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Design brasileiro nos parques de Nova York

Hugo França é gaúcho de Porto Alegre e formado em Engenharia Operacional de Produção pela PUCRS. Hoje, sua formação acadêmica lhe ajuda na montagem, logística de transporte e fixação das obras que assina e que correm o mundo. Hugo vive entre São Paulo e Trancoso. Foi na Bahia, ainda nos anos 1980, que descobriu pedaços de madeira pequi vinagreiro, usada pelos índios pataxós para fazer canoas. Ele pensou diferente: usou a madeira centenária para móveis e esculturas. Ganhou fama nacional e internacional, e suas peças são destaque em Europa, Ásia, Estados Unidos e galerias que o representam nos principais centros de arte. Agora Hugo França prepara voo ainda mais alto.Aceitou o convite da prefeitura de Nova York para produzir mobiliário urbano na cidade que dita moda para o mundo. Confira trechos da entrevista onde Hugo França detalha seu futuro em Nova York e defende o design funcional e sustentável que, no caso dele,é sim obra de arte. O texto na íntegra esta na Zero Hora dominical
Estilo Próprio– Como a prefeitura de Nova York chegou até você para este projeto de fazer mobiliário para os parques da cidade?
Hugo França– Tenho um projeto de aproveitamento de árvores de parques e jardins,transformando tudo isso em mobiliário
público no Brasil.Em São Paulo, no Ibirapuera,tenho 11 peças, mais duas no parque Burle Marx e cinco peças no Museu.Quero formar uma parceria com a prefeitura e a iniciativa privada para a gente recolher árvores da cidade e devolver isso em forma de mobiliário público.Em paralelo, criar uma escola que forme mão de obra no aproveitamento do resíduo de material lenhoso.

EP – Mas como ele chegou até Nova York?
França – No ano passado,aconteceu em São Paulo o C40,um fórum anual para os 40 prefeitos das maiores cidades do mundo.
O presidente é o Michael Bloomberg, prefeito de Nova York. Ele doou para o Ibirapuera um dos bancos do Central Park.Propus
ao prefeito Gilberto Kassab, para retribuir a gentileza,a doação de um banco meu para o Central Park. Por critérios oficiais,o banco não pode ser colocado lá e foi para a Casa Oficial dos Prefeitos de NovaYork. Assim,o prefeito Bloomberg conheceu melhor o meu trabalho e autorizou a execução do projeto.

EP– E qual o andamento do projeto? Quando suas peças começam a ser colocadas em Nova York?
França – Estou indo em fevereiro para começar a organizar essa produção,porque vai ser feita parte em maio,e a outra parte, em setembro.Vamos produzir entre 30 e 50 peças,que serão distribuídas pelos cinco bairros de Nova York.Vamos fazer um documentário, um livro e também vamos usar algumas peças para uma exposição comercial na galeria que me representa na
cidade. Resumindo,vamos usar as árvores de parques e jardinsde de Nova York e transformar isso em mobiliário público. É o mesmo projeto que venho tentando viabilizar em São Paulo e em outras cidades.

EP– E você aceitaria propostas para outras cidades?
França – Com certeza.

EP –Não é estranho,ou triste, pensar que você é gaúcho e não tem obras em espaços públicos em Porto Alegre?
França – É uma coisa que sinto muito,completamente desagradável. Já fiz exposições no mundo todo e nunca consegui expor em Porto Alegre.E tenho poucas pessoas que tem peças minhas aí.Brinco que santo de casa não faz milagre.

EP – Estamos vivendo uma polêmica sobre a proteção, guard-rail,da ciclovia do Arroio Dilúvio.Agora,irão decidir por meio de concurso público o design mais adequado.A discussão parece envolver beleza,ou design,e sustentabilidade.Uma dupla que você sempre conseguiu resolver com delicadeza...
França – É. Minha história em Nova York também me deixou muito feliz porque,embora já tenha feito bastante coisa em SãoPaulo, não obtive lá o mesmo interesse que tive da prefeitura de Nova York.

