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Até daqui a pouco!

Tudo pronto para o encontro de seriadomaníacos em Florianópolis!

O Fora de Série entra em breves férias até o fim da próxima semana.

Na volta conto tudo o que rolou lá no encontro deste sábado, dia 13!

Acompanhe twittadas eventuais via @blogforadeserie.

Bye!

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LOST em screencaps e diálogos reescritos

Preguiça de rever algum episódio completo de LOST? Quer tirar alguma dúvida sobre alguma cena passada? A caixinha de som quebrou e você quer recordar alguns diálogos?

O LostWatch é a “solução”. O blog (em inglês) recupera em screencaps (reproduções) o que de melhor aconteceu no episódio - com humor! Vale o clique, é engraçado ver os diálogos reescritos pela turma do blog.

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Dr. Linus rouba as cenas em episódio de LOST

*** COMENTÁRIOS DE LOST DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA ***

** EPISÓDIO 7 DA SEXTA TEMPORADA **

As pessoas podem mudar? O que as torna boas ou más? Dr. Linus responde a essa pergunta no mais recente episódio de LOST. Quando tudo indicava que ele seguiria lá ‘realidade paralela’ a tendência de seus atos executados na ilha, lá vem uma nova perspectiva e uma nova atitude que surpreendem.

Passei o episódio inteiro abismada com esse ator fantástico que é Michael Emerson. Tanto o odiamos em temporadas anteriores e neste Dr. Linus o vimos em duas situações inéditas: o professor inofensivo na escola, que protege os alunos e preza pelas pessoas que o cercam - o pai doente, o colega de trabalho, a aluna preferida do grupo de estudos - e também a postura do homem arrependido na ilha por todos os seus erros - a morte de Jacob e a morte da filha. Em um olhar o ator já deixa claro o seu papel. E quanto ao personagem, prova que o meio em que vive influencia suas escolhas.

Por um momento pensei que ele iria tirar vantagem da situação na escola e assumir o posto de diretor, lixando-se para o futuro estudantil da aluna Alex. Se quando Alex é/era sua filha na ilha Ben não hesitou em deixar os mercenários tirarem sua vida, por que com uma estudante seria diferente? Logo em seguida a atitude dele nos surpreende e nos faz pensar em como a história de cada um pode ser reescrita nestes flashsideways.

De volta à ilha, interessante o encontro entre Richard Alpert, Jack e Hurley. Apesar do médico ter cumprido seu papel de perdido e ter feito a Alpert as mesmas perguntas da audiência, o mistério sobre a idade do cara não foi respondido. Vacilam os produtores de Lost ao não darem essa solução quando a ocasião surgiu. Falta pouquíssimo tempo para a série acabar e temo que muitas respostas sejam atropeladas ou simplificadas no final. Mesmo assim, não deixo de ser otimista e me recuso a praguejar contra a série, ainda que torça para que os próximos episódios sejam mais esclarecedores.

Dúvidas rapidinhas para compartilhar com vocês e ouvir opiniões:

- Jack deixou a dinamite queimar e nem por um segundo duvidou que seu destino é estar na ilha e permanecer vivo. Funcionou o recado de Jacob. Magicamente, o pavio não queimou até o fim. O que foi isso? Coincidência ou destino?

- Então os sobreviventes que Ilana protege são os “candidatos” a substituirem Jacob. Eu apostaria inicialmente em Locke, mas visto que ele já morreu - assim como o infectado Sayid - sobram poucas opções. Certeza de que é Jack considerando o item anterior. Ou alguém apostaria as fichas no casal Kwon, por exemplo? Pouco provável.

- Ainda sobre Richard Alpert: quando ele entra no Black Rock, menciona que já esteve ali antes. É possível que ele tenha chegado à ilha NO navio? O fato de ele não envelhecer seria explicado por algum experimento Dharma. Que acham?

- Finalizando o episódio, ótimo gancho. Charles Widmore está chegando à ilha em um submarino. É o “ele” da enigmática frase “eles estão chegando”. Mais que nunca, isso gera ansiedade extra pela semana seguinte!

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As camisetas que os seriadomaníacos de SC poderão ganhar!

Quem estiver lá no encontro de seriadomaníacos de Florianópolis poderá sair da festa com uma camiseta linda de seriados!

Temos para sorteio uma camiseta de Glee (cortesia do canal Fox), camisetas da série 90210, Grey’s Anatomy e Ugly Betty (cortesia do canal Sony) e camiseta de Diários do Vampiro (cortesia da Editora Record).

Já sabe, né? Tudo no sorteio durante o evento!

Aproveitando o post: se você é um dos 60 participantes, permitam-me dar uma dica de figurino. Vá vestido com a camiseta ou outro item de sua série preferida para ser facilmente identificado por outros fãs! Aqui em Porto Alegre no ano passado vimos um desfile de camisetas show de bola entre os seriadomaníacos.

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GLEE: Um casal da vida real

Puck e Santana não são namorados assumidos em GLEE e pelo jeito levaram a história meio secreta para a vida real. Diz o TVGuide que os atores estão namorando fora da ficção.

Mark Salling, que interpreta o “moicano” Puck e Naya Rivera, a cheerleader Santana. A personagem dela, aliás, vai ganhar mais destaque na trama quando “tirar a virgindade” de um dos cantores da série. Palpites?

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Para os fãs de PSYCH e MONK no encontro de Floripa

* Entre os brindes que serão distribuídos no evento estão um box da primeira temporada de PSYCH e outro da terceira temporada de MONK! Ambas as caixas são cortesia da Universal Pictures.

* Saiba mais sobre o encontro de seriadomaníacos de Florianópolis

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A camiseta barulhenta de BIG BANG THEORY existe!

Reprodução, ThinkGeek

Bazzinga! Se você assistiu ao episódio 16 da terceira temporada de THE BIG BANG THEORY, deve ter reparado na camiseta cheia de “estilo” que o nerd Raj usou em cena. Em “The Excelsior Aquisition”, o indiano encheu a paciência dos amigos tocando “efeitos sonoros” conforme a ocasião.

Pois adivinhe? O diacho da camiseta realmente existe! Está à venda no ThinkGeek por 30 dólares.

A “personal soundtrack t-shirt” funciona com pilhas e promete o que vimos na série: música de fundo para momentos da sua vida que merecem uma trilha!

Entre os temas sonoros há trilha de horror, discoteca, espionagem e caubói, além de choro e sirene policial.

Meu som preferido apresentando em Big Bang? O “pom-pom” brega do Law&Order, é claro!

Você usaria uma?

Post relacionado:
:: As camisetas de Sheldon

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Presente para os perdidos na ilha de Santa Catarina

Que tal levar pra casa este pôster da série LOST? Lá no encontro de seriadomaníacos de Florianópolis alguns sortudos vão ganhar este presente! Se você estiver lá na ilha, cruze os dedos para ser sorteado.

Estes brindes são uma cortesia do canal AXN.

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Vídeo de MODERN FAMILY exibido na noite do Oscar

A emissora ABC apostou na produção de material inédito e exclusivo para exibição durante os intervalos da transmissão da cerimônia do Oscar. No último domingo, os americanos assistiram a este breve vídeo promocional (abaixo) de MODERN FAMILY.

Em breves segundos dá pra sentir porque esta série é tão engraçada. Por favor, não perca tempo e comece a assistir! Está recém na primeira temporada e já é um hit.

::: Outros posts sobre Modern Family

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Para ficar LINDA no encontro de seriadomaníacos SC!

Tenho cer-te-za de que as mulheres vão babar nesses brindes enviados pelo canal People+Arts.

Trata-se da coleção de lipgloss da Kat Von D, estrela do L.A. INK. A tatuadora fechou parceria com a grife Sephora para lançar sua linha de maquiagem.

Lá no encontro de seriadomaníacos de Florianópolis, algumas sortudas vão sair do evento com um kit com cinco gloss. Dedinhos cruzados!

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As melhores participações especiais em OS SIMPSONS

A revista Time fez uma lista interessante sobre celebridades que já fizeram participações especiais na série OS SIMPSONS. Há desde cantores e políticos a atores e jogadores de futebol. Todos emprestaram suas vozes e foram representados como um dos personagens amarelos em algum episódio.

A galeria abre com Ringo Starr e segue com nomes como Tony Blair, Gillian Anderson e David Duchovny (Arquivo-X), 50 Cent, Elton John, Keith Richards e Mick Jagger, Kim Bassinger e Alec Baldwin, Jeff Bezos, Richard Gere, Ronaldo Fenômeno (imagem acima, em participação exibida em 2007), a banda The Who (foto abaixo), Hugh Hefner (Playboy), Placido Domingo, Jay Leno e o próprio Matt Groenig, criador da série.

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (136)

E dá-lhe Brasil na finaleira de NIP/TUCK. No penúltimo episódio da série a história começou. No series finale desta sétima temporada teve mais referência ao nosso país.

Matt fala a Sean e Christian que está de viagem marcada ao Brasil pois irá levar o bebê de Ava em um cirurgião plástico do Rio de Janeiro.

