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ROOKIE BLUE, a Grey's Anatomy dos policiais

12 de julho de 2010 3

Yey! Encontrei minha série preferidinha desta morna midseason!

Estava com três episódios de ROOKIE BLUE pendentes na fila. Tinha poucas referências sobre o tema da série, do contrário teria corrido para ver antes. Trata-se da rotina de policiais que recém começaram a trabalhar após a formatura e treinamento do curso. São cinco novatos na faixa dos 20 anos, todos bonitos & empolgados, e suas alegrias e decepções no novo ofício. Que tal?

Confesso que comecei com um pé atrás lembrando de Defying Gravity, anunciada como “a Grey’s Anatomy espacial” que foi pro espaço antes mesmo de terminar a primeira temporada. Ou seja, qualquer tentativa de cópia/adaptação de Grey’s correria o mesmo risco. Mas Rookie Blue já agradou os americanos e a série canadense exibida pela ABC está precocemente renovada para uma segunda temporada. É, o Canadá sabe fazer série bôua (vide Flashpoint).

Dito isso, é quase impossível assistir à série sem identificar nos cinco policiais alguns perfis bem semelhantes aos de Grey’s – especialmente a tentativa de criação de um novo casal Meredith/McDreamy, aquela coisa da iniciante com o experiente, algo meio proibido até porque se trata de subordinado e chefe. Deixando de lado as comparações iniciais, dá para curtir a série sem lembrar a toda hora da história de Shonda Rhymes no hospital.

Formada por um grande elenco de rostos já conhecidos de participações menores em outras séries, Rookie Blue é protagonizada por Missy Peregrym (de Reaper). A guria não desaponta no papel da novata filha de um policial aposentado e alcólatra. Já no primeiro episódio surge um climinha entre Andy e o wannabe galã da série, Sam Swareck (vivido por Ben Bass, que já fez Eleventh Hour, entre outras). O problema aqui é que Ben não tem o carisma de um Patrick Dempsey, por exemplo, sem falar na tentativa de replay da comoção acerca de seu cabelo (mais seboso do que sedoso, por sinal).

O casal-não-casal vive uma certa tensão sexual não concretizada devido a um terceiro fator: o detetive Luke Callaghan (Eric Johnson, que fez o primeiro namorado de Lana Lang em Smallville, lembram?). Minha torcida vai para esta formação desde já – especialmente após o terceiro episódio. Também simpatizei de cara com o casal formado por uma novata e um instrutor, Traci e Jerry, e estou louca para ver quais serão as consequências da forte personalidade de Gail (a loira platinada do batom vermelhão). Vinda de uma família de policiais, ela tenta se afirmar a todo custo e já vimos que adora levar vantagem sobre os colegas.

Além das histórias próprias de vida de cada personagem, deu para observar um pouco que os casos policiais apresentados vão seguir a mesma fórmula a cada semana, na qual certas ocorrências rendem mais ou menos, sendo que o atrativo é o conflito dos inexperientes com suas ansiedades, medos e sortes de principiante. No primeiro e no segundo episódio, por exemplo, Rookie Blue focou bastante nos primeiros contatos dos policiais com a nova profissão e suas dificuldades. Já no terceiro foi possível descontrair um pouco, com a Fite Nite sendo um evento para reunir velhas e novas gerações. Entre um trabalho e outro, somos apresentados a cada pessoa do grupo e começamos a nos afeiçoar, assim como ocorreu com Grey’s. Eu já me sinto amiga deles!

* Sobre o nome da série: Rookie = recruta/novato. Blue é a cor do uniforme (azul) e é como os policiais são chamados informalmente.

Comentários (3)

  • TheMusic Dude diz: 13 de julho de 2010

    Rookie Blue eh o meu xodo desta summer season. Fiquei MUITO feliz com a renovacao. Torco para que as gravacoes da 2a temporada comecem o quanto antes, e que a serie possa retornar na midseason.

  • Priscila diz: 9 de setembro de 2010

    Depois de ver o 1º episódio na Universal, me interessei pela trama, fui correndo me atualizar e já vi os 11.
    Discorco com o que vc fala do Ben. Uma das razões de eu ver logo tudo o que tinha disponível era por curiosidade do relacionamento Sam x Andy. Eu aposto neles! Acho que ele tem um senhor carisma sim, já se mostrou apaixonado e ajudando-a em diversas situações, fora que é daqueles homesm másculos, gato! O detetive é certinho demais, sem sal, sem pegada. A história vai ficar focando entre o “certo/garantido” pelo “não certo”.

  • Carolina diz: 7 de outubro de 2010

    Tb gostei muito da série e estou esperando ansiosa pela 2ª temporada! E concordo com a Priscila. O casal Andy e Sam tem muita química, nos momentos difíceis ele é que estava do lado dela e, além de tudo isso, ele é lindo, charmosíssimo. Torço para os dois ficarem juntos.

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