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Posts na categoria "Mundo"

National Geographic Photo Contest 2015

06 de August de 2015 0

Uma foto de mergulhadores nadando com uma baleia-jubarte e seu filhote ganhou o grande prêmio do concurso de fotos de viagem da National Geographic.

A foto vencedora, de Anuar Patjane Floriuk, foi tirada perto de Roca Partida, uma ilha na costa oeste do México, e superou mais de 17 mil inscritas.

[clique nas imagens para ampliar]

Anuar Patjane

Anuar Patjane

Faisal Azim

Faisal Azim

Ahmed Al Toqi

Ahmed Al Toqi

Sarah Wouters

Sarah Wouters

Stefane Berube

Stefane Berube

Eduard Gutescu

Eduard Gutescu

Alain Schroeder

Alain Schroeder

Stefano Zardini

Stefano Zardini

Bartłomiej Jurecki

Bartłomiej Jurecki

Beth McCarley

Beth McCarley

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Incentivo a jovens fotógrafas

21 de July de 2015 0

A Fundação Inge Morath e a Fundação Magnum anunciaram a vencedora do 14º anual Inge Morath Award.

Danielle Villasana (EUA), foi ecolhida pelo projeto “A Light Inside”, que retrata os estereótipos de mulheres transexuais no Peru, explorando as complexidades da identidade de gênero, dor e rejeição. “No Peru, um país altamente machista, de cultura conservadora e religiosa, os transexuais são extremamente marginalizados e discriminados pela sociedade. A perseguição começa cedo em casa e na escola, levando-os a abandonar suas famílias e estudos”, defendeu a fotógrafa.

A Light Inside

Villasana ganhou como incentivo um prêmio de US $ 5.000, dado todo ano a um artista do sexo feminino com idade até 30 anos, para apoiar a conclusão de um projeto documental de longa duração. Nascida no Texas, Danielle Villasana se formou em fotojornalismo e espanhol na Universidade de Texas, graduando-se em 2013. Em 2014, foi co-fundadora Diário América Latina no Instagram, que faz parte do movimento The Everyday Projects, fundado por Peter DiCampo e Austin Merrill para combater estereótipos na mídia tradicional. Ela é aluna do Eddie Adams Oficina, em participou em 2015 no New York Portfolio Review. Atualmente mora em Lima, Peru.

O objetivo do Inge Morath Award é incentivar projetos de jovens mulheres fotógrafas de todo o mundo. A premiação leva o nome da fotógrafa austriaca, Inge Morath, que durante toda sua carreira, se preocupou em entusiasmar e encorajar o sucesso das mulheres na fotografia.

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Pedro Meyer: “Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu”

09 de May de 2015 0

Fotógrafo espanhol radicado no México, Pedro Meyer também trabalha como curador e editor. Ele é fundador do do site Zone Zero, que reúne trabalhos de mais de mil fotógrafos de várias nacionalidades.

Veterano da divulgação fotográfica na internet, seu trabalho transcende o documental criando cenas de apelo onírico. Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao jornalista Carlos André Moreira, editor do Caderno PrOA.

Pedro Meyer

Fala-se muito de uma crise da imprensa escrita, mas não de uma crise da fotografia. O que faz a imagem migrar para o ambiente digital sem perder as características que a definem?

Você está fazendo suposições com as quais tenho algum problema. 1) A crise da imprensa escrita a que você alude é uma crise do modelo econômico, não de ideias ou do jornalismo em si. 2) Essa crise econômica afeta de modo igual a todos, escritores, empresários e fotógrafos, todos os que orbitam em torno dessa forma de produção – um jornal ou uma revista. Mas se produzissem pianos em vez de jornais, se poderia dizer o mesmo. Os modos de produção está mudando. O mesmo se passou com a chegada da Era Industrial. E quem disse que as características que definem a fotografia não mudaram? Claro que a essência mesma da fotografia mudou.

Pedro Meyer

A fotografia de imprensa sempre valorizou o instantâneo, o registro do momento. Com câmeras em todos os telefones e com todos se convertendo em fotógrafos, resta a estética aos fotógrafos profissionais? Técnicas de iluminação e enquadramento, proporções, aquilo que aproxima a fotografia da pintura são os segredos para que uma imagem se destaque?