* Veja todas as cenas sobre o Brasil nas séries

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PARENTHOOD, uma série muito familiar

Estreou na semana passada nos Estados Unidos a série PARENTHOOD, produção da NBC baseada no filme de 1989 estrelado por Steve Martin. Quem espera um simples remake do filme pode esperar sentado. Os conflitos da grande família Braverman não são parecidos com a antiga comédia, mas isso não significa que sejam ruins. Pelo contrário: Parenthood é um drama completíssimo, no qual vários bons arcos distintos se unem em um só quando o familião todo se reúne.

De saída, já ganha pontos por agregar um elenco talentoso formado por nomes facilmente reconhecíveis de outras séries. Há Lauren Graham (de GILMORE GIRLS), Peter Krause (de SIX FEET UNDER) e Brian Grazer (ARRESTED DEVELOPMENT), além de Monica Potter (TRUST ME e BOSTON LEGAL) e Erika Christensen (SIX DEGREES), entre outros. Na liderança do roteiro está Jason Katims, de FRIDAY NIGHT LIGHTS. Timaço.

O episódio-piloto não demora a engrenar e mostrar as conexões entre os personagens. Sarah, papel de Lauren, puxa a história novamente no papel de mãe solteira/separada, desta vez com dois filhos adolescentes para criar. A atual filha é o oposto da doce Rory ao qual estávamos acostumados em Gilmore: é a típica garota enxaqueca. Dá trabalho, está envolvida com drogas, desobece todas as ordens (curiosamente faz o papel da filha de Paul Weston em IN TREATMENT). É com a mala de arrasto que Sarah retorna à casa dos pais para morar temporariamente. Na cidade onde cresceu, acaba reencontrando um antigo amor.

Nada de comercial de margarina: fica claro que nessa família todos têm seus (muitos) defeitos. A exemplo de BROTHERS & SISTERS ou até mesmo MODERN FAMILY, cada personagem tem sua história a contar: pouca coisa parece “sobrar” neste episódio inicial, que deixa curiosidade para a sequência. Enquanto não se decoram os nomes dos 500 integrantes da família, o foco vai de um núcleo a outro apresentando suas peculiaridades. Há o casal preocupado com o filho único, que apresenta comportamento socialmente estranho na escolinha e em casa. Outro quase-casal composto por uma mulher louca para ter filhos, enquanto o namorado escapa de um compromisso mais sério. Ou ainda a esposa que trabalha fora muitas horas por dia e sofre quando a filha pequena só quer saber do pai nos raros momentos de lazer.

A criação dos filhos, como o nome da série sugere, é sim o fio condutor de toda a trama. Esperam-se aqueles conflitos típicos entre pais e filhos, claro, mas deve ser ampliado para as relações entre irmãos, tios, primos, cunhados. Cardápio completo para quem curte uma boa história de dramas pessoais sem ficar restrito a uma única trama, ainda que com o passar do tempo é natural que alguns núcleos cresçam mais que os outros e apareçam mais conforme a semana. Agora é torcer para que a audiência corresponda em números e a série garanta uma temporada completa.

::: Curiosidade: ao final do episódio, surge uma homenagem a Nora O’Brien. A produtora executiva da NBC faleceu durante as gravações da série em Berkeley.

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Vampiromania no encontro de seriadomaníacos de Florianópolis

* Livros da série Diários do Vampiro, cortesia da Editora Record para o encontro de seriadomaníacos de Florianópolis, que fazem parte do pacote de brindes do evento.

Quer concorrer a um deles? Torce para o dia 13 de março chegar logo!

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LOST em versão BAYWATCH

Já viram a sacanagem? Fã criou uma abertura de LOST em estilo BAYWATCH (a famosa SOS MALIBU, a série mais vista de todos os tempos). Vejam no que deu - e cuidem o coração na hora em que Josh Holloway aparece.

* Dica do colega @muzell.

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Para as mães seriadomaníacas de Santa Catarina

Mamães seriadomaníacas vão ganhar um brinde especial no encontro de seriadomaníacos que será realizado neste dia 13 de março em Florianópolis!

Tenho 15 caixas de DVDs da primeira temporada da série MOTHERN, cortesia enviada pelo canal GNT, para distribuir entre mães que são fãs de séries e já confirmaram presença no evento.

ATENÇÃO! Para você comprovar que é mãe, leve o seu RG mais o seguinte:
- a certidão de nascimento de seu(s) filho(s)
- outro documento em que apareça o nome do seu filho e o seu

Somente as 15 primeiras mães que chegarem ao evento e se apresentarem para mim com este “comprovante de maternidade” vão ganhar o prêmio! Já agilize o doc, hein?

* Confira outros posts sobre o Encontro de SC

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V: A série parecia bem melhor antes

Por ocasião da estreia no Brasil do remake da série V, convidei meu colega Carlos André Moreira, do blog Mundo Livro, para comentar o seriado original. O Moreira fez uma maratona da “velha V” e ao trocarmos impressões sobre a trama surgiu a ideia do texto abaixo. Confiram e comentem!

Por Carlos André Moreira

“Parecia tão bom naquele tempo…”

Correndo o risco do clichê - afinal, é uma virtude correr riscos - abro este texto com uma platitude que já havia aprendido na vida e na literatura, mas da qual precisei ser lembrado há alguns meses: o passado fica muito melhor lá longe onde está do que aqui para ser revisitado. Ou, já que o tema deste texto é a antiga série televisiva americana V: A Batalha Final, talvez eu devesse escrever reVEsitado.

Como muitos que estão hoje algo além da faixa dos 30 anos, assisti à exibição da série pela Globo lá nos anos 1980 - nos Estados Unidos o ano de exibição foi 1983. Não tenho certeza se ela foi exibida no mesmo ano no Brasil, mas creio que não; era outra época, jovens impúberes: não tinha internet, não tinha torrent, não tinha youtube, mesmo as locadoras de vídeo eram um negócio que recém começava a se popularizar, já que o aparelho de videocassete ainda era caro e restrito a poucas casas de “gente bem”, como a gente dizia na época. Resolvi ver de novo ao saber que uma refilmagem estava em produção - remake que já passou nos Estados Unidos e que aqui no Brasil tem exibição programada para daqui um mês, como a titular deste blog informou.

Bem, o resultado da sessão reprise (outra palavra dos anos 80 hoje infelizmente em desuso) foi um desastre de proporções (com trocadilho, se preferirem), cósmicas: eu olhava para um programa que durante anos boiou a salvo em minha memória afetiva com aquele constrangimento que costuma assaltar ambas as partes no encontro com antigas namoradas - maior o constrangimento quanto mais antigas forem as namoradas. O naufrágio, claro, foi inevitável.

Pior é que, também como no caso das antigas namoradas, V: A Batalha Final, nas primeiras vezes em que a gente vê, de longe, ainda se aproximando, parece ter conservado o viço. O tom realista do primeiro capítulo, apresentando a invasão alienígena do ponto de vista da desinformada e atônita população terrestre ainda provoca impacto: as naves gigantes no horizonte, uma misteriosa contagem que ninguém sabe direito para que está sendo feita, uma sinistra sincronicidade de ações nos monstruosos artefatos alienígenas, tudo constrói uma tensão eficiente, palpável, e é possível ver o quanto a série inspirou títulos posteriores como Independence Day (cujas citações visuais são praticamente literais) e mesmo Sinais, de M.Night Shyamalan.

O contraponto entre o gigantismo e o silêncio ameaçador das naves e a súbita pequenez das vidas dos dezenas de humanos aos quais somos apresentados é poderoso por colocar o espectador em condições de se identificar com o elenco de reações díspares: do guri nulidade entusiasmadinho até o velho avô judeu (foto ao lado) que enxerga ressonâncias sombrias que remetem aos sofrimentos de sua juventude sob o jugo dos nazistas.

Por incrível que pareça, é também nessa tensão gigantismo x intimismo que a série revela suas principais precariedades, com os dramas pessoais do mosaico de personagens bem trabalhados, em oposição à infantilidade quase caricata dos aspectos macro da trama. É possível que muitos ainda tenham o resto da trama fresca na memória, mas o básico que vocês precisam saber é que depois do primeiro capítulo de grande tensão narrativa finalmente os alienígenas se apresentam à população terráquea perplexa - como humanóides simpáticos e vestindo uniformes vermelhos (referência óbvia ao comunismo) com um símbolo simétrico estranho (agora a referência é à suástica nazista). Os visitantes se oferecem para partilhar tecnologia com a Terra e, em troca, produzir as matrizes energéticas à base de criogenia que precisam para nutrir seu mundo devastado. Logo, contudo, os visitantes mostram uma face mais sinistra e, primeiro, encarceram todos os cientistas do planeta, para não correrem o risco de serem desmascarados, e logo tomam o controle de governos, laboratórios científicos, das instituições. Pouco tempo depois da chegada dos alienígenas à Terra, o planeta está dominado pela tirania dos visitantes - que não são o que aparentam sequer fisicamente. O que passou no Brasil como uma minissérie única na verdade foram duas séries ainda menores - uma mostrando a dominação da Terra e a outra as lutas da resistência humana e a libertação.

