clicRBS


 

O mundo maravilhoso dos sorvetes

O Estilo Próprio desta semana entra no maravilhoso mundo dos sorvetes. Mas vamos logo avisando que se tratam de sorvetes um pouco diferentes: de azeitona, gengibre com manga, entre outros.

E tudo feito artesanalmente.

Confira o vídeo:

  • Share/Save/Bookmark

Mindlin era especial

Uma das melhores partes do trabalho de jornalista é conhecer pessoas. Sempre é interessante se aproximar de personagens com vidas diferentes da nossa - mesmo que seja apenas por alguns instantes.

Melhor ainda se este personagem é especial.

Em 2004 tive a oportunidade entrevistar José Mindlin. Fui em busca de uma conversa com o dono da biblioteca recheada de raridades. Saí da entrevista enfeitiçada.

Falou-se de livros, mas falou-se mais ainda de vida, de amor, de cultura, de casamento, de objetivos de vida, enfim, uma conversa que guardo como um dos momentos mais marcantes da minha profissão.

Nunca esqueci.

De volta a São Paulo, Mindlin se mostrou ainda mais encantador. Trocamos correspodência (sim, enviei uma carta). Mandei livros de autores gaúchos e ele me presenteou com um livro de dedicatória doce e um cartinha que comprovava que a primeira impressão que tive dele é a que deveria ficar.

Mindlin era especial.

>>> Confira a entrevista publicada no caderno Donna em 8 de fevereiro de 2004:

Donna ZH – Quando o senhor vendeu sua empresa disse que precisaria de 300 anos para ler tudo o que gostaria.

José Mindlin – Mesmo se eu tivesse a receita, não valeria a pena. Durante estes 300 anos deviam ser publicados tantos livros que eu precisaria de mais 300. Viver uma vida longa só faz sentido se a gente pudesse fazer um bom grupo. Sozinho, cercado de gente nova, que não se conhece, perde um pouco a graça.

Donna ZH – O senhor é chamado de mecenas da cultura, um milionário …?

Mindlin – Não (interrompendo), eu tô longe de ser milionário.

Donna ZH – Não concorda?

Mindlin – Não. Primeiro porque não sou. E, se fosse, não gostaria de ter o  que você chama de grife. Sou uma pessoa que leva a sério o que faz, mas não se toma a sério. Faço com prazer. A biblioteca, comecei aos 13 anos. As gravuras, nem sabia que tinha uma coleção. Descobri quando fui procurado para fazer uma exposição. Nestes anos todos fiz muita ginástica.

Donna ZH – Fez ginástica financeira para conseguir os livros?

Mindlin – Sim. Até os anos 60, 70 ganhava minha vida, bem, mas como advogado, sem extravagâncias. Mas a tentação de extravagâncias na garimpagem sempre aparece. A melhor maneira de se livrar de uma tentação é ceder. Assim, a gente tira da cabeça.

Donna ZH – O senhor segue isto para outras coisas da sua vida?

Mindlin – Em termos (rindo). Com um certo juízo, viu? Eu também fujo de ter muito juízo. Isso complica a vida.

Donna ZH – Tem mais graça levar a vida com menos juízo?

Mindlin – Dá mais graça. Tudo depende da escala. Não se pode ter critério absoluto. Estou casado há 65 anos com a mesma mulher – o que não é comum.

Donna ZH – Puxa, é tempo. Estou casada há dois meses…

Mindlin –
Ah, parabéns. Separar é muito fácil. É preciso querer ficar junto, um casamento se constrói.

Donna ZH – Sua mulher reclama dos livros?

Mindlin – Não, acompanha. Prefere livros às jóias. Conheci Guita no que chamo de uma aventura de alto risco. Cheguei na faculdade de Direto e encontrei uma caloura cercada de rapazes tentando convencê-la a entrar nos partidos de estudantes. Olhei a moça e disse “tudo isso é bobagem, se você quer um bom partido, está aqui”. Ela levou a sério.

Donna ZH – Felizes para sempre?

Mindlin – Somos muitos felizes. Não é um casamento agüentado, é um casamento curtido.

Donna ZH –Tem fórmula de sucesso esse casamento tão saudável?

