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Feriado em série

26 de fevereiro de 2009 3

Carnaval: quem foi pra folia e quem ficou na frente da TV?
Eu sou do segundo bloco. Botei em dia séries queridas que há tempos não assistia, vi coisas novas e ainda assim falta ver muita coisa. Aposto que isso também acontece com vocês.

Comecei por IN TREATMENT. Retomei a série depois de um comentário da minha mãe. Contei a ela que tinha visto a primeira semana em sequência na vida de Paul Weston e que depois havia acompanhado as sessões de Laura e as de Amy e Jake. Eu ia pulando de cinco em cinco episódios pra ver só as histórias da anestesista e a do casal problemático. “Tu tá vendo errado”, disse a mãe seriadomaníaca. E aí recomecei do zero pra fechar o quebra-cabeça. E me envolvi com Sophie e com Alex, a ponto de chorar e ficar muito braba com eles. E comecei a adorar as sessões com a Gina. E fiquei vesga de curiosidade depois da season finale. Prometo post em separado só sobre as muuuitas lágrimas da terapia. Chega logo, cinco de abril. Paul Weston retorna tão bonito, já viram?

Reencontrei também MY OWN WORST ENEMY. E depois de ter assistido aos quatro primeiros episódios de United States of Tara, confesso que achei divertido comparar essa história de múltiplas personalidades. Tá na moda. Christian Slater está ótimo – e espero terminar de ver o seriado a tempo de sincronizar com seu final na TV paga.

E por falar em personalidades diferentes e memórias apagadas, conferi DOLLHOUSE e não me decepcionei. Ainda que eu ache Eliza Dushku tão canastrona quanto Anna Torv (Fringe) e Robin Tunney (Prison Break/Mentalist), vou dar uma chance para a série porque a trama me fisgou. Assassinos high tech, memórias selecionadas, habilidades implantadas, uma company milionária por trás disso tudo e um solitário agente investigando? Xá comigo.

Meu Carnaval teve ainda LEVERAGE, série bem despretensiosa e sem muitas qualidades a não ser a proposta de ação e os roteiros passáveis. Não dá pra levar muito a sério uma história que tenta mesclar Doze Homens e um Segredo com Robin Hood, né? Mas é honesta, bem feitinha e tem uma equipe de atores nível B que formam um conjunto Ok. Gosto do detetive bebum, odeio a atriz trapaceira, acho a Parker muito estranha e o cabeludinho baixinho é muito metido a fortão pro meu gosto. Quem salva é o carinha de Friday Night Lights no papel de hacker sabe-tudo-e-medroso.

Vi ainda o segundo episódio de THE BEAST e achei a trama tããão confusa que dormi. Talvez tenha sido só de cansaço após trabalhar na madrugada carnavalesca. Vou dar outra chance ao coitado do Patrick Swayze.

Comentários (3)

  • Thierry diz: 28 de fevereiro de 2009

    Fiquei em dias com GOSSIP GIRL e fiz maratoninha de THE OC.

  • Jane diz: 27 de fevereiro de 2009

    Uebaaa!!! Assistir In Treatment em sequência é mais do que necessário. Como entender as sessões com a Gina se não acompanhamos as influências diárias dos pacientes do Paul? Eu adorei essa primeira temporada e já tô roendo as unhas esperando pela segunda. O cenário e as pessoas são sempre as mesmas, mas a densidade de cada episódio mexe muito com o emocional. Muito bom!

  • Thiago Locutor diz: 2 de março de 2009

    Depois q comecei a assistir Lie to Me fico procurando pistas de mentiras e medos em TODAS as conversas!

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