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Especialista dá 5 dicas para cuidar do seu pet no inverno

22 de abril de 2013 0

Tose, sem problemas: se o cãozinho faz atividades regulares e não tem problemas de saúde, a programação de tosas deve ser mantida (Foto: ThinkStock)

Enquanto nós, humanos, tiramos o casaco do armário só de pensar na chegada do inverno, animais de estimação aguardam a estação ansiosamente. Quem garante é Alexandre Rossi, 39 anos, zootecnista e especialista em comportamento animal, que ganhou fama com o quadro “Dr. Pet”, atração exibida em programa de televisão até outubro de 2011, em que resolvia problemas entre donos e seus pets “rebeldes”.

Foto: Charles Guerra/ Agência RBS

O expert em comportamento animal dá cinco dicas para garantir o bem-estar dos cães neste inverno. As informações são do site Veja São Paulo. Confira abaixo:

1) Frio, amigo do pet

Os animais gostam de temperaturas baixas e pouco sofrem com a friagem. “Em geral, cães mais compridos, como o dachshund e o galgo, sentem mais frio do que os de forma mais esférica, como o bulldog e o poodle”, explica Rossi. Cachorros de grande porte, como são bernardo e labrador, também passam muito bem pela estação. A preocupação deve ser com filhotes e idosos, que sentem mais o frio e ficam expostos às doenças típicas da época.

2) Tose, sem problemas

Pelagens mais densas e compridas ajudam na proteção térmica dos cães. Os que passam mais tempo em apartamentos e costumam fazer atividades físicas devem seguir a programação regular de tosas. Apenas os muito idosos e que ficam em área externas devem evitar ter os pelos cortados.

3) Proteger sem sufocar

Independentemente da pelagem, não precisa encher o pet de roupinhas. “Quando eles estão em movimento e fazendo exercícios, não há necessidade, só em casos muito específicos”, afirma Rossi. O importante é ajustar à estação os espaços de descanso: use revestimentos de borracha ou estrados para evitar que o chão do frio atravesse para a caminha e proteja o animal do vento, retirando-o das áreas com corrente de ar ou abertas.

4) Boca aberta nem sempre é sede

Preste atenção na boca do cachorro, pois é por lá que se dá a troca de calor com o ambiente. Assim como no verão, é importante o animal trocar calor constantemente com o ambiente. “A boca aberta pode até significar sede, mas não é uma regra. Quietude e apatia, esses, sim, são os problemas.” Fique atento se houver mudanças de comportamento.

5) De olho na balança

Aproveite que os cães têm mais disposição e os estimule a praticarem exercícios físicos. Isso deve ser feito também nas casas, com brinquedos interativos nos quais se colocam ração para força-los a se mexerem. Devido aos exercícios, eles talvez possam até comer um pouco mais, mas nada que exija reforço na quantidade de comida. Acompanhe o peso e a gordura corpórea de cada animal em todas as estações.

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