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Posts na categoria "Notícias"

Os primeiros 21 dias de vida de uma abelha

15 de May de 2015 0

Para narrar em imagens uma reportagem sobre o desaparecimento das abelhas, o fotógrafo Anand Varma resolveu produzir algumas espécies no quintal de sua casa, com uma câmera posicionada na frente da colmeia - para conseguir imagens em detalhe.

O resultado é um timelapse de 60 segundos que revela uma das maiores ameaças à sua saúde: um ácaro que ataca as abelhas bebês nos primeiros 21 dias de vida.

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Pedro Meyer: “Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu”

09 de May de 2015 0

Fotógrafo espanhol radicado no México, Pedro Meyer também trabalha como curador e editor. Ele é fundador do do site Zone Zero, que reúne trabalhos de mais de mil fotógrafos de várias nacionalidades.

Veterano da divulgação fotográfica na internet, seu trabalho transcende o documental criando cenas de apelo onírico. Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao jornalista Carlos André Moreira, editor do Caderno PrOA.

Pedro Meyer

Fala-se muito de uma crise da imprensa escrita, mas não de uma crise da fotografia. O que faz a imagem migrar para o ambiente digital sem perder as características que a definem?

Você está fazendo suposições com as quais tenho algum problema. 1) A crise da imprensa escrita a que você alude é uma crise do modelo econômico, não de ideias ou do jornalismo em si. 2) Essa crise econômica afeta de modo igual a todos, escritores, empresários e fotógrafos, todos os que orbitam em torno dessa forma de produção – um jornal ou uma revista. Mas se produzissem pianos em vez de jornais, se poderia dizer o mesmo. Os modos de produção está mudando. O mesmo se passou com a chegada da Era Industrial. E quem disse que as características que definem a fotografia não mudaram? Claro que a essência mesma da fotografia mudou.

Pedro Meyer

A fotografia de imprensa sempre valorizou o instantâneo, o registro do momento. Com câmeras em todos os telefones e com todos se convertendo em fotógrafos, resta a estética aos fotógrafos profissionais? Técnicas de iluminação e enquadramento, proporções, aquilo que aproxima a fotografia da pintura são os segredos para que uma imagem se destaque?

Aqui também não concordo com suas conclusões. O instante era um mito, para começar. A estética é para todos igual, e eu já vi muitas fotos publicadas pelos chamados “profissionais” que não são tão boas como as de alguns “amadores”, até mesmo essas palavras, profissional e amador, perderam o significado que sempre tiveram. Todas as regras mudaram. O que aproxima a fotografia da pintura é que já não são mais meios separados, uma vez que ambas estejam digitalizadas.

Pedro Meyer

É também o que o senhor faz em seu trabalho ao romper com a “realidade mimética” em prol de representações mais “fantásticas”?

A realidade já é ela própria fantástica o suficiente.

Pedro Meyer

O senhor mantém uma fundação dedicada à fotografia. Com a enxurrada de imagens de hoje e a presença de câmeras em todos os lugares, é preciso tentar alguma educação visual para o público em geral?

Não é só para o público em geral, mas para todo mundo, inclusive para fotógrafos profissionais. Porque existe, sim, uma realidade incontornável e que se manterá assim ainda por um longo tempo. Ninguém pode dormir sobre os louros e acreditar que aquilo que sabe, aquilo que aprendeu em uma oficina ou um curso, será uma informação válida para sempre. Estamos destinados a continuar nossa educação constantemente. Ninguém pode se considerar satisfeito com o que aprendeu. O conhecimento é hoje como o peixe que você compra no mercado, ou que você mesmo pesca: tem poucos dias de validade, você tem que jogá-lo fora se não comer logo.

Pedro Meyer

As tecnologias digitais abriram discussões sobre os limites da manipulação fotográfica. O senhor escreveu, há alguns anos, um artigo em defesa de Stepan Rudik, desclassificado do WWF devido à remoção digital de um detalhe de uma foto. Qual é, na sua opinião, o limite para a manipulação da imagem digital?

