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Posts de May 2015

POA Pumpkins x Juventude F.A.

26 de May de 2015 0

Na final do Campeonato Gaúcho de Futebol Americano, a equipe da Serra levou a melhor: venceu por 28 a 6.

Fotos de Bruno Alencastro.

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Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

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Entre o (i)real e o (quase)imaginário

24 de May de 2015 0

IMAGENS |  Rafael Pires
Estudante do Curso de Fotografia da Unisinos

TEXTO | Maria Leticia Rauen Vianna
Doutora em Artes pela ECA/USP & Sorbonne

Rafael Pires01 - Beauty

Ao amalgamar, superpondo, dois tipos de imagem impressa (reproduções de pinturas famosas & reproduções de fotografias mais, ou, menos conhecidas, – apropriadas de dois extraordinários compêndios: “1000 obras da Pintura ocidental” e “Mestres da Fotografia” da National Geographic – Rafael Pires compõe uma terceira imagem, na qual, a ‘pintura’, que concretamente estaria por cima, quando descolada/rasgada, deixa entrever a ‘fotografia’ que estaria por baixo, estabelecendo intrigantes relações entre elas.

Rafael Pires02 -  First Kiss - Last Kiss

Assim, descolando/rasgando a ‘pintura’, como um virtuose, Rafael, além de deixar aparentes “os branquinhos/ranhuras” surgidos -porque de papel se trata- nas bordas dos rasgões realizados à mão – e portanto, com pouco controle ou exatidão- ainda decide incorporar, fazer parte da sua criação, meio enrolados e pendurados, os pedaços que rasgou, sem no entanto, – e este, talvez, seja o seu detalhe mais interessante- destacá-los/arrancá-los! O resultado final (pintura+fotografia+rasgaduras+ranhuras+retalhos de papéis enrolados e pendurados) Rafael re-fotografa e apresenta, enfim, sua própria obra.

Rafael Pires03 - Mad

Enquanto Rafael combina/integra pintura e fotografia, lembro aqui dos trabalhos do artista neorrealista/hiperrealista alemão Fritz Köthe (1916-2005) que, partindo de imagens fotográficas impressas, em geral mixando imagens publicitárias com outras imagens publicitárias, pinta ‘quadros’ como se descolagens, rasgões, vazados, ranhuras e mixagens de papel fossem, inclusive representando, metaforicamente, com pigmento e cores, as ranhuras do ‘suposto’ papel rasgado.

Rafael Pires06 - Paint

Ranhuras estas que, também Rafael, literalmente, reproduz com gestos e re-fotografia. No caso de Rafael, estas ranhuras, decorrentes das reproduções de pintura rasgadas, funcionam ainda como uma ‘espécie de moldura’, um passepartout das imagens fotográficas que descortinam. “Às vezes tem-se a impressão de que estes rasgões vêm a ser o elemento essencial daquilo que consiste a mensagem e, o que a sustenta.”*

Rafael Pires09 - Lesson

O conjunto dessas 10 (dez) (adotemos!) descolagens, fruto de uma ideia surgida a partir de um exercício bem sucedido de sala de aula do Curso de Fotografia que Rafael frequenta, surpreende e impressiona: seja pelas mixagens inusitadas, seja pelos achados criativos, seja ainda, pelo inesperado da proposta como um todo. Dele desfrutemos, pois!

Rafael Pires12 - Genius

Rafael Pires15 - Creation

Rafael Pires16 - Enlight

Rafael Pires20 - Muse

Rafael Pires22 - Sisters

*Catálogo: O Princípio Colagem. Rio de Janeiro: Goethe-Institut/MINC/SPHAN/Pró-Memória

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As ruínas de uma paixão

16 de May de 2015 0

Enquanto o Grêmio e a OAS não chegam a um acordo sobre o futuro do velho estádio da Azenha, o palco de algumas das maiores alegrias da torcida gremista agoniza lentamente sem data definida para a implosão.

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Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Omar Freitas

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

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Os primeiros 21 dias de vida de uma abelha

15 de May de 2015 0

Para narrar em imagens uma reportagem sobre o desaparecimento das abelhas, o fotógrafo Anand Varma resolveu produzir algumas espécies no quintal de sua casa, com uma câmera posicionada na frente da colmeia - para conseguir imagens em detalhe.

O resultado é um timelapse de 60 segundos que revela uma das maiores ameaças à sua saúde: um ácaro que ataca as abelhas bebês nos primeiros 21 dias de vida.

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Narrativa visual

14 de May de 2015 0

Criado em 2001 por sete dos maiores fotojornalistas do mundo, o coletivo VII vem realizando uma série de workshops pela Europa, em parceria com a Eyes in Progress, tendo sempre o mesmo tema como horizonte: visual storytelling.

