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Posts na categoria "Exposições"

Os vencedores do Prêmio FCW de Fotografia 2016

01 de April de 2016 3
Luiz Claudio Martins Baltar

Luiz Claudio Martins Baltar, primeiro colocado com o ensaio “Fluxos”.

A Fundação Conrado Wessel divulgou nesta sexta-feira (01/4), os três grandes vencedores da 14.ª edição do Prêmio FCW de Arte (Fotografia).

A primeira colocação ficou com Luiz Claudio Martins Baltar, do Rio de Janeiro (RJ), autor do ensaio Fluxos, que receberá uma premiação de R$ 114,3 mil.

O segundo e o terceiro lugares ficaram, respectivamente, com Tiago Pereira Coelho, de Porto Alegre (RS) com o trabalho Balneário Alegria, e com Inês Pereira Coelho Bonduki, de São Paulo (SP), com ensaio Linha Vermelha. Eles receberão o prêmio de R$ 42,8 mil cada um.

Esta edição da premiação contou com o recorde de 980 ensaios fotográficos inscritos, entre publicados e inéditos, originários de todos os estados brasileiros.

Tiago Pereira Coelho

O segundo lugar ficou com Tiago Pereira Coelho, com o trabalho “Balneário Alegria”.

Inês Pereira Coelho Bonduki

Inês Pereira Coelho Bonduki levou o terceiro lugar com o ensaio “Linha Vermelha”.

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Brasileiro vence concurso mundial de fotografia

29 de March de 2016 0

Vivendo desde 2014 em Cuba, o fotógrafo Alexandre Meneghini foi um dos premiados no tradicional concurso mundial de fotografia Sony World Photography Awards.

A imagem de duas nadadoras durante uma onda de calor em Cuba foi a vencedora na categoria “Pessoas” da competição Open, superando outras 95.541 fotos submetidas somente nesta categoria.

A edição de 2016 do concurso teve um recorde de inscrições, recebendo mais de 230 mil fotografias de 180 países. Em abril, será conhecido o vencedor geral da competição, em uma cerimônia marcada para o dia 21, em Londres.

[clique nas imagens para ampliar]

Alexandre Meneghini

Cuba Beach/Reuters – Alexandre Meneghini, Brazil, Winner, Open, People, 2016

Kei Nomiyama

Enchanted Bamboo Forest – Kei Nomiyama, Japan, Winner, Open, Low Light, 2016

Markus Van Hauten

Goðafoss – Markus, Van Hauten, Germany, Winner, Open, Panoramic, 2016.

Pedro Diaz Molins

Planned Obsolescence – Pedro Diaz Molins, Spain, Winner, Open, Enhanced, 2016

Filip Wolak

Snowy Central Park at 10,000 feet – Filip Wolak, Poland, Winner, Open, Architecture, 2016

Chaiyot Chanyam

Splashing Birds – Chaiyot Chanyam, Thailand, Winner, Open, Split Second, 2016

Andrej Tarfila

Untitled – Andrej Tarfila, Slovenia, Winner, Open, Travel, 2016

Michaela Šmídová

Untitled – Michaela Šmídová, Czech Republic, Winner, Open, Nature & Wildlife, 2016

Alexander Ingle

Wake Up Call – Alexander Ingle, UK, Winner, Open, Smile, 2016

Swee Choo Oh

The Lantern Store – Swee Choo Oh, Malaysia, Winner, Open, Arts and Culture, 2016

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Ombak Indonésia

08 de December de 2015 0

No próximo dia 15/12, às 20h, acontece o lançamento da mostra Ombak Indonésia, no Floresta Studio+Oficina (Rua Álvaro Chaves, 289), em Porto Alegre.

A exposição vai apresentar imagens que retratam as ondas, o surfe e a cultura do arquipélago indonesiano, clicadas pelas lentes dos fotógrafos Christian Jung, Felipe Oliveira, Harleyson de Almeida, Marcelo Falavigna e Pedro Felizardo.

O evento também contará com o sorteio de prêmios e uma foto de cada fotógrafo, ligado à realização de uma rifa, que beneficiará a ONG Renascer da Esperança – projeto que cuida de mais 300 crianças, na Restinga.