EP –Você deixou Porto Alegre logo depois de formado? E como descobriu e chegou até Trancoso?
França – Nasci e me criei em Porto Alegre e só saí para ir pra São Paulo em 1979,onde morei até 81.Depois eu fui a Trancoso, onde morei até 1995.Em função do trabalho,retornei a São Paulo e aí me estabeleci aqui.Hoje tenho a casa em Trancoso, mas passo a maior parte do tempo em São Paulo.Viajo muito também. Agora,neste ano mesmo, tenho uma programação de viagem muito grande.Tem uma exposição nova,que está vindo o meu galerista de Nova York junto com um parceiro dele da Coreia. A gente deve expôr por lá, no início do mês de novembro.Essa história do design no limite da arte,que não é muita gente que faz,está sendo muito valorizada no mercado internacional.

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Remadas à havaiana

Canoas diferentes, feitas em duas partes, em que seus ocupantes usam, cada um, apenas um remo.
As canoas havaianas deslizam pelas águas do Guaíba desde dezembro passado com uma suavidade que empolga.


Admirando-se a partir da terra firme, remar de uma ilha a outra do Guaíba, quase esquecendo que é esporte e só curtindo o passeio, parece fácil, muito fácil. E não é que é mesmo?
– Um dos grandes baratos é que qualquer um rema já no primeiro dia. Não precisa ser atleta, não precisa um treinamento específico – explica Paulo Prass (de camiseta preta na foto abaixo), grande incentivador da prática no Estado.
Paulinho, como é conhecido no circuito esportivo, acaba de abrir o primeiro Núcleo de Canoas Havaianas do Rio Grande do Sul. E ele é mais do que um incentivador, é um especialista: foi treinador da equipe brasileira de remo nos Jogos Olímpicos de Atlanta e medalhista nos Jogos Panamericanos de Mar del Plata. Durante muitos anos, treinou as equipes de remo e chefiou o departamento de esportes do Grêmio Náutico União.
– Achei que esta também era uma maneira de trazer o porto-alegrense para mais perto do Guaíba – justifica.

Paulo se empolgou com a primeira canoa de um usuário que viu no Estado.
Vislumbrou uma boa oportunidade, correu para São Paulo, onde a prática é bem mais popular,
aprendeu as técnicas e ajustou os materiais para agora, neste verão, abrir o Walea – seu núcleo com sede na Ilha Grande dos Marinheiros.
A primeira canoa foi comprada em outubro, depois que Paulo aprimorou seus conhecimentos com um dos pioneiros das canoas havaianas no país.
O equipamento nos moldes atuais, feito em fibra,bem leve, desembarcou no Brasil apenas nos anos 2000 – o que certifica que, no país, a canoagem havaiana é ainda uma novidade.

– Optei por batizar meu espaço de núcleo e não de escola ou academia. Não foi capricho, mas algo bem planejado. Escola dá uma ideia mais infantil, e academia lembra sempre um lugar fechado. Aqui quero unir esporte, lazer e família.

Paulinho enfatiza o lazer e família porque tem investido justamente em equipamento que atenda a essas características. O interessado pode fazer aula individual ou em grupo.
Pode também só sair para passeios, tours pelas águas, sem grande esforço físico, curtindo a natureza para desbravar as ainda pouco exploradas ilhas do Delta do Jacuí.

– Há lugares por esta região que, se a gente bate uma foto e mostra para alguém, a pessoa
jura que é algum outro roteiro famoso de turismo no Brasil.

Parceiro dos tempos de equipe de remo do União, Marcílio Moita, hoje sócio em uma construtora, também está empolgado com a nova técnica. Tanto que aceitou o convite para competir em uma prova com um percurso de 75 quilômetros no ano que vem, em São Paulo.
– Claro que é lazer, mas não adianta, a gente se empolga – confessa Marcílio.

Mesmo se apresentando como um ex-atleta, Marcílio – mais de 20 vezes campeão gaúcho de remo, com regatas internacionais no currículo, inclusive no Japão, e bicampeão brasileiro – diz que é difícil se manter longe das competições.

Paulo Prass, em seu núcleo Walea, também dá aulas de stand up, a espécie de prancha em que o usuário fica em pé e também utiliza um remo. Mas o modismo da hora, e não só para este verão, ele garante, é a canoa havaiana.

– Como é fácil de remar, a pessoa escolhe se quer usar apenas para lazer ou como esporte, intensificando a velocidade das remadas – ensina.