Mindlin – Fórmula de procurar um entendimento, saber que tem que haver transigências. Não pode haver imposição ou luta de poder. Casamento se constrói todos os dias. Brigar é fácil. Não brigar exige parar e pensar. Infelizmente, quando você completar 65 anos de casada, não vou estar aí para cumprimentá-la. Você vai se lembrar: “Ah, houve um velhote que disse que ser feliz é também uma questão de querer.”

Donna ZH – Já conversamos sobre duas paixões da sua vida, sua mulher e os livros. Existem outras?

Mindlin – Minha filha mais velha, aos oito anos, me disse “sei do que você gosta. Primeiro gosta de nós, depois, de livros e depois, de vinhos.”

Donna ZH – Os vinhos são levados tão a sério como os livros?

Mindlin – Não sou um grande conhecedor, mas bebo com prazer. Minha segunda filha desenhou para mim um ex-libris. Usou como lema Eu Não Faço Nada Sem Alegria, dos Ensaios de Montaigne. Nem sempre se consegue. Às vezes, há obrigações, mas procuro
ver o lado positivo. Minha primeira reação é pensar que podia ser pior.

Donna ZH – O senhor é um exemplo de empresário bem-sucedido que viu na cultura uma forma de responsabilidade social. Existem seguidores?

Mindlin – A classe empresarial não é fácil de definir. Existem diferenças de quase 180 graus. Têm pessoas retrógradas, que não olham o mundo. E há pessoas com um sentido social. Cresce o número de empresários que têm uma noção clara de responsabilidade social.

Donna ZH – O senhor se arrisca a sugerir um empresário brasileiro capaz de ser seu sucessor?

Mindlin – Há muita gente. Posso esquecer de mencionar alguém. Sempre vi a empresa não com uma finalidade em si mesma e sim como um instrumento de desenvolvimento social. Todos vivem e devem viver num mutirão para construir o país. E a empresa é um instrumento para conseguir isso. Por isso, ela tem que ser rentável. O problema não é o lucro, é o que se faz com ele.

Donna ZH – A elite financeira do país e a elite intelectual estão tão distantes quanto parecem?

Mindlin – O que é elite é difícil de saber. O Brasil é um país de grande classe média, que sofreu muito nestes anos todos. Você tem os esnobes, os egoístas e os intelectuais. Ou mesmo os sem preocupação intelectual, mas que têm a social. O ser humano varia muito e, curiosamente, é basicamente o mesmo no tempo e no espaço.

Donna ZH – Quantas horas o senhor lê por dia? Segue uma rotina?

Mindlin –
Minha leitura é feita da soma de pequenos períodos. Posso ler 20 minutos, interromper e voltar três ou quatro horas depois. Estou com um problema de visão que me atrapalha. Leio mais devagar do que lia antes.

Donna ZH – O senhor lê em quantos idiomas?

Mindlin – Português, inglês, francês, espanhol, italiano e também um pouco de alemão.

Donna ZH – O senhor lê livros infantis para acompanhar seus 12 netos ?

Mindlin – Não li Harry Potter, mas gosto muito de ficção e biografia. Cheguei na casa da minha filha e encontrei Helena (a neta, aos nove anos) lendo um calhamaço, o terceiro volume do Harry Potter. Você gostou, perguntei? E ela: “Gostei mais do primeiro e do segundo volume. Neste, ela fala muito e diz pouco”. É uma frase de um crítico literário, com uma boa intuição. Eu, como avô coruja, fiquei entusiasmado.

Donna ZH – Sua paixão pela literatura acabou contagiando toda a família?

Mindlin – Acho que tem um conteúdo patológico, mas é uma doença que faz bem em vez de mal. E também é incurável. O que procuro fazer é inocular este vírus num maior número possível de jovens e crianças. Se eles pegarem o vírus, estão perdidos para o resto da vida.

  • Share/Save/Bookmark

Uma conversa com o chef revelação de São Paulo

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 22/02

O Estilo Próprio foi a São Paulo fazer uma visita ao restaurante Vito, do chef revelação André Mifano.

Confira no vídeo como foi essa deliciosa passagem pela Vila Beatriz:

  • Share/Save/Bookmark

Mobilidade proporcionando experiências

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 22/02

Repensar conteúdos das mais diversas mídias e aplicá-los em celulares é o norte da QueenMob.