O termo “manipulação” é tautológico à palavra “fotografia”. Não existe fotografia sem manipulação. Quem reivindica o contrário não sabe nada de fotografia. Não há limites para a manipulação de uma imagem. Veja, com isso não quero sugerir que se pode alterar uma foto para maliciosamente usá-la em apoio a um fato que não aconteceu, por isso sustento que, se alguém quiser demonstrar algo através de uma imagem, é preciso desacreditar dele, porque no final do dia, é apenas uma foto.

Pedro Meyer

Outro convidado do festival, o editor James Estrin, do New York Times, comentou que a tendência em recentes prêmios é contemplar séries de imagens, e não uma única fotografia. Estamos perdendo a imagem “única”, que conta ela mesma uma história?

Há mais de 40 anos temos feito isso, desde o primeiro Colóquio Latino-americano de Fotografia. Assim, vir agora o senhor Estrin nos dizer tal coisa como uma novidade é simplesmente uma declaração de alguém que não leu os nossos livros de história (para os gringos em Nova York, é como se o que não aconteceu lá não tivesse ocorrido). Nunca pensamos que a foto única era suficiente para validar o trabalho de uma pessoa. Nem por um momento.

Pedro Meyer

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James Estrin: “Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma”

09 de May de 2015 0

Destaque da programação do 8º FestFoto, o americano James Estrin é editor do Lens, o ativo blog fotográfico do New York Times, que reúne ensaios, slideshow e vídeos de profissionais do próprio jornal e de colaboradores de todas as partes do mundo.

As fotos desta publicação fazem parte de sua série Observance, sobre experiências espirituais e religiosas. Por e-mail, ele respondeu aos questionamentos do editor do Caderno PrOACarlos André Moreira, e do repórter fotográfico Bruno Alencastro.

Boa leitura!

James Estrin

Em 2001, o senhor participou da equipe do New York Times que venceu o Pulitzer com a série How Race is Lived in America. Este ano, as duas categorias de fotografia do Pulitzer premiaram séries em vez de uma única imagem. Com essa tendência, é mais difícil obter aquela imagem única?

Nos últimos 15 anos, a maioria dos vencedores do Prêmio Pulitzer inscreveu séries de múltiplas imagens. Presumo que é uma tendência que vai continuar. A internet deu aos fotógrafos a oportunidade de publicar muitas fotos sem as limitações de espaço de impressão. Contar histórias com imagens múltiplas tornou-se mais comum, o que, penso, é uma boa coisa. Ao mesmo tempo, imagens individuais tornaram-se menos importantes, o que é lamentável, porque haverá menos fotos icônicas. Haverá no futuro imagens únicas de que todos nós nos lembraremos, como a tirada por Nick Ut da jovem Kim Phuc correndo nua pela estrada depois de ser atingida por Napalm durante a guerra do Vietnã? Tenho a sensação de que a força de uma única imagem diminui devido ao número surpreendente de imagens que vemos todos os dias na internet.

James Estrin

 Fala-se muito da crise do jornalismo impresso, mas essa crise parece não se estender ao fotojornalismo. A imagem pode migrar com mais qualidade e impacto para o meio digital?

Em alguns aspectos, a fotografia é mais importante do que nunca, porque a internet tem base visual e todo mundo está tirando fotos com seus telefones celulares e compartilhando-as nas mídias sociais. Assim, as fotos são talvez mais importantes hoje do que nunca, o que torna às vezes difícil para os fotógrafos profissionais ganharem a vida com suas imagens.

James Estrin

Apesar do amplo desenvolvimento das câmeras de celulares – que hoje podem ser comparadas com as câmeras digitais – as pessoas têm o hábito de alterar suas imagens com aplicativos e filtros que as deixam com um aspecto de antigas. Seria uma tentativa de buscar alguma originalidade em meio à enxurrada de imagens que são compartilhadas hoje?