Os dramas individuais de cada protagonista até dotam a trama de alguma sombra de interesse; como o corrupto e autoritário jovem que vê na colaboração com os alienígenas uma chance de impôr sua vontade a vizinhos, colegas de escola e à própria família; o cinegrafista que busca o filho em poder dos aliens e a cientista que vai assumindo aos poucos o fardo da liderança dos demais focos de resistência, a macronarrativa é de uma puerilidade atroz. Mesmo em 1983 achar que de uma única vez poderiam ser confinados TODOS os cientistas da Terra (todos mesmo? médicos também entram nessa? engenheiros? sociólogos? Ou só astrônomos e físicos?) é um exagero que leva aos risos quando não à indignação.

O fato de os atores responsáveis pelos principais papéis seram completos canastrões também não ajuda muito (e isso eu não me lembrava). Também não me lembrava, tendo visto a série com uns 10 anos de idade, que os efeitos especiais parecem feitos a marca-texto pelo sobrinho de alguém - menção honrosa para a hilária “câmara de tortura” na qual a líder da resistência é trancafiada para sofrer lavagem cerebral da líder alienígena Diana: nada mais que uma discoteca só para um, com gelo seco, barulhinhos de minimoog, muita luz estrobo vermelha e a torturada vestindo uma malha colante ridícula que a faz parecer com uma boneca de plástico sem roupas.

Dentre as várias interações humanos/aliens, também é impossível deixar de mencionar o fato de que uma jovem humana engravida de um alien e dá a luz duas crianças gêmeas com DNA misto de humano e alien. O primeiro é humano na aparência, o segundo não. E a revelação dessa criança grotesca que já nasce escalando o ventre da mãe - momento que deveria ser dramático - é de uma tosquice de doer.

Eu não via algo tão feio em movimento desde que parei de frequentar a Cidade Baixa (Porto Alegre) há alguns anos. Enfim, se a nova série pretende ter sucesso onde sua predecessora hoje só exibe constrangimento, espero que tenha escolhido um elenco talentoso, que tenha contratado um bom estúdio de efeitos especiais e que tenha entregue o roteiro para ser reescrito e lapidado - de preferência por alguém com mais de 12 anos.

E já que eu falei em feiura, um P.S.:
Se os alienígenas não têm a nossa fisiologia e seus rostos são máscaras para atrair a simpatia dos terráqueos, que tipo de alien assumiria o rosto do FREDDY KRUEGER pra isso?

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NIP/TUCK despede-se da TV americana

Cem episódios depois, chegou ao fim a saga dos cirurgiões plásticos mais fúteis, egocêntricos e polêmicos da TV americana. NIP/TUCK, exibida pelo canal FX lá fora, ficou marcada por mostrar sequências de liftings faciais e silicones, procedimentos incomuns na sala de cirurgia e histórias pessoais bizarras dos pacientes e personagens. Nunca nada foi simples na trama de Ryan Murphy (o criador de Glee). Durante as sete temporadas (*), encerradas no último dia 3 de março nos Estados Unidos, acompanhamos a amizade e sociedade de Sean McNamara e Christian Troy sempre questionando as escolhas da dupla e surpresos com as tramas da semana, a maneira como os personagens se perdiam facilmente ou o culto à perfeição. No entanto, por mais que a série tenha tido ótimos momentos, há horas Nip/Tuck é que perdeu seu próprio rumo.

(*) Nip/Tuck, segundo o IMDb, teve apenas seis temporadas, já que o hiato em dezembro terminou em janeiro, dando sequência aos episódios da sexta temporada. No entanto, vários sites como o TV Countdown e o próprio FX a chamam de season 7.

*** PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM NÃO ACOMPANHOU TODA A SÉRIE ATÉ O FIM ***

Olhando para as primeiras temporadas, quando os dilemas morais eram o que mais chocavam - a exemplo dos anti-heróis de The Shield, série também do FX -, vemos que Christian e Sean erravam sem pensar: eram atitudes precipitadas, conflitos destinados à auto-preservação como desovar um corpo em um pântano cheio de jacarés e envolvimento com gente perigosa. Esperava-se que ao final os personagens fossem ser de certa forma “punidos” por tudo o que fizeram. Da mesma maneira era natural pensar que Matt, de longe o mais perturbado da família, fosse ter um destino trágico como o de Kim, outra que sempre orbitou pela série buscando nos outros um conforto interno, coisa que nunca encontrou.

Se no início a história familiar de Sean envolvendo Julia, sua esposa e amor secreto de Christian, era o principal arco, percebemos que essa trama causou um grande abalo na amizade dos cirurgiões, depois foi abandonada por algum tempo e retomada nos últimos episódios. Julia sempre foi um personagem forte para mostrar como Sean era dependente de Christian: mesmo após descobrir que o melhor amigo era pai de seu filho mais velho, lá ficou Sean como um cachorro fiel seguindo com a sociedade. Tampouco o abalo causado pelos breves envolvimentos de Julia com o anão-babá das crianças e o namoro homossexual a personagem de Portia de Rossi fez com que o médico deixasse de amar/idolatrar sua mulher. Tal devoção nunca foi saudável - tanto é que os outros filhos, Annie e Connor - sequer apareciam em cena na maior parte do tempo. Fora um ou outro incidente na vida das crianças, como o recente episódio em que Annie estava com distúrbios ou as operações nas mãozinhas imperfeitas do bebê Connor, a vida pessoal de Sean sempre ficou mais focada na relação conturbada com o sócio.

Christian, por sua vez, terminou a série da mesma maneira como começou: nem um pingo de respeito ao próximo, recheado de egoísmo, grosseiro e fútil, sem travas na língua. Kimber foi a que mais sofreu, apesar de sempre ter sido a mais perfeita alma gêmea para alguém com tanto amor-próprio. Desesperada por atenção e aprovação alheia, ela se envolveu com Matt, se jogou nos braços de um ator pornô, arranjou outro cirurgião e finalmente retornou para Christian, com direito a um baita corno justamente com Sean. Seu final na série foi apropriado: chutada pelo marido que nem por um segundo deixou de humilhá-la, a ex-atriz pornô ignorou que tinha uma filha para cuidar e se jogou no mar.

Interessante notar como Kim virou a consciência de Christian, assim como Sean tinha seu Escobar Gallardo a sussurrar e interagir nos momentos mais críticos de sua vida. Tais assombrações faziam o contraponto a como os personagens agiam e direcionavam - ou não - os próximos atos dos cirurgiões. Faltou apenas uma consciência decente para Matt, o guri que virou homem com o passar do tempo e seguiu com sua cara de Michael Jackson. Se antes pensávamos nele como vítima do ambiente problemático em que vivia, depois vimos que suas más escolhas não tinham justificativa. O retorno da transsexual Ava fechou o ciclo de autodestruição iniciado com drogas e com passagem pela cadeia após a onda de assaltos: Matt aceitou viver uma vida ao lado de uma mulher que o domina e não o ama só para não ficar sozinho.

Finalizando, o tema da series finale é “uma pessoa pode mudar”? E a resposta é: depende. Se realmente quiser/puder. A partir do momento em que Christian “libertou” Sean de sua dependência, em um dos poucos atos de altruísmo do qual o personagem foi capaz durante todos estes anos, ficou provado que sim, a pessoa pode mudar. Sean - com um novo filho adotado - se tocou para o terceiro mundo curar crianças carentes. Minutos depois, no entanto, vimos que de maneira alguma Christian pretendia ficar solitário ou deprimido como na época do câncer, quando chegou a se casar com Liz apenas para não morrer sozinho. Sempre há uma loira voluptuosa no bar esperando por um príncipe com bisturi na mão.

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V: Invasão programada

Falta um mês para os ETs darem o ar da graça também no Brasil. A Warner marcou para sete de abril a estreia de V, remake da série de 1983. Como no original, dezenas de naves de outro universo estacionam nos céus do mundo inteiro alegando paz e colaboração entre os povos, mas seus motivos ocultos de dominação seguem na agenda. Uma grande diferença, porém: a letra V que batiza a série - e antes denominava o grupo da resistência _ agora se refere aos Visitors (Visitantes). O fascínio de humanos pelos invasores é bem construído na trama de ficção científica, sendo que os espectadores pendem obviamente para a pequena minoria dos combatentes.

Na luta para desmascarar a líder dos V, a brasileira Morena Baccarin no papel da carismática Anna, estão um padre (Joel Gretsch, de The 4400) e uma agente do FBI (Elizabeth Mitchell, a Juliet de Lost). A jornalista que fazia o link entre os ETs e a população foi substituída pelo quero-ser-galã Scott Wolf (de Party of Five, lembram?), que ainda está com um pé em cada mundo, não totalmente vendido. Esta releitura da série pode até não ter a clássica cena da chefe-lagarto engolindo um rato, com efeitos que à época eram o máximo, mas a nova série compensa pela tecnologia. Adeus à tosquice das vozes alteradas.