No vídeo, a jornalista e empresária Samantha Carvalho explica melhor como funciona essa empresa gaúcha.

Assista abaixo:

  • Share/Save/Bookmark

As tendências da moda para 2010

ESTILO PRÓPRIO NA TVCOM 22/02

Nada de servidão nem de arrogância: é assim que o consultor de moda Eduardo Motta vê sua relação com as tendências. Neste bate-papo, Motta preconiza que talvez não importe o que venha primeiro no caminho das novidades, se a mudança do gosto ou a necessidade da indústria de vender.

Confira a entrevista com Motta:

  • Share/Save/Bookmark

Mobiliário gaúcho no Carnaval do Rio

A gaúcha Coza aproveitou o Carnaval no Rio para colocar nas ruas uma campanha valorizando as peças de colorido incrível que produz. A campanha da Braind, com fotos de Leticia Remião e direção de criação de Marcelo Finkler, estão espalhadas pela cidade em abrigos de ônibus, relógios e totens.

A empresa de design diferenciado está com um posto avançado também em Frankfurt, na Alemanha, onde participa da feira Ambiente, uma das mais importantes em objetos de decoração e utilidades

  • Share/Save/Bookmark

Tênis Christian Louboutin

Assim como os sapatas de salto altíssimo do designer, os tênis masculinos também têm solado vermelho.  A nova coleção só deve chegar ao Brasil (em São Paulo) em março, mas conheça agora os modelos em tachas da coleção primavera-verão 2010 masculina. O dourado, da foto acima, será vendido a R$ 3,8 mil.

  • Share/Save/Bookmark

Chegada da Madonna

Fernanda Zaffari registrou o momento em que cantora Madonna chegou ao camarote da Brahma para acompanhar o primeiro dia do desfile das escola de samba do Rio de Janeiro. Todas as atenções se voltaram para a musa pop.

  • Share/Save/Bookmark

Carnaval no Rio

Um giro pelos camarotes, lotados de pessoas bonitas e famosas no segundo dia de carnaval no Rio de Janeiro

Viviane Pasmanter
Viviane Pasmanter

Débora Bloch
Débora Bloch

Maitê Proença
Maitê Proença

Flávia Alessandra, Otaviano Costa e as filhas do casal
Flávia Alessandra, Otaviano Costa e as filhas do casal

Maria Fernanda Cândido
Maria Fernanda Cândido

Fiorella Mattheis
Fiorella Mattheis

Luana Piovani
Luana Piovani

Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães
Fernanda Torres e Luis Fernando Guimarães

Aparecida Petrowky
Aparecida Petrowky

Grazi Massafera retocando a maquiagem
Grazi Massafera retocando a maquiagem

Manoel Carlos
Manoel Carlos

Thiago Rodrigues e Cristiane Dias
Thiago Rodrigues e Cristiane Dias


  • Share/Save/Bookmark

Madonna é a dona do pedaço

Para aqueles que acham que celebridades em excesso prejudicam o samba, a noite de domingo, definitivamente, não foi para eles. Tudo na Sapucaí se dividiu entre AM e DM – antes e depois de Madonna. Muitos gritaram, chamaram pela estrela, mas ela nunca parou para fotos. Não foi antipática, pelo contrário, mas fez o estilo discreto, sem concessão a jornalistas e fãs.

No camarote do governador Sergio Cabral, provocou confusão ao aceitar a infeliz ideia de alguém que a acompanhava para descer à pista e tentar atravessá-la durante o desfile da Imperatriz. Passar de um lado ao outro da Sapucaí quando um desfile está ocorrendo é proibido por motivos óbvios: prejudica o espetáculo.

Os seguranças da Liga das Escolas (Liesa) não se sensibilizaram com a presença da estrela e, antes que atrapalhasse a evolução da escola, a mãe do pop teve de voltar para o camarote do governo, onde estava a mãe do PAC. Dilma Rousseff interagiu com o grupo. Em certo momento, a ministra segurou a filha mais nova da cantora, Mercy (vestida de fadinha), no colo.