Sou um grande fã dos smartphones, e não acho que faz diferença qual câmera você usou para capturar uma imagem. Entretanto, ando cansado do uso excessivo de aplicativos e filtros para alterar imagens. Uma imagem forte tem de se sustentar por si mesma.

James Estrin

Na sua opinião, a popularização e difusão de imagens ajuda ou atrapalha o desenvolvimento de uma educação visual para o leigo? 

Essa é a questão central para os fotógrafos de hoje. Há centenas de bilhões de fotos tiradas a cada ano com smartphones e postadas em mídias sociais como Instagram, Snapchat e Facebook. Isso significa que todas as fotos têm o mesmo valor, porque receberam “likes” de muitas pessoas, ou será que o fato de que todo mundo é um fotógrafo vai levar essas pessoas a se interessarem mais pelas imagens dos “fotógrafos sérios”? Eu sou um otimista. Acredito que haverá mais pessoas do que nunca interessadas em fotografia.

James Estrin

Em outubro de 2013, o senhor publicou um artigo na National Geographic defendendo que a democratização da fotografia será benéfica para a própria democracia. Mas como se encaixam, neste cenário, os países que monitoram, limitam ou até mesmo bloqueiam o acesso a determinados sites e imagens?

Ditaduras tentam bloquear a internet e as mídias sociais precisamente porque pensam que palavras e imagens têm efeito e são um perigo para quem quer ter controle sobre sua população. Longe vão os dias em que os ditadores podiam controlar apenas um punhado de jornais e estações de TV e rádio. Na maioria dos países, é uma batalha perdida censurar a internet.

James Estrin

O senhor ainda consegue se surpreender com as fotos que recebe todo dia para publicação, entre centenas enviadas por profissionais e amadores ao redor do mundo? Que tipo de imagem o fascina?

Sempre fico mais interessado nas imagens que me fazem sentir alguma coisa. Qualquer coisa. Elas podem me fazer rir ou chorar. Ou, pelo menos, nas imagens com as quais eu aprendo algo que me faz olhar para as coisas de uma maneira nova. Eu provavelmente vejo mais de 6 mil projetos por ano, e posso dizer com segurança que há trabalhos magníficos e inovadores sendo realizados por fotógrafos ao redor do mundo.

James Estrin

O senhor conhece o trabalho de algum fotógrafo brasileiro?

Admiro as imagens que Rogério Reis fez do Carnaval e que publicamos no blog Lens. Gosto também de muitos trabalhos de Claudio Edinger, incluindo suas fotos de um hospital psiquiátrico de São Paulo que também já publicamos. Preciso, é claro, acrescentar Sebastião Salgado. E temos publicado com frequência fotos de Maurício Lima, que fotografa para o Times e é um excelente fotógrafo.

James Estrin

Para além da necessidade de trabalhar como multimídia, combinando áudio, fotografia e vídeo, quais são os desafios que o senhor vê para os fotógrafos de agora em diante?

Tudo muda tão rapidamente que nós temos que ser ágeis e estar dispostos a nos ajustarmos às novas circunstâncias tecnológicas. Temos de aceitar a mudança constante, para que possamos continuar a contar as histórias que precisam ser contadas. Além disso, precisamos nos esforçar continuamente para encontrar maneiras novas e diferentes para contar histórias de forma que nossas imagens destaquem-se entre os milhares de milhões de outras imagens. Nós também precisamos empurrar as fronteiras da nossa linguagem visual e ao mesmo tempo manter padrões éticos e morais.

James Estrin

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Fotógrafa registra a relação dos filhos e a natureza

08 de May de 2015 0

Em homenagem ao Dia das Mães, o Focoblog compartilha as inspiradoras fotografias familiares de Elena Shumilova. Desde que ganhou sua primeira câmera, em 2012, a fotógrafa russa decidiu retratar um contexto extremamente próximo: a rotina de seus filhos e sua relação com os animais.