Aqui também não concordo com suas conclusões. O instante era um mito, para começar. A estética é para todos igual, e eu já vi muitas fotos publicadas pelos chamados “profissionais” que não são tão boas como as de alguns “amadores”, até mesmo essas palavras, profissional e amador, perderam o significado que sempre tiveram. Todas as regras mudaram. O que aproxima a fotografia da pintura é que já não são mais meios separados, uma vez que ambas estejam digitalizadas.

Pedro Meyer

É também o que o senhor faz em seu trabalho ao romper com a “realidade mimética” em prol de representações mais “fantásticas”?

A realidade já é ela própria fantástica o suficiente.

Pedro Meyer

O senhor mantém uma fundação dedicada à fotografia. Com a enxurrada de imagens de hoje e a presença de câmeras em todos os lugares, é preciso tentar alguma educação visual para o público em geral?

Não é só para o público em geral, mas para todo mundo, inclusive para fotógrafos profissionais. Porque existe, sim, uma realidade incontornável e que se manterá assim ainda por um longo tempo. Ninguém pode dormir sobre os louros e acreditar que aquilo que sabe, aquilo que aprendeu em uma oficina ou um curso, será uma informação válida para sempre. Estamos destinados a continuar nossa educação constantemente. Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu. O conhecimento é hoje como o peixe que você compra no mercado, ou que você mesmo pesca: tem poucos dias de validade, você tem que jogá-lo fora se não comer logo.

Pedro Meyer

As tecnologias digitais abriram discussões sobre os limites da manipulação fotográfica. O senhor escreveu, há alguns anos, um artigo em defesa de Stepan Rudik, desclassificado do WWF devido à remoção digital de um detalhe de uma foto. Qual é, na sua opinião, o limite para a manipulação da imagem digital?

O termo “manipulação” é tautológico à palavra “fotografia”. Não existe fotografia sem manipulação. Quem reivindica o contrário não sabe nada de fotografia. Não há limites para a manipulação de uma imagem. Veja, com isso não quero sugerir que se pode alterar uma foto para maliciosamente usá-la em apoio a um fato que não aconteceu, por isso sustento que, se alguém quiser demonstrar algo através de uma imagem, é preciso desacreditar dele, porque no final do dia, é apenas uma foto.

Pedro Meyer

Outro convidado do festival, o editor James Estrin, do New York Times, comentou que a tendência em recentes prêmios é contemplar séries de imagens, e não uma única fotografia. Estamos perdendo a imagem “única”, que conta ela mesma uma história?

Há mais de 40 anos temos feito isso, desde o primeiro Colóquio Latino-americano de Fotografia. Assim, vir agora o senhor Estrin nos dizer tal coisa como uma novidade é simplesmente uma declaração de alguém que não leu os nossos livros de história (para os gringos em Nova York, é como se o que não aconteceu lá não tivesse ocorrido). Nunca pensamos que a foto única era suficiente para validar o trabalho de uma pessoa. Nem por um momento.

Pedro Meyer

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James Estrin: “Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma”

09 de May de 2015 0

Destaque da programação do 8º FestFoto, o americano James Estrin é editor do Lens, o ativo blog fotográfico do New York Times, que reúne ensaios, slideshow e vídeos de profissionais do próprio jornal e de colaboradores de todas as partes do mundo.

As fotos desta publicação fazem parte de sua série Observance, sobre experiências espirituais e religiosas. Por e-mail, ele respondeu aos questionamentos do editor do Caderno PrOACarlos André Moreira, e do repórter fotográfico Bruno Alencastro.

Boa leitura!

James Estrin

Em 2001, o senhor participou da equipe do New York Times que venceu o Pulitzer com a série How Race is Lived in America. Este ano, as duas categorias de fotografia do Pulitzer premiaram séries em vez de uma única imagem. Com essa tendência, é mais difícil obter aquela imagem única?

Nos últimos 15 anos, a maioria dos vencedores do Prêmio Pulitzer inscreveu séries de múltiplas imagens. Presumo que é uma tendência que vai continuar. A internet deu aos fotógrafos a oportunidade de publicar muitas fotos sem as limitações de espaço de impressão. Contar histórias com imagens múltiplas tornou-se mais comum, o que, penso, é uma boa coisa. Ao mesmo tempo, imagens individuais tornaram-se menos importantes, o que é lamentável, porque haverá menos fotos icônicas. Haverá no futuro imagens únicas de que todos nós nos lembraremos, como a tirada por Nick Ut da jovem Kim Phuc correndo nua pela estrada depois de ser atingida por Napalm durante a guerra do Vietnã? Tenho a sensação de que a força de uma única imagem diminui devido ao número surpreendente de imagens que vemos todos os dias na internet.

