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Posts com a tag ‘House’

Hugh Laurie e Leighton Meester vão atuar em filme juntos

House e Blair juntos? Taí um par romântico pra lá de inusitado.

O cinquentão Hugh Laurie, que vive o personagem-título da série HOUSE, e a atriz Leighton Meester, a mais peteca de GOSSIP GIRL, vão fazer o filme The Oranges este ano.

Segundo a Variety, a trama é justamente focada na polêmica da relação dos dois, já que a personagem de Leighton será filha de um amigo de Laurie.

O longa será dirigido por Julian Farino, que traz na bagagem a direção de episódios de como ENTOURAGE e BIG LOVE. As filmagens começam em abril em Nova York (vou esperar que as queridas Paola Deodoro e Maria Paula Letti me mandem algum flagra disso de lá).

Agora me diz: ô casal que não vai combinar muito, né?

A propósito: Leighton já participou de dois episódios da terceira temporada de House. Sua personagem, Ali, tinha 17 anos e estava obcecada pelo médico, contando os dias para completar 18 anos (e aí o caso deles não seria ilegal). Lembrou? Olha a cena abaixo:

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (133)

Entre tantas citações sobre o Brasil na série HOUSE, uma escapou. Corrigimos agora essa falha!

House já teve cena com referência à Amazônia + viagem ao Rio de Janeiro +menção às castanhas-do-pará, além de Guaraná Antarctica (a série foi estreante do Brasil nas Séries, inclusive).

A cena abaixo é do episódio 9 da quarta temporada da série. House está tratando de um rapaz de uma banda de rock e vai ver os amigos dele da banda, para conferir se eles tinham marcas no braço de seringa. Na sequência, ele menciona “Garota de Ipanema”.

* Cena enviada por Débora Ohlweiler. Mande sua dica!

*** Veja todas as cenas de O Brasil nas Séries

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Cientistas analisam episódios de séries médicas

Deu no G1: “Assistir a séries norte-americanas que se passam com médicos ou em hospitais pode não ser a melhor forma de aprender a socorrer alguém que teve uma convulsão”.

Tu vê, e a gente achando que aprendia alguma coisa…

Segundo pesquisa realizada pela universidade canadense Dalhousie, médicos e enfermeiras da ficção prestam primeiros-socorros de forma errada em metade dos casos de convulsões mostrados na TV.

Tchê, mas custava ter um médico consultor como empregado fixo da produção das séries?

Os caras avaliaram GREY’S ANATOMY, HOUSE, E.R. e PRIVATE PRACTICE. Foram 327 episódios assistidos para chegar à conclusão de que os procedimentos utilizados “fogem do recomendado pelos profissionais da saúde”.

O relatório final apontou que em boa parte dos casos de convulsão apresentados nas tramas os médicos tentavam segurar a pessoa ou colocavam algo na boca do paciente. A Fundação de Epilepsia dos Estados Unidos esclareceu que a primeira lição no caso de convulsões é justamente não tentar segurar a pessoa.

O povo do Seattle Grace e do Princeton Plainsboro que se ligue mais! E isso que eles não viram as barbaridades de cirurgia plástica de NIP/TUCK.

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- Voyeurismo hospitalar

- A medicina na TV é muito simplificada?

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“Assisto a séries, logo existo”

Interessantíssima reportagem da Folha de S.Paulo neste final de semana traz novidades sobre o mercado editorial apostando em séries de TV. O jornal faz um breve levantamento sobre títulos já disponíveis no Brasil e se debruça sobre um mais recente ainda não lançado aqui.

::: Filósofo vai de Aristóteles a Descartes para analisar personagens de séries

A reportagem fala sobre a obra “Philosophie en Séries” (”Filosofia em Séries”), escrita pelo professor de filosofia Thibaut de Saint Maurice. Olhem como ele teve a ideia do livro:

“Numa tarde cinzenta de inverno, percebeu que as explicações sobre o “raciocínio experimental” eram incapazes de alterar, minimamente que fosse, o olhar de seus alunos. Estavam todos alheios ao que dizia. Foi então que, tal e qual reviravolta num roteiro, ele lembrou-se do doutor House.
“Ao escrever no quadro-negro, para ninguém, lembrei do House tentando explicar aos colegas, no hospital, a pertinência de suas hipóteses”, diz. “Perguntei aos alunos se conheciam o House. Até os que olhavam pela janela se voltaram para mim. Começamos a falar sobre a descoberta dos diagnósticos pelo personagem e, então, toda aquela história de ‘diálogo entre razão e experimento’ ganhou sentido.”

Maurice resolveu filosofar e, de posse de um livro de Kant, acabou por pensar em Jack Bauer, “antikantiano” por excelência. O autor se debruça ainda sobre livros e DVDs para analisar NIP TUCK, SIX FEET UNDER e DEXTER com seus “questionamentos sobre os valores sociais”. E há ainda análise sobre os já citados HOUSE (um Sócrates moderno em busca da verdade) e 24 HORAS (com seu típico herói pós-moderno). Há ainda pensamentos filosóficos sobre CSI, DESPERATE HOUSEWIVES e CSI.

Quem mandou não estudar francês para ler a obra no original agora?

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Sobre os outros livros citados na matéria da Folha, segue uma breve lista a quem estiver interessado (adoro!):

* Tesouros Enterrados de Lost (Novo Século), de David Lavery

* Desvendando os Mistérios de Lost (Novo Século), de David Lavery e Lynnette Porter

* Lost e a Filosofia (Madras), de Sharon Kaye

* Livros de referência: “Loucuras dos Seriados da TV” (Panda Books), de Manoel de Souza, e “Almanaque dos Seriados” (Ediouro), de Paulo Gustavo Pereira

Links relacionados:
- Livros de CSI
- A filosofia de Lost
- Livro de Hugh Laurie
- Vampiromania na TV e livros
- Livro Sex and the City
- The O.C. e Gossip Girl

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Embaixadores de séries do Universal Channel no twitter

Para quem curte séries e twitter, aí vai a novidade do Universal Channel divulgada hoje pela assessoria do canal.

HOUSE, HEROES, LAW&ORDER: SVU e BROTHERS&SISTERS vão contar com perfis de fãs no Twitter, ou melhor, os embaixadores. Cada série será representada por uma pessoa. Quem são eles:

- Cardoso (Embaixador de House) - @HouseUniversal

- William Gomes (Embaixador de Heroes) - @HeroesUniversal

- Paula Albuquerque (Embaixadora de Law & Order: SVU) - @Svu_Universal

- Thiago Araujo (Embaixador de Brothers & Sisters) - @BS_Universal

Eles foram selecionados nas redes sociais a partir do conhecimento e engajamento com as respectivas produções. Nos perfis serão postados comentários e curiosidades sobre as séries. A ação rola até o fim de fevereiro e o objetivo é atingir o maior número de seguidores para que o twitteiro receba prêmios.

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Testando os conhecimentos dos fãs sobre séries

Não posso deixar de divulgar aqui essa ação do Universal Channel: o canal lançou um site para testar os conhecimentos de seriadomaníacos. Batizada Fãzômetro UC, a iniciativa traz perguntas sobre as séries da emissora, a saber: HOUSE, HEROES, BROTHERS & SISTERS e LAW & ORDER: SVU.

A proposta é fazer os internautas responderem às perguntas e concorrer a boxes de DVDs.

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Acabei de fazer o teste de Brothers & Sisters e de House e vou me exibir: acertei todas! Se você participar, volte aqui para comentar seus resultados! Boa sorte!

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O episódio em que HOUSE dá uma de Jack Bauer

Esqueço até de todo o resto do episódio The Down Low (sexta temporada, 10º episódio) quando lembro da frase de efeito dita por House ao “interrogar” o acompanhante de seu paciente da semana:

It works for Jack Bauer.