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BONES: Ossos do ofício do amor

O casal-não-casal mais querido de BONES retornou esta semana à grade da Fox (quintas, 21h) com o amor de Booth em foco. O agente do FBI está recuperado da cirurgia cerebral e os reflexos da “realidade alternativa” vivida durante o coma pode ter deixado os sentimentos dele confusos. Ou não. Enquanto o terapeuta Sweets tenta convencê-lo de que o processo é um resíduo da operação, Booth está em dúvida se a paixão por Brennan é real. Rolou até um “eu te amo” no meio da rua - e os fãs tremeram com a perspectiva de ver juntos, enfim, os personagens de David Boreanaz e Emily Deschanel (foto acima).

Aliás, notaram quem interpretou a vidente incentivadora do casal? A cantora Cyndi Lauper há horas esperava essa participação especial: ela pediu para atuar na série após ver a performance de Deschanel cantando seu hit Girls Just Wanna Have Fun.

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LIE TO ME: Ele quer entregar suas mentiras

Nada ficou no lugar após a passagem do furacão Tim Roth em LIE TO ME. A segunda temporada em exibição na Fox (terças, às 22h) equipara-se em qualidade à primeira, quando as técnicas de detecção de mentiras e verdades eram a grande novidade. Agora, já mais acostumado aos métodos, o próprio público atua junto com o psicólogo Cal Lightman nos interrogatórios de suspeitos. Bacana é quando as inverdades extrapolam a chique sede da empresa e se acomodam em casa, como ocorreu nesta semana quando o pai expert futricou na vida da própria filha.

Assim como em HOUSE, as histórias da semana são complexas e atraentes, mas Lie to Me tem a vantagem da explicação fácil. Como não sabemos diagnosticar doenças raras, ficamos à mercê dos insights de House para a conclusão. Já os elementos da série de Tim Roth são mais palpáveis à medida que aprendemos a identificar o significado de uma boca contraída, um olho semicerrado, uma sobrancelha erguida. Destaque para a extensa pesquisa de cenas reais para ilustração das microexpressões faciais, com figuras públicas como Clinton, Bush e até Obama. Acompanhe: é viciante!

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (135)

Nesta sexta temporada de NIP/TUCK, no recente 18º episódio exibido, a personagem Ava retorna à série trazendo um bebê para ser operado por Sean e Christian.

A criança é apresentada como sendo do “terceiro mundo” e precisa de uma cirurgia corretiva, pois tem Leishmaniose. Então o cirurgião Sean diz o seguinte: “Febre Negra, Ferida-Brava, as mesmas coisas. É endêmico em áreas no Amazonas.”

*** Veja todos os posts sobre O Brasil nas séries

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Bolachinhas temáticas de seriados

Gamei nessas cookies do site Cookie Couture, dica da noiva Gabi Chanas.

Já pensou ganhar uma caixinha com as bolachas de WEEDS ou SEX AND THE CITY? Não dá nem vontade de morder para não estragar!

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Uma série de caixas

O porteiro já está cansado de recebê-las, eu fiz uma zona para guardá-las e a Cuca (minha cachorra) se divertiu roendo o papelão quando elas estavam empilhadas no chão.

O que são? Não, nada de caixas de mudança.

Estes são OS BRINDES PARA OS ENCONTROS DE SERIADOMANÍACOS!

Começaram a chegar na semana passada e hoje mais algumas vieram.

São tantos & tantos que tenho certeza de que vocês vão adorar!
Por ali tem camisetas, DVDs, livros, bloquinhos e MUITO MAIS!
Foram enviados gentilmente por canais de TV, distribuidoras e editoras que serão devidamente creditadas aqui em breve. De segunda a sexta-feira eu mostro um pouco do conteúdo das caixas!

Como vai ser: uma parte dos presentes irá para o encontro de Florianópolis (que terá 60 pessoas) e o restante para Porto Alegre (assim como no ano passado, terá de 100 a 120 pessoas).

O encontro de SC será no próximo sábado, dia 13. E o de Porto Alegre eu divulgarei aqui no blog na semana que vem. Vocês serão avisados também da data em que inscrições serão abertas. Quem participou do evento anterior pode participar de novo! A inscrição é por ordem de chegada dos emails.

Até mais!

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Adivinha quem tirou o aparelho em UGLY BETTY?

Volta e meia a gente até que esquece que por trás da feiosa Betty está a bonita e querida America Ferrara. Pois conforme a série UGLY BETTY se aproxima do seu final (definitivo), mais novidades sobre as tramas são divulgadas.

A mudança no visual da jornalista veio ocorrendo aos poucos, como o próprio Daniel Meade já havia notado. De quatro anos pra cá, Betty abandonou o poncho e algumas roupas muito chamativas, apesar de continuar com seu estilo único. Trabalhar numa revista de moda deu uma certa noção a ela: mesmo que Betty siga usando o colar com a letra B e pingentes, ela já chegou a usar um vestido vermelho igual ao de Amanda a um par de sapatos pretos igual ao de Wilhelmina. Ou seja, não está TÃO out assim das tendências.

O aparelho dentário é que sempre ficou muito em evidência, especialmente devido às borrachinhas coloridas (e Betty tem uma boca graaaande, então todo mundo pegava no seu pé). Vários sites ontem divulgaram as fotos da gravação da série em Nova York. E lá está Betty com um sorrisão lindo:


Reprodução, RTÉ Entertainment

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Jennifer Lopez fará ponta em HOW I MET YOUR MOTHER

HOW I MET YOUR MOTHER ataca com mais uma participação de peso. Lembram que a série já contou com Britney Spears? Agora é a vez de Jennifer Lopez dar um alô no show.

Segundo o E!Online, a cantora fará o papel de uma pegada de Barney. A trama prevê a revelação de que Barney precisará sair com a bonitona dezenas de vezes (um total de 17 vezes, para ser mais preciso) antes de levá-la para a cama.

A interação entre “J.Lo e B.Stin” irá ao ar na próxima segunda-feira nos Estados Unidos.

Vídeo promocional:

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LOST: O que acontece quando o sol se põe?

*** EPISÓDIO SUNDOWN - SEXTA TEMPORADA, EPISÓDIO 6 ***

*** COMENTÁRIOS SOBRE O EPISÓDIO DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA ***

O que faltou no episódio? Praticamente nada. Tivemos encontros e reencontros, mortes cara a cara, mortes na varredura da fumaça, promessas e uma grande batalha interior travada pelo personagem da semana. Assim como já é sábido que os episódios com Locke são sempre os que mais rendem (e que os de Kate curiosamente são fracos), toda a trama que envolve o iraquiano Sayid faz a balança pender para o lado da qualidade da história, já que o conflito que ele carrega o acompanha no passado, no presente e nos flashsideways agora. Um cara que vivia de torturar pessoas é um cara bom? A maldade que o infectou na ilha agora é algo que virá à tona? Questionaremos mais um pouco disso depois.

Sundown trouxe uma forte e clara ameaça: junte-se a Locke. Quem resistir após o pôr-do-sol morrerá. E o homem de preto encarnado no careca não brinca em serviço. Ao contrário de Ben, que foi nosso mais palpável vilão durante muitas temporadas, que prometia coisas sem chegar a cumpri-las, desta vez sabemos que o monstro tem palavra. E isso faz toda a diferença. Não tenho dúvidas de que é ele quem irá revelar “o que é a ilha” para Sawyer (e para a audiência enlouquecida!) e trará a Sayid a mulher prometida.

Percebi um subtexto que vai parecer piegas (ou não) referente aos dois personagens acima e que ocuparam boa parte das escolhas pessoais que vieram à tona no episódio: Lost esta semana falou de amor. O “samurai” Dogen revelou o motivo de sua ida à ilha: havia causado um acidente de carro e seu filho - que estava com ele na carona - morreu. Consumido pela culpa, desejando a cada minuto desfazer o que havia provocado, Dogen é procurado pela única “pessoa” que poderia magicamente reverter o ocorrido. Surge Jacob na vida do japonês. E mesmo que essa cena só tenha sido narrada, e não mostrada, ficou fácil embarcar na emoção do que foi o momento. Jacob ofereceu a Dogen a chance de seu filho voltar a viver, mesmo que isso significasse que o pai nunca mais o veria. O amor paterno venceu e assim foi realizado: o menino reviveu e o pai foi cumprir sua missão na ilha - para sempre.

Também Sayid abriu mão do seu grande amor, empurrando Nadia para o irmão, Omer, porque assim ela teria uma vida mais segura. Lá na outra vida, após o reboot da bomba, vimos que o iraquiano sufocou seus sentimentos (que apesar disso estão muito claros) e tomou atitudes para proteger a mulher que ama, mesmo que isso implicasse em não tê-la. Grandes demonstrações como esta chegam a dar um aperto no coração.

De volta à ilha, foi fácil então prever que o False Locke ganharia a lealdade de Sayid ao prometer que traria de volta o que o iraquiano mais quer no mundo. Fiquei encafifada: por que Locke não sugeriu o mesmo a Sawyer? Ele poderia ter colocado Juliet na roda para convencer o caipira a segui-lo. Talvez apelando para a racionalidade de James, e não para as emoções, tenha sido o caminho de persuasão escolhido ao se levar em conta o passado de Sawyer, pouco afeito a demonstrações de amor e mais interessado em se dar bem.