James Estrin

 Fala-se muito da crise do jornalismo impresso, mas essa crise parece não se estender ao fotojornalismo. A imagem pode migrar com mais qualidade e impacto para o meio digital?

Em alguns aspectos, a fotografia é mais importante do que nunca, porque a internet tem base visual e todo mundo está tirando fotos com seus telefones celulares e compartilhando-as nas mídias sociais. Assim, as fotos são talvez mais importantes hoje do que nunca, o que torna às vezes difícil para os fotógrafos profissionais ganharem a vida com suas imagens.

James Estrin

Apesar do amplo desenvolvimento das câmeras de celulares – que hoje podem ser comparadas com as câmeras digitais – as pessoas têm o hábito de alterar suas imagens com aplicativos e filtros que as deixam com um aspecto de antigas. Seria uma tentativa de buscar alguma originalidade em meio à enxurrada de imagens que são compartilhadas hoje?

Sou um grande fã dos smartphones, e não acho que faz diferença qual câmera você usou para capturar uma imagem. Entretanto, ando cansado do uso excessivo de aplicativos e filtros para alterar imagens. Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma.

James Estrin

Na sua opinião, a popularização e difusão de imagens ajuda ou atrapalha o desenvolvimento de uma educação visual para o leigo? 

Essa é a questão central para os fotógrafos de hoje. Há centenas de bilhões de fotos tiradas a cada ano com smartphones e postadas em mídias sociais como Instagram, Snapchat e Facebook. Isso significa que todas as fotos têm o mesmo valor, porque receberam “likes” de muitas pessoas, ou será que o fato de que todo mundo é um fotógrafo vai levar essas pessoas a se interessarem mais pelas imagens dos “fotógrafos sérios”? Eu sou um otimista. Acredito que haverá mais pessoas do que nunca interessadas em fotografia.

James Estrin

Em outubro de 2013, o senhor publicou um artigo na National Geographic defendendo que a democratização da fotografia será benéfica para a própria democracia. Mas como se encaixam, neste cenário, os países que monitoram, limitam ou até mesmo bloqueiam o acesso a determinados sites e imagens?

Ditaduras tentam bloquear a internet e as mídias sociais precisamente porque pensam que palavras e imagens têm efeito e são um perigo para quem quer ter controle sobre sua população. Longe vão os dias em que os ditadores podiam controlar apenas um punhado de jornais e estações de TV e rádio. Na maioria dos países, é uma batalha perdida censurar a internet.

James Estrin

O senhor ainda consegue se surpreender com as fotos que recebe todo dia para publicação, entre centenas enviadas por profissionais e amadores ao redor do mundo? Que tipo de imagem o fascina?

Sempre fico mais interessado nas imagens que me fazem sentir alguma coisa. Qualquer coisa. Elas podem me fazer rir ou chorar. Ou, pelo menos, nas imagens com as quais eu aprendo algo que me faz olhar para as coisas de uma maneira nova. Eu provavelmente vejo mais de 6 mil projetos por ano, e posso dizer com segurança que há trabalhos magníficos e inovadores sendo realizados por fotógrafos ao redor do mundo.

James Estrin

O senhor conhece o trabalho de algum fotógrafo brasileiro?

Admiro as imagens que Rogério Reis fez do Carnaval e que publicamos no blog Lens. Gosto também de muitos trabalhos de Claudio Edinger, incluindo suas fotos de um hospital psiquiátrico de São Paulo que também já publicamos. Preciso, é claro, acrescentar Sebastião Salgado. E temos publicado com frequência fotos de Maurício Lima, que fotografa para o Times e é um excelente fotógrafo.

James Estrin

Para além da necessidade de trabalhar como multimídia, combinando áudio, fotografia e vídeo, quais são os desafios que o senhor vê para os fotógrafos de agora em diante?

