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Posts na categoria "Notícias"

Retratos da Cidade: Porto Alegre

25 de março de 2014 0

Em comemoração aos 242 anos da capital dos gaúchos, inaugura logo mais, às 19h, no Galpão Crioulo, no Palácio Piratini, a exposição Retratos da Cidade: Porto Alegre. A mostra permanece até o dia 28, com entrada franca.

Este é o primeiro ensaio sobre as cidades do Rio Grande do Sul. O objetivo é organizar um acervo de imagens com diversos ensaios para retratar as peculiaridades de cada região do Estado.

As fotos são de autoria de Sandra Genro, Beliza Boniatti, Camila Domingues, Claudio Fachel e Raphael Seabra.

Beliza BoniattiBeliza Boniatti

Claudio FachelClaudio Fachel

Camila DominguesCamila Domingues

Sandra GenroSandra Genro

Raphael SeabraRaphael Seabra

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As melhores produções multimídias do World Press Photo 2014

24 de março de 2014 0


Staff Riding é uma gíria local que define uma perigosa prática que se espalhou por toda a África do Sul: desafiar a morte em trens em movimento.

Segundo Marco Casino, o autor do curta documental, “a maioria dos adeptos têm menos de 25 anos e as amputações e mortes são comuns. Num contexto em que a violência, o abuso de drogas e a pobreza extrema são parte do cotidiano, o Staff Riding simboliza a busca pela redenção que nunca chegará para os intervenientes desta história”.

O júri internacional selecionou produções vencedoras em três categorias: curta metragem, longa e documentário interativo. Ao todo, 373 vídeos foram inscritos no concurso.

Confira a lista completa dos vencedores.

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Festival de la Luz

15 de março de 2014 0

O fotógrafo e professor Tiago Coelho e cinco de seus alunos do curso de Fotografia da Unisinos já estão “com os passaportes carimbados” para o XVII Encuentros Abiertos – Festival de la Luz, que a cada dois anos reúne uma série de atividades relacionadas à fotografia artística internacional, entre os meses de agosto e setembro, na Argentina.

Tiago foi selecionado pelo seu trabalho A Voz da Roupa, desenvolvido em parceria com Régis Duarte. Ao lado dele, a estudante Gabriele Argenta também foi aceita na Convocatória aberta. Já os fotógrafos Fábio Fialho Martins, José Luís de Paula, Manuella Brandolff e Timoteo Flores tiveram seus trabalhos destacados na categoria 18 a 25 anos.

Ao todo, participaram da seleção mais de 700 fotógrafos de várias partes do mundo.

Tiago Coelho | Régis DuarteTiago Coelho | Régis Duarte

Timóteo FloresTimóteo Flores

Fábio Fialho MartinsFábio Fialho Martins

José Luis de PaulaJosé Luis de Paula

Manuella BrandolffManuella Brandolff

Gabriele Argenta Gabriele Argenta

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Criatividade em foco

12 de janeiro de 2014 1

Entrevista realizada por Karine Viana para o Perfil da semana, do site Coletiva.net

Omar Freitas

Foto: Omar Freitas

“Aquilo que não queres pra ti, também não deves deixar para os outros”. Esta é uma das condutas que o repórter fotográfico de Zero Hora Luiz Fernando da Silva Gomes, 56 anos, traz do berço, como um dos tantos ensinamentos que os pais, Osvaldo Gomes e Natalícia da Silva Gomes, transmitiram aos cinco filhos. Na mesma linha, parece vir o oposto, o que retrata o altruísmo do fotógrafo: todas as coisas benéficas transmitidas a ele são passadas adiante. “Gosto de repassar aquilo que me foi proporcionado. Gosto de ajudar o próximo”, garante.

Entre um relato e outro, mesclando histórias da vida e da carreira, Fernando Gomes ora emociona, ora se emociona. Sorri com as peças que a profissão lhe prega e se entristece com algumas adversidades da vida. Se autointitula uma pessoa legal, desde que não pisem na bola com ele. “Se me sacaneou, eu fico com um pé atrás”, adverte, embora considere este um defeito perdoável.

Quem convive com Fernando sabe que criatividade desponta como uma de suas características. Sua capacidade de imaginar e colocar suas ideias em prática eram corriqueiras ainda na infância, com a confecção de carrinhos e outros brinquedos de madeira. Ele e os irmãos cresceram pelas ruas dos bairros Santana e Partenon, com as brigas típicas de uma casa cheia de meninos, mas companheiros em passar a tarde jogando bola ou descendo ladeiras com carrinhos feitos por eles mesmos. Mas o trabalho com madeira não se restringe à infância. É hoje, ao lado da fotografia, que está com Fernando mesmo fora do trabalho, um hobby. Uma atividade na qual garante encontrar a paz.