Com 30 seguranças, Madonna rumou para seu segundo compromisso: camarote da Brahma. A Ambev doou US$ 1 milhão para a sua ONG e garantiu sua presença no espaço. O saldo de Carnaval no Brasil é muito positivo. Some-se ao milhão da Ambev outro milhão, doado em um jantar, na quarta-feira, pelo banqueiro Luís Octavio Índio da Costa.

O Camarote N° 1 se mobilizou para recebê-la. Um cercadinho VIP, com grades de proteção, foi montado no início da noite. Aos poucos, começaram a chegar seguranças, e os convidados fizeram correr a notícia de que a área era para “ela”.

Justiça seja feita, a grande tietagem pela presença de Madge no camarote foi da imprensa e de um grupo de fãs. Artistas e convidados bateram fotos, mas continuaram curtindo o Carnaval, dando umas espiadelas para ver se conseguiam avistar a estrela em lugar mais privilegiado. Três integrantes da comitiva da cantora chegaram mais cedo, seguidos do namorado dela, o modelo e agora DJ Jesus Luz. À espera, bateram fotos e gravaram parte dos desfiles. Antes de Madonna chegar, os seguranças não deixavam as pessoas nem se apoiarem na grade de metal:

– Não pode, não. Desculpe – dizia um deles constrangido.

Quando ela chegou, foi a vez de eles cumprirem ordens. Foram orientados a ficar de costas para a cantora, de frente para os fotógrafos. Um corredor humano, com mais de 40 homens, formou-se para garantir o acesso seguro. Madonna entrou no local anunciada por Rodrigo Santoro, assim como o ator escocês Gerard Butler.

– Quero chamar uma convidada muito ilustre que está aqui hoje. O Brasil é o país do amor. Aqui é uma celebração da felicidade, e nós estamos muito felizes de ter você. Bem-vinda ao Brasil e ao Rio – disse Santoro.

A cantora lascou um “muito obrigada” e um estranho “muito felice”. Foi só. Depois, ficou no seu espaço Golden VIP com o namorado e a comitiva – as filhas não participaram desta segunda parte do desfile. Um dos rapazes insistia em vestir apenas um braço da camiseta do patrocinador. A segurança não deu mole, obrigou o traje completo.

Com uma garrafa de água, vestindo calça justa preta e uma sandália de salto agulha altíssima (a cantora é mesmo bem baixa), ela ensaiou uns passinhos com a modelo brasileira Michelle Alves, mulher do seu agente, Guy Oseary. Cansou do salto e ficou um bom tempo sentada no chão. Fez cara de espanto e vibrou quando passou o carro alegórico com o sósia de Michael Jackson. Chegou a se levantar para ver de pertinho. Gostou, mas foi embora cedo, antes de o Salgueiro passar.

  • Share/Save/Bookmark

Lucília Diniz

A empresária Lucília Diniz no camarote, ainda com a fantasia usada para desfilar pela Grande Rio.

Jayder Soares e Lucília Diniz
Jayder Soares e Lucília Diniz

  • Share/Save/Bookmark

Pezinhos

Confira aqui os sapatos que foram vistos nos pés dos famosos no segundo dia de Carnaval no Camarote da Brahma.

01- Juliana Paes

02- Luana Piovani

03- Fernanda de Freitas

04- Paola Oliveira

05- Fernanda Lima

06- Reinaldo, do Casseta&Planeta

07- Aparecida Petrowky

08- Suzana Vieira

09- Henri Castelli

10- Paola Oliveira

  • Share/Save/Bookmark

Só faltou o Rei

O desfile da Mangueira está incrível, a bateria impecável, só faltou Roberto Carlos estar presente para ver a linda homenagem da escola.

O carro alegórico em Homenagem a Roberto Carlos
O carro alegórico em Homenagem a Roberto Carlos

  • Share/Save/Bookmark

Juliana Paes

A atriz Juliana Paes aproveitou o segundo dia de desfiles no Camarote da Brahma. Juliana estava usando um vestido customizado por ela mesma.


  • Share/Save/Bookmark

Fernanda Lima

Mais uma gaúcha aproveitando a Sapucaí. Depois de alguns problemas com a fantasia, Fernanda Lima e o marido, o ator Rodrigo Hilbert descontraem no Camarote da Brahma.


  • Share/Save/Bookmark
busca