Assessor de Lula diz que TV a cabo traz muito “esterco cultural”
Prefiro não emitir opiniões sobre política (não é a minha área, nunca foi e nunca vai ser). Mas confesso que achei muito fortes estas declarações publicadas hoje em O Globo. Imediatamente lembrei de “Para ler o Pato Donald”, livro que conheci na faculdade.
Segue a reprodução da notícia do Blog do Noblat com as frases proferidas pelo professor Marco Aurélio Garcia, que acha toda a programação de TV a cabo um “lixo cultural”. Obviamente o assessor do presidente deve considerar todos os seriados americanos uma grande bobagem, ou melhor, “esterco cultural” despejado.
Leiam:
Reprodução, O Globo
Um pouquinho mais de bom senso não faz mal a ninguém, concordam? Obviamente há lixo na TV a cabo, tanto quanto na TV aberta no Brasil. Generalizações é que são um perigo, assim como julgar que os espectadores que assistem aos programas importados dos Estados Unidos - que sempre foram chamados pejorativamente de “enlatados” - não tenham discernimento de nada.





Pelas próximas 16 semanas será impossível convencer aquele seu amigo fã de séries a sair de casa nas terças à noite. O motivo é esse povo da foto acima imitando a pintura A Última Ceia, de Leonardo da Vinci. E não, Lost não tem conexões com a arte renascentista – quer dizer, não que a gente saiba: tudo é possível na série em que cada episódio deixa mais perguntas do que respostas.

































