Fernando Gomes

 Espírito de MacGayver

Já sofreu ameaças de tiro ao apontar a câmera e não foram raras as vezes em que esteve num fogo cruzado entre policiais e bandidos – todos episódios que fazem parte da rotina de profissional do fotógrafo, que não vê os próprios feitos senão com olhos de satisfação. Perigo não é bem-vindo, mas estratégias para a busca das melhores imagens, sempre. Seja em procura do melhor posicionamento – como dias dentro de um carro ou pela basculante do banheiro –, seja pelo improviso.

Há um ano e nove meses no jornal, o fotógrafo Bruno Alencastro acredita que a inventividade é uma das características de Fernando, a quem atribui uma espécie de “espírito de MacGyver”. “Ele está sempre criando e adaptando ferramentas para aprimorar a nossa incessante busca por melhores imagens”, registra, lembrando quando o amigo confeccionou, com auxílio do colega Lauro Alves, uma steadicam improvisada (acessório que permite acoplar o equipamento ao corpo).

É o gosto pelos serviços manuais que faz Alencastro lembrar de uma história curiosa. Fernando estava escalado para acompanhar a editora de Gastronomia, Bete Duarte, numa viagem sobre vinhos e culinária da região da Campanha, até acontecer um imprevisto: “Eis que, na noite anterior, o Fernando resolveu consertar alguma coisa na casa dele com a furadeira e, na hora em que trocava a broca, a coisa toda escapou e ele acabou cortando a mão e levando alguns pontos. Resultado: lá foi o Bruno, de última hora, substituir o colega na viagem”. A oportunidade foi atípica, mas é a Fernando a quem o jovem fotógrafo chama de “voz da experiência”, que se reporta toda vez que precisa fazer alguma cobertura pela primeira vez. “O Fernando sempre foi um cara que me ajudou, e faz isso até hoje, no dia-a-dia da profissão”, reconhece.

Fernando Gomes

Experiência dividida

Os quase 40 anos de profissão garantem a Fernando Gomes a chamada cancha necessária para passar conselhos e instruções aos fotógrafos mais jovens. Afinal, são décadas de dedicação preenchidas com as mais inusitadas histórias. Situações em que medo e adversidades são encarados para que as melhores imagens sejam garantidas. O resultado aparece em forma de prêmios, o que o fotojornalista considera como principal elogio ao seu trabalho.

O ingresso na fotografia foi, de certa forma, ao acaso. Fernando teve sua primeira oportunidade de emprego na agência Símbolo, em 1973. Quando acabava o trabalho no setor, corria até a fotografia, onde, aos poucos, começou a revelar as imagens e receber mais e mais instruções. Depois de uma pausa para o serviço militar, o fotógrafo voltou à agência por mais um ano e depois seguiu para o Coojornal, da extinta Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, onde ficou por cerca de três anos.

A carreira como repórter fotógrafo, considera, começou de fato em 1979, durante um final de semana, em Zero Hora. Foi ali a primeira frustração. Na segunda-feira, ao abrir o diário, foi grande a surpresa ao verificar que nenhuma de suas imagens figurava nas páginas do jornal. “O que aconteceu? Não gostaram das minhas fotos?”, teria perguntado, até entender que aquilo era praxe na profissão. Em 1984, Fernando aceitou a oportunidade de trabalhar no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Recém-casado, mudou-se com Maria de Lourdes para a cidade carioca, onde permaneceram até 1987, para voltar à capital gaúcha e à Zero Hora, onde trabalha até hoje.

Fernando Gomes

Histórias fotográficas

Para a também fotógrafa Beatriz Sallet, Fernando é capaz de transformar pautas corriqueiras através da beleza que registra em suas imagens. Assim, ao observar alguma fotografia, não era raro confirmar a autoria da imagem antes mesmo de ler o crédito: Fernando Gomes. “Antes de conhecê-lo pessoalmente, conheci seu trabalho assim. Eram fotos que me faziam parar e ficar contemplando-as, realizando uma leitura mais minuciosa.” Por conta disso, o fotógrafo foi escolhido por Beatriz para ser um dos pesquisados para sua dissertação de curso. “Verifiquei pessoalmente a grande pessoa que é Gomes ao entrevistá-lo longamente, ao tomar contato com um pouco de sua história de vida, e ao acompanhá-lo em pautas do dia a dia, conversando, observando e fotografando o seu fazer fotográfico. Foi então que pude compreender um pouco melhor porque seu jeito, seu modo de ser, se revelavam em suas fotos”, relata.