O gaúcho Pedro Revillion, de passagem pela Alemanha, acaba de finalizar a primeira edição dessa série de cursos, ministrada pelo fotojornalista Ed Kashi.

A proposta do workshop é discutir as novas formas de se contar uma história através da fotografia e, principalmente, como desenvolver uma ideia, desde a aproximação com seu objeto, a conquista de confiança, até a finalização e edição desse material, construindo uma narrativa interessante”, explica Pedro.

No total, foram 4 dias inteiros de formação, com aula das 08h às 19h, sendo dois dias dedicados para teoria e os outros dois para a apresentação e desenvolvimento dos ensaios.

O Focoblog compartilha em primeira mão a narrativa produzida por Pedro, que teve como objetivo retratar o turismo da terceira idade na cidade de Barcelona, um dos destinos favoritos dos idosos.

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Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

Pedro Revillion

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Ensino para duas realidades

13 de May de 2015 0

Uma das lições mais bacanas nas aulas de geografia da Escola Décio Martins Costa, na Capital, é a de inclusão: quatro crianças haitianas ensinam aos colegas onde fica seu país, devastado por um terremoto em 2010.

Fotos de Carlos Macedo.

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Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

Carlos Macedo

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Pedro Meyer: “Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu”

09 de May de 2015 0

Fotógrafo espanhol radicado no México, Pedro Meyer também trabalha como curador e editor. Ele é fundador do do site Zone Zero, que reúne trabalhos de mais de mil fotógrafos de várias nacionalidades.

Veterano da divulgação fotográfica na internet, seu trabalho transcende o documental criando cenas de apelo onírico. Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao jornalista Carlos André Moreira, editor do Caderno PrOA.

Pedro Meyer

Fala-se muito de uma crise da imprensa escrita, mas não de uma crise da fotografia. O que faz a imagem migrar para o ambiente digital sem perder as características que a definem?

Você está fazendo suposições com as quais tenho algum problema. 1) A crise da imprensa escrita a que você alude é uma crise do modelo econômico, não de ideias ou do jornalismo em si. 2) Essa crise econômica afeta de modo igual a todos, escritores, empresários e fotógrafos, todos os que orbitam em torno dessa forma de produção – um jornal ou uma revista. Mas se produzissem pianos em vez de jornais, se poderia dizer o mesmo. Os modos de produção está mudando. O mesmo se passou com a chegada da Era Industrial. E quem disse que as características que definem a fotografia não mudaram? Claro que a essência mesma da fotografia mudou.

Pedro Meyer

A fotografia de imprensa sempre valorizou o instantâneo, o registro do momento. Com câmeras em todos os telefones e com todos se convertendo em fotógrafos, resta a estética aos fotógrafos profissionais? Técnicas de iluminação e enquadramento, proporções, aquilo que aproxima a fotografia da pintura são os segredos para que uma imagem se destaque?

Aqui também não concordo com suas conclusões. O instante era um mito, para começar. A estética é para todos igual, e eu já vi muitas fotos publicadas pelos chamados “profissionais” que não são tão boas como as de alguns “amadores”, até mesmo essas palavras, profissional e amador, perderam o significado que sempre tiveram. Todas as regras mudaram. O que aproxima a fotografia da pintura é que já não são mais meios separados, uma vez que ambas estejam digitalizadas.

Pedro Meyer

É também o que o senhor faz em seu trabalho ao romper com a “realidade mimética” em prol de representações mais “fantásticas”?

A realidade já é ela própria fantástica o suficiente.

Pedro Meyer

O senhor mantém uma fundação dedicada à fotografia. Com a enxurrada de imagens de hoje e a presença de câmeras em todos os lugares, é preciso tentar alguma educação visual para o público em geral?

Não é só para o público em geral, mas para todo mundo, inclusive para fotógrafos profissionais. Porque existe, sim, uma realidade incontornável e que se manterá assim ainda por um longo tempo. Ninguém pode dormir sobre os louros e acreditar que aquilo que sabe, aquilo que aprendeu em uma oficina ou um curso, será uma informação válida para sempre. Estamos destinados a continuar nossa educação constantemente. Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu. O conhecimento é hoje como o peixe que você compra no mercado, ou que você mesmo pesca: tem poucos dias de validade, você tem que jogá-lo fora se não comer logo.

Pedro Meyer

As tecnologias digitais abriram discussões sobre os limites da manipulação fotográfica. O senhor escreveu, há alguns anos, um artigo em defesa de Stepan Rudik, desclassificado do WWF devido à remoção digital de um detalhe de uma foto. Qual é, na sua opinião, o limite para a manipulação da imagem digital?