Eis que a ameaça de F-Locke se concretiza: quem não escolheu ir para seu lado irá morrer. Sayd matou Dogen, que era “a única coisa que impedia o templo” de ser invadido, matou também Lennon (e que outro nome teria o auxiliar de Dogen usando aqueles óculos, cabelo, roupas ripongas e dono daquele nariz?) e liberou espaço para o Mal entrar. Porém, mais alguém notou que havia uma linha grossa cinza cercando o templo? Quando Claire e o careca se aproximaram pela primeira vez, ele ficou “preso” ali pois não podia cruzar.

Dentro do templo, Kate - que esbarrou com meio mundo na ilha, como se fosse uma esquina de cidade do interior - resolveu conversar com Miles e descobriu que Claire estava ali dentro. Lá se foi a sardenta falar que levou Aaron para fora da ilha, esquecendo de mencionar a única coisa que acalmaria o demônio que a australiana virou: bastava dizer que o piá estava bem com a avó fora da ilha, não? Daqui pra frente, espero pelo bem da história que Claire tente matar Kate, coisa que ela já havia mencionado a Jin que faria.

E por falar em Jin, fora o fato de ele ter aparecido lá na outra vida trancado numa saleta e resgatado por Sayid, está chegando a hora em que o casal coreano irá se reencontrar. Na cena acima, a tal Ilana chega com o povo que estava na praia bem na hora da festinha do templo. Vamos combinar que é bom que daqui pra frente a história saia das quatro paredes do local sagrado e volte para o mato e para a areia.

E vambora pra contagem regressiva para a semana que vem! Episódio com a realidade paralela do Dr. Linus, o professor Ben. No ritmo que Lost está se encaminhando, alguém duvida de que irá matar a pau?

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NCIS LA: Marinha em novo território

Assim como CSI espalha suas franquias para outras cidades americanas, também sua prima NCIS toma o mesmo caminho. O Naval Criminal Investigative Service se espraia para Los Angeles e marca presença no Brasil a partir de hoje, 3 de março no A&E (às 21h, e a partir do dia 10 às 22h).

A posição de protagonista-galã ficou com Chris O’Donnell ao lado de LL Cool J (foto). Ambos são agentes especiais especializado em trabalhos sob disfarce. NCIS: LA inicialmente se chamaria Undercover, e seria mais apropriado, justamente porque as investigações na moita ocupam boa parte da trama. Em comum com a irmã mais velha, esta NCIS traz a mesma grande equipe com perfis diferentes - tem até a “gostosa da turma”, Daniela Ruah, versão Los Angeles de Ziva - e todos igualmente piadistas. Para quem gosta de ver a ação interrompida a cada minuto para curtir uma tirada, a nova série até supera a original.

* Publicado em Zero Hora deste domingo.

P.S.: Eu, particularmente, não sou fã de nenhuma das duas. Acho que há justamente um excesso de piadas e a resolução dos casos - que deveria ser bem explicada - é forçada e apressada. No entanto, NCIS faz um sucesso enorme entre os americanos (e tem vida longa). Sua nova franquia deve seguir o mesmo caminho.

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Bridget Jones pode virar série de TV

Mulheres, comemoremos! A NBC anda em negociações com a Working Title para adaptar filmes da produtora britânica para o mercado americano de TV. A parceria anunciada no início do mês abre ótimas possibilidades para ambas as empresas - e quem vai se dar bem são os fãs de séries, é claro.

A comédia romântica ultramulherzinha BRIDGET JONES seria uma das primeiras a ser adaptada para a televisão - sem a participação de sua protagonista, Renée Zellweger, é claro, pois seu cachê seria altíssimo.

Além da destrambelhada trintona Bridget, outros filmes de sucesso podem vir a ganhar sua própria série, como Quatro Casamentos e um Funeral. Já curti antecipadamente!

A importação e exportação de ideias de shows e programas entre Reino Unido e Estados Unidos já anda acelerada. Além do mais bem sucedido exemplo que é THE OFFICE, também no ano passado a NBC vendeu os direitos de franquia de LAW & ORDER, por exemplo, que resultou em LAW&ORDER: UK (estreia no Brasil nesta quarta-feira, dia 3, às 23h no canal pago A&E).

* Via Teleséries. Fonte: New York Post.

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Perícia: como é o “CSI” no Rio Grande do Sul

Repórteres policiais amigos meus sempre comentam a diferença gritante entre “vida real e ficção” em órgãos de perícia no Brasil. Estamos tão influenciados pela rapidez e agilidade dos CSIs da TV que sequer conseguimos mensurar como deve ser o trabalho por aqui.

Durante toda a cobertura do caso Eliseu Santos aqui em Porto Alegre, não foram poucas as vezes em que um ou mais colegas comentam sobre o trabalho da perícia. Para quem está curioso em saber como o crime está sendo investigado, recomendo este gráfico feito pela equipe de Arte de ZH.

Posts relacionados:

- Alunos aprendem perícia científica nos Estados Unidos

- Os furos mais comuns da série CSI

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (134)

Mais uma cena de HOW I MET YOUR MOTHER que havia escapado.

As anteriores foram Marshall com a camiseta do Brasil, Barney falando sobre as praias do Rio, as tarifas de correio no país (?) e um encontro romântico de Ted com uma moça.

Desta vez a imagem é do episodio 10 da segunda temporada. Barney está em uma boate com o irmão gay tentando fazer com que ele rompa o noivado.

* Cena enviada por Mariana Fontana. Mande sua dica!

*** Outras cenas sobre o Brasil nas séries de TV

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Medicina com açúcar e afeto

Seriado mulherzinha do tipo mais lacrimogêneo possível, PRIVATE PRATICE retornou à grade brasileira para resolver o drama pendente do ano passado: a paciente surtada de Violet roubou seu bebê? E quem é o pai da criança? A primeira pergunta já foi respondida na estreia do Sony semana passada (segundas, às 22h), a segunda demora um pouco mais. Esta terceira temporada, porém, continuará marcada pela história da terapeuta, já que a cada minuto torcemos para Pete ser reconhecido! Após tudo o que Violet passou, vai demorar para a clínica voltar ao normal.

Também a saída de Naomi interfere no dia-a-dia dos consultórios, já que a posição precisa ser preenchida. A boa notícia é que a Oceanside terá nova especialidade a oferecer graças à chegada de outra sócia, velha conhecida do público. E por falar em gente das antigas, a criadora da série, Shonda Rhimes, importou de Grey’s Anatomy mais uma personagem para um episódio cruzado: comemore com a visita da durona Bailey movendo mundos e fundos para salvar a vida de uma adoentada. De brinde, um flerte com um médico para fazer bem ao coração.

E por falar em paqueras, claro, fica a expectativa de que a complicada e perfeitinha Addison Montgomery (a protagonista Kate Walsh, foto) encontre um jaleco velho para sua touca usada. Sem sinal do quase-romance vivido na segunda temporada, a cirurgiã neonatal está soltinha em Los Angeles à espera de um príncipe com estetoscópio na mão. Private Practice este ano está ainda mais focado nos casos complexos decorrentes dos dramas pessoais dos pacientes. Por que, ó Deus, nada nunca é simples ou fácil naquela clínica?

* Publicado em Zero Hora deste domingo.

::: O que vem por aí nesta temporada:

- Violet terá um caso com uma pessoa próxima a Addison (e proibida!)

- Charlott revelerá um segredo do seu passado a Cooper

- Cooper irá parar na cadeia por conta de um paciente!

- O bebê de Violet irá morar com o pai, já que Violet o rejeita

- No crossover de Private Practice com Grey’s, Addison irá transar com… Mark Sloan!

- Um novo médico irá infernizar a vida de Naomi (e Naomi terá problemas com sua filha adolescente)

- Mais uma pessoa do Oceanside Wellness irá sair da sociedade.

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Hugh Laurie e Leighton Meester vão atuar em filme juntos

House e Blair juntos? Taí um par romântico pra lá de inusitado.

O cinquentão Hugh Laurie, que vive o personagem-título da série HOUSE, e a atriz Leighton Meester, a mais peteca de GOSSIP GIRL, vão fazer o filme The Oranges este ano.

Segundo a Variety, a trama é justamente focada na polêmica da relação dos dois, já que a personagem de Leighton será filha de um amigo de Laurie.

O longa será dirigido por Julian Farino, que traz na bagagem a direção de episódios de como ENTOURAGE e BIG LOVE. As filmagens começam em abril em Nova York (vou esperar que as queridas Paola Deodoro e Maria Paula Letti me mandem algum flagra disso de lá).

Agora me diz: ô casal que não vai combinar muito, né?

A propósito: Leighton já participou de dois episódios da terceira temporada de House. Sua personagem, Ali, tinha 17 anos e estava obcecada pelo médico, contando os dias para completar 18 anos (e aí o caso deles não seria ilegal). Lembrou? Olha a cena abaixo:

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CHUCK ganha novo fôlego com novos casais

Por Fabian Ponzi

Reviravoltas em Chuck! Já tava enrolada demais a situação de Chuck e Sarah, mas desde a entrada de Shaw (Brandon Routh) e Hannah (Kristin Kreuk), a história dos dois tomou outros rumos. Confira nos comentários abaixo.