Tudo muda tão rapidamente que nós temos que ser ágeis e estar dispostos a nos ajustarmos às novas circunstâncias tecnológicas. Temos de aceitar a mudança constante, para que possamos continuar a contar as histórias que precisam ser contadas. Além disso, precisamos nos esforçar continuamente para encontrar maneiras novas e diferentes para contar histórias de forma que nossas imagens destaquem-se entre os milhares de milhões de outras imagens. Nós também precisamos empurrar as fronteiras da nossa linguagem visual e ao mesmo tempo manter padrões éticos e morais.

James Estrin

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Fotógrafa registra a relação dos filhos e a natureza

08 de May de 2015 0

Em homenagem ao Dia das Mães, o Focoblog compartilha as inspiradoras fotografias familiares de Elena Shumilova. Desde que ganhou sua primeira câmera, em 2012, a fotógrafa russa decidiu retratar um contexto extremamente próximo: a rotina de seus filhos e sua relação com os animais.

Juntando suas duas paixões, Shumilova cria fotos singulares, com ênfase no meio rural – tendo como cenário a fazenda que administra, em Moscou -, os fenômenos naturais e as estações do ano. Para ela, a luz usada proporciona “profundidade emocional às imagens“.

Intimidade + domínio da luz = combinação perfeita para a fotografia documental!

[clique nas imagens para ampliar]

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

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Do Instagram para a capa da Time

30 de April de 2015 0

ReproduçãoA foto da capa da revista norte-americana Time mostra um homem fugindo de um batalhão de policiais durante os protestos contra a morte de Freddy Gray, em Baltimore, nesta semana.

O que poucas pessoas sabem é que, antes de ser escolhida como capa da revista, a fotografia já era conhecida por milhares de usuários do Instagram, onde foi compartilhada no perfil do fotógrafo amador Devin Allen.

Segundo a Time, a foto captura a intensidade e a natureza caótica dos protestos com perfeição, sendo uma escolha natural para a capa.

O Focoblog separou outras imagens de Devin dos protestos recentes em Baltimore.

@bydvnlln

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Londres

20 de August de 2014 0

Na hora exata, a faxina no Big Ben.
Fotos de Ben Stansall/AFP.

Ben Stansall

Ben Stansall

Ben Stansall

Ben Stansall

Ben Stansall

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Juventude roubada

12 de March de 2013 0

Dados da Unicef revelam que, faltando dois meses para a implementação de uma lei de 2010 que determina a obrigatoriedade de todas as crianças indianas entre seis e 14 anos de idade frequentarem a escola, cerca de 28 milhões delas trabalham. Crianças e adolescentes trabalhadores são vistos em toda parte: em lojas, cozinhas, fazendas, fábricas e canteiros de obras.

A pobreza, a corrupção, as escolas decrépitas e a escassez de professores estão entre as causas da situação, e não existe um exemplo melhor do problema que as minas do tipo “toca de rato” do Estado de Meghalaya - no nordeste da Índia -, que parecem ter saído de um romance de Charles Dickens.

Fotos: Kuni Takahashi/The New York Times

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Jacarezinho

17 de October de 2012 0

Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar ocupa a Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Felipe Dana/AP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Christophe Simon/AFP

Felipe Dana/AP

Felipe Dana/AP

Felipe Dana/AP

Felipe Dana/AP

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Mera coincidência

04 de October de 2012 0

Eleições nos EUA: Barack Obama X Mitt Romney.
Qualquer semelhança é mera coincidência. Ou não.

Jim Watson/AFP – Bill Pugliano/Getty Images/AFP

Jewel Samad/AFP – Robyn BECK/AFP

Jewel Samad/AFP – Saul Loeb/AFP

Jim Watson/AFP – Saul Loeb/AFP

Mandel Ngan/AFP

Alfredo Estrella/AFP – Jewel Samad/AFP

Mandel Ngan/AFP

Jewel Samad/AFP – Robyn Beck/AFP

Brendan Smialowski/AFP – Saul Loeb/AFP

Stan Honda/AFP

Kevork Djansezian/Getty Images/AFP – Robyn Beck/AFP

Pete Souza/Official White House Photograph – Jewel Samad/AFP

Jim Watson/AFP – Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Jim Watson/AFP – Justin Sullivan/Getty Images/AFP

Saul Loeb/AFP – Joe Raedle/Getty Images/AFP

Jewel Samad/AFP

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