O termo “manipulação” é tautológico à palavra “fotografia”. Não existe fotografia sem manipulação. Quem reivindica o contrário não sabe nada de fotografia. Não há limites para a manipulação de uma imagem. Veja, com isso não quero sugerir que se pode alterar uma foto para maliciosamente usá-la em apoio a um fato que não aconteceu, por isso sustento que, se alguém quiser demonstrar algo através de uma imagem, é preciso desacreditar dele, porque no final do dia, é apenas uma foto.

Pedro Meyer

Outro convidado do festival, o editor James Estrin, do New York Times, comentou que a tendência em recentes prêmios é contemplar séries de imagens, e não uma única fotografia. Estamos perdendo a imagem “única”, que conta ela mesma uma história?

Há mais de 40 anos temos feito isso, desde o primeiro Colóquio Latino-americano de Fotografia. Assim, vir agora o senhor Estrin nos dizer tal coisa como uma novidade é simplesmente uma declaração de alguém que não leu os nossos livros de história (para os gringos em Nova York, é como se o que não aconteceu lá não tivesse ocorrido). Nunca pensamos que a foto única era suficiente para validar o trabalho de uma pessoa. Nem por um momento.

Pedro Meyer

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James Estrin: “Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma”

09 de May de 2015 0

Destaque da programação do 8º FestFoto, o americano James Estrin é editor do Lens, o ativo blog fotográfico do New York Times, que reúne ensaios, slideshow e vídeos de profissionais do próprio jornal e de colaboradores de todas as partes do mundo.

As fotos desta publicação fazem parte de sua série Observance, sobre experiências espirituais e religiosas. Por e-mail, ele respondeu aos questionamentos do editor do Caderno PrOACarlos André Moreira, e do repórter fotográfico Bruno Alencastro.

Boa leitura!

James Estrin

Em 2001, o senhor participou da equipe do New York Times que venceu o Pulitzer com a série How Race is Lived in America. Este ano, as duas categorias de fotografia do Pulitzer premiaram séries em vez de uma única imagem. Com essa tendência, é mais difícil obter aquela imagem única?

Nos últimos 15 anos, a maioria dos vencedores do Prêmio Pulitzer inscreveu séries de múltiplas imagens. Presumo que é uma tendência que vai continuar. A internet deu aos fotógrafos a oportunidade de publicar muitas fotos sem as limitações de espaço de impressão. Contar histórias com imagens múltiplas tornou-se mais comum, o que, penso, é uma boa coisa. Ao mesmo tempo, imagens individuais tornaram-se menos importantes, o que é lamentável, porque haverá menos fotos icônicas. Haverá no futuro imagens únicas de que todos nós nos lembraremos, como a tirada por Nick Ut da jovem Kim Phuc correndo nua pela estrada depois de ser atingida por Napalm durante a guerra do Vietnã? Tenho a sensação de que a força de uma única imagem diminui devido ao número surpreendente de imagens que vemos todos os dias na internet.

James Estrin

 Fala-se muito da crise do jornalismo impresso, mas essa crise parece não se estender ao fotojornalismo. A imagem pode migrar com mais qualidade e impacto para o meio digital?

Em alguns aspectos, a fotografia é mais importante do que nunca, porque a internet tem base visual e todo mundo está tirando fotos com seus telefones celulares e compartilhando-as nas mídias sociais. Assim, as fotos são talvez mais importantes hoje do que nunca, o que torna às vezes difícil para os fotógrafos profissionais ganharem a vida com suas imagens.

James Estrin

Apesar do amplo desenvolvimento das câmeras de celulares – que hoje podem ser comparadas com as câmeras digitais – as pessoas têm o hábito de alterar suas imagens com aplicativos e filtros que as deixam com um aspecto de antigas. Seria uma tentativa de buscar alguma originalidade em meio à enxurrada de imagens que são compartilhadas hoje?

Sou um grande fã dos smartphones, e não acho que faz diferença qual câmera você usou para capturar uma imagem. Entretanto, ando cansado do uso excessivo de aplicativos e filtros para alterar imagens. Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma.

James Estrin

Na sua opinião, a popularização e difusão de imagens ajuda ou atrapalha o desenvolvimento de uma educação visual para o leigo? 

Essa é a questão central para os fotógrafos de hoje. Há centenas de bilhões de fotos tiradas a cada ano com smartphones e postadas em mídias sociais como Instagram, Snapchat e Facebook. Isso significa que todas as fotos têm o mesmo valor, porque receberam “likes” de muitas pessoas, ou será que o fato de que todo mundo é um fotógrafo vai levar essas pessoas a se interessarem mais pelas imagens dos “fotógrafos sérios”? Eu sou um otimista. Acredito que haverá mais pessoas do que nunca interessadas em fotografia.