Juntando suas duas paixões, Shumilova cria fotos singulares, com ênfase no meio rural – tendo como cenário a fazenda que administra, em Moscou -, os fenômenos naturais e as estações do ano. Para ela, a luz usada proporciona “profundidade emocional às imagens“.

Intimidade + domínio da luz = combinação perfeita para a fotografia documental!

[clique nas imagens para ampliar]

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

Elena Shumilova

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Tadeu Vilani apresenta "Olhos do Pampa"

06 de May de 2015 0

Durante cinco anos, o fotógrafo da Zero Hora Tadeu Vilani percorreu o pampa gaúcho para retratar em preto e branco a paisagem da fronteira e o cotidiano do homem do campo. O resultado desse denso trabalho está presente no livro Olhos do Pampa.

O fotolivro contém 120 páginas que retratam tanto os costumes quanto os personagens na lida campeira. A publicação possui tiragem limitada de 250 exemplares, todos numerados e assinados pelo autor.

Nesses rincões esquecidos, ao partilhar o cotidiano de lidas campeiras e se misturar às pessoas, Tadeu pôde registrar um tipo humano que só tem paralelo em outros povos cavaleiros – como os mongóis da Ásia, os cossacos da Rússia e os cowboys da América do Norte“, conta o jornalista Nilson Mariano na introdução do livro.

Essa é a primeira publicação da Beira – movida editorial, coletivo de Porto Alegre que surgiu em 2015 com o objetivo de viabilizar projetos em fotografia. A Beira é formada pelos fotógrafos Camila Domingues, Cristiano Sant’Anna, Eduardo Seidl e pela jornalista Clarissa Pont. O livro já está à venda no site www.beira.me ao preço de R$ 100.

Olhos do Pampa, de Tadeu Vilani

Lançamento oficial: Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre (FestFoto)

Data: 15 de maio, sexta-feira, às 20h30

Local: MARGS (Praça da Alfândega, s/n – Centro, Porto Alegre)

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

Tadeu Vilani

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Do Instagram para a capa da Time

30 de April de 2015 0

ReproduçãoA foto da capa da revista norte-americana Time mostra um homem fugindo de um batalhão de policiais durante os protestos contra a morte de Freddy Gray, em Baltimore, nesta semana.

O que poucas pessoas sabem é que, antes de ser escolhida como capa da revista, a fotografia já era conhecida por milhares de usuários do Instagram, onde foi compartilhada no perfil do fotógrafo amador Devin Allen.

Segundo a Time, a foto captura a intensidade e a natureza caótica dos protestos com perfeição, sendo uma escolha natural para a capa.

O Focoblog separou outras imagens de Devin dos protestos recentes em Baltimore.

@bydvnlln

@bydvnlln

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@bydvnlln

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@bydvnlln

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FestFoto 2015

30 de April de 2015 0

Em sua oitava edição, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre – FestFoto 2015 traz à capital uma mostra da fotografia contemporânea e provoca o debate sobre o fotojornalismo no mundo digital. O evento ocorre entre 12 e 16 de maio, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

Em uma agenda de atividades que inclui exposições digitais, palestras, workshops e leituras de portfólio, o público poderá conferir as palestras gratuitas e conhecer o trabalho de profissionais como James Estrin, editor de um dos principais blogs especializados em fotografia do mundo, o LENS do The New York Times, e Pedro Meyer, fundador do blog Zone Zero, pioneiro da veiculação de fotografia na internet.

Tão longe, tão perto – A Fotografia no limite da Fotografia

A fotografia nunca esteve tão presente no cotidiano dos povos em todo o mundo. Circula entre fronteiras geográficas com leveza e velocidade. Habita uma infinidade de aparelhos. Trafega no ambiente saudavelmente promíscuo das nuvens de informação compostas de um único substrato binário para onde tudo converge.

Nesse momento torna-se importante dialogar com os indivíduos e grupos que observam os limites sem limitar-se, que entendem os desejos das linguagens. Que fazem uma fotografia que se comporta como cinema, uma literatura que escreve fotografia, um cinema que se monta por literatura, fotografias que contam histórias nos livros, retratos falados e paisagens pintadas com sons.

