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O tempo e a eternidade

02 de November de 2010 5
O tempo se verte de memória, levando os sentidos a se debruçarem sobre sombras em lápides, relevos em flores de plástico, e a suavidade do seus balanços ao vento. O canto dos pássaros distraídos pulando de cruz em cruz, indiferentes aos três fotógrafos, que silenciosamente circulam pelos caminhos distantes do entendimento da vida e da morte.
Jefferson Botega, Mauro Vieira e Tadeu Vilani, observam e procuram nas  imagens que vão captando, entender os significados da passagem  dos últimos desejos de quem partiu, mas quis deixar na lápide a derradeira mensagem esculpida na estátua de mármore que protege o sono eterno.
Viver é partir e sem saber que alguém busca na foto desbotada, que repousa no granito, toda a essência que se foi.
Na beleza adormecida dos anjos e querubins que velam o sono, procuramos as metáforas da eternidade, e pode ser resumida na frase lida no Cemitério Santa Casa.
“O esquecimento é o nada. A glória é a outra vida”.


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Comentários (5)

  • Ricardo Keunecke diz: 2 de November de 2010

    Lindas imagens! Ando bem afim de fazer umas fotos pelos cemitérios da cidade,são realmente lindos.

  • Elisabeth Laky Gatti diz: 3 de November de 2010

    As fotos registram a magia do eterno. As cores e o lirismo das formas, nos deixa fascinados. Belas imagens!

  • Leandro Hubner diz: 3 de November de 2010

    Parabéns pelo belo trabalho! Realmente, existem muitos lugares (e imagens) escondidas pelo nosso velho Rio Grande!

  • Álvaro Carvalho diz: 3 de November de 2010

    Belo post!!A maioria das pessoas abomina a idéia de entrar em uma cemitério, mas realmente existe muita arte e beleza nestes lugares.São lugares lindos, cheios de paz e tranquilidade.Um belo assunto a ser aborado.

  • oniva rodrigues diz: 3 de November de 2010

    muito bom gosto de visitar igrejas e cemiterios pelas obras de arte q exibem

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