[clique nas imagens para ampliar]

Harleyson de Almeida

Harleyson de Almeida

Christian Jung

Christian Jung

Felipe Oliveira

Felipe Oliveira

Marcelo Falavigna

Marcelo Falavigna

Pedro Felizardo

Pedro Felizardo

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A Natureza da Felicidade

11 de November de 2015 0

Henrique Manreza

Ao longo de 4 meses, o fotojornalista Henrique Manreza viajou pelo norte do Brasil (passando por 32 cidades!) para documentar a felicidade na vida simples das pessoas que vivem na parte de cima do nosso mapa.

Nas palavras do fotógrafo, “o mundo precisa de relações mais humanas, de laços mais quentes, do nosso olhar dirigido mais para o outro do que para o próprio umbigo, de mais afeto e menos consumismo. Como fotógrafo, realizar essa exposição é minha contribuição para fazer desse um mundo menos adoecido pelo individualismo e competição extrema“.

O projeto dará origem a uma exposição fotográfica, A Natureza da Felicidade, com um total de 15 fotos verticais com 1 metro de altura e outras 15 horizontais menores, posicionadas logo abaixo. “A ideia é contagiar com um sorriso genuíno e em seguida mostrar um detalhe da vida dessa pessoa“, explica.

Para o financiamento da mostra, Manreza iniciou há alguns dias uma campanha de financiamento coletivo. As contribuições variam entre R$ 20 3 R$ 300 – e as recompensas vão desde e-book, fotografias para decoração, rolê fotográfico e até workshop de fotografia de viagem. Mais informações aqui!

Henrique Manreza

Henrique Manreza

Henrique Manreza

Henrique Manreza

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140 anos da imigração italiana no RS

18 de September de 2015 0

Para celebrar os 140 anos da imigração italiana aqui no Rio Grande do Sul, os fotógrafos Aldo ToniazzoBruno AlencastroJefferson BotegaTadeu Vilani se reuniram em um projeto fotográfico para documentar o passado e o presente dessas gerações que tanto contribuíram para a nossa cultura e história.

O resultado pode ser conferido na exposição Dopo L’Alba – Um Novo Amanhecer, que inaugura no próximo dia 30 de setembro, às 19h, no Espaço Cultural Mario Crosa, na Câmara Municipal de Caxias do Sul (Rua Alfredo Chaves, 1.323 – bairro Exposição). A mostra segue até o dia 13 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h.

[clique nas imagens para ampliar]

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Jefferson Botega

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Aldo Toniazzo

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

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2ª Mostra do Núcleo dos Jornalistas de Imagem

01 de September de 2015 0

De um total de 74 fotos inscritas, o Núcleo dos Jornalistas de Imagem do Rio Grande do Sul selecionou 32 imagens para sua segunda exposição coletiva, que abre no próximo dia 01 de setembro, no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa.

Tem imagens de Porto Alegre e interior do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Portugal, França, Canadá e também de um fotógrafo a bordo de um cruzeiro. O destaque fica por conta dos homenageados Erno Schneider e Nilson Winter, dois gigantes do fotojornalismo brasileiro.

A exposição inicia em Porto Alegre e deve percorrer o interior do Estado, simultaneamente ao “Jornalismo em Debate”, uma conversa com o meio acadêmico e a sociedade.

Todos convidados!

[clique nas imagens para ampliar]