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Vai dizer que não foi o máximo?

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*** COMENTÁRIOS DE THE DOWN LOW - CUIDADO COM SPOILERS SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ****

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O desafio médico da semana trouxe um novo conflito ético, não tão elaborado quanto em The Tyrant, o episódio com o ditador que acabou morrendo no final, mas ainda assim com um pé em assuntos obscuros. A equipe estava tratando um suposto traficante que ocultava as informações necessárias para seu tratamento. No meio da investigação “à la Jack Bauer” (momento para risos, novamente), House mata a charada sobre o mistério do paciente.

Como sempre, porém, as doenças são só coadjuvantes. Estava todo mundo de olho na disputa quase-gay da vizinha por parte de Wilson e House. Por Deus, só faltou mesmo um beijo entre eles: eu já estava convencida de que eles eram um casal após a brilhante performance de um Hugh Laurie afetado. Estava óbvio que no fim das contas ambos iriam perder a vizinha e sair de mão abanando.

Também foi muito bem feita a jogada dos salários por parte dos pupilos, convencidos de que armar contra Foreman era uma boa maneira de fazê-lo descer do pedestal. Essa armação de Foreman, pegando o pessoal desprevenido, é que foi difícil de prever. O resultado foi que os autores da brincadeira se deram mal, pois cederam parte de seu salário para um aumento do contracheque do sub-sub-sub chefe da equipe. Incrível!

Mais incrível ainda é que House mesmo sem grandes tramas continua sendo uma série excelente, melhor do que muita coisa que passa atualmente na TV. O episódio não foi excepcional, muito pelo contrário: light e sem grandes dramas, mas é uma ótima maneira de se (re)começar o ano, light assim mesmo. De tragédia atualmente já chega o noticiário da vida real.

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(E o Jack Bauer de verdade retorna no domingo, yeah).

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Primeiro livro de Hugh Laurie é lançado no Brasil

Hugh Laurie não é só ator, músico e comediante. A veia artística do inglês passa ainda pela literatura. A partir deste mês os fãs brasileiros podem conferir o livro de estreia de Laurie: “O vendedor de armas” está sendo lançado aqui pela editora Planeta.

A obra do protagonista da série HOUSE é uma novela policial. “O vendedor de armas” conta a história de  Thomas Lang, um ex-soldado que trabalha como guarda-costas. Azarado, vê sua vida mudar quando recusa um trabalho diferente:  assassinato sob encomenda.

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O release de divulgação da obra diz ainda que a trama é narrada “no melhor estilo James Bond”, ágil e permeada por mulheres bonitas.

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Louca para conferir a escrita de Laurie já. E você?

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HOUSE: A melhor série da década em eleição de zerohora.com

O MELHOR DOS ANOS 00
Santo de casa que faz milagres
ZH encerra hoje a publicação dos melhores da década segundo votação dos leitores, com as três categorias derradeiras

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CAMILA SACCOMORI

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Se é verdade que muitos médicos têm complexo de deuses, dr. House é hors concours. Milhares de housemaníacos depositam semanalmente sua fé no desleixado médico sem jaleco que ocupa as noites de quinta-feira no Brasil. Na eleição realizada em zerohora.com (veja quadro abaixo), a série mais assistida da TV brasileira (no ar pelo Universal Channel) foi escolhida também a melhor da década. Para quem nunca viu House e o toma apenas pela definição de “drama médico”, pode ser difícil engolir este resultado (com ou sem Vicodin). São Tomé recomenda assistir para crer.

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O culto se deve ao britânico Hugh Laurie, sotaque perfeitamente escondido, aclamado pela crítica e ainda não devidamente premiado (dois Globos de Ouro e dois Screens Actors Guild de melhor ator; Emmy segue em dívida). No papel-título do médico brilhante e antissocial, acompanhado de adjetivos como ranzinza, insensível e outros impublicáveis, Laurie faz o mais leigo espectador acompanhar quebra-cabeças da medicina 43 minutos a fio. Se não é lúpus, é câncer, Se não é câncer, é auto-imune. Quem sabe um vírus? E dá-lhe exame e biópsia. As doenças, é claro, são meras coadjuvantes.

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Com um sarcasmo rápido que merece replay e trocadilhos que viram frases em camisetas ou tatuagens, o personagem é um sujeito sem autocensura que todos invejam em determinados momentos. Esquece as mentiras brancas, deixa de lado a hipocrisia e trava diálogos improváveis de tão diretos com pacientes, subordinados, chefe e (poucos) amigos. Tudo tem seu preço – e House paga caro por isso. A audiência se apieda e torce por um final feliz que nunca chega, da mesma maneira como os corredores de um hospital nunca se esvaziam.

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A fórmula da série é idêntica há seis temporadas. O paciente chega ao Princeton-Plainsboro com sintomas desconexos, a equipe erra os primeiros diagnósticos, o adoentado piora, dr. House tem um insight e o moribundo é curado de uma doença rara. O que haveria de fascinante nesse esquema, portanto, repetido semana após semana? House dá uma pista no episódio Sem Fé, o décimo quinto do quinto ano:

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– Resolvo enigmas. Salvar vidas é só efeito colateral.

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Ainda que não se possa ignorar as inovações da década no gênero, como a fórmula de “tempo real” da série 24 Horas ou a extrapolação midiática de Lost, que exige hora extra do cidadão interessado em compreendê-la, a predileção por House mostra que o fã vota independentemente de modismos ou grandes efeitos. House é um deus genial e só House salva qualquer noite da monotonia.

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Seriado de TV
Total de Votos: 15.657

1) House 42.64%
2) Supernatural 31.68%
3) Two and a Half Man 14.95%
4) Friends 8.32%
5) Lost 2.41%

* Publicado no Segundo Caderno de Zero Hora desta segunda-feira.

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Hugh Laurie irá dirigir um episódio da série HOUSE

Não é incomum um ator dirigir um episódio da série em que atua. Para ficar em apenas alguns exemplos, o Ross de FRIENDS (David Schwimmer) fez isso várias vezes, Jennifer Love Hewitt também se arriscou agora na quinta temporada de GHOST WHISPERER e Tom Welling também brincou de dirigir episódios de SMALLVILLE. Michael Chicklis é outro que atuou e se aventurou na direção de quatro episódios de THE SHIELD, assim como Jason Bateman assumiu um da comédia ARRESTED DEVELOPMENT.

Pois Hugh Laurie prepara-se para ficar um pouco atrás das câmeras em janeiro, quando irá dirigir & atuar no episódio 17 desta sexta temporada de HOUSE. O resultado será visto na TV em 22 de março nos Estados Unidos. Alguém duvida de que ele irá mandar bem pra caramba [como em tudo o que faz]?

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A doença de ver e rever HOUSE

Permitam-me compartilhar o fantástico texto da jornalista Cris Gutkoski publicado no caderno Cultura de Zero Hora deste sábado.

Só a foto enorme de Hugh Laurie na contracapa do suplemento já é suficiente para atrair os olhares, mas clique na imagem para abrir o PDF - ou aqui para a versão online - e confira o artigo completo sobre HOUSE. A gente termina de ler o texto e fica ainda mais fã da série (se é que isso é possível).

Reprodução
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HOUSE ultrapassou o limite ético da profissão?

A internauta Zaíra da Costa é fã da série HOUSE, mas está indignada com o rumo da trama após a exibição do episódio The Tyrant (o terceiro da sexta temporada) - aquele polêmico no qual o ditador morreu.

Com a palavra, Zaíra:

Sou,como tu, fã de House mas no último episódio o autor pegou pesado demais! Sou de uma família de seis gerações de médicos e fiquei horrorizada! Um médico matando um paciente e outro médico encobrindo!O autor esqueceu o juramento: “Penetrando no interior dos lares meus olhos serão cegos e minha boca calará os segredos que me forem revelados. Jamais me servirei da minha profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime”.

E vocês, housemaníacos, concordam que os autores pegaram pesado demais?

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Controle remoto na sala de cirurgia

O gênero de séries médicas na TV parece inesgotável. A cada estação surgem mais shows dedicados a mostrar a rotina cheia de perrengues dos profissionais da saúde, com personagens cômicos, dramáticos, idealistas ou caricatos. Neste domingo em que se comemora o Dia do Médico, compartilho a seguir as melhores atrações do nicho, as novidades da temporada e os hits do gênero. São histórias bem distintas que mostram os bastidores - reais, clichês ou fora da casinha - de consultórios e hospitais. Uma delas fará bem ao seu coração.

Divulgação
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Fotos: Divulgação

HOUSE
A série mais assistida da TV brasileira arrebata enorme quantidade de fãs graças a um selo de qualidade chamado Hugh Laurie. O setor de diagnósticos tocado por um médico rabugento prima pelos casos de sintomas complexos e inacreditáveis quebra-cabeças da Medicina, resolvidos pelo gênio e seus pupilos. Aliado a equipe com ótima química, cada episódio de House é um primor acompanhado atentamente por seu público não tão leigo, afinal a audiência já até aprendeu o que é lúpus. Nesta sexta temporada, uma das muitas expectativas é saber o destino da dra. Cameron, pois foi divulgado que a atriz Jennifer Morrison (foto acima) sairia do show.
Onde assistir: no Universal a sexta temporada estreia em 22 de outubro.

GREY’S ANATOMY
Carinhosamente referida como “novelinha”, a história dos aspirantes a cirurgiões que trabalham no Seattle Grace retrata médicos carentes, sempre prontos a se jogarem na primeira cama com um colega durante o expediente, e certo grau de insegurança, já que tremem e sofrem antes de qualquer procedimento mais cabeludo. Agora que a turma principal amadureceu, este papel cabe aos novatos do seriado - e é engraçado ver o quanto todos eles são ambiciosos e disputam chances de brilhar perante os chefes. Os médicos do núcleo de Meredith Grey já cometeram barbaridades nas salas de cirurgia do hospital - e o curioso é que quase todos já assumiram em algum momento o papel de pacientes também.
Onde assistir: a sexta temporada da série estreia no Sony em 9 de novembro.

Divulgação
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E.R.
Nada disso existiria se não fosse por E.R., a precursora do gênero. Lá se vão 15 temporadas de desgraças, milagres e amores, com litros de sangue e lágrimas despejados pelo chão do County General Hospital. Desde sua estreia, em setembro de 1994, quase nada mudou na estrutura da trama (focada em casos punk de emergência, vários por episódio, sempre no mesmo cenário caótico), exceto os personagens, estes sim em alta rotatividade. Dezenas de médicos já se revezaram entre os papéis principais, como George Clooney que inclusive deu as caras esta semana na Warner em “Velhos Tempos”. O grande tchan de Plantão Médico sempre foram os dramas pessoais, não só dos pacientes, e sim da equipe de saúde. Fácil sentir simpatia - e agora, saudade - por figuras como Abby, Luka, Neela, Pratt e Morris (Scott Grimes, foto acima).
Onde assistir: a 15ª temporada está passando na Warner às quartas, às 22h.

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NURSE JACKIE
Finalmente é dado o destaque apropriado para uma enfermeira, quase sempre coadjuvantes em seriados médicos. Vivida por Eddie Falco, a enfermeira Jackie mostra que na prática a onipresente mesmo é ela. Com altas doses de humor negro e muitas pisadas na bola ética, a atração fica ainda mais interessante quando mostra o relacionamento da enfermeira com seus estagiários ou com seus supervisores. Além das enfermidades que a dedicada Jackie resolve, ela sainda acha tempo para ser melhor amiga da médica mais peteca e esnobe da história e do médico pouca-prática-e-tarado Dr. Cooper (Peter Facinelli, foto acima).
Onde assistir: a primeira temporada ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

TRAUMA
Novidade da fall season americana, inspira-se em seriados como Third Watch para retratar a urgência do trabalho dos paramédicos. O papel destes caras, que em outras séries reduz-se a segundos na tela, apenas o suficiente para apresentar o paciente machucado na porta do hospital, agora ganha destaque nas ruas - e com muita ação. Correndo contra o tempo, de ambulância ou de helicóptero, os paramédicos socorrem feridos em acidentes de trânsito, explosões e toda sorte de tragédias que pintar no 911. Em dias de calmaria, claro, eles aproveitam para se conhecerem “melhor” na traseira da van…
Onde assistir: a série estreia dia 4 de novembro no Brasil na Warner.

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THREE RIVERS
Também da leva de estreantes do mês passado, propõe a acompanhar a rotina do maior hospital de transplantes de Pittsburgh com o melhor especialista do ramo (que, surpreendentemente, não é do tipo arrogante, e sim o charmosão queridão). Three Rivers terá sempre três visões: a do paciente que receberá os órgãos, a da família do doador e a dos médicos do caso. Mesmo com um tema tão útil a ser explorado, a série não bombou ainda na audiência americana. É que, convenhamos, até a finada Heartland abordava melhor o assunto. Na foto acima está Kate Moennig, que interpreta uma das médicas do hospital.
Onde assistir: a série estreia em 23 de outubro no Universal Channel.

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Faltam-me adjetivos para elogiar HOUSE

*** CUIDADO COM SPOILERS *** *** COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA ***

Está criada a situação que levará à saída de Cameron da série HOUSE. No mais recente episódio da série exibido nos Estados Unidos, encontramos uma discussão ética sobre o trabalho médico. Você salvaria a vida de um ditador que já cometeu atos horríveis e pretende assassinar milhares de pessoas quando sair do hospital?

Fox

The Tyrant (episódio 3 da sexta temporada) provocou sensações diversas nos espectadores: há quem fique ao lado de Cameron, que estava na pilha de deixar o tirano africano à própria sorte, e há quem tenha ficado - iniciamente - na posição de Chase, procurando dar o melhor tratamento possível ao paciente. House e Foreman não se intrometeram no mérito do caso, apenas fizeram seus trabalhos - sendo que o primeiro voltou à ativa “não oficialmente” e o segundo começa a temer por seu destino quando o mestre retornar com tudo.

Mas não quero focar muito no nosso gênio por enquanto. O que mais chocou foi o grand finale do episódio, com a revelação de que Chase, influenciado pelo que viu e ouviu do ditador, manipulou os sintomas ao trocar o sangue que foi analisado. Causou diretamente a morte do paciente para defender seus princípios - e a gente pensando que Cameron seria a pessoa que faria isso. A cena em que Foreman confronta Chase e chega a essa conclusão é espetacular: os antigos colegas ficam numa situação delicada. Se Foreman chegar a denunciar o australiano, ele perde não só a licença médica, mas também a liberdade. Sensacional o conflito e a forma como a história foi construída.

Foi muito bacana ter a antiga turma de volta diagnosticando, bem como no início da série, sem Thirteens, Taubs ou mais ninguém de fora. Pena que essa foi a última vez que isso acontece em HOUSE, já que a pupila irá sair da atração.

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Mesmo com toda a trama focada na ação médica do Princeton, House morando com Wilson conseguiu ser pra lá de interessante. Obstinado, House começou a diagnosticar o vizinho de baixo usando as poucas pistas que tinha. Achei que a história não levaria a nada além da expulsão de House do prédio do oncologista, mas fiquei feliz de ter me enganado. O médico não só curou o vizinho de uma dor “imaginária” sentida há anos, como também conquistou a simpatia do cara e irá tornar a vida de todos os condôminos melhor daqui pra frente. Tudo isso com o “truque” do espelho na caixa. Cara, jurei que ele ia torturar o cidadão!

E no hospital também não foi menos engraçado, já que o hilário gênio ficou se comportando como um aluno-sabe-tudo, levantando o braço feito um pateta para dar seus palpites ou escrevendo na persiana qual era o diagnóstico correto antes do resto da turma chegar a essa conclusão. Mestre!

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Bastidores das fotos da season 6 de HOUSE

Florian Schneider Photos

Para quem curte dar uma espiadinha em bastidores de eventos de séries, taí o vídeo divulgado por fãs de Hugh Laurie sobre a sessão de fotos da sexta temporada de HOUSE.

O ensaio foi clicado por Florian Schneider, responsável por várias imagens promocionais de hits da TV americana, como Desperate, Lost e Prison Break.

Dica do fotógrafo André Feltes, do blog Álbum de Retratos
(o Feltes não é housemaníaco, mas aqui na redação do jornal vive cercado por várias doidas pela série!)

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Atriz de HOUSE sai da série nesta sexta temporada

Tuitei de manhã a notícia e esqueci de vir aqui postar, mas vale o registro.

A atriz Jennifer Morrison, que faz a dra. Cameron em HOUSE M.D., irá deixar a série. O E!Online explica o motivo da saída. Quem não quiser saber nada clica aqui para sair desse post.

Fox

Diz Kristin dos Santos que foi uma “decisão criativa” dos produtores, ou seja, não foi a atriz que pediu para sair. Cameron ficou por cinco anos no Princeton-Plainsboro, o que significa que sua saída não poderá ser explicada nas coxas. As fontes do blog gringo afirmam que tudo começará quando Chase cuida do caso de um ditador africano no hospital. Após um certo desvio “ético” no tratamento do paciente, Cameron e Chase decidem sair dos empregos e recomeçar em outro lugar.

House se envolve na confusão, claro (o que já indica que ele não irá parar com os joguinhos apesar de ter se “curado” no hospício). Parece que ele ficará jogando Chase e Cameron um contra o outro - até que o australiano cede e decide continuar no hospital. Isso tudo deve ir ao ar lá pelo episódio oito.

Fica a pergunta: a saída da bonitona será apenas uma perda para quem curte o “colírio” ou ela vai fazer falta na trama também? Eu acho que nem importa!

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Sexto ano de HOUSE estreia no Brasil em outubro

Acaba de chegar um release quentinho do Universal Channel: a aguardada sexta temporada da série HOUSE, que estreou esta semana nos Estados Unidos já tem data para chegar ao Brasil.

Será no dia 22 de outubro, um mês após a exibição gringa.

Quer uma prévia de como é esse fantástico episódio especial duplo? Clica aqui e lê somente até a marcação de *spoilers*.

A foto abaixo é uma cena do episódio.

Divulgação
Divulgação
Divulgação

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HOUSE M.D. e o novo dr. House

Escrever sobre um episódio não deixa de ser uma maneira de reviver o que sentimos quando o vimos pela primeira vez. E essa season premiere de HOUSE merece ser revista, descrita, curtida, revivida, debatida.

Como disse no post anterior, fugi de spoilers o dia todo. Na verdade, nada do que me dissessem ou que eu viesse a ler estragaria os 90 minutos da reestreia da série. Porque assistir a um episódio duplo tão bom quanto esse é algo meio indescritível e pessoal. Cada um vai levar uma “mensagem”, por mais cafona que isso pareça, ou aproveitar o que rolou na tela apenas como ficção pura (e da melhor qualidade).

De qualquer maneira esse retorno da série supera as expectativas. Não creio que alguém vá sair frustrado com a trama apresentada neste comecinho da sexta temporada, a não ser que pegue o bonde andando sem saber do que se trata a série. Quando a temporada anterior terminou, ficamos tão loucos quanto House esperando pelo inferno que seria a vida dele no “manicômio”. E o que Broken nos mostrou é que HOUSE há horas deixou de ser uma trama médica. É um Drama, com D maiúsculo mesmo, que não precisa de prêmio nenhum para ser reconhecido entre os melhores shows da TV.

Fox
Fox
Fox

*** HÁ SPOILERS DAQUI PRA FRENTE PARA QUEM NÃO ASSISTIU AO EPISÓDIO ***

*** COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA ***

Broken (”quebrado”) é a perfeita metáfora escolhida para descrever a situação de House - e também o principal acontecimento do episódio que lhe deu o “insight” para decidir mudar. Em um primeiro momento é claro que nos divertimos com a costumeira atitude debochada e arrogante do médico ao ser tratado como paciente. E não apenas um paciente comum: lá ele é mais um “louco” no meio de outros problemáticos, ainda que seja notamente o mais são deles. Mas o quanto uma pessoa consegue fingir que está bem? Pode até ser que ele não alucine mais por conta do vício, pode ser que ele não tenha problemas com comida, suicídio ou paranoia. Nada disso faz de House menos “quebrado” que os outros.

Passados os jogos de gato e rato, que sem dúvida foram hilários, chegamos à parte realmente nova da personalidade que tanto nos agarra pelos cabelos nessa série. Vemos House fragilizado, tocado, genuinamente sofrendo pelo mal que causou a alguém. A história do menino com superpoderes imaginários, que House pensou poder “curar” como outros de seus diagnósticos certeiros, foi a gota d’água para ele próprio parar de brincar de Deus.

Me senti transportada para uma sessão de In Treatment a partir desse ponto. Nas conversas com o diretor da espelunca, Darryl Nolan (um parênteses para palmas a Andre Braugher), House vai direto ao ponto: sim, ele quer ser feliz. Não, ele não sabe como. Bem-vindo ao mundo dos que fazem terapia. O “tema de casa” de House até que era fácil para um ser humano normal. Conectar-se com alguém, confiar, dar a cara a tapa. E ele se entregou bo-ni-to para a mocinha casada. Ou vai dizer que vocês também não torceram um pouquinho para ele se dar bem? A cena de amor deles foi tão surreal que por instantes pensei que fosse mais uma alucinação deles - especialmente porque em muitos momentos House ignorou a bengala, dançou e passeou sem ela.

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Esse episódio prova que daria para transferir House para um hospital qualquer ou enfermaria, sei lá, no Alasca, que seja, e ele continuaria a nos surpreender. Esta uma hora e meia sem Cuddys, Camerons, Wilsons (ok, ele apareceu por dois minutos e sequer contribuiu) e 13s da vida reforçam que o grande ímã da série é ele próprio. Somos fascinados por essa personalidade “quebrada” do médico-gênio.

Agora que House entra em uma nova vibe, com direito até a uma camisetinha ingênua com o símbolo do smile :-D na saída do hospício, como será a dinâmica de vida & trabalho daqui para a frente? Como será ter um House feliiiiz nos corredores do hospital ou no trato com os colegas e pacientes? Não está boa parte do charme da série focado na atitude do “dar de ombros” emocional do personagem? De qualquer forma, essa é uma daquelas perguntas que não vão me tirar o sono. Uma série que já me surpreendeu tanto como fez até hoje não deve nos decepcionar na sequência, seja qual caminho escolher.

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Hey, seriadomaníacos: HOUSE é mesmo o novo LOST…

Hoje experimentei uma sensação típica dos meses quentes. Não era calor não: era a angústia típica de quando LOST está em exibição.

EXPLICO: quando por algum percalço do além eu não conseguia ver Lost na madrugada ou antes de chegar ao trabalho no verão, eu passava o dia fugindo de spoilers na internet, no msn, na “graxa” (o restaurante aqui da firma) ou nas conversas de elevador.

Pois hoje, dia 23 de setembro, vivi um flashback. A grande pergunta do dia era: “e aí, viu o HOUSE”?

Juro: isso aconteceu tantas vezes hoje que perdi a conta e decidi vir aqui compartilhar essa “angústia”.

Ô, diacho! Eu devia ter assistido ao episódio de House antes de vir trabalhar (motivos banais me impediram de fazer isso durante o dia).

Agora já aprendi a lição. House é o novo Lost mesmo em termos de vício coletivo. Não dá pra bobear.

* Review do episódio estará publicado aqui neste blog de madrugada.

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Dr. HOUSE, na verdade, é uma mulher

Palma, palma, não criemos cânico. O título do post não significa que a nova temporada de HOUSE irá mostrar que o médico é uma mulher. O que a reportagem do iOnline explica é que a inspiração para os brilhantes diagnósticos do médico Gregory House são fruto da pesquisa de uma médica, a doutora Lisa Sanders.

Dona, inclusive, de um perfil no IMDb, a médica atua como consultora técnica do famoso seriado.

Reprodução
Reprodução
Reprodução, NPR

Ela já participou de 108 episódios do show, como o episódio cinco da quarta temporada, citado na matéria do site português. Um paciente copia os trejeitos e as doenças das pessoas ao seu redor. Dr. House resolve o caso - era a obscura “síndrome de Giovannini”. Quem cavocou essa história foi Lisa Sanders, que é professora na universidade de Yale.

Antes de se formar em Medicina, Lisa havia trabalhado justamente como produtora de TV em um programa sobe saúde. Já formada, começou a assinar uma coluna no New York Times chamada “Diagnosis”, focada em mistérios da medicina. Apesar de adorar House, dra. Sanders diz que não se identifica nem um pouco com o médico ranzina que faz sucesso na TV. A única característica em comum é a vocação para desvendar problemas médicos.

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THREE RIVERS estreia no Brasil em outubro

Divulgação, Universal Channel
Divulgação, Universal Channel
Divulgação, Universal Channel

Isso é que é agilidade: a série sequer estreou nos Estados Unidos e já está com data marcada para ser exibida no Brasil. Palmas para o Universal Channel - e que outros canais copiem a iniciativa.

Além dos seriados médicos que retornam em setembro lá fora (GREY’S, HOUSE e outras), uma nova atração promete agradar aos fãs do gênero. THREE RIVERS acompanha uma equipe médica que dá plantão em um grande hospital especializado em transplantes. A turma conta com o Dr. Andy Yablonski no comando (Alex O’Loughlin, de Moonlight) e os colegas Dra. Miranda Foster (Katherine Moennig) e Dr. David Lee (Daniel Henney). A série será lançada no dia 4 de outubro na TV americana, no canal CBS, e estreia no Brasil no dia 28 de outubro.

E por falar em HOUSE, outubro é também o mês de estreia da sexta temporada aqui em terras tupiniquins. Comemore!

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Quanto tempo falta para o retorno de HOUSE?


Reprodução, Snakes on a Cane

Essa é para quem não se coordena no calendário - ou para quem gosta de se torturar. No embalo da contagem regressiva para a sexta temporada de HOUSE, o site Snakes on a Cane faz a mão para os maníacos. É só abrir o site a qualquer hora para saber quantos dias, horas, minutos e segundos faltam para o retorno da série nos Estados Unidos, marcado para 21 de setembro.

Tem ainda um post-it estranho nessa imagem. Diz o seguinte:
“I was deluded into thinking I might be crazy”
(Eu fui iludido a pensar que estava louco”)

Juntando essa peça com os palpites sobre aquele vídeo promocional, dá pra imaginar o tom da temporada.

Vi a dica lá no TVSquad.

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Picadinhos do meu google reader

Quase um paradoxo: andei ocupada demais vendo séries e não tive tempo de comentá-las. Foi mal aí! Andei trabalhando demais também e não tive tempo de comentar notícias aqui. Topam um post com alguns links que eu curti?

Comic-Con >>> é só no que se fala em todos os sites e blogs de entretenimento. Cada novo painel em San Diego traz uma novidade melhor que a outra para os fãs de série. Vou fazer um balanço geral quando terminar o evento do que achar mais bacana. Até lá, o bom é acompanhar por aqui.

House >>> o que acontece quando o médico vira paciente? Pirei com o promo da sexta temporada. Quando a pessoa é viciada qualquer esmola serve. Link para o vídeo aqui.

24 Horas ou Lost? >>> um site promoveu uma enquete para saber qual é a série mais viciante da história. Deu 24 Horas à frente de Lost. Concordam? Resultados completos aqui.

TV aberta >>> ver séries na TV aberta é uma ginástica. Para quem não tem internet bôua ou TV a cabo, vale conferir esta lista com o que passa no Brasil.

True Blood >>> ouviram falar que o casalzinho Sookie e Bill vai se separar? Não curti, mas faz sentido. O resto do spoiler dá para ser lido aqui.

Grey`s Anatomy >>> quer saber como foi feita aquela cena do elevador na season finale da série? Tem toda a explicação aqui (em português).

Supernatural >>> os fãs se agitaram e confirmaram a data de 8 e 9 de maio de 2010 para a Convenção de Supernatural no Brasil. Vai ser em São Paulo. Ainda não está certo que Jared e Jensen vão dar o ar da graça, mas sempre há uma esperança. Mais informações aqui.

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Um mix divertido: Amy WineHOUSE

Só para descontrair a sexta-feira!

A reprodução é lá do blog Caixa Preta. Link enviado por Rafael Maia. Uhehe.

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Vencedores da promoção “HOUSE na sua mochila”

Quer saber se você é um dos sete vencedores da promoção “House na sua mochila“?

Clica aqui e confere o resultado completo.

Os sortudos abaixo receberão os cadernos pelo correio:

Maria Carolina Almeida - Porto Alegre/RS

Ariella Soares - Porto Alegre/RS

Lêda Fernandes Bertamoni - Porto Alegre/RS

Renata Terra - Porto Alegre/RS

Ana Paula Amestoy - Porto Alegre/RS

Greice Barbieri - Cachoeirinha/RS

Tatiana Belzarena - Cruz Alta/RS

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Leve um HOUSE na sua mochila

Como anunciado, agora está no ar a promoção dos cadernos de HOUSE para os leitores do Fora de Série.

Quer ganhar um caderno como este da foto ao lado?

Clique aqui, crie sua frase e cruze os dedos.

Os sete autores das melhores respostas vão receber um deles em casa. Mantenha seu cadastro no clicRBS atualizado com seu endereço.
Você pode participar até as 14h de segunda-feira que vem, dia 29 de junho.
O brinde é uma cortesia da Universal Pictures.

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É hoje: Both Sides Now, o final de HOUSE no Brasil

Chegou a hora: o Universal Channel exibe hoje o episódio final da quinta temporada de HOUSE. Quer saber o que acontece? Leia o post com os comentários sobre o episódio Both Sides Now. Ou então atice sua curiosidade mais um pouco com o vídeo promocional da finaleira da série.

* Confira na programação do hagah os horários de House

* Hugh Laurie está de aniversário nesta quinta-feira!

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HOUSE: O homem certo para o papel certo

Na véspera da apresentação da season finale de HOUSE, amanhã no Universal Channel, o blog da série convidou o jornalista Sérgio Maggi, do Papo Série, para falar sobre a carreira de Hugh Laurie.

O blog recorda como foi a seleção para o papel do protagonista, quando o ator gravou no banheiro um vídeo para enviar aos produtores. O post é imperdível para os fãs, confere!

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (57)

Oooutra de HOUSE: no episodio 7 da terceira temporada da série, um paciente acorda do coma e descobre que seu filho está sendo tratado no hospital. House começa a investigar onde a família já morou e passou férias. Debochado, o paciente diz que só viveu em Nova Jersey e questiona: “O que está esperando ouvir? Sobre a cabana no Amazonas com mosquitos e pintura de chumbo nas paredes?”

* Dica de Fillipi Dutra. Mande sua sugestão!

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Hugh Laurie cinquentão

Parabéns para Hugh Laurie! O protagonista de HOUSE completa 50 anos no dia 11 de junho, quinta-feira. Nem parece, né?

O Universal Channel destaca ainda a coincidência: o ator comemora seu aniversário no mesmo dia em que o canal exibe o último episódio da quinta temporada da série no Brasil.

Mais
Hugh Laurie nasceu em 1959, em Oxford, na Inglaterra. Estudou na Universidade de Cambridge, onde se formou em Antropologia. É filho de um médico vencedor da medalha olímpica de remo. C
asado (óóó), tem três filhos. Como House, já foi premiado com dois Globos de Ouro e dois Screens Actors Guild Awards na categoria “melhor ator de série”, além de três indicações ao Emmy Awards, na mesma categoria. E em 2009 faturou o prêmio de “ator de série favorito”, do People´s Choice Awards.

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MENTAL: O psiquiatra que quer ser o novo House

Só falta mancar!

Responde por MENTAL a nova série médica da Fox que debutou esta semana no Brasil. Na carona do sucesso estrondoso de House, o seriado coleguinha de emissora americana promete mais do que cumpre. Por escrito, a trama parece ótima: um psiquiatra nada ortodoxo provoca uma revolução no seu local de trabalho ao utilizar métodos pouco convencionais para tratar os pacientes. Na tela, infelizmente, não funciona.

Ok, nada se cria e tudo se copia no mundo dos seriados. Só que cada cena de Mental grita “House” a plenos pulmões – ao menos deixou essa impressão no episódio-piloto. Chris Vance (de Prison Break) não tem o carisma de um Hugh Laurie, e o resto do elenco traz os mesmos perfis identificados no Princeton-Plainsboro, como a chefe gostosa que tenta censurar um pouco o gênio. Aliás, sobre o gênio, convenhamos que sua especialidade não favorece tais insights. Será raríssimo que ele consiga “curar” alguém internado por loucura. Até nisso House sai levando a melhor.

Em entrevista coletiva internacional concedida antes da estreia da série, o próprio Vance precisou responder mais de uma vez sobre tal comparação. Seu Jack Gallagher, diz, é um homem muito passional que age por instinto e quer “entender os motivos das pessoas”, enquanto “House é mais cerebral, motivado por quebra-cabeças”. Cita a cena mais marcante que vimos no piloto, quando o psiquiatra tira a roupa no meio no saguão do hospital para acalmar um esquizofrênico. Pena que os 40 minutos restantes não seguem ousados assim.


Apesar de ser uma criação americana, Mental nasceu em parceria inédita com a América Latina: foi gravada em Bogotá, Colômbia, a fim de minimizar custos e promover coproduções. É assinada pelos mesmos produtores de Dawson`s Creek, Deborah e Dan Levine. Na falta de coisa melhor, assista às quartas, às 22h.


> Publicado em Zero Hora e Diário Catarinense deste domingo.

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (51)

HOUSE adora mesmo falar do Brasil. Uma das menções é na primeira temporada da série, na season finale (episódio 22 - Honeymoon). House está tratando do marido de sua ex-esposa, Stacy, quando ela menciona o Rio de Janeiro.

“Que quer dizer? Que continuo apaixonada por você? E que devo abandonar meu marido para viajarmos para o Rio?”

* Mande sua dica!

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Teaser do penúltimo HOUSE do ano no Brasil

HOUSEmaníacos já sabem: o penúltimo episódio da quinta temporadaUnder My Skin, é imperdível. Aqui no Brasil, ele será exibido pelo Universal Channel na próxima quinta-feira, dia 4 de junho, às 23h.

Esta noite, quem estiver assistindo o canal irá ver durante o intervalo o seguinte vídeo promocional (abaixo). Se tudo correr como foi nos Estados Unidos, vai rolar uma grande repercussão entre os fãs do casal “Huddy” (House + Cuddy). Confira!

O teaser foi desenvolvido pela equipe de promoções do canal e produzido pela Youle Filmes.

 

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O Brasil nas séries - Print screen do dia (42)

Para começar bem a semana, uma cena sobre o Brasil nas séries que já é clássica: a menção de HOUSE às castanhas-do-pará. Foi no episódio 6 da quarta temporada.

Gregory House foi chamado para tratar um agente da CIA no episódio “Whatever it Takes” (”O Que For Preciso”). House não sabia quase nada do histórico médico do paciente e de suas missões anteriores, mas descobre que ele havia acumulado muito selênio no corpo por ter comido muitas “brazilian nuts” quando esteve no nosso país.

Eis a frase completa:
Na Bolívia, castanhas são castanhas. O Brasil, por outro lado, tem brazilian nuts. Ou, literalmente: Castanhas-do-Pará. Porque seria idiota para o povo brasileiro chamá-las de Castanhas do Brasil.”

* Sugerido por Andrea Balle, Christiane Marques, Jorge Martins, Bruno Diniz, Taís Assis, Fabiano Ricardo Dresch, Leonardo Bopp e Jamile Silva Pereira. Mande sua dica!

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Olivia Wilde faz fotos sensuais para revista

Olhaí a pessoa mais sexy do mundo, a Olivia Wilde (também mais conhecida como a Thirteen - 13 - da série HOUSE).

Para comprovar o título recebido pela Maxim, a atriz posou para a revista GQ com pouquíssima roupa. Confere aqui no Hollywood Gossip alguns cliques.


Reprodução, HollywoodGossip

 

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HOUSE com mais uma season finale maluca

*** Comentários sobre a season finale de HOUSE exibida nos Estados Unidos ***

*** SPOILER ALERT ***

Sabe quando alguma coisa realmente te surpreende? Quando tu passa o episódio inteiro sem desconfiar de nada e no fim… pá! Resolvido o mistério! Como é possível que na semana passada estivéssemos tão crente de que tudo aconteceu (a noite de sexo com Cuddy, a desintoxicação) e agora nosso mundo caiu?

House passou o episódio inteiro segurando o batom como forma de recordar - e comprovar - que aconteceu na noite anterior. Havia se tornado por 24 horas um cara bem humorado, disposto a viver de cara limpa e sem a necessidade de joguinhos românticos com Cuddy. Obviamente estava tudo muito bom para ser verdade. Eu sou pata. Queria acreditar!

Melhor cena: House gritando para meio hospital que dormiu com a chefe!

Both Sides Now - episódio 24 da quinta temporada - foi um luxo de episódio porque parecia justamente um conto de fadas. Outra coisa bacana: a metáfora com o paciente da semana. Ok, o pobre do caso foi totalmente largado para segundo plano depois que a “farsa” da cura de House começou a ganhar fòlego. A revelação de que tudo aquilo foi um delírio (mais um) foi genial - a começar pelo frasco de Vicodin que lembrava um batom. Bem que estava esquisito a Cuddy tratando ele tão indiferente depois do que supostamente teria rolado!


Divulgação, Fox

*** Explicado finalmente o porquê do “material congelado” do marido de Cameron ter tomado tal proporção no episódio passado. E foi lindo o casório dela com Chase, ainda que sem a presença de House e Wilson. Música emocionante para a noiva: uma versão de As Tears Goes By. Pelo que eu li há muito tempo, era o Jesse Spencer que não queria que seu personagem `contraísse matrimônio`. Deve ter mudado de ideia ou foi “convencido”.

*** Triste ver Wilson conduzindo House a uma clínica psiquiátrica. Triste, mas necessário. Será que a sexta temporada começará com o nosso médico preferido em tratamento por lá ou já recuperado? Façam suas apostas!


 

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Um dos personagens de HOUSE morre hoje

Para quem conseguiu escapar de spoilers, o Universal Channel exibe hoje (dia 14) às 23h um episódio dramático de HOUSE: um dos personagens principais da série irá morrer!

O episódio 20 desta quinta temporada se chama Simple Explanation.

Confira o trailer enviado pela emissora - ou leia mais sobre quem é o finado aqui.

*** Veja os horários das reprises na programação do hagah

*** Veja outros posts sobre House

 

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Thirteen é eleita a mulher mais sexy do mundo

Os marmanjos vão concordar: Olivia Wilde, a Thirteen da série HOUSE, foi eleita a mulher mais sexy do mundo pela revista Maxim.

A atriz ficou à frente de outras sexies que atuam em seriados, como Jennifer Love Hewitt (Ghost Whisperer), Jennifer Morrison (House), Rebecca Mader (Lost), Yvonne Strahovski (Chuck), Roselyn Sanchez (Whitout a Trace), Hayden Panettiere (Heroes), Summer Glau (Terminator), Leighton Meester e Blake Lively (ambas de Gossip Girl), além de modelos como Bar Refaeli (a namorada de DiCaprio) e a brasileira Adriana Lima.

Nascida em Nova York, Olivia tem 25 anos e é casada com o fotógrafo Tao Ruspoli. No seriado, sua personagem é bissexual, o que já rendeu polêmica e cenas quentes.

Entre os fãs da série House, Thirteen é a preferida dos internautas - depois do médico protagonista, claro. Antes de House, ela fez uma bi também em THE O.C.o seriado Black Donnellys, entre outros trabalhos.

*** Veja aqui a lista completa das mais sexies da revista Maxim

 

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Sob a pele de HOUSE

** Spoilers se você não vê HOUSE conforme a exibição americana **

Uau! O teaser já havia esquentado os tambores desde a semana passada (o momento “Huddy” do final), mas são os 40 e tantos minutos anteriores que motivam as exclamações. House é o personagem mais complexo da história da TV - e Hugh Laurie é o único cara do universo capaz de interpretar isso.

Eu sei, eu sei, sou exagerada e quando me empolgo abuso de superlativos. Talvez não tenha sido tudo isso - há, inclusive, uma “corrente” de fãs cobrando que House volte à antiga forma de ser, ou seja, “caso da semana e ponto final”. Gente, isso sim é (r)evolução! Os caras (roteiristas) tiram um personagem da série na marra (Kutner pediu pra sair), revivem uma personagem morta (Amber) e colocam o homem mais racional da série a delirar. É ou não é tudo de bom? Se isso não é uma excelente virada eu não sei mais o que seria.


Divulgação, Fox

Este episódio 23 da quinta temporada não deixa de ser um marco. Pode vir a ser lembrado pela pegação de House e Cuddy, pela desintoxicação de Vicodin (será que é definitiva?), pela morte da fantasminha camarada que perseguia o médico - e por alguns instantes eu imagina que House viraria Grey`s Anatomy e jamais enterraria seus defuntos. Vou lembrar de “Under My Skin” também pelas sessões de diagnóstico em dose dupla: ao mesmo tempo em que tentava curar a bailarina, House tentava descobrir o que havia de errado nele próprio. Ótimos paralelos entre as duas histórias.

*** Única coisa gratuita que eu achei em tudo isso foi o lance do esperma congelado do marido morto de Cameron. Pra quê isso? Querem mesmo separar o casal? Chase realmente deu um pé nela por causa disso?

 

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As séries mais rentáveis da TV americana

Encontrei hoje essa lista feita pela Forbes dos 15 shows mais rentáveis da TV americana. Há poucas surpresas, mas são curiosas. O ranking foi feito em abril levando em conta o valor de um comercial de 30 segundos no intervalo do show e a renda do show a cada meia hora. Os dados de audiência são de janeiro de 2009.

Confere o faturamento dos seriados na ordem dos mais rentáveis (os realitys** não estão na lista abaixo).

24H - FOX
Rendimento a cada 30min: US$ 3,7 milhões
Preço de um comercial de 30 segundos: US$ 366 mil
Audiência: 11,7 milhões

DESPERATE HOUSEWIVES - ABC
Rendimento a cada 30min: US$ 2,9 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 251 mil
Audiência: 15,2 milhões

GREY`S ANATOMY - ABC
Rendimento a cada 30min: US$ 2,7 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 224 mil
Audiência: 13,4 milhões

TWO AND A HALF MEN - CBS
Rendimento a cada 30min: US$ 2,6 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 227 mil
Audiência: 14,k1 milhões

HEROES - NBC
Rendimento a cada 30min: US$ 2,1 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 194 mil
Audiência: 7,9 milhões

CSI - CBS
Rendimento a cada 30min: US$ 2,1 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 201 mil
Audiência: 18,2 milhões

BROTHERS&SISTERS - ABC
Rendimento a cada 30min: US$ 2,1 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 195 mil
Audiência: 10,1 milhões

WORST WEEK - CBS
Rendimento a cada 30min: US$ 2 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 174 mil
Audiência: 9,3 milhões

HOUSE - FOX
Rendimento a cada 30min: US$ 1,9 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 188 mil
Audiência: 11,9 milhões

PRIVATE PRACTICE - ABC
Rendimento a cada 30min: US$ 1,8 milhões
Valor de um comercial de 30 segundos: US$ 162 mil
Audiência: 8,5 milhões

(**) Entre os reality shows, American Idol (Fox) é o que mais fatura e acumula mais audiência. Além deste, o Dancing with the Stars e a franquia Survivor estão muito bem pagas, obrigada. Também o Extreme MakeOver: Home Edition está lucrando muito.

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Vídeo: House e Cuddy in love

Como o post da Lisa Edelstein fez sucesso ontem, esse vídeo abaixo é pra matar housemaníaco do coração. Ou melhor: “huddy”maníacos.

Huddy = House + Cuddy (caso alguém caia aqui de paraquedas)

O vídeo abaixo está rolando pelo YouTube: mostra - de leve - cenas de flerte e sexo entre House e sua chefe. Te segura, marmanjo! As cenas vão ao ar hoje nos Estados Unidos no episódio 23 da série.

 

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Cuddy sensualíssima em ensaio para revista

Essa é mais uma de Lisa Edelstein para deixar marmanjo housemaníaco vidrado.

Depois daquelas cenas de striptease na imaginação de HOUSE, a dra. Cuddy posou para a capa da edição de maio da revista francesa FHM. A atriz tem 42 anos e exibe um corpão!


Reprodução, Ego

Via Ego.

 

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Personagens de seriados viram desenhos

Muito bacana a ideia do blog Toon Series, que publica vários posts com desenhos de personagens de seriados americanos. O traço é do seriadomaníaco Ricardo Braga.

Dá lá uma olhada nos desenhos de personagens de Lost, House, Prison Break, FriendsEarl, Terminator e outras.

* Dica do Vinicius Cabral. Valeu!

 

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Pesquisa aponta séries “mais queridas” nos EUA

Há horas quero comentar esta notícia que li no Poltrona. Trata-se de uma pesquisa de opinião da empresa Harris Interactive que aponta as “séries mais queridas de todos os tempos“. Os entrevistados foram espectadores americanos com mais de 18 anos.

Como toda lista que pretende ser “a mais isso” ou “a menos aquilo”, ela é polêmica. Os gringos foram convidados a apontar uma ou três séries de TV queridinhas do coração.

O resultado é o seguinte, em ordem:

Aposto que se fizessem essa pesquisa no Brasil daria Lost, CSI, House ou Law&Order nas primeiríssimas posições. Concordam? Eu, obviamente, chutaria 24 Horas e Sex and the City quando encontrasse o pesquisador na minha frente! Série querida pra mim é: mesmo quando um episódio é ruim, é bom. Porque tem uma ligação especial com a pessoa (componente “vício”, notadamente).

Os gêneros que os americanos mais curtem? 62% respondeu comédia, 39% escolhem drama e 32% preferem mistério.

Os dados completos da pesquisa - em PDF - estão aqui.

Mais listas:
- Eleição das 20 séries mais importantes da TV
- As melhores séries de ontem, hoje e amanhã
- As 100 melhores séries de todos os tempos

 

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O Brasil nas séries - Print Screen do dia (9)

Chase pega uma latinha de Guaraná Antártica na geladeira do hospital Princeton-Plainsboro.

Episódio 7 da quinta temporada de HOUSE.

>>> Viu alguma cena em seriado americano que faça referência ao Brasil? Mande sua imagem pra mim!

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O Brasil nas séries - Print Screen do dia (1)

Começa hoje uma “série brasileira” aqui no blog. O que rolar de referências ao Brasil nos seriados americanos ganha um print screen. É uma série colaborativa, acima de tudo. Vou esperar as imagens de vocês!

Caso recente em HOUSE. Episódio 20 da quinta temporada tratou de um casal que estava doente ao mesmo tempo. O sonho da esposa era ir ao Rio. O marido prometeu que iria viver para realizar seu desejo.

>> Mande sua dica! Que outra cena de seriados faz menção ao Brasil?

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Estou de volta pro meu aconchego (seriadístico)

Oi de novo! Tem alguém aí ainda?
Cansei de tanto descansar (mentira, isso não existe, ainda mais pra quem adora ficar jogado na frente da TV, hehe).
Tirar férias no mês de várias “season finales” foi uma baita experiência. Experiência serievisiva, como diz o leitor Ivan. Ultrapassei os 4 mil episódios vistos na conta do orangotag, vi muito episódio lacrimoso, cômico, sofrível, tenso e outros sem adjetivos. Tão diferente olhar seriado sem comentar correndo depois! E sem ler as notícias, sem saber o que estava rolando no mundo de atores e produtores, sem nenhum spoiler. Recomendo que façam a experiência por uma semaninha só. Muda até o ponto de vista, vai por mim.

Retomando o blog, quero detalhar nos dias a seguir comentários específicos de algumas séries que merecem uma tagzinha própria. Por enquanto, como é noite de sábado - meio de feriadão - o que segue é o saladão geral sem spoiler pra ninguém!

Sigo idolatrando 24 HORAS > Jack Bauer é a figurinha mais esperada da minha semana junto com aquele povo lá da da ilha. É incrível como a sétima temporada não decepciona. Amanhã tem página especial sobre o último herói no caderno de TV. Non perquem.

Terminei os 12 estágios de UNITED STATES OF TARA > fechamento 10, com as cinco personagens de Toni Collette na cena final, extremamente bem feita. Indicação ao Emmy já para a atriz. Amodoro aquela família maluca.

Voltei ao meu IN TREATMENT > e por falar em maluquice, acho que o louco de verdade é o dr. Paul Weston. Na boa. Não bastasse o bando de gente complexa que ele atraiu na primeira temporada, este segundo ano começou hardcore também. Curti o potencial das histórias já apresentadas.

Fiquei chocada com HOUSE > devido ao fato explicado anteriormente, eu não tinha a menor noção de que determinado personagem iria sair. Fui pega de surpresa com a última participação da tal pessoa. Sinto a mesma angústia que House por não saber que raio aconteceu.

Fiquei chocada com DESPERATE HOUSEWIVES > vide caso anterior. Hein??? Não quero pensar que os roteiristas querem mesmo dar um ponto final na personagem aquela. Dia 19 de abril taí. Até lá eu não penso muito na hipótese.

Tô em dia com LOST, óóóbvio > tenho uma teoria totalmente ghost e sem pé nem cabeça sobre o que aconteceu com o Locke. Felizmente meu marido concorda comigo, o que prova que eu não estou tão louca. E cada vez mais amo o twist entre o bem e o mal.

Dei adeus a LIPSTICK JUNGLE > sabe quando você está comendo e deixa o melhor para o final? Eu quis prolongar a vida das gurias no meu computador, como se o fato de elas existirem ali desse uma sobrevida, além do cancelamento. Pô, não era nada fantástico, mas era a única série 100% mulherzinha disponível. Enfim, acabou a sobremesa e eu vou sentir saudade de Nico, Wendy e Victory - mais dos figurinos que do roteiro, obviamente.

Felizinha com GREY`S ANATOMY > “Elevator Love Letter” foi o nome do último episódio. Não tem viv`alma que critique o romantismo da coisa. Lindo, claro. Mas dá pra criticar a praticidade da coisa? No mínimo ele teria que ter passado o dia inteiro decorando aquilo para ela. Vide caso das velas no meio do campo.

E vocês, o que andam vendo?

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HOUSE e as metáforas de fé

Por favor, quem foi que disse que o mais recente episódio de HOUSE foi fraco? Hein? Hein? Me deixem provar que não.

UNFAITHFUL
Episódio 15 da quinta temporada

House em uma trama que mistura fé, religião e lealdade é sempre garantia de ótimas cenas e diálogos. E foi tudo tão complexo que eu precisaria transcrever os 45 minutos de episódio para dar conta da profundidade da história. Mas é claro que se você está lendo esta linha eu não preciso descrever muita coisa.

O padre foi um dos “casos da semana” mais interessantes dos últimos tempos. Intrigou desde o primeiro sintoma, a visão de um Jesus em sua porta. No fim, quando House elimina este primeiro item, fica a pergunta: foi bebedeira ou foi milagre? Pensando racionalmente (ou Houseonalmente), tudo é apenas uma grande coincidência. Mas foi o suficiente para o padre resgatar sua fé. Piegas? Ah, e daí?

Adoro quando House é confrontado por seres de muita perspicácia, que sacam o astral dele à primeira vista. Outros pacientes já tentaram desvendar o mistério por detrás da casca do ômi. Nenhum conseguiu tocá-lo muito a ponto de fazê-lo mudar, mas todos invariavelmente o desafiam (ao menos um pouquinho).

O padre chafurdou na ferida de House:
- Quer falar sobre hipocrisia, que tal você? Se comporta como se não se importasse com ninguém e aqui está você, salvando vidas.
House responde: - Resolvendo enigmas. Salvar vidas é só efeito colateral.
O padre continua: - Boa tentativa. Não acredito que queira encontrar alguém que prove que está certo, acho que quer encontrar alguém que prove que está errado para te dar esperança.

Tudo isso linkado com a história da cerimônia da filha de Cuddy. O convida-desconvida para a noite se transformou em um jogo de esconde-esconde de sentimentos e intenções. Quando lá no finalzinho do episódio House e Cuddy se encontram na porta do hospital, já na saída, pensei que a diretora iria amolecer e reconvidá-lo para a cerimônia, mas ele já se saiu com uma piadinha para se preservar. E a solidão dele ao piano em sua casa é de dar dó.

EXTRAS:

O lance Four-Teen (14) me pegou. Mais um joguinho do chefe para ver até onde o casal iria. O limite foi delimitado agora. Eles vão ter que fingir que acabaram para ambos continuarem no emprego. Bem bolado. Eu caí na briga pública (teatro) na sala de House - apesar de ainda achar que o casal tem zero química.

Como sinto falta de Chase e Cameron! Uma simples ceninha entre eles me deixa saudosa. E a Cameron falou em casamento, apesar de que li por aí de que o ator ameaçou pedir demissão caso escrevam essa cena para eles na série. Uia.

Sobre a metáfora do show do Duran Duran e da falta de fãs: certo que o House ficou sabendo do cancelamento do show aqui em Porto Alegre!

 

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Deus

Ok, vou ficar vivo só para satisfazer a sua obsessão, diz o paciente.

Não adianta. HOUSE é sensacional até em reprise!

Episódio 9 da primeira temporada passando no Universal agora (aquele em que é o paciente é um músico de jazz numa cadeira de rodas que chega no hospital com problemas respiratórios e sai de lá caminhando, óbvio).

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