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Posts com a tag ‘Vício’

Qual série você assistiria de novo do início ao fim?

Eu amo FRIENDS, adoro 24 HORAS, me perco em LOST e adoro HOUSE. Mas há séries que tenho vontade de rever - todas as temporadas - do início ao fim de tão perfeitas que são.

Já fiz isso com SEX AND THE CITY, a ponto de gastar os DVDs. Mas ultimamente tenho me sentido tentada a rever duas: a comédia ARRESTED DEVELOPMENT e a policial THE SHIELD.

Falta o elemento básico, claro: tempo. Talvez quando eu me aposentar, quem sabe?

::: E você? Qual série gostaria de rever do primeiro ao último episódio?

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Fim do horário de verão serve para… ver um episódio extra!

Fiquei feliz hoje quando comecei a programar meu final de semana e me dei conta do seguinte: neste final de semana vamos ter que atrasar o relógio em 1h para o horário de verão.

Nesta uma hora extra que vamos ter de volta dá pra ver:

- 3 episódios de uma sitcom de 20 minutos (tipo Big Bang, The Office ou Modern Family)

- 2 episódios de comédias de meia hora

- 1 episódio de algum drama de 45 minutos (House, Grey’s, Desperate, CSI, Brothers&Sisters, Criminal Minds…)

O que você vai ver de extra nesse final de semana?

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Papo sobre LOST na Rádio Gaúcha nesta segunda-feira

Foto do www.lost-radio.com
Foto do www.lost-radio.com

Para quem não dorme cedo, aviso aos seriadomaníacos que o programa Brasil na Madrugada, apresentado pela Sara Bodowsky, abriu um espacinho para falarmos de LOST no começo desta semana.

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Fiquem ligados na Rádio Gaúcha na noite de segunda para terça-feira: lá pela uma da manhã vamos falar sobre o verdadeiro monstro da ilha de Lost. Quem não é do Rio Grande do Sul pode ouvir ao programa online clicando aqui.

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Leia também:
- O Orientação Dharma é na terça-feira. Já te inscreveu?

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Uma nova rede social para seriadomaníacos

Quem anda aqui pelo Fora de Série já conhece o Orangotag, rede social brasileira criada pelo @spiceee para reunir seriadomaníacos e promover novas amizades, além de proporcionar um controle de episódios assistidos, né? Pois hoje vi a dica no blog da Vanessa Nunes de um novo serviço semelhante, o Icecreen (em inglês). Já fiz meu cadastro na nova rede social. Você me acha lá como milamori. Vamos testar?

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Pôsteres minimalistas de seriados

Estava navegando em um blog de uma loja virtual de adesivos de parede (sou viciada em decoração, vocês sabem) quando achei este post bárbaro. É sobre pôsteres minimalistas que descrevem com perfeição séries que amamos. Facílimo identificar as séries às quais as imagens se referem: nem seriam necessárias legendas. Vale a pena conferir!

Achei difícil escolher o mais legal. SEX AND THE CITY, talvez?

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Veio lá do site Exergian. Tem muito mais por lá. Clique para ver todos.

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Site avisa se você está atrasado nas séries

Como se não bastasse a nossa pressão interna para assistir a todas as séries do mundo que a gente curte, agora também o Orangotag está fazendo isso.

Reprodução
Reprodução

Depois que você se loga no site (que serve para fazer o controle dos episódios já vistos e encontrar amigos com o mesmo gosto), aparece uma telinha de aviso. Ooops, você está um pouco atrasadinho nas séries TAL e TAL e muuuito atrasado nas séries TAL e TAL.

Tempo, cadê você?

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A era do conhecimento

Interessante esses resultados da pesquisa do Ibope sobre os hábitos de consumo de mídia divulgados no mês passado. Apresentado no MaxiMídia 2009 no início de outubro, o levantamento analisa os impactos da chamada “era do conhecimento”.

Sobre consumo de entretenimento, o dado que chama a atenção para o segmento deste blog é o seguinte. Entre o público de 18 a 24 anos, o hábito de fazer download de filmes e séries é popular: 45% dos entrevistados declararam que utilizam esta prática.

Aqui neste link você acessa a pesquisa completa.

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Apagão no Brasil gera brincadeiras sobre série no Twitter

Mal o blackout começou no Brasil, por volta das 22h15min, e o Twitter já estava abarrotado de piadas sobre o assunto.

A maior parte das twittadas envolvia o filme 2012 (”é um viral do filme”) e a presença de Madonna e Jesus “Luz” no Rio.

Para mim, as mais engraçadas - obviamente - são as que se referem a seriados, especialmente as menções a FLASH FORWARD.


O internauta @fabioyabu criou a melhor de todas: a tag #flashforwardbr vem acompanhada da pergunta “What dit you see?” (”O que você viu?”) em referência à pergunta feita por todo mundo após o apagão na série. O “apagão” de Flash Forward durou dois minutos e 17 segundos. Ao final deste tempo, todo mundo relatou visões do seu próprio futuro daqui a seis meses.

Por enquanto, aqui no mundo real, os tais dois minutos já passaram há horas e ainda não há previsão de normalizar o serviço de luz em vários Estados.

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Para terminar, a colocação do twitteiro @bincpp, outra das mais retwittadas da noite. “O mundo vai acabar e não vamos ver o final de Lost.”

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De volta à programação normal

Olá, seriadomaníacos! Voltei! E aí, o que vocês andaram vendo de legal?

Bom, eu gostaria de ter assistido a muito mais episódios nas férias, mas vocês sabem como é… A vida fora da TV às vezes fala mais alto! Mesmo assim, andei vendo bastante coisa legal - e outras nem tanto - e quero compartilhar aos poucos por aqui.

A partir de amanhã voltamos à programação normal do blog, com comentários em separado de episódios bacanas, algumas notícias interessantes, nossa série coletiva O Brasil nas Séries e novidades da grade americana e brasileira.

* Como de drama já basta a realidade, andei me jogando em comédias. Ando apaixonada por MODERN FAMILY, sem dúvida a melhor estreia do gênero desta fall season. E é unanimidade: ainda não vi ninguém falando mal da série. Me divirto com as trapalhadas do “paimigo”, com o sotaque delicioso da Sofia Vergara, com as picuinhas do casal gay e as histórias dessa família moderna, louca e ao mesmo tempo muito normal.

* Fiz um intensivão de CURB YOUR ENTHUSIASM e descobri que Larry David e eu temos algum DNA em comum. Nunca ri tanto de algumas gafes alheias que ele viveu em certos episódios, coisas pelas quais já passei. Há alguns momentos em que a gente fica até nervoso pensando nas consequências do que ele faz - e não há um único episódio em que ele não se meta em confusão ou mal entendidos. Incrível!

* Sigo nas outras comédias queridas: THE OFFICE voltou a ficar boa com o retorno de Jim e Pam da lua-de-mel. E o Michael Scott de “padrasto” é impagável! O mais recente episódio, inclusive, quando ele acabou o namoro no dia do aniversário da “coroa” foi constrangedor demais. Sem falar na disputa de gentilezas de Andy e Dwight. Amo esse escritório!

*30 ROCK e HOW I MET YOUR MOTHER é que não estão na melhor fase. Antes eu ficava ansiosa para assistir logo aos episódios, mas ultimamente nem andam megaengraçados como no início. Tomara que melhorem. Já THE BIG BANG THEORY continua excelente, mesmo sem grandes novidades. Só de lembrar de pequenas coisas como a torradeira cyborg do Sheldon ou o Leonard tentando “aprender” futebol já me dói a barriga!

* E por onde anda o HOUSE, hein? Que sacco! Não aguento mais essa abstinência!

* DEXTER segue com qualidade excepcional. Quem diria que o Trinity teria uma vida tão, ahn, “normal”? Quero só ver como vão desenvolver esse arco a partir de agora. Dexter está brincando com fogo! E a casa dos “brinquedos” dele, hein? Um dia aquele ar-condicionado vai pifar e aí já viu a nhaca que vai dar! A propósito: fiquei triste com o que aconteceu com Deb e também com o lovezinho entre Batista e LaGuerta.

* FLASH FORWARD me ganha a cada novo episódio. Ôôô, série bem feita! Já disse a que veio, já deu milhares de pistas sobre o apagão, já construiu histórias interessantes em poucas semanas. Gosto não só da trama científica, especialmente com as novas explicações sobre física quântica, mas especialmente dos contornos filosóficos: dá para mudar o destino? O que foi visualizado como sendo do futuro pode ser alterado? Até que ponto é possível criar uma nova realidade para si mesmo? Daqui a seis meses, a única coisa da qual tenho certeza é de que vou voltar a roer as unhas de tanta ansiedade.

* E a vizinha misteriosa FRINGE não falou mais do mundo paralelo, mas em compensação está com histórias bem boas como a do homem-sombra, o homem-bomba e outros do gênero. Satisfaz totalmente minha necessidade semanal de coisas absurdas e momentos de genialidade do Einstein Bishop.

* Complementares: é assim que gosto de assistir a LIE TO ME e a THE MENTALIST. Não dá para ver uma sem querer ver a outra. Enquanto Tim Roth explica tudinho o que está rolando, com exemplos famosos e comparações científicas, o sr. mentalizador vai na intuição e não revela quase nada das “adivinhações”. Ambas ao mesmo tempo intrigantes e curiosas, cada uma ao seu estilo. Obviamente ainda prefiro a Lie to Me (meu lado racional fica mais satisfeito), mas não pretendo abandonar Patrick Jane.

* Outras duas séries pouco badaladas que eu não largo nem a pau: FLASHPOINT e SONS OF ANARCHY. Apesar de ter sido levemente hypada quando estreou, Flashpoint parou de ser muito comentada. Se caiu a qualidade? Acho que não, mas pararam de falar das histórias pessoais do pessoal da SRU. Tinha o drama do cara que morreu, tinha o relacionamento entre os colegas e o lance do “boss” com o filho, mas ultimamente nem tchum. Sons, por outro lado, me surpreende a cada episódio com tramóias e subtramas que invariavelmente deixam o clube de motoqueiros numa situação pior. Dividida entre Jax e Clay, a gangue anda perdendo o rumo, que já não era muito santo. Baita série adulta.

* Tchê, me diz o que é o remake de V, pelamor! Já tô doida! Mesmo que a gente saiba a história (até quem não viu a série original sabe que os Visitors não são queridinhos coisa nenhuma), é impossível deixar de ficar grudado acompanhando essa produção. Tenho tanto a comentar sobre o episódio-piloto da série que não caberia aqui nesse post picadinho, mas a primeira impressão é muito boa. Trocaram pouca coisa nos perfis dos personagens principais e na história (ainda bem que os ETs agora não têm mais aquela voz com efeito tabajara), o que deixou a essência da trama original muito parecida.

* Larguei de mão: VAMPIRE DIARES (passei da idade), LEVERAGE (tava meio comum demais), COMUNITY (vi um episódio e não achei grande coisa), ‘TIL DEATH (que pouca vergonha trocar a atriz que fazia a filha do casal!), 90210 (na real já tinha largado antes da segunda temporada…), BORED TO DEATH (quem sabe quando estrear aqui no Brasil darei nova chance?), TWO AND A HALF MEN (por pura falta de tempo, e não porque a série é ruim, ok?) e THE FORGOTTEN (por pura falta de afinidade).

* Tô vendo também: MELROSE PLACE (quem matou a bisca da Sydney? não sei e não quero saber, as outras tramas paralelas são mais legais), CALIFORNICATION (Hank Moody já foi mais canalha), CSI (gostei da volta da Jorja Fox! gostei muito!), CRIMINAL MINDS (o que vai ser do Hotch agora?), ACCIDENTALLY ON PURPOSE e COUGAR TOWN (meio no piloto-automático essas duas, já que não são tão ótimas), GLEE (perfeita! hilária! grudenta!), SUPERNATURAL (oi? apocalipse, cadê você? - o episódio em que eles entram no mundo da TV, porém, é um dos mais bacanas da temporada!), THE GOOD WIFE (para suprir a carência de casos jurídicos), TRAUMA (que eu ainda não creio que foi cancelada!!!) e outras séries que se eu não lembrei de cabeça é porque não são tão boas assim.

* Atrasada nas minhas séries “menina”: tipo BROTHERS&SISTERS, UGLY BETTY, DESPERATE e PRIVATE PRACTICE, mas logo logo fico em dia para comentar com vocês aqui no blog.

Beijocas e até amanhã.

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Especial Dia do Médico: estudante escreve sobre GREY’S

Dando sequência aos posts comemorativos ao dia do médico - e, como proposto, às séries médicas que encantam nossos dias e noites em frente à TV - confira mais um depoimento sobre uma das principais atrações do gênero.

ABC, Divulgação

Eles são gente como a gente

Por Carolina Pedone Valdez, universitária, atualmente no 11º semestre de Medicina da UFRGS

“Grey’s Anatomy é uma série médica em que o foco principal da trama não é o tradicional conflito “paciente versus doença”, e sim o cotidiano de internos e residentes em um hospital, no caso o Seattle Grace Hospital. O objetivo do seriado não é o diagnóstico ou o tratamento dado ao paciente, mas sim o “viver” de um interno naquele ambiente: suas frustrações, as competições pelo reconhecimento e mesmo pela aquisição de conhecimento, as lutas travadas para salvar vidas, seus ganhos e perdas, a verdadeira batalha entre a vida pessoal e a vida profissional de cada um deles.

Já que a parte médica propriamente dita deixa um pouco a desejar, o lado humano - que é o grande foco de Grey’s, é meu vício. Outro aspecto bem levantado nesta série é a possibilidade de inversão de papéis, visto que o médico, muitas vezes, torna-se paciente podendo então ver o outro lado da relação médico-paciente. Isso já aconteceu com Izzie, Yang, Karev, George e Meredith (agora na sexta temporada).

Seja no Seattle Grace, seja em qualquer outro hospital do “mundo real”, estudantes de Medicina, internos, residentes e os próprios médicos travam esta mesma batalha diariamente tendo como recompensa a certeza da melhor escolha e a satisfação do dever cumprido nesta única e brilhante profissão.”

Por Carolina Pedone Valdez, universitária

* Confira post especial sobre seriados médicos na TV

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Especial Dia do Médico: médico escreve sobre E.R.

Em comemoração ao Dia do Médico neste domingo, dia 18 de outubro, convidei o Dr. Clóvis Klock, seriadomaníaco e médico patologista, a escrever sobre uma série médica de sua preferência.

Confiram abaixo as impressões dele sobre E.R., série que está se despedindo da TV brasileira com a 15ª temporada em exibição na Warner.

Divulgação

A vida por um fio, na TV ou na realidade

Por Clóvis Klock, presidente da Seccional do RS da Sociedade Brasileira de Patologia

“Seja no County General Hospital ou no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, a vida pode estar por um fio. Os conflitos humanos são idênticos na ficção e na realidade, assim como os sucessos e os insucessos para com os pacientes. A vida vai passando em frações de segundo e esse segundo pode fazer muita diferença no atendimento de um paciente acidentado.

Eu era estudante de Medicina quando comecei a acompanhar E.R., e nesses 15 anos podemos observar vários fatos que parecem nos remeter ao nosso cotidiano: vários pacientes atendidos, muitas vidas salvas, muitas perdidas, desilusões amorosas, laços rompidos, companheiros que nos deixam ou por ir trabalhar em outro serviço ou para “outra vida”. As emoções estão sempre retratadas, seja pelo sucesso, seja pelo insucesso.

A minha especialidade (patologia) foi retratada muitas vezes no seriado. Quem não se lembra quando o dr. Mark Greene teve o diagnóstico de glioblastoma (um tumor cerebral) dado por um patologista? O episódio de sua morte foi um dos mais comoventes, especialmente quando ele - já doente - retira-se para o Havaí para tentar ajudar sua filha Rachel e morre em paz junto dela, da sua outra filha (Ella) e da mulher Elizabeth.

Episódios chocantes que mostraram o horror da guerra e da pobreza extrema foram retratados na ida do Dr. Carter e Dr. Luka para o Congo. Estes episódios retrataram muito bem o trabalho maravilhoso dos Médicos Sem Fronteira (ganhador do Nobel da Paz de 1999), que ajudam populações em conflito e em risco grave. Os médicos e os profissionais da saúde trabalham em condições desumanas, muitas vezes dando a vida para ajudar ao próximo. A África foi vista na sua forma mais cruel naquela temporada, e a série retratou muito bem o conflito, no qual crianças pegam em armas e matam como estivessem brincando de “Playstation”. Matar, para elas, é diversão. A guerra também foi retratada na ida do Dr. Gallant para o Iraque, o qual morreu em uma guerra criada pela ganância e pelo fanatismo.

Somos tendenciosos em usar a nossa memória recente - e não irei me furtar disso - para divagar sobre o episódio que foi ao ar essa semana (Old Times, episódio 19 da 15ª temporada). Para mim, foi o mais emocionante de todos e contou com o retorno dos nossos velhos conhecidos, Dr. Peter Benton, Dr. Doug Ross, Dr. Carter e Carol. Mas o que me tocou mesmo foi o tema transplante. O problema foi retratado de vários pontos de vista: dos pacientes que aguardam na fila e que, com sua angústia, têm que ter forças para sobreviver enquanto esperam “o chamado” para ir para o bloco cirúrgico receber o órgão que irá mudar o destino.

Imaginem o que passa um paciente que tem que submeter-se a diálise três vezes por semana, por várias horas? Ou carregar consigo o tubo de oxigênio? Só quem convive com eles sabe a angústia que cerca essa incerteza. Acompanhei alguns casos, na época de estudante, e vi de perto essa dor que eles sofrem. Os órgãos, antes de um transplante são analisados por um médico patologista para ver se o mesmo está em condições de viabilidade. No episódio citado, o Dr. Carter sofrendo de Insuficiência renal recebe um novo rim para poder levar uma vida normal novamente.

Este mundo imaginário do seriado consegue passar uma ideia do mundo real. Consegue mostrar a angustia, a dor, o sofrimento, mas, também tem espaço para o amor, para a alegria e para passar uma mensagem de esperança. E termos sempre em mente que nunca devemos desistir, seja do atendimento de nossos pacientes seja na solução de nossos problemas pessoais.”

Por Clóvis Klock, presidente da Seccional do RS da Sociedade Brasileira de Patologia

* Confira aqui o post especial sobre seriados médicos da atualidade

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Ranking dos melhores episódios exibidos em setembro

Lembram que eu contei aqui que este blog faz parte agora da querida Sociedade dos Blogs de Séries? Pois uma das coisas interessantes que rolam por lá é o ranking dos episódios exibidos no mês.

O de setembro é um bom guia do que bombou e do que derrapou na TV americana. Cada membro dá uma nota para os episódios assistidos - considerando as séries que estão em exibição na programação gringa - e a soma das notas gera este ranking final.

Dois episódios de HOUSE e MAD MEN, por exemplo, ficaram empatados em primeiro lugar.

Outras séries com episódios nas primeiras posições são FRINGE, DEXTER, FLASH FORWARD, THE OFFICE e MODERN FAMILY. Perfeito: são as melhores desta temporada, sem dúvida.

Já entre os episódios mais falhados da fall season estão MELROSE e VAMPIRES DIARIES. Aham, de acordo!

*** Clique para ver a lista completa do ranking da Sociedade

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Como ficar em dia com tanta série no ar?

Compartilho com vocês a angústia do internauta Rafael Salles, também seriadomaníaco, que diz que está atrasado em várias séries que gostaria de ver (e que por isso parou de visitar este humilde blog, vê se pode!).

Com tanto seriado no ar atualmente, seja pela TV a cabo ou por downloads, é difícil mesmo achar tempo para acompanhar tudo.

Digam aí: qual a técnica que vocês usam para ficar em dia com tudo de bom que passa na TV?

* Eu aproveito qualquer espacinho de tempo livre na agenda para assistir episódios, nem que seja de madrugada ou picotadinhos no celular - e mesmo assim a sensação de que não estou dando conta é enorme.
E tu?

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Hey, seriadomaníacos: HOUSE é mesmo o novo LOST…

Hoje experimentei uma sensação típica dos meses quentