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Posts de January 2014

Sexta-feira... #partiu Torres?

31 de January de 2014 0

Com águas verdes e transparentes, Torres promete um final de semana daqueles.
Fotos: Harleyson Almeida/Especial

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

Harleyson Almeida

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KISS

25 de January de 2014 0

Imagens da cidade de Santa Maria um ano após o incêndio na boate Kiss.
Fotos: Ricardo Duarte

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Calor, diversão... e perigo!

22 de January de 2014 3

Passando pela ponte sobre o rio Vacacaí, no município de São Gabriel, o fotojornalista Carlos Macedo registrou a forma arriscada que a gurizada encontrou para se divertir e amenizar o calor aqui no Estado.

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

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Velejaço noturno

18 de January de 2014 0

O Guaíba, na zona sul de Porto Alegre, foi cenário para mais uma edição do Velejaço Noturno, ocorrida na noite da última quarta-feira (15/01). Com largada em frente ao farol do clube Veleiros do Sul, a regata reuniu 22 barcos de diferentes agremiações em uma competição de vela descontraída.

O evento começou com a preparação – os velejadores foram para a água em busca do melhor local, observando a movimentação do vento. Depois, os barcos velejaram por aproximadamente uma hora e, ao final, os participantes foram convidados para um jantar no Veleiros do Sul.

A atividade reúne apaixonados pelo esporte e tem a proposta de promover a confraternização entre os velejadores. O pôr do sol deu um toque especial ao evento.

Fotos de Carlos Macedo.

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

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Ação pela fé

14 de January de 2014 0

No incêndio que consumiu parte da capela da Fundação Pão dos Pobres, dois irmãos lassalistas arriscaram a vida para salvar imagens religiosas. A instituição agora planeja campanha para restaurar o prédio, tombado pelo patrimônio histórico da Capital.

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

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Criatividade em foco

12 de January de 2014 1

Entrevista realizada por Karine Viana para o Perfil da semana, do site Coletiva.net

Omar Freitas

Foto: Omar Freitas

“Aquilo que não queres pra ti, também não deves deixar para os outros”. Esta é uma das condutas que o repórter fotográfico de Zero Hora Luiz Fernando da Silva Gomes, 56 anos, traz do berço, como um dos tantos ensinamentos que os pais, Osvaldo Gomes e Natalícia da Silva Gomes, transmitiram aos cinco filhos. Na mesma linha, parece vir o oposto, o que retrata o altruísmo do fotógrafo: todas as coisas benéficas transmitidas a ele são passadas adiante. “Gosto de repassar aquilo que me foi proporcionado. Gosto de ajudar o próximo”, garante.

Entre um relato e outro, mesclando histórias da vida e da carreira, Fernando Gomes ora emociona, ora se emociona. Sorri com as peças que a profissão lhe prega e se entristece com algumas adversidades da vida. Se autointitula uma pessoa legal, desde que não pisem na bola com ele. “Se me sacaneou, eu fico com um pé atrás”, adverte, embora considere este um defeito perdoável.

Quem convive com Fernando sabe que criatividade desponta como uma de suas características. Sua capacidade de imaginar e colocar suas ideias em prática eram corriqueiras ainda na infância, com a confecção de carrinhos e outros brinquedos de madeira. Ele e os irmãos cresceram pelas ruas dos bairros Santana e Partenon, com as brigas típicas de uma casa cheia de meninos, mas companheiros em passar a tarde jogando bola ou descendo ladeiras com carrinhos feitos por eles mesmos. Mas o trabalho com madeira não se restringe à infância. É hoje, ao lado da fotografia, que está com Fernando mesmo fora do trabalho, um hobby. Uma atividade na qual garante encontrar a paz.

Fernando Gomes

 Espírito de MacGayver

Já sofreu ameaças de tiro ao apontar a câmera e não foram raras as vezes em que esteve num fogo cruzado entre policiais e bandidos – todos episódios que fazem parte da rotina de profissional do fotógrafo, que não vê os próprios feitos senão com olhos de satisfação. Perigo não é bem-vindo, mas estratégias para a busca das melhores imagens, sempre. Seja em procura do melhor posicionamento – como dias dentro de um carro ou pela basculante do banheiro –, seja pelo improviso.

Há um ano e nove meses no jornal, o fotógrafo Bruno Alencastro acredita que a inventividade é uma das características de Fernando, a quem atribui uma espécie de “espírito de MacGyver”. “Ele está sempre criando e adaptando ferramentas para aprimorar a nossa incessante busca por melhores imagens”, registra, lembrando quando o amigo confeccionou, com auxílio do colega Lauro Alves, uma steadicam improvisada (acessório que permite acoplar o equipamento ao corpo).