Pensando no público amador, se assim puder ser chamado, o núcleo de canoagem montou
programas diferentes. Há passeios individuais, em dupla e para grupos com seis pessoas. Em qualquer das opções, os cuidados com a segurança são rígidos. Paulo acompanha os passeios, dá as aulas e orienta os alunos, que só caem na água se estiverem devidamente equipados com coletes salva-vidas.
E antes que alguém ache que a canoa não vira, apesar de ser mais estável por ter duas partes conectadas, se enganou.
– É mais estável, mas também vira. Mas aqui, a água é limpa – tranquiliza Paulo.

As canoas havaianas são uma obra de engenharia que nasceu em harmonia total com a natureza. O barco milenar, usado pelos povos da Polinésia para desbravar ilhas, antes era feito de material rústico e usado como eficiente meio de transporte. Nos tempos de hoje, foi transformado em outro material mais leve e resistente, a fibra – assim a canoa de um lugar pode ser levada para a água por apenas uma pessoa, pois pesa 12 quilos.

– Estou preparando também para usar a canoa havaiana para treinamento de empresas, num trabalho mais corporativo. Paulo explica que, na canoa para seis pessoas, cada um da equipe tem uma função, e a travessia só flui se todos estiverem em sintonia. Alguns comandos
são “cantados” pelo coordenador. Para entrar mais no clima, todas as instruções são ensinadas em havaiano
.

Essa prática ainda deve ganhar mais espaço nos próximos anos. Com a perspectiva de crescer
muito em outros Estados, como já acontece em São Paulo, a canoagem havaiana vai ser esporte de apresentação na Olimpíada de 2016.

– Acho que em breve ela será oficializada como um esporte olímpico – prevê Paulo.

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Elas fazem a moda

O editorial de moda da edição que chega às bancas só em março já está fotografado. A revista de janeiro, então, está quase prontinha para ser folheada. Assim trabalha uma das principais revistas de moda do mundo, a Vogue: sempre se antecipando para, com perdão da repetição, antecipar o que será objeto de desejo das suas leitoras.
Por meio de informação ou apresentação de diferentes combinações de peças de roupas, a revista conta para sua leitora o que ela vestirá e como ela pode se vestir em determinada estação.

Há pouco mais de um ano, a versão brasileira da revista passou a ser editada por uma parceria entre as editoras Condé Nast e Globo. Antes, ela funcionava como uma franquia, capitaneada po outro grupo, como conta Daniela Falcão, diretora de redação:
Com a Carta Editorial, éramos licenciados. Agora a Condé Nast, este grande grupo editorial do mundo, que também edita a Vanity Fair e a GQ, além da Vogue, está com este investimento forte no Brasil.

A reportagem completa e mais bastidores da Vogue você Lê na Zero Hora dominical

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O esmalte ganha casa própria

Salão de beleza, ou melhor, salão de embelezamento especializado em unhas.
Esta é a proposta que virou mania em São Paulo e desembarcou com força em Porto Alegre.

Por aqui já existem algumas opções na cidade, como no Bairro Moinhos de Vento. Mas a Capital acaba de ganhar o esmalteclube, aberto pelas sócias, as irmãs Aninha Zanella, Juliana Zanella, mais as amigas Karla Krieger e Karen Arísio, onde tudo foi planejado e pensado para o tratamento de pés e mãos, uma butique de unhas.

Nós já tínhamos gostado muito do modelo que a estilista Adriana Barra abriu dentro da sua loja nos Jardins, em São Paulo – conta Aninha.
Com outros exemplos que vimos por lá, lançamos o nosso modelo aqui, formatado para a cliente gaúcha.

O esmalteclube, assim mesmo, em letras minúsculas, consumiu investimento, obras e muita pesquisa. O clube de embelezamento de unhas tem como sede uma casa de 1932, inteiramente reformada no Bairro Auxiliadora.
O espaço ganhou até pátio, com baias para que as donas possam ir se arrumar e deixar seus cachorros em um espaço aberto e seguro. Tem também uma área infantil para quem vai com os filhos e enquanto é atendida vê a criança entretida com o quadro negro para desenhar, além de livros e brinquedos.
A reportagem completa você pode conferir na Zero Hora deste domingo.
O maravilhoso mundo dos esmaltes

■ não existe mais a ditadura de pintar o pé da mesma cor da mão.