Este é o FestFoto 2015. Uma fotografia tão longe e tão perto de si mesma. Uma fotografia no limite da fotografia, em trânsito, cruzando fronteiras sem controle aduaneiro de bits.

Clique aqui e confira a programação completa!

© Cristiano Sant’Anna

© Cristiano Sant’Anna

© Ana Lira

© Ana Lira

© Ana Lira

© Ana Lira

© Alejandro Almaraz

© Alejandro Almaraz

© Alejandro Almaraz

© Alejandro Almaraz

© Alejandro Almaraz

© Alejandro Almaraz

© Boris Eldagsen

© Boris Eldagsen

© Boris Eldagsen

© Boris Eldagsen

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

© Pedro Meyer

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Pulitzer 2015 | Parte 2

21 de April de 2015 0

Além de Daniel Berehulak, que levou o prêmio de fotografia, a melhor imagem em jornalismo de atualidade da edição de 2015 do tradicional Pulitzer ficou com a equipe de fotógrafos de um dos maiores jornais do meio-oeste dos EUA, o St. Louis Post-Dispatch.

O tema: a cobertura dos acontecimentos ocorridos em agosto durante o episódio no qual um policial matou um jovem negro desarmado em Ferguson.

[clique nas imagens para ampliar]

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Huy Mach/St. Louis Post-Dispatch

Huy Mach/St. Louis Post-Dispatch

Huy Mach/St. Louis Post-Dispatch

Huy Mach/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

J. B. Forbes/St. Louis Post-Dispatch

J. B. Forbes/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

Ferguson Protests

Christian Gooden/St. Louis Post-Dispatch

Christian Gooden/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

David Carson/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

Robert Cohen/St. Louis Post-Dispatch

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Pulitzer 2015 | Parte 1

21 de April de 2015 0

Passados 21 anos desde que a polêmica fotografia de Kevin Carter do abutre e o menino desnutrido próximo à aldeia de Ayod, no atual Sudão do Sul, o australiano Daniel Berehulak conquistou mais um Pulitzer tendo a África com cenário.

Dessa vez, não foi a fotografia única de Carter que convenceu o júri do concurso, mas o ensaio de Berehulak denunciando os horrores de outro mal que assolou o país: a epidemia do ebola.

[clique nas imagens para ampliar]

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

Daniel Berehulak/The New York Times

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Instagram: fotógrafo documenta a relação de seus filhos com um pássaro de estimação

07 de April de 2015 5

@penguinthemagpie

Seu nome é Pinguim. Mas ela é um australian magpie, um pássaro frequentemente encontrado andando pelas ruas de cidades urbanas na Austrália.

Há mais de um ano, o pequeno Noah, agora com 11 anos, encontrou o filhote mancando no chão, após ter caído do galho de uma árvore. Desde então, mesmo sendo uma ave selvagem, livre para voar, Pinguim adotou a família do fotógrafo Cameron Bloom.

Aos poucos, Pinguim foi recuperando suas forças e aprendeu a voar, primeiro dentro, depois fora de casa. “Mesmo assim, sempre voltava, para deleite da família”, disse Bloom.

Mesmo não sendo tecnicamente um animal de estimação, ela voluntariamente escolhe estar com eles o tempo todo, participando da rotina dos três filhos do fotógrafo: Rueben, Noah, e Oli, com 13, 11, e 9 anos, respectivamente.

“Ela é um pássaro muito esperto e brincalhão. Ela é como um cachorro. Quando alguém está usando uma vassoura, ela vai persegui-lo como um cão, e ela joga bola com meias em casa”, conta Bloom.

O resultado dessa relação de amizade pode ser conferido na conta que o fotógrafo australiano abriu no Instagram, especialmente para documentar o cotidiano desse quarteto: @penguinthemagpie.

[clique nas imagens para ampliar]

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

@penguinthemagpie

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