É o gosto pelos serviços manuais que faz Alencastro lembrar de uma história curiosa. Fernando estava escalado para acompanhar a editora de Gastronomia, Bete Duarte, numa viagem sobre vinhos e culinária da região da Campanha, até acontecer um imprevisto: “Eis que, na noite anterior, o Fernando resolveu consertar alguma coisa na casa dele com a furadeira e, na hora em que trocava a broca, a coisa toda escapou e ele acabou cortando a mão e levando alguns pontos. Resultado: lá foi o Bruno, de última hora, substituir o colega na viagem”. A oportunidade foi atípica, mas é a Fernando a quem o jovem fotógrafo chama de “voz da experiência”, que se reporta toda vez que precisa fazer alguma cobertura pela primeira vez. “O Fernando sempre foi um cara que me ajudou, e faz isso até hoje, no dia-a-dia da profissão”, reconhece.

Fernando Gomes

Experiência dividida

Os quase 40 anos de profissão garantem a Fernando Gomes a chamada cancha necessária para passar conselhos e instruções aos fotógrafos mais jovens. Afinal, são décadas de dedicação preenchidas com as mais inusitadas histórias. Situações em que medo e adversidades são encarados para que as melhores imagens sejam garantidas. O resultado aparece em forma de prêmios, o que o fotojornalista considera como principal elogio ao seu trabalho.

O ingresso na fotografia foi, de certa forma, ao acaso. Fernando teve sua primeira oportunidade de emprego na agência Símbolo, em 1973. Quando acabava o trabalho no setor, corria até a fotografia, onde, aos poucos, começou a revelar as imagens e receber mais e mais instruções. Depois de uma pausa para o serviço militar, o fotógrafo voltou à agência por mais um ano e depois seguiu para o Coojornal, da extinta Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, onde ficou por cerca de três anos.

A carreira como repórter fotógrafo, considera, começou de fato em 1979, durante um final de semana, em Zero Hora. Foi ali a primeira frustração. Na segunda-feira, ao abrir o diário, foi grande a surpresa ao verificar que nenhuma de suas imagens figurava nas páginas do jornal. “O que aconteceu? Não gostaram das minhas fotos?”, teria perguntado, até entender que aquilo era praxe na profissão. Em 1984, Fernando aceitou a oportunidade de trabalhar no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Recém-casado, mudou-se com Maria de Lourdes para a cidade carioca, onde permaneceram até 1987, para voltar à capital gaúcha e à Zero Hora, onde trabalha até hoje.

Fernando Gomes

Histórias fotográficas

Para a também fotógrafa Beatriz Sallet, Fernando é capaz de transformar pautas corriqueiras através da beleza que registra em suas imagens. Assim, ao observar alguma fotografia, não era raro confirmar a autoria da imagem antes mesmo de ler o crédito: Fernando Gomes. “Antes de conhecê-lo pessoalmente, conheci seu trabalho assim. Eram fotos que me faziam parar e ficar contemplando-as, realizando uma leitura mais minuciosa.” Por conta disso, o fotógrafo foi escolhido por Beatriz para ser um dos pesquisados para sua dissertação de curso. “Verifiquei pessoalmente a grande pessoa que é Gomes ao entrevistá-lo longamente, ao tomar contato com um pouco de sua história de vida, e ao acompanhá-lo em pautas do dia a dia, conversando, observando e fotografando o seu fazer fotográfico. Foi então que pude compreender um pouco melhor porque seu jeito, seu modo de ser, se revelavam em suas fotos”, relata.

Uma imagem em preto e branco mostra um homem, sem camisa e com um crucifixo no pescoço, tentando escapar de um policial militar munido de um cassetete. No cenário de fundo, a sobreposição de peças de madeira de diferentes tamanhos dá indícios de que se trata de uma periferia. Poderia ser uma cena corriqueira se não fosse um diferencial: um cão morde a farda do PM como se quisesse puxá-lo e impedi-lo de efetuar a prisão. Do outro lado, nos bastidores, muletas, um banheiro, uma janela basculante e dona Natalícia compõem a cena.

Fernando Gomes

Fernando foi avisado pela mãe de que algo acontecia na via que dava aos fundos da residência. Mesmo com a perna quebrada e necessitando de apoio para se locomover, pendurou a câmera no pescoço e seguiu para o banheiro da casa, cuja pequena janela lhe permitia uma boa visão do fato. Com a perna engessada sobre o vaso sanitário, a outra sobre o bidê e com o auxílio de dona Natalícia, que o segurava pela cintura, Fernando posicionou a máquina no vão da basculante e clicou. A surpresa veio ao revelar a imagem, quando só então percebeu o cachorro roubando a cena. Entre mais de 50 mil imagens, a fotografia ficou em segundo lugar no Prêmio Nikon, além de levar também o primeiro no Prêmio ARI.