*** RISCO DE SPOILERS ***
*** COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA ***

Ok, todos torcemos para que eles acabem juntos, mas entendemos também o que isso pode causar no trabalho dos dois. Sem contar que a série perderia um pouco da graça se o casal principal se resolvesse de uma vez por todas. Mantendo o ótimo nível dessa terceira temporada, a inserção desses dois novos personagens abre novas possibilidades para a história.

Em Chuck vs. The Nacho Sampler (episódio 6), vemos o primeiro dia de trabalho de Hannah na Buy More, despertando o interesse imediato de Morgan. A missão de Chuck, dessa vez, é ficar amigo de um nerd que está desenvolvendo uma arma letal para a Aliança. O episódio faz um paralelo entre a missão de Chuck e o momento em que Sarah se aproxima de Chuck. Uma ótima sacada para mostrar que Chuck está virando um agente de verdade, mesmo que isso acabe indo contra seus princípios. Por ser o tal nerd um “recurso”, Chuck tem que usá-lo para atingir seus objetivos e sacrificá-lo, se preciso for. Episódio muito engraçado, com destaque para Sarah em sua camiseta escrita “frak off” seduzindo o “recurso”.

Já em Chuck vs. The Mask (episódio 7), o que se desenhava nos últimos episódios, acontece de vez. Os agentes tem que recuperar uma máscara que está numa exposição em um museu. Para isso, Chuck se infiltra como operador de computador, juntamente com Hannah, que nem desconfia da profissão oculta do colega. Enquanto isso, Shaw e Sarah se disfarçam de casal de namorados para a missão, com Sarah relutante no início mas depois gostando da ideia. A máscara é recuperada, mas Hannah e Sarah ficam em perigo. É aí que aparecem os heróis apaixonados Chuck e Shaw. O primeiro enfrenta os bandidos da Aliança para salvar a colega indefesa e o segundo carrega Sarah nas costas para evitar que ela morra envenenada por um gás letal. O episódio termina com os dois novos casais se acertando.

Mas, peraí! Nem tudo em Chuck é tão fácil. Shaw e Hannah passam a impressão de que escondem alguma coisa. Ora, Hannah conhece Chuck num voo de primeira classe para Paris e, de um dia para o outro, aparece para trabalhar na Buy More. Estranho, não? E Shaw é um agente da CIA, e só isso já dá margem para acharmos que ele tem segundas intenções em seu relacionamento com Sarah, ainda mais que todos os agentes da série sabem o problema que é se envolver com um colega de trabalho. Vamos esperar para ver o que vai dar isso tudo.

O que você está achando da temporada?

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Cartão para quando Sheldon ficar doente de novo

Quando o personagem Sheldon de THE BIG BANG THEORY fica doente, qual é uma das únicas coisas que o acalma?

Acertou quem respondeu “a música do gatinho”.

Pensando nisso, um usuário da rede social de vendas Etsy (espécie de e-Bay especializado em produtos feitos à mão) criou um cartão simples para quem quer desejar melhoras a alguém doente. O mimo traz a letra completa da música que a mãe de Sheldon costumava cantar quando o menino ficava de cama - e agora é Penny quem assumiu essa honra esse fardo.

* Via Byte Que eu Gosto.

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (133)

Entre tantas citações sobre o Brasil na série HOUSE, uma escapou. Corrigimos agora essa falha!

House já teve cena com referência à Amazônia + viagem ao Rio de Janeiro +menção às castanhas-do-pará, além de Guaraná Antarctica (a série foi estreante do Brasil nas Séries, inclusive).

A cena abaixo é do episódio 9 da quarta temporada da série. House está tratando de um rapaz de uma banda de rock e vai ver os amigos dele da banda, para conferir se eles tinham marcas no braço de seringa. Na sequência, ele menciona “Garota de Ipanema”.

* Cena enviada por Débora Ohlweiler. Mande sua dica!

*** Veja todas as cenas de O Brasil nas Séries

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Mais uma dica de linha do tempo de LOST

Não faltam linhas do tempo interessantes dedicadas a organizar as informações da série LOST.

Hoje deixo aqui a dica de uma nova que conheci: The Compass. Muito completa, dividida por décadas e com fotos ilustrando os principais momentos da timeline.

Vale a pena ler e reler entre um episódio e outro. Eu, pelo menos, adoro futricar em teorias de Lost quando tenho tempo livre!

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Estudante pega detenção por falar “That’s What She Said”

Vi no Huffington Post e achei engraçado!

Um estudante chamado Dalton (e não, não é a junção de Damon e Carlton, de Lost) pegou detenção - o “castigo” das escolas americanas, que consiste em ficar “preso” após o horário do colégio - por ter dito na aula uma fala de THE OFFICE em resposta ao que um colega falou.

Quem vê a série sabe que Michael Scott fala em praticamente todos os episódios o clássico “That’s what she said” (tradução: foi isso que ela disse). É quase equivalente ao Bazzinga dito por Sheldon em The Big Bang Theory, ou seja, está na boca dos fãs.

Abaixo está a imagem do comunicado da escola sobre o ocorrido. Os pais do menino de 13 anos foram notificados por email.

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LOST comentado pela perspectiva de quem nunca viu a série

É, no mínimo, curioso.

Uma pessoa identificada como Papadurbin criou um blog chamado Never Seen Lost. É dedicado a comentar os episódios da temporadal final de LOST com um ponto de vista “novo”, já que o rapaz nunca assistiu a nenhum episódio anterior da série. Ele erra afu os nomes dos personagens e ainda faz desenhos para representar os episódios!

Pelo jeito está bombando muito, já que há posts com centenas de comentários.

Leitura recomendada (em inglês).

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A cauda longa dos seriados americanos

Estava há horas planejando esse post, que é para quem se interessa não apenas em assistir aos episódios, e sim sobre o atual mercado dos seriados americanos. No best-seller A Cauda Longa, o editor-chefe da revista Wired, Chris Anderson, explica o cenário da fragmentação dos mercados, especialmente nos nichos de entretenimento. Além de música, filmes e livros, há várias pinceladas sobre televisão que chamam atenção durante a primeira leitura do livro.

Compartilho aqui as principais conclusões de Anderson e algumas interpretações sobre o business seriados, como ele está configurado atualmente e qual o futuro do mercado.

Sobre a busca por grandes hits na TV:
“O lançamento do rádio e da televisão destinou-se a produzir (…) um efeito igualitário. Em termos de mercado de massa, o modelo econômico do broadcast é difícil de superar: ambos os veículos permitem que se alcancem milhões de pessoas ao mesmo custo em que se incorreria para chegar a uma única pessoa. (…) Contudo, as tecnologias de broadcast têm suas próprias limitações. (…) Cada estação de rádio ou canal de televisão tem um custo. Às vezes é o custo das concessões ou dos cabos; outras vezes são as expectativas de um anunciante. Em qualquer dos casos, há apenas uma maneira de gerar lucro ou de atingir o ponto de equilíbrio: conseguir audiência bastante grande para extrair o máximo daquele naco de broadcast. A solução tradicional é concentrar-se nos grandes sucessos. (…) Os hits também se beneficiam dos efeitos de rede em marketing, também conhecidos como buchicho. Depois que a propaganda atinge um certo nível de popularidade, deflagra-se a disseminação boca a boca, galgando sucessivos níveis, até atingir a situação de arrasa-quarteirão.” (Pág. 162)

“Como produzir um hit? (…) Aplique as fórmulas do mais baixo denominador comum para produzir algo otimizado a ser vendido como grande sucesso.” (Pág. 163)
Isso explica porque séries de sucesso como CSI, Law&Order e recentemente NCIS ganharam franquias. Caiu no gosto do povo? Então dá para fazer ainda mais dinheiro com suas cópias. Na mesma página Anderson ainda comenta que a cultura movida a hits precisa “eliminar os perdedores”, ou seja, tudo o que não atinge a um determinado número de audiência é considerado um fracasso e é limado da grade de programação. Está explicado porque séries de boa qualidade, porém não tão populares, são rapidamente canceladas.

Sobre custos:
“A distribuição não é a única barreira à televisão de entretenimento. Os custos de produção também são um grande obstáculo. Precisa-se mais do que uma câmera de vídeo digital para produzir CSI, e apenas o modelo econômico da grande mídia é capaz de criar dramas como Lost. Mas também existe público para produções menos sofisticadas, cujo custo é uma pequena fração dos programas das emissoras tradicionais.” (Pág. 192)
Comentário: é por esse motivo que há tantas sitcom nos Estados Unidos. O custo é inferior a uma produção com externas. Na sitcom, basta um estúdio e uma plateia (há casos em que a plateia é dispensável).