■ adolescentes raramente repetem a mesma cor de uma semana para outra

■ um dos maiores sucesso da rede são os blogs que se dedicam somente a falar de esmaltes

■ já foi criada em São Paulo uma semana de moda de esmaltes, a Nails Fahion Week.

■ nada de esmaltes com cheiro forte, como de remédios. A nova geração vem com essências que deixam as unhas com um aroma
agradável.

■ a Revlon, que fatura bem neste segmento, tem uma linha de esmaltes com nomes criativos, como suco de laranja, chiclete e
algodão doce.

■ o trabalhão de tirar as cutículas com o alicate pode ser diminuído com as canetas removedoras. O produto promete remover a cutícula e o excesso de pele delicadamente, utilizando um aplicador que libera o gel.

■ no Rio de Janeiro existe um lugar onde os vidrinhos de esmalte dividem lugar com drinks. No Bar das Unhas, as clientes consomem bebidas, sucos e saladinhas enquanto fazem a mão.

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Arquitetura além da forma


O espanhol Fermín Vázquez faz parte de uma elite da arquitetura mundial.
Não que ele deixe isso aparentar durante uma conversa ou muito menos numa entrevista.
Vazquez é discreto, mas assina projetos ousados.
São prédios que ganham fama internacional, conquistam prêmios, transformam paisagens e funcionamentos de localidades, obras que podem se tornar símbolo de cidades.
Fundador do escritório b720, com sede em Barcelona, saiu de sua prancheta  - ele gosta sempre de contar que saiu da sua equipe  - o projeto do Cais Mauá – transformação, estimada em R$ 570 milhões, pelo qual passará o Cais do Porto de Porto Alegre.
Estilo Próprio aproveitou a passagem do arquiteto pela Capital para um batepapo sobre o futuro das cidades.
Confira abaixo alguns trechos, e a matéria na íntegra está na Zero Hora dominical

Estilo Próprio – Ouvi dizer que você é um grande apaixonado, um entusiasta pelo projeto do Cais Mauá. Por quê?
Fermín Vázquez - Eu acredito que a arquitetura necessita de paixão, porque no fundo a arquitetura é um mecanismo
para transmitir emoção. A diferença entre a boa arquitetura e a má arquitetura é que a boa transmite emoções
e a má não. O nosso objetivo é fazer a melhor arquitetura possível e sempre somos apaixonados pelos projetos.

EP – O que lhe encantou num primeiro momento no projeto?
Vázquez - Minha primeira impressão foi a de uma enorme oportunidade, uma oportunidade extraordinária de ter uma área tão grande que afeta todo o centro de Porto Alegre, e que praticamente todo o centro de Porto Alegre vai se conectar com o Guaíba. Num primeiro momento, acreditava que teria que substituir mais armazéns e trazer mais
atividades, mais densidade para a área. Com o tempo, descobrimos que o patrimônio dos armazéns deveria ser preservado, que era importante e valioso demais e que, na realidade, não era um problema, mas uma oportunidade para o projeto.

EP – Você já esteve muitas vezes na Capital. Alguma área da cidade lhe agrada mais? Alguma outra gostaria de mudar?
Vázquez – Gosto de muita coisa. Uma das coisas que eu mais gostaria, depois destes anos trabalhando em Porto Alegre, é que, com o avanço do sistema de transporte público, aquela praça do Mercado Público se abrisse ao
Guaíba. Naquela área, hoje, temos três barreiras:
o muro, os trilhos e a estação.
Algum dia, quando o transporte público e o metrô tiverem sido finalizados, e quando o uso de carros tiver sido reduzido, a praça do Mercado poderá se abrir ao Guaíba

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Bom exemplo dentro e fora de campo

Paulo Cesar Tinga, meio campo do Inter, é também engajado nas causas sociais. Nesta sexta-feira (25/11) ele tem um encontro marcado com os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Chapéu do Sol.
O encontro é uma das atividades que encerram a Semana da Consciência Negra, promovida nos últimos dias na instituição pelo Grupo Cultural Baobá.

De acordo com a vice-diretora da escola e uma das coordenadoras do Baobá, Edianie Azevedo Bardoni, a ação, intitulada “Um ídolo na escola”, tem por objetivo mostrar aos estudantes que o esporte pode ser uma possibilidade de crescimento em suas vidas. Bacana.

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A criançada pega a estrada

Época de férias, claro, época de se programar em família. Embarcar com crianças no ônibus, no carro, no avião ou até no navio, todos os pais concordam, exige planejamento.

A coluna Estilo Próprio da Zero Hora dominical reuniu um time de craques, mães que estão se
especializando em dar dicas e falar sobre viagem com os filhos. O know how delas veio por experiência própria, por isso as dicas são tão especiais: foram testadas com os filhos. Essas profissionais são referência num mercado que ainda tem muito para crescer no Brasil,
especialmente na área editorial, mas que é um realidade de sucesso em blogs na internet.Abaixo algumas dicas. A matéria na íntegra você confere na edição da ZH deste domingo


Alexandra Aranovich
,
mãe de Matias, 4 anos, e Catarina, 8. Publicitária e autora do blog Destemperadinhos

Estilo PróprioQuando é o momento ideal para viajar com os filhos?
Alexandra – Cada criança é uma criança. No meu caso, a Catarina era um bebê tranquilo.
Tanto que com 28 dias fui para a praia da Silveira passar30 dias. Já o Matias chorava dia e noite e demoramos mais para sair com ele.

EPÉ mais fácil viajar com uma ou com duas crianças?
Alexandra – Quando estão mais crescidos, como os meus agora, é mais fácil com dois. Eles mesmo se fazem companhia, ficam brincando juntos. Com um só é preciso sempre arranjar um amiguinho.

EPQual o principal preparativo para uma viagem com crianças?
Alexandra – Sempre levar uma malinha com os mais variados medicamentos, sempre alguém fica doente. A outra é levar uma mala só com uns brinquedinhos.


*CRIANÇAS A BORDO

Publicitária, mãe do Pedro e da Luiza, escreveu o primeiro livro ano passado.
Patrícia também mantém um blog. Coisas de Mãe (coisasdemae.wordpress.com) traz temas variadossobre filhos. Foi depois de uma viagem de 30 dias pela Tailândia e Dubai com a família que Patrícia passou a dividir suas vivências com outras mães.


*BLOG VIAJANDO COM PIMPOLHOS
A autora Sut-Mie atualmente mora com a família na Bolívia. Traz boas dicas de viagem
para crianças e adultos (viajandocompimpolhos.wordpress.com)

*BUENOS AIRES COM CRIANÇAS - AVENTURINHAS NA TERRA DO DULCE DE LECHE

A autora Fernanda Paraguassu é jornalista e, em 2009, mudou-se para Buenos Aires com os filhos Gabriel, 5 anos, e Manuela, 2. Do blog Buenos Aires para Niños (buenosairesparaninos.blogspot.com) surgiu o livro. Atualmente, ela mora em Jerusalém.


*DESCOBRINDO NOVA YORK COM AS CRIANÇAS
*DESCOBRINDO PARIS COM AS CRIANÇAS

Nas duas cidades, a autora Anna Chaia sugere detalhadamente o roteiro para fazer com
crianças. Cada programa é classificado por faixa etária.

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De Porto Alegre para o mundo

Já pensou num engenheiro definindo sua profissão assim?

– Meu trabalho é fazer as pessoas mais felizes...

Homens de cálculos, do concreto, das engenhocas que possibilitam que as ideias mirabolantes de arquitetos tomem formas reais, eles são normalmente mais práticos e diretos.
Mas um gaúcho, reconhecido internacionalmente, tem este conceito de si:

– Ajudo as pessoas a serem mais felizes através de uma percepção espacial.

O engenheiro porto-alegrense José Canal poderia estar nas páginas desta coluna por isso, pela visão humana do seu trabalho e pelo poder transformador que acredita ter cada novo projeto com o qual se envolve, custe ele milhões de
reais ou de dólares. Aliás, falha minha.

Ele nunca fala dos milhões.
– Dinheiro a gente ganha para viver. Não é um fim.