A segunda imagem a figurar no topo de suas histórias, tanto pelo conteúdo quanto pelos prêmios que rendeu, carrega também a essência do fotojornalismo e foi captada durante uma enchente que devastou parte do Rio Grande do Sul. Uma foto aérea registrou o momento em que o motorista de um fusca segurava o próprio carro que estava prestes a cair de uma ponte que fora rompida pela enxurrada. A destruição da rodovia, o desespero do motorista e a violência das águas sintetizavam a angústia que assolava o Estado naquele momento. Mais uma vez, foi contemplado com os prêmios Nikon e ARI.

Fernando Gomes

Profissão perigo

Entre as preferências de Fernando estão as pautas policiais e esportivas. Uma matéria policial por si compreende um teor de perigo, mas foi numa cobertura para a editoria de Esportes que o fotógrafo enfrentou um dos maiores apuros. A missão era acompanhar o Internacional à Venezuela, numa partida pela Libertadores da América, em 1989. O que não se esperava era que Caracas se transformasse num palco de guerra, após o anúncio de aumento das tarifas de transporte público. A ameaça de saque chegou ao hotel onde Fernando e companheiros de jornada estavam hospedados. “Por segurança, cortei o carpete do quarto e escondi, embaixo, meu passaporte e todo o meu dinheiro”, lembra.

No início da década de 80, no entanto, Fernando já havia de certa forma se arriscado atrás das lentes. Argentina e Reino Unido se enfrentavam na chamada Guerra das Malvinas. A pauta? Denunciar o jogo duplo do Brasil, que vendia armas para o vizinho e liberava o pouso dos aviões britânicos no País, fato negado, claro, pelo governo. Ficou uma semana escondido dentro de um carro junto à base aérea de Canoas, enfrentando chuva e frio, na esperança de registrar o pouso de algum dos aviões ingleses. Valeu o esforço, pois conseguiu a foto e, com ela, o furo internacional.

Fernando Gomes

Com os finais de semana alternados no trabalho e uma rotina diária no jornal, o tempo é curto, mas no lar, a atividade caseira é frequente. Como bom cozinheiro que se considera, é ele o responsável pelo fogão, dos pratos simples aos sofisticados. Fora do ambiente de trabalho, procura viver os momentos em família, hoje formada pela esposa Maria de Lourdes e pela filha Carolina, de 26 anos. No ano passado, perdera a filha Lylyan, então com 20 anos, em um acidente envolvendo uma bicicleta e um ônibus.

Fernando já conseguiu muitas coisas na carreira. Cobriu duas Copas do Mundo, visitas de autoridades internacionais e de papas. Viajou o mundo. Mas não consegue pensar em parar e no que fazer quando chegar a hora de pendurar a câmera. A rotina diária do jornal, com folgas em finais de semana alternados, é parte de sua vida. Apenas repete: “Vou continuar fotografando, não sei o que, nem onde, nem como. Mas vou continuar”.

Fernando Gomes

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Inundados

12 de January de 2014 0

Cerca de 10% – de quase 200 mil exemplares – do acervo da Biblioteca Setorial de Ciências Sociais e Humanidades da UFRGS, no Campus do Vale, foram danificados após um vazamento de água em um cano rompido.

Fotos de Jefferson Botega.

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

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Em duas rodas

11 de January de 2014 0

Circular nas ciclovias de Porto Alegre é tarefa arriscada. Teste ZH aponta que desrespeito à faixa exclusiva e perigos do trânsito são problemas enfrentados pelos ciclistas.

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

Guilherme SantosGuilherme Santos

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Bruno AlencastroBruno Alencastro

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Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

Bruno AlencastroBruno Alencastro

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Semana em imagens #8

06 de January de 2014 0

E 2014 começou com sujeira demais das festas de Ano-Novo, a usual movimentação nas estradas, o litoral gaúcho fervilhando e o primeiro carro no Dilúvio. Confira as imagens que marcaram os primeiros dias do ano.

O fotógrafo Diogo Zanatta acompanhou o reveillon na Capital e registrou os fogos e a sujeira do Gasômetro após a festa.

Diogo Zanatta

 

Diogo Zanatta2

 

A repórter Taís Seibt e o fotógrafo Ricardo Duarte foram a primeira dupla de cobertura de verão de Zero Hora em 2014. A foto abaixo é da praia de Atlântida lotada nos primeiros dias do ano.

Ricardo Duarte

Após as comemorações de Ano-Novo, Zero Hora acompanhou a movimentação nas estradas gaúchas. Quem fez o registro da freeway foi o Felix Zucco.

Ricardo Duarte2

 

No dia 4, um acidente levou o primeiro carro do ano às águas do Arroio Dilúvio. Quem fez o registro foi Carlos Macedo.

Carlos Macedo

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