Uma imagem em preto e branco mostra um homem, sem camisa e com um crucifixo no pescoço, tentando escapar de um policial militar munido de um cassetete. No cenário de fundo, a sobreposição de peças de madeira de diferentes tamanhos dá indícios de que se trata de uma periferia. Poderia ser uma cena corriqueira se não fosse um diferencial: um cão morde a farda do PM como se quisesse puxá-lo e impedi-lo de efetuar a prisão. Do outro lado, nos bastidores, muletas, um banheiro, uma janela basculante e dona Natalícia compõem a cena.

Fernando Gomes

Fernando foi avisado pela mãe de que algo acontecia na via que dava aos fundos da residência. Mesmo com a perna quebrada e necessitando de apoio para se locomover, pendurou a câmera no pescoço e seguiu para o banheiro da casa, cuja pequena janela lhe permitia uma boa visão do fato. Com a perna engessada sobre o vaso sanitário, a outra sobre o bidê e com o auxílio de dona Natalícia, que o segurava pela cintura, Fernando posicionou a máquina no vão da basculante e clicou. A surpresa veio ao revelar a imagem, quando só então percebeu o cachorro roubando a cena. Entre mais de 50 mil imagens, a fotografia ficou em segundo lugar no Prêmio Nikon, além de levar também o primeiro no Prêmio ARI.

A segunda imagem a figurar no topo de suas histórias, tanto pelo conteúdo quanto pelos prêmios que rendeu, carrega também a essência do fotojornalismo e foi captada durante uma enchente que devastou parte do Rio Grande do Sul. Uma foto aérea registrou o momento em que o motorista de um fusca segurava o próprio carro que estava prestes a cair de uma ponte que fora rompida pela enxurrada. A destruição da rodovia, o desespero do motorista e a violência das águas sintetizavam a angústia que assolava o Estado naquele momento. Mais uma vez, foi contemplado com os prêmios Nikon e ARI.

Fernando Gomes

Profissão perigo

Entre as preferências de Fernando estão as pautas policiais e esportivas. Uma matéria policial por si compreende um teor de perigo, mas foi numa cobertura para a editoria de Esportes que o fotógrafo enfrentou um dos maiores apuros. A missão era acompanhar o Internacional à Venezuela, numa partida pela Libertadores da América, em 1989. O que não se esperava era que Caracas se transformasse num palco de guerra, após o anúncio de aumento das tarifas de transporte público. A ameaça de saque chegou ao hotel onde Fernando e companheiros de jornada estavam hospedados. “Por segurança, cortei o carpete do quarto e escondi, embaixo, meu passaporte e todo o meu dinheiro”, lembra.

No início da década de 80, no entanto, Fernando já havia de certa forma se arriscado atrás das lentes. Argentina e Reino Unido se enfrentavam na chamada Guerra das Malvinas. A pauta? Denunciar o jogo duplo do Brasil, que vendia armas para o vizinho e liberava o pouso dos aviões britânicos no País, fato negado, claro, pelo governo. Ficou uma semana escondido dentro de um carro junto à base aérea de Canoas, enfrentando chuva e frio, na esperança de registrar o pouso de algum dos aviões ingleses. Valeu o esforço, pois conseguiu a foto e, com ela, o furo internacional.

Fernando Gomes

Com os finais de semana alternados no trabalho e uma rotina diária no jornal, o tempo é curto, mas no lar, a atividade caseira é frequente. Como bom cozinheiro que se considera, é ele o responsável pelo fogão, dos pratos simples aos sofisticados. Fora do ambiente de trabalho, procura viver os momentos em família, hoje formada pela esposa Maria de Lourdes e pela filha Carolina, de 26 anos. No ano passado, perdera a filha Lylyan, então com 20 anos, em um acidente envolvendo uma bicicleta e um ônibus.

Fernando já conseguiu muitas coisas na carreira. Cobriu duas Copas do Mundo, visitas de autoridades internacionais e de papas. Viajou o mundo. Mas não consegue pensar em parar e no que fazer quando chegar a hora de pendurar a câmera. A rotina diária do jornal, com folgas em finais de semana alternados, é parte de sua vida. Apenas repete: “Vou continuar fotografando, não sei o que, nem onde, nem como. Mas vou continuar”.

Fernando Gomes

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Na mira

09 de setembro de 2013 2

Depois do fotógrafo Wilton Junior ter criado uma ilusão da presidente Dilma Rousseff sendo apunhalada pelas costas – na foto vencedora do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha -, no feriado de 7 de Setembro, foi a vez de Beto Barata criar uma nova versão do feito.

Wilton de Sousa JuniorFoto: Wilton Junior/AE

Ao invés da espada, o fotojornalista clicou o momento certo em que o canhão parece estar apontado para a presidente, durante o desfile militar, em Brasília.

Beto BarataFoto: Beto Barata/AFP

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7 de Setembro

08 de setembro de 2013 0

Os militares, os manifestantes e o desfile da banda marcial da Escola Hire Guerra.

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Dani BarcellosDani Barcellos

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Lauro AlvesLauro Alves

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ronaldo BernardiRonaldo Bernardi

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

Ricardo DuarteRicardo Duarte

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A alma de Porto Alegre

02 de setembro de 2013 0

Adriana Franciosi

No Dia do Repórter Fotográfico, uma excelente notícia para a Editoria de Imagem da Zero Hora: nossa colega Adriana Franciosi foi a grande vencedora na categoria digital (em fotos preto e branco) do XIII Concurso Sioma Breitman de Fotografia.

Estar em meio a tantos nomes de colegas talentosos e que admiro só me trouxe mais alegria. Porto Alegre é meu porto de chegada, meu porto de saída, meu porto de retorno. O tema do concurso era Porto Alegre e sua alma. Todos os dias a estátua viva está lá na rua da praia, em plena esquina democrática. Ali ela se move para aqueles que jogam uma simples moedinha. Com a mão no peito, um gesto de amor à cidade de orgulho de ser gaúcho e porto-alegrense. Sinceramente estou feliz com esse prêmio, especialmente porque tenho verdadeira paixão por fotografar Porto Alegre. Esta cidade que escolhi para viver“, comemora Adri.

Confira a lista completa dos vencedores!

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Dividindo experiência

30 de agosto de 2013 2

Na última quarta-feira, nossa colega Andréa Graiz – retratista de mão cheia! – conversou com os alunos das turmas de Introdução à Fotografia e Fotojornalismo em Casamento, do curso de Fotografia da Unisinos.

O convite veio das professoras Marina Chiapinotto e Betariz Sallet. Abaixo, um belo registro do estudante Guilherme Gargioni. E fica a dica: visite o portfólio virtual da Déia!

Foto: Guilherme GargioniFoto: Guilherme Gargioni

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4.687 motivos para comemorar

19 de agosto de 2013 0

Na semana em que comemoramos o Dia Mundial da Fotografia (19/08), a Getty Images, dona de um museu com um dos maiores acervos de fotografia do mundo, inaugurou um programa que libera 4.687 imagens históricas para uso livre. Qualquer pessoa pode compartilhar, copiar e alterar, inclusive para uso comercial ou pessoal, desde que cite a fonte. Todas as imagens estão em alta resolução.

Além de fotografias, o museu também liberou manuscritos, desenhos e reproduções de pinturas. Entre as fotografias estão nomes famosos como Félix Nadar, Fox Talbot, Doris Ulman, Edgar Degas, entre outros. Há ainda duas imagens feitas pelo brasileiro Marc Ferrez, um dos nomes mais importantes na história da fotografia do país.

São arquivos raros que mostram detalhes pouco conhecidos da Guerra Civil Americana, o neocolonialismo na África, além do rápido desenvolvimento na virada do século passado em cidades norte-americanas e até aqui no Brasil. O site do museu também traz diversos detalhes sobre cada foto, o que é ideal para quem gosta de se aprofundar nas transformações tecnológicas da fotografia ao longo do tempo.

Reprodução/Getty’s Open Content ProgramUm carvalho no inverno feito por Fox Talbot (feita entre 1842 e 1843)

Reprodução/Getty’s Open Content ProgramImagem da Guerra Civil americana intitulada “colheita da morte”

Reprodução/Getty’s Open Content ProgramAqueduto do Rio Santo Antônio, pelo brasileiro Marc Ferrez (feita entre 1883 e 1889)

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3min 18s

08 de agosto de 2013 0

Em abril de 2010, o fotógrafo Marco Grob viajou para a sede da Apple em Cupertino, California, para fazer um retrato de Steve Jobs – sem saber que esta fotografia seria a última de Jobs para uma produção artística.

O material desta sessão foi usado para duas capas e três páginas internas da revista TIME. A primeira capa foi produzida logo no segundo clique do fotógrafo, 45 segundos após Steve entrar no estúdio improvisado. Ao todo, o ensaio levou 3 minutos e 18 segundos.

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