Mais, não diz. E não por discrição. Depois de três rodadas de conversa em seu apartamento em Porto Alegre, onde também funciona seu escritório, este assunto – verdadeiramente – passa longe de sua pauta de prioridades.
José Canal é tema de reportagem de capa do Donna também pelo protagonismo que adquiriu em algumas das obras em
execução mais importantes do país – duas delas são espaços culturais de proporções ainda não vistas no Brasil.
É dele a função de “Project manager”, algo como o gerente de projeto, do MAR.
A matéria completa você lê na Zero Hora dominical.

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Casa M da Bienal fala de inspirações


O tema é inspiração no bate-papo amanhã (terça-feira, 8 de novembro) na Casa M da Bienal do Mercosul.
A roda de conversa, num dos lugares mais bacanas da grande mostra de arte contemporânea, será Olhar pra frente, olhar pra trás. A estilista gaúcha Greice Antes, responsável pela coleção BelOlhar para a Pompéia, patrocinadora do projeto, faz as vezes de mediadora. No elenco dos participantes, Vivi Gil, Helen Roedel , RochelleZandalli e eu!
Passa lá para contribuir com a proposta!
Ou mande suas sugestões sobre o assunto por aqui.

Olhar pra frente, olhar pra trás
Horário: 19h30m
Local: Casa M - Rua Fernando Machado, 513 - Centro - Porto Alegre

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Quando a arte junta gente

A fórmula é simples e bem executada:
reunir artistas internacionais para uma exposição em que todas as obras tenham o mesmo tamanho – e um tamanho pequeno. Assim, com dimensões restritas, melhor dizendo, mínimas,
a coleção, independentemente do número de integrantes, pode rodar o mundo sem que acarrete grandes custos de transporte e montagem.

A fórmula da Miniarte é também bem-intencionada e bem-sucedida.
A primeira parte, a das boas intenções, existe desde o seu nascimento, em 2003, quando a motivação principal era dar oportunidade a artistas em início de carreira, sem segregar os experientes e de currículo extenso. A exposição Miniarte é também bem-sucedida, pois acaba de abrir sua 14ª edição – e as próximas duas estão agendadas para o Exterior.

Agora, um detalhe importante: a Miniarte tem fórmula com DNA gaúcho.
– Quando foi criada, pensamos em mostrar um panorama horizontal, em que não há júri para
selecionar os trabalhos. É preciso ser maior de 18 anos, apenas se inscrever e, assim, abrimos a primeira porta para artistas que querem seguir carreira e que pensam em começar a montar um currículo internacional – conta a criadora, a artista plástica Clara Pechansky.
Natural de Pelotas, Clara tem farto currículo de exposições no Brasil e, fora, extensa produção artística em técnicas variadas, como desenho e pintura. Apesar de afirmar não se sentir confortável com título de professora, ela ainda mantém um movimentado ateliê em Porto Alegre onde, explica, “orienta” estudantes e artistas.

A matéria na íntegra pode ser lida na ZH dominical.

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O que me interessa na psicanálise é a confusão

A psicanalista francesa Laurence Kahn desembarcou no Brasil pela primeira vez a convite da
Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA).
Na última semana, Laurence, que é também historiadora helenista e foi presidente da Associação Psicanalítica da França, falou a profissionais gaúchos sobre holocausto, barbárie e violência social.

Ainda em temáticas atuais, analisou a importância da psicanálise no mundo contemporâneo. A autora de La Petite Maison de l´Âme e Faire Parlerle Destin conversou com o Estilo Próprio em um intervalo de uma de suas conferências. Encantada com Porto Alegre, deixou suas impressões em um bate-papo que você confere na íntegra na edição da Zero Hora dominical.
Confira alguns trechos:

Estilo Próprio – A senhora visita Porto Alegre pela primeira vez. Fiquei sabendo que fez tudo a pé.
Laurence Kahn – Conhecemos Porto Alegre caminhando. Foram quase duas horas, um grande tour, pois saímos do hotel
Blue Tree e caminhamos até o Centro Histórico. É uma cidade maravilhosa por causa da sua vegetação.
Tem árvores floridas, é uma beleza caminhar por aqui.