“Hoje o público masculino de TV na faixa dos 18 a 34 anos, o mercado mais lucrativo para os anunciantes, chegou ao topo e está começando a cair, à medida que os encantos mais interativos da internet e dos videogames ganham a competição pelo tempo defronte às telas. A audiência das emissoras de televisão nunca esteve tão alta, de modo que ainda não é hora de entrar em pânico. Mas o dia em que a internet realmente será rival da TV nunca esteve tão próximo. A pergunta é o que fazer nessa situação.” (Pág. 193)

Sobre assistir a vídeos/séries no computador:
“Uma geração que cresceu online e desenvolveu seus hábitos de consumo de mídia no paraíso da largura de banda, representado pelos dormitórios das universidades americanas, sente-se hoje totalmente à vontade, assistindo a vídeos em telas de computador. No entanto a explosão das redes domésticas está ligando a banda larga à sala de estar, por meio de TiVos e outros gravadores de vídeos digitais (DVRs), além de consolos de videogames, como o Xbox 360.” (Página 192)
Comentário extra: o livro também menciona os torrents e redes P2P para compartilhamento de arquivos, como é feito hoje segundos após a transmissão de um episódio inédito nos Estados Unidos. No entanto, vale salientar que os streamings (transmissões ao vivo em sites como Justin.TV cada vez ficam mais populares em vários países).

Sobre o que define o tempo de duração de um episódio:
“Na maioria dos programas das grandes redes de televisão predominam os segmentos de meia hora (ou 22 minutos, quando não se consideram os comerciais). Quando se reflete sobre a questão, constata-se que não há nada mágico nas meias horas, mas simplesmente uma maneira fácil de dividir a programação em partes que começam e terminam em cada hora. (…) É um exemplo de como a mentalidade da escassez está arraigada na nossa cultura. O deslocamento para o vídeo em banda larga e o rompimento da dependência em relação a programações fixas produzirão o efeito de encurtar a duração média dos programas. De repente, o importante é o que nós queremos, não o que o canal de distribuição quer.” (Págs. 196 e 197)
Um comentário extra: muitos episódios da HBO são produzidos com 60 minutos de duração e cabe ao gerente de programação definir se a série terá ou não intervalos comerciais. É uma boa estratégia chamar o público para “exibição sem intervalos comerciais”, afinal o assinante já está pagando pela TV a cabo.

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Katherine Heigl pode deixar GREY’S ANATOMY no fim da temporada

Não são novos os boatos sobre a saída de Katherine Heigl da série GREY’S ANATOMY. A atriz desde o início da trama colocou um pé no cinema e se apaixonou por fazer filmes. De lá pra cá, todo ano surgem notícias de que a loira deixará em definitivo a novela médica de Shonda Rhimes.

Esta semana, porém, a People publicou a fofoca de uma fonte anônima e próxima a Katherine especulando sobre a saída da amiga ao final desta temporada. A tal pessoa disse que não será um choque caso isso seja decidido. Vale lembrar que Katherine já reclamou em programas de televisão como o de David Letterman que a carga horária de gravações é “cruel e puxada”: eles já chegaram a ficar 17h seguidas no set.

Vamos ser honestos: já estamos vendo a Izzie tão pouco na TV que não fará falta, assim como já nos acostumamos com a saída de George (T.R. Knight).

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William Shatner fará seriado sobre garoto famoso no twitter

Contei aqui há um tempo a história do jovem Justin Halpern, que usava o twitter para postar pérolas ditas por seu pai. O perfil @shitmydadsays (na tradução, “mer*** que meu pai diz”) chamou a atenção de produtores de TV, que viram na história potencial para virar seriado.

Esta semana o canal CBS deu sinal verde para a produção de SHIT MY DAD SAYS e anunciou que o veterano William Shatner fará justamente o papel do pai do rapaz. Na vida real, o pai de Justin, Samuel, tem 73 anos e não fazia ideia de que o filho virou febre na internet graças ao que era dito em casa.

Sinceramente? Não conseguiria imaginar alguém melhor para o papel!

A notícia foi confirmada pelo próprio ator no seu perfil oficial do Twitter.

Pelo tom da história, já dá pra antecipar que será muito engraçado o seriado. No comando estarão os mesmos produtores de WILL & GRACE.

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Cartoons imortalizam cenas clássicas de LOST

Descobri hoje este Flickr de um rapaz chamado Grickle que traz desenhos muito bacanas sobre cenas marcantes da série LOST.

Eis os cartoons que mais curti:

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Cientistas analisam episódios de séries médicas

Deu no G1: “Assistir a séries norte-americanas que se passam com médicos ou em hospitais pode não ser a melhor forma de aprender a socorrer alguém que teve uma convulsão”.

Tu vê, e a gente achando que aprendia alguma coisa…

Segundo pesquisa realizada pela universidade canadense Dalhousie, médicos e enfermeiras da ficção prestam primeiros-socorros de forma errada em metade dos casos de convulsões mostrados na TV.

Tchê, mas custava ter um médico consultor como empregado fixo da produção das séries?

Os caras avaliaram GREY’S ANATOMY, HOUSE, E.R. e PRIVATE PRACTICE. Foram 327 episódios assistidos para chegar à conclusão de que os procedimentos utilizados “fogem do recomendado pelos profissionais da saúde”.

O relatório final apontou que em boa parte dos casos de convulsão apresentados nas tramas os médicos tentavam segurar a pessoa ou colocavam algo na boca do paciente. A Fundação de Epilepsia dos Estados Unidos esclareceu que a primeira lição no caso de convulsões é justamente não tentar segurar a pessoa.

O povo do Seattle Grace e do Princeton Plainsboro que se ligue mais! E isso que eles não viram as barbaridades de cirurgia plástica de NIP/TUCK.

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Mais uma corrida contra o tempo em 24 HORAS

*** COMENTÁRIOS DO EPISÓDIO 9 DA 8ª TEMPORADA DE 24 HORAS ***

*** PROSSIGA POR SUA CONTA E RISCO ***

Escuto e leio comentários de pessoas descontentes com a atual temporada de 24 HORAS. Compreendo que após oito anos talvez a série não tenha a mesma atração que anos anteriores, mas para mim esse formato é imbatível e - com os elementos certos - tem tudo para compor uma ótima temporada. Jack Bauer não precisa de muita coisa para prender a atenção: uma arma aqui, um terrorista ali, o tempo se esgotando acolá e voilá. Nossa série preferida de ação está pronta para fazer sua mágica.

Dito isso, retorno com os comentários de 24 Horas por aqui sempre que possível para avaliar em que pé anda a temporada. Este episódio 9 marcou dois pontos importantes na trama: o primeiro - e principal - é que Jack parou de se ensebar e ficará comprometido com a CTU até a total resolução do caso. Acaba a embromação de vou-não-vou a Los Angeles cumprir meu papel de avô fofo (aquela sensação de “só mais 15 minutinhos e já vou pegar um avião” passou, enfim). O segundo ponto importante é a subtrama envolvendo “Starbucks/Jenny/Dana”, do qual falarei logo adiante.

A história que começou com um acordo de paz entre os países evoluiu de uma tentativa de assassinato para o transporte e compra de materiais nucleares em solo americano. Em nove episódios, conhecemos a família russa por trás da negociação e vimos que o patriarca impiedoso foi capaz de tentar salvar a pele de um filho após matar o outro. Jack passou a lábia, um contrato de imunidade foi assinado e nada adiantou.

Dali pra diante, acompanhamos então Farhad ser acometido de uma súbita consciência (!) e ligar para a CTU denunciando os “amigos”, mais interessados em construir uma bomba do que despachar os materais para seu país. Ok, tentar salvar a pele é o mais importante nesses momentos, mas senti falta de uma explicação melhor para essa atitude do irmão traidor do presidente Hassan.

Enquanto isso, na CTU, a morte do gângster Vladimir - derrubado por 15 facadas de Renee - vira caso para o Departamento de Justiça americano. A Casa Branca não fica satisfeita com a demora na resolução da história e encomenda um pré-definido bode expiatório. Lá se vai a agente especial para um interrogatório cheio de mentiras - e os olhos marejados de Annie Wersching contam toda a história mesmo para quem não acompanhou o ocorrido nos episódios passados. Chloe, ousada, chega a desafiar Hastings (aliás, quando na vida você peitaria seu chefe assim?), mas é Jack quem consegue negociar com o chefão da CTU a possível livração de cara de Renee no futuro. Como? Ah, é que antes do papinho ele chegou a derrubar um guardinha e prensar a mulher do Depto de Justiça contra a parede. Básico para reforçar uma opinião.

Dúvida: o que Jack quis dizer a Renne com aquele “ficaremos juntos”?

***

Seguimos o baile por Nova York com os dois grandes matões de serviço - Dana e Cole. A loira finalmente prende o cabelinho confessa ao noivo os podres de seu passado e as enrascadas do presente, convencendo o agente em poucos minutos de que os bandidos chinelos não iriam largar de seu pé. Tudo naquela cena gritava “encrenca!” e mesmo assim lá foi Cole valente defender a honra da mulher, mesmo que ela fosse parar na cadeia caso os pés-rapados abrissem o bocão. Duas hipóteses a partir de agora com aquele cliffhanger ótimo: ou o personagem de Freddie Prinze irá seguir a linha bom moço e chamar 911 para recolher os corpos e evidências ou o casal abraça a causa e se livra dos bocabertas, afinal ninguém irá dar falta da dupla. Pelo bem da narrativa, para criar ainda mais tensão até o final da temporada, a aposta óbvia é a segunda opção.

Troféu fofoqueiro/dedo-duro/bisbilhoteiro/inconveniente da maior categoria vai desde o primeiro minuto para esse rapaz aí: se não fosse por Arlo, interpretado por John Boyd, a CTU seria mesmo um lugar muito formal para se trabalhar. Pulga atrás da orelha agora: quando Cole e Dana voltarem ao trampo, como farão para convencer o guri de que a loira não estava pulando a cerca no meio do expediente?

Falem aí, 24maníacos: o que vocês estão achando desta temporada?
Jack ainda tem muita bala na agulha?

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Eleição difícil: as melhores séries da década

A Sociedade dos Blogs de Série fez hoje uma proposta aos blogueiros: eleger as 10 melhores séries da década.

Confesso que estou suando para escolher 10 em ordem de importância.

A Sociedade irá divulgar o ranking completo com os votos de todos os blogs lá no site.

Em quais você votaria?

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Ator de THE OFFICE será o Capitão América no cinema

Você leu o título e caiu aqui no post sem saber qual dos atores da série THE OFFICE teria o perfil para interpretar o Capitão América no cinema, certo? Aposto que pensou em Steve Carell (o gerente do escritório, Michael Scott) ou até em Rainn Wilson (o hilário Dwight).

Poizentão: o escolhido foi… John Krasinski, que interpreta o fofíssimo Jim, namorado da Pam.

O furo é do site Cinematical, que jura de pé junto que a participação de John já está mais do que confirmada.

Outros nomes que estavam sendo cotados para o papel também são conhecidos: Chace Crawford (o Nate de GOSSIP GIRL), Scott Porter (o Jason Street saído de FRIDAY NIGHT LIGHTS) e Michael Cassidy (de O.C., SMALLVILLE e PRIVILEGED).

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BROTHERS & SISTERS estreia hoje no Brasil

Nova jornada emocional

Chegou a hora de mais uma temporada de lágrimas pelos dramas da família Walker. Nesta quarta-feira, dia 24, às 23h, o Universal Channel traz o quarto ano de BROTHERS & SISTERS. No menu, histórias como as de todas as famílias, justamente o que torna a série tão real e querida pelo público. Um casamento planejado, uma doença grave, uma gravidez surpresa e… um abandono no elenco! Sim, esta é a última temporada de Rob Lowe, que anunciou sua saída da trama como o senador McCallister. Não sabemos ainda o que acontecerá com Kitty (Calista Flockhart, foto), mas seja como for a mãezona e os irmãos estarão lá para segurar a barra. Destaque total e absoluto neste ano para o casal Kevin e Scotty, que decide ter um bebê em barriga de aluguel, e para Justin, que será desafiado a tocar a nova vida cheia de pressões sem recair nos vícios.

* Publicado em Zero Hora deste domingo.

Leia mais:

- Brothers & Sisters: uma família como as nossas

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LOST: Episódio Lighthouse dá uma luz (ou não)

Antes de mais nada: como é bom (e diferente) assistir a um episódio sem saber nenhum spoiler antecipadamente! Ignorar quem seja o personagem do flashback da semana, não ter lido comentários previamente, ficar um pouco por fora do buzz e ser surpreendido com algo novo. Com o Lighthouse de LOST (season 6, episódio 5) foi assim - e é por isso que os comentários abaixo são indicados para quem já viu o episódio, como sempre.

*** CUIDADO! RISCO DE SPOILERS ABAIXO ****
** PROSSIGA PARA LER COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA **

Lightouse está no mesmo nível de qualidade do episódio anterior, The Substitute. E mesmo que ao final tenhamos novas dúvidas cruciais, vale tomar fôlego e reavaliar o que foi mostrado para tentar chegar a uma teoria que “feche” com o que já foi visto até agora.

O grande choque da narrativa flashsideways - a “realidade paralela” dos brothers fora da ilha - é quando descobrimos que Jack é pai de um adolescente. Pai? Como assim? Ele não tinha filhos quando o avião caiu! Somada à cirurgia do apêndice que ele não lembra de ter feito na infância, vemos o médico em breve momento de confusão na sua própria timeline. Se os acontecimentos foram zerados a partir da queda na ilha, nada disso deveria ter mudado. Até que ponto o retorno à vida anterior dos losties foi reconstruída do zero? A hipótese de “interferência” entre os dois mundos nesse caso não faz tanto sentido. Os demais personagens apresentados não pareciam ter tais histórias gritantes, mas Jack desde o início do “reboot”, lá no avião, pareceu ter um momento deja vu em algumas cenas, reconhecendo - não se sabia de onde - demais passageiros.

Mesmo sem ter absorvido ainda esse lance daddy, seguimos em frente. A trama toda é suportada no incentivo de Jacob ao médico: Jack tem o que é necessário. E a frase pega no calo do personagem, já que a vida toda ele se sentiu desmotivado e um fracassado aos olhos do pai, Christian. A expressão-chave dita por Jacob para que Hurley convencesse o médico a ir ao farol não foi à toa: ela servirá para que Jack descubra seu caminho - e consequentemente “salve” a ilha (de um perigo não tão descortinado, porém envolvendo Claire e o False Locke que irão entrar no templo nos próximos episódios).

Ufa. Pausa para descontração. Toda a interação de Hugo com Jacob e com Jack são um alívio durante a tensão da trama. Só mesmo o gordinho para chamar Jacob de “dude”, apelidar o homem do tempo de “samurai” e agir como se fosse meganormal levar ordem de mortos. Endosso a campanha, se é que ela existe, para após maio de 2010 a ABC fazer um spin-off de Hugo & Suas Confusões, qualquer coisa cômica e tosca com este personagem que é uma das graças da série).

De volta à ilha, a ação ficou concentrada na cena do farol e no encontro Jin e Claire.

(1) “Como nunca vimos isso antes?”, pergunta Jack e todos os telespectadores ao mesmo tempo. E alguém duvida de alguma coisa dessa ilha, ora bolas? O inédito farol (a Lighthouse que dá título ao episódio) segue a mesma mitologia da semana passada, com cada número correspondendo a um nome. Lá no 23 vemos Jack - e quando Hugo está em processo de girar o farol para 108 graus (oh!), Jack vê naqueles espelhos uma parte de sua vida: a casa onde morou quando era guri. Hmm. Pena que foi destruído tão cedo, pois haveria histórias interessantes de outros losties escondidas ali. (Aliás, Kate está na lista sim: ela é o número 51.)

Tudo isso, então, foi um teste de Jacob, uma etapa necessária da prova ao qual ele submete Jack. Chupa, Locke, tu não é o único “especial”! Na conversa entre Jacob e Hugo, ficou claro que o desejo da expedição ao farol era mesmo provocar aquela reação no médico. Recolhido para reflexão em frente ao mar, será que ele irá “se dar conta” do que quer que seja que precisa fazer para cuidar da ilha e conseguir sua redenção, enfim?

(2) Claire e sua tenda rústica nos lembram a falecida Rosseau, ao mesmo tempo fragilizada pela perda do filho e embrutecida pela solidão de tantos anos na selva. Quando imaginaríamos a loirinha tão ágil no quesito sobrevivência, fazendo fogo e cuidando da ferida de Jin? E na mesma linha “a dor ensina a gemer”, ela pôs na cabeça - ou alguém pôs a ideia ali - que os homens do tempo são responsáveis pelo sequestro de Aaron. Após matar o inimigo, Claire então pergunta a Jin o que realmente aconteceu - e o coreano se fecha e desmente a história contada. Não seria mais fácil ter prosseguido com a verdade de que Kate levou Aaron para fora da ilha? Ou Kwon temia por sua própria vida? Vá saber.

De qualquer forma, quando Claire e “seu amigo” (!) entrarem no templo, será natural culpar o coreano por esse deslize, assim como é fácil assumir que o próprio Sayid se revelerá cúmplice de ambos, afinal ele está “infectado” também, segundo o samurai/Dogen.
Como vocês acham que será essa invasão ao templo? E de que forma isso irá impactar no destino dos losties nas realidades dentro e fora da ilha?

P.S.: Abram suas apostas para quem é a mãe de David, o filho de Jack. Meu palpite: Juliet!

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Matthew Fox é capa da revista EMMY e fala sobre LOST

Para começar a quarta-feira que será marcada por comentários internet afora do novo episódio de LOST, um colírio para boa parte da mulherada.

O astro Matthew Fox é o homem da capa da primeira edição do ano da revista Emmy.

O ator de 43 anos comenta como será sua despedida da série:

- É um mix de emoções. Tem sido uma experiência incrível. Realmente estou curtindo trabalhar neste personagem. Vai ser triste quando terminar, mas ao mesmo tempo estou ansioso para seguir em frente - disse o ator, que já anunciou que não fará mais televisão.

Na entrevista, Matthew Fox contou ainda que quando era criança e adolescente seu pai não permitia televisão em casa. Ele era um homem mais “pró-leitura” e gostava que os filhos pudessem “estimular a imaginação”.

A edição traz ainda entrevista com Evangeline Lilly e Josh Holloway.

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