James Estrin

Em outubro de 2013, o senhor publicou um artigo na National Geographic defendendo que a democratização da fotografia será benéfica para a própria democracia. Mas como se encaixam, neste cenário, os países que monitoram, limitam ou até mesmo bloqueiam o acesso a determinados sites e imagens?

Ditaduras tentam bloquear a internet e as mídias sociais precisamente porque pensam que palavras e imagens têm efeito e são um perigo para quem quer ter controle sobre sua população. Longe vão os dias em que os ditadores podiam controlar apenas um punhado de jornais e estações de TV e rádio. Na maioria dos países, é uma batalha perdida censurar a internet.

James Estrin

O senhor ainda consegue se surpreender com as fotos que recebe todo dia para publicação, entre centenas enviadas por profissionais e amadores ao redor do mundo? Que tipo de imagem o fascina?

Sempre fico mais interessado nas imagens que me fazem sentir alguma coisa. Qualquer coisa. Elas podem me fazer rir ou chorar. Ou, pelo menos, nas imagens com as quais eu aprendo algo que me faz olhar para as coisas de uma maneira nova. Eu provavelmente vejo mais de 6 mil projetos por ano, e posso dizer com segurança que há trabalhos magníficos e inovadores sendo realizados por fotógrafos ao redor do mundo.

James Estrin

O senhor conhece o trabalho de algum fotógrafo brasileiro?

Admiro as imagens que Rogério Reis fez do Carnaval e que publicamos no blog Lens. Gosto também de muitos trabalhos de Claudio Edinger, incluindo suas fotos de um hospital psiquiátrico de São Paulo que também já publicamos. Preciso, é claro, acrescentar Sebastião Salgado. E temos publicado com frequência fotos de Maurício Lima, que fotografa para o Times e é um excelente fotógrafo.

James Estrin

Para além da necessidade de trabalhar como multimídia, combinando áudio, fotografia e vídeo, quais são os desafios que o senhor vê para os fotógrafos de agora em diante?

Tudo muda tão rapidamente que nós temos que ser ágeis e estar dispostos a nos ajustarmos às novas circunstâncias tecnológicas. Temos de aceitar a mudança constante, para que possamos continuar a contar as histórias que precisam ser contadas. Além disso, precisamos nos esforçar continuamente para encontrar maneiras novas e diferentes para contar histórias de forma que nossas imagens destaquem-se entre os milhares de milhões de outras imagens. Nós também precisamos empurrar as fronteiras da nossa linguagem visual e ao mesmo tempo manter padrões éticos e morais.

James Estrin

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Fotógrafa registra a relação dos filhos e a natureza

08 de May de 2015 0

Em homenagem ao Dia das Mães, o Focoblog compartilha as inspiradoras fotografias familiares de Elena Shumilova. Desde que ganhou sua primeira câmera, em 2012, a fotógrafa russa decidiu retratar um contexto extremamente próximo: a rotina de seus filhos e sua relação com os animais.

Juntando suas duas paixões, Shumilova cria fotos singulares, com ênfase no meio rural – tendo como cenário a fazenda que administra, em Moscou -, os fenômenos naturais e as estações do ano. Para ela, a luz usada proporciona “profundidade emocional às imagens“.

Intimidade + domínio da luz = combinação perfeita para a fotografia documental!

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Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

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Tadeu Vilani apresenta "Olhos do Pampa"

06 de May de 2015 1

Durante cinco anos, o fotógrafo da Zero Hora Tadeu Vilani percorreu o pampa gaúcho para retratar em preto e branco a paisagem da fronteira e o cotidiano do homem do campo. O resultado desse denso trabalho está presente no livro Olhos do Pampa.

O fotolivro contém 120 páginas que retratam tanto os costumes quanto os personagens na lida campeira. A publicação possui tiragem limitada de 250 exemplares, todos numerados e assinados pelo autor.

Nesses rincões esquecidos, ao partilhar o cotidiano de lidas campeiras e se misturar às pessoas, Tadeu pôde registrar um tipo humano que só tem paralelo em outros povos cavaleiros – como os mongóis da Ásia, os cossacos da Rússia e os cowboys da América do Norte“, conta o jornalista Nilson Mariano na introdução do livro.

Essa é a primeira publicação da Beira – movida editorial, coletivo de Porto Alegre que surgiu em 2015 com o objetivo de viabilizar projetos em fotografia. A Beira é formada pelos fotógrafos Camila Domingues, Cristiano Sant’Anna, Eduardo Seidl e pela jornalista Clarissa Pont. O livro já está à venda no site www.beira.me ao preço de R$ 100.

Olhos do Pampa, de Tadeu Vilani

Lançamento oficial: Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre (FestFoto)

Data: 15 de maio, sexta-feira, às 20h30

Local: MARGS (Praça da Alfândega, s/n – Centro, Porto Alegre)

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

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