EP– A exposição da morte de Khadafi, a violência das cenas, o que faz com que essas imagens corram o mundo? Por que há interesse em ver estas imagens? Morbidez?
Laurence – Isso é mais complicado. As imagens do linchamento foram precedidas de imagens idênticas de pessoas bem
menos célebres do que ele. A mesma coisa as fotos que foram feitas na execução de Saddam Hussein.
A minha questão é: será que é um fato absolutamente novo? Estamos focando no hoje, quando as imagens são divulgadas
na internet. Mas penso que a paixão de ver isso é uma paixão que existe desde sempre. Quando existiam as execuções
públicas, as pessoas eram absolutamente fascinadas por ver o instante da morte. O problema é saber o que mudou na modalidade de regulação social, desta captação deste momento. Esta captação participa da vida psíquica.
Esta captação do pavor, de tentar prender o que não pode ser preso. Tivemos sem dúvida uma moral do Iluminismo que durou até o fim da pena de morte. De certa maneira, uma moral que governou bem e mal durante muito tempo os informantes da própria sociedade. Os jornalistas eram os primeiros da fila. O problema não está na difusão das
imagens, mas na falta do discurso político que acompanha.

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Roteirista de A Rede Social poderá escrever a biografia de Steve Jobs para o cinema

Pelo jeito, a Sony Pictures levará adiante o projeto da cinebiografia de Steve Jobs baseada no livro de Walter Isaacson. Os rumores apontam que já tem até um roteirista cotado: Aaron Sorkin, de A Rede Social e Moneyball, além de criador das séries The West Wing e Studio 60 on the Sunset Strip. A informação é do site do jornal LA Times. De acordo com a publicação, Sorkin está analisando o projeto e ainda não tomou nenhuma decisão.
Mark Gordon (da série Grey's Anatomy) assinará a produção, e até o momento, não há nomes para direção nem elenco.

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Lagerfeld para todos os bolsos


Karl Lagerfeld
está prestes a expandir ainda mais seu império. No início do ano que vem, o estilista vai lançar duas linhas femininas dentro de sua grife homônima.
A primeira, chamada Karl, terá peças com valores mais acessíveis, variando entre 60 a 300 euros. A Karl trabalhará com produção própria e será vendida principalmente pela internet – começando pela Net a Porter, antes da ativação do e-commerce do site karllagerfeld.com, que deve estrear em 28 de fevereiro.


A segunda linha, Karl Lagerfeld Paris terá preços mais altos, em torno de 300 e 2.500 euros, e será comercializada em lojas de alguns pontos estratégicos da Europa, Oriente Médio, Ásia e Rússia.

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Piano dobrável

Ter um piano de cauda em casa pode não ser mais um privilégio apenas dos que  possuem um espaço amplo.  
Pensando na difícil portatibilidade instrumento, os designers Yun Jin-yeong e Jeong Seong-hun encontraram uma maneira de, literalmente, dobrar este problema.
O Flat Packing the Piano é um piano conceitual, repleto de atrativos para músicos profissionais e colecionadores. O melhor é a economia de espaço: dezesseis Flat Packing the Pianos ocupariam o volume de um piano de cauda tradicional, o que significaria menor gasto com transporte.
Infelizmente o produto ainda não foi lançado, pois ainda não se sabe como ele reagiria sonoramente, mas ideia é bacana.

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Velas podem fazer mal à saúde

Hit em todos os tipos de decoração, as velas podem ser encontradas em várias formas, coloridas, com cheiro. Tem até vela que libera substâncias calmantes ou estumulantes. Mas atenção: nem todas são tão inofensivas quanto parecem.

O alerta veio da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e foi publicado no jornal Daily Mail. Pesquisadores descobriram que as velas aromatizadas feitas de parafina, substância derivada do petróleo, emitem substâncias tóxicas na combustão semelhantes a um cigarro, e elas podem ser tão nocivas quanto.

Entre as substâncias identificadas na queima das velas estavam o tolueno e o benzeno, entre outros produtos químicos e cancerígenos, que podem aumentar as chances de desenvolver algumas doenças, como eczema, asma e problemas de pele.

Então, fica a dica: procure comprar velas fabricadas a partir de cera de abelha e soja, livres de substâncias nocivas, e procure não acender em ambientes fechados.

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