Adolfo Gerchmann

Adolfo Gerchmann

André Ávila

André Ávila

Bebeto Alves

Bebeto Alves

Bruno Alencastro

Bruno Alencastro

Cacalos Garrastazu

Cacalos Garrastazu

Camila Domingues

Camila Domingues

Cristiano Sant'Anna

Cristiano Sant’Anna

Daniel Marenco

Daniel Marenco

Emílio Pedroso

Emílio Pedroso

Eneida Serrano

Eneida Serrano

Erno Schneider

Erno Schneider

Everton Marita

Everton Marita

Fabiana Beltrami

Fabiana Beltrami

Fernanda Bigio Davoglio

Fernanda Bigio Davoglio

Fernando Gomes

Fernando Gomes

Francisco Bosco

Francisco Bosco

Gabriel Lain

Gabriel Lain

Gabriela di Bella

Gabriela di Bella

Genaro Joner

Genaro Joner

Gilberto Perin

Gilberto Perin

Gilmar J. L. Gomes

Gilmar J. L. Gomes

Leonardo Accurso

Leonardo Accurso

Luiz Abreu

Luiz Abreu

Marco Couto

Marco Couto

Mauro Schaeffer

Mauro Schaeffer

Nilson Winter

Nilson Winter

Otávio Teixeira

Otávio Teixeira

Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Rodrigo Gonzalez

Rodrigo Gonzalez

Rodrigo Rodrigues

Rodrigo Rodrigues

Silvio Avila

Silvio Avila

Ubirajara Machado

Ubirajara Machado

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Exposição Imigrantes Contemporâneos

29 de July de 2015 0

Até o dia 14 de agosto, das 8h às 20h, está aberta para o público a exposição Imigrantes Contemporâneos: a jornada de haitianos e senegaleses no Brasil no saguão do prédio corporativo do Grupo RBS (Avenida Erico Verissimo, 400). A mostra reúne 19 fotografias do repórter fotográfico Mateus Bruxel, feitas durante a reportagem “Inferno na Terra Prometida”, do repórter Carlos Rollsing, publicada por ZH em 7 de junho.

A exposição abre a primeira edição do Em Pauta ZH que,  durante o ano, apresentará mostras de grandes reportagens de ZH além de aprofundar o debate com profissionais que têm se destacado pelo trabalho ou pela reflexão sobre jornalismo no país.

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Fotos: Carlos Macedo

 

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O novo Centro de Fotografia de Montevideo

29 de June de 2015 0

DivulgaçãoFotografía tomada desde la esquina de la Avenida 18 de Julio y la Plaza Independencia, hacia el Obelisco. Año 1937 (aprox.). (Foto 1084FMHA.CDF.IMO.UY – Autor: s.d./IMO).

Tradicional na investigação, conservação e difusão da fotografia na América Latina, o Centro de Fotografia de Montevideo ganha um novo endereço: o histórico edifício da Av. 18 de Julio, número 885.

A inauguração está marcada para o próximo dia 02 de julho, às 19h30min. E para dar as boas-vindas a este novo espaço, o cdF está recebendo inscrições para uma mostra inaugural coletiva intitulada Tantos horizontes en una línea: Colectiva-Abierta.

Saiba como participar!

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Quase Paisagem - Taim

02 de June de 2015 0

Cristiano Sant’Anna

Quase Paisagem – Taim, do fotógrafo Cristiano Sant’Anna, fica em cartaz até dia 11/07 na galeria da Fluxo (Rua General João Telles, 291 – Bom Fim), em Porto Alegre. Formada por fotografias em tamanhos variados, videoinstalações, instalação em backlights e um catálogo – que também é considerado uma obra –, a exposição apresenta imagens fluidas, em que destacam-se a luz e a cor, mais que os elementos que as compõem.

Com curadoria do também fotógrafo Fernando Schmitt, a exposição está dividida em seis grandes conjuntos de obras com suportes e linguagens diferentes – 17 imagens fotográficas, videoinstalações e instalação em backlights, além de um catálogo –, que representam o amadurecimento do trabalho autoral e experimental de Cristiano Sant’Anna.

A realização é da Beira e o financiamento, da Secretaria de Estado da Cultura do RS.

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Pedro Meyer: “Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu”

09 de May de 2015 0

Fotógrafo espanhol radicado no México, Pedro Meyer também trabalha como curador e editor. Ele é fundador do do site Zone Zero, que reúne trabalhos de mais de mil fotógrafos de várias nacionalidades.

Veterano da divulgação fotográfica na internet, seu trabalho transcende o documental criando cenas de apelo onírico. Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao jornalista Carlos André Moreira, editor do Caderno PrOA.

Pedro Meyer

Fala-se muito de uma crise da imprensa escrita, mas não de uma crise da fotografia. O que faz a imagem migrar para o ambiente digital sem perder as características que a definem?

Você está fazendo suposições com as quais tenho algum problema. 1) A crise da imprensa escrita a que você alude é uma crise do modelo econômico, não de ideias ou do jornalismo em si. 2) Essa crise econômica afeta de modo igual a todos, escritores, empresários e fotógrafos, todos os que orbitam em torno dessa forma de produção – um jornal ou uma revista. Mas se produzissem pianos em vez de jornais, se poderia dizer o mesmo. Os modos de produção está mudando. O mesmo se passou com a chegada da Era Industrial. E quem disse que as características que definem a fotografia não mudaram? Claro que a essência mesma da fotografia mudou.

Pedro Meyer

A fotografia de imprensa sempre valorizou o instantâneo, o registro do momento. Com câmeras em todos os telefones e com todos se convertendo em fotógrafos, resta a estética aos fotógrafos profissionais? Técnicas de iluminação e enquadramento, proporções, aquilo que aproxima a fotografia da pintura são os segredos para que uma imagem se destaque?

Aqui também não concordo com suas conclusões. O instante era um mito, para começar. A estética é para todos igual, e eu já vi muitas fotos publicadas pelos chamados “profissionais” que não são tão boas como as de alguns “amadores”, até mesmo essas palavras, profissional e amador, perderam o significado que sempre tiveram. Todas as regras mudaram. O que aproxima a fotografia da pintura é que já não são mais meios separados, uma vez que ambas estejam digitalizadas.

Pedro Meyer

É também o que o senhor faz em seu trabalho ao romper com a “realidade mimética” em prol de representações mais “fantásticas”?

A realidade já é ela própria fantástica o suficiente.

Pedro Meyer

O senhor mantém uma fundação dedicada à fotografia. Com a enxurrada de imagens de hoje e a presença de câmeras em todos os lugares, é preciso tentar alguma educação visual para o público em geral?

Não é só para o público em geral, mas para todo mundo, inclusive para fotógrafos profissionais. Porque existe, sim, uma realidade incontornável e que se manterá assim ainda por um longo tempo. Ninguém pode dormir sobre os louros e acreditar que aquilo que sabe, aquilo que aprendeu em uma oficina ou um curso, será uma informação válida para sempre. Estamos destinados a continuar nossa educação constantemente. Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu. O conhecimento é hoje como o peixe que você compra no mercado, ou que você mesmo pesca: tem poucos dias de validade, você tem que jogá-lo fora se não comer logo.

Pedro Meyer

As tecnologias digitais abriram discussões sobre os limites da manipulação fotográfica. O senhor escreveu, há alguns anos, um artigo em defesa de Stepan Rudik, desclassificado do WWF devido à remoção digital de um detalhe de uma foto. Qual é, na sua opinião, o limite para a manipulação da imagem digital?

O termo “manipulação” é tautológico à palavra “fotografia”. Não existe fotografia sem manipulação. Quem reivindica o contrário não sabe nada de fotografia. Não há limites para a manipulação de uma imagem. Veja, com isso não quero sugerir que se pode alterar uma foto para maliciosamente usá-la em apoio a um fato que não aconteceu, por isso sustento que, se alguém quiser demonstrar algo através de uma imagem, é preciso desacreditar dele, porque no final do dia, é apenas uma foto.

Pedro Meyer

Outro convidado do festival, o editor James Estrin, do New York Times, comentou que a tendência em recentes prêmios é contemplar séries de imagens, e não uma única fotografia. Estamos perdendo a imagem “única”, que conta ela mesma uma história?

Há mais de 40 anos temos feito isso, desde o primeiro Colóquio Latino-americano de Fotografia. Assim, vir agora o senhor Estrin nos dizer tal coisa como uma novidade é simplesmente uma declaração de alguém que não leu os nossos livros de história (para os gringos em Nova York, é como se o que não aconteceu lá não tivesse ocorrido). Nunca pensamos que a foto única era suficiente para validar o trabalho de uma pessoa. Nem por um momento.

Pedro Meyer

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