoramos mais para sair com ele.

EPÉ mais fácil viajar com uma ou com duas crianças?
Alexandra – Quando estão mais crescidos, como os meus agora, é mais fácil com dois. Eles mesmo se fazem companhia, ficam brincando juntos. Com um só é preciso sempre arranjar um amiguinho.

EPQual o principal preparativo para uma viagem com crianças?
Alexandra – Sempre levar uma malinha com os mais variados medicamentos, sempre alguém fica doente. A outra é levar uma mala só com uns brinquedinhos.


*CRIANÇAS A BORDO

Publicitária, mãe do Pedro e da Luiza, escreveu o primeiro livro ano passado.
Patrícia também mantém um blog. Coisas de Mãe (coisasdemae.wordpress.com) traz temas variadossobre filhos. Foi depois de uma viagem de 30 dias pela Tailândia e Dubai com a família que Patrícia passou a dividir suas vivências com outras mães.


*BLOG VIAJANDO COM PIMPOLHOS
A autora Sut-Mie atualmente mora com a família na Bolívia. Traz boas dicas de viagem
para crianças e adultos (viajandocompimpolhos.wordpress.com)

*BUENOS AIRES COM CRIANÇAS – AVENTURINHAS NA TERRA DO DULCE DE LECHE

A autora Fernanda Paraguassu é jornalista e, em 2009, mudou-se para Buenos Aires com os filhos Gabriel, 5 anos, e Manuela, 2. Do blog Buenos Aires para Niños (buenosairesparaninos.blogspot.com) surgiu o livro. Atualmente, ela mora em Jerusalém.


*DESCOBRINDO NOVA YORK COM AS CRIANÇAS
*DESCOBRINDO PARIS COM AS CRIANÇAS

Nas duas cidades, a autora Anna Chaia sugere detalhadamente o roteiro para fazer com
crianças. Cada programa é classificado por faixa etária.

De Porto Alegre para o mundo

12 de novembro de 2011 1

Já pensou num engenheiro definindo sua profissão assim?

– Meu trabalho é fazer as pessoas mais felizes…

Homens de cálculos, do concreto, das engenhocas que possibilitam que as ideias mirabolantes de arquitetos tomem formas reais, eles são normalmente mais práticos e diretos.
Mas um gaúcho, reconhecido internacionalmente, tem este conceito de si:

– Ajudo as pessoas a serem mais felizes através de uma percepção espacial.

O engenheiro porto-alegrense José Canal poderia estar nas páginas desta coluna por isso, pela visão humana do seu trabalho e pelo poder transformador que acredita ter cada novo projeto com o qual se envolve, custe ele milhões de
reais ou de dólares. Aliás, falha minha.

Ele nunca fala dos milhões.
– Dinheiro a gente ganha para viver. Não é um fim.

Mais, não diz. E não por discrição. Depois de três rodadas de conversa em seu apartamento em Porto Alegre, onde também funciona seu escritório, este assunto – verdadeiramente – passa longe de sua pauta de prioridades.
José Canal é tema de reportagem de capa do Donna também pelo protagonismo que adquiriu em algumas das obras em
execução mais importantes do país – duas delas são espaços culturais de proporções ainda não vistas no Brasil.
É dele a função de “Project manager”, algo como o gerente de projeto, do MAR.
A matéria completa você lê na Zero Hora dominical.

Casa M da Bienal fala de inspirações

07 de novembro de 2011 1


O tema é inspiração no bate-papo amanhã (terça-feira, 8 de novembro) na Casa M da Bienal do Mercosul.
A roda de conversa, num dos lugares mais bacanas da grande mostra de arte contemporânea, será Olhar pra frente, olhar pra trás. A estilista gaúcha Greice Antes, responsável pela coleção BelOlhar para a Pompéia, patrocinadora do projeto, faz as vezes de mediadora. No elenco dos participantes, Vivi Gil, Helen Roedel , RochelleZandalli e eu!
Passa lá para contribuir com a proposta!
Ou mande suas sugestões sobre o assunto por aqui.

Olhar pra frente, olhar pra trás
Horário: 19h30m
Local: Casa M – Rua Fernando Machado, 513 – Centro – Porto Alegre

Quando a arte junta gente

07 de novembro de 2011 0

A fórmula é simples e bem executada:
reunir artistas internacionais para uma exposição em que todas as obras tenham o mesmo tamanho – e um tamanho pequeno. Assim, com dimensões restritas, melhor dizendo, mínimas,
a coleção, independentemente do número de integrantes, pode rodar o mundo sem que acarrete grandes custos de transporte e montagem.

A fórmula da Miniarte é também bem-intencionada e bem-sucedida.
A primeira parte, a das boas intenções, existe desde o seu nascimento, em 2003, quando a motivação principal era dar oportunidade a artistas em início de carreira, sem segregar os experientes e de currículo extenso. A exposição Miniarte é também bem-sucedida, pois acaba de abrir sua 14ª edição – e as próximas duas estão agendadas para o Exterior.

Agora, um detalhe importante: a Miniarte tem fórmula com DNA gaúcho.
– Quando foi criada, pensamos em mostrar um panorama horizontal, em que não há júri para
selecionar os trabalhos. É preciso ser maior de 18 anos, apenas se inscrever e, assim, abrimos a primeira porta para artistas que querem seguir carreira e que pensam em começar a montar um currículo internacional – conta a criadora, a artista plástica Clara Pechansky.
Natural de Pelotas, Clara tem farto currículo de exposições no Brasil e, fora, extensa produção artística em técnicas variadas, como desenho e pintura. Apesar de afirmar não se sentir confortável com título de professora, ela ainda mantém um movimentado ateliê em Porto Alegre onde, explica, “orienta” estudantes e artistas.

A matéria na íntegra pode ser lida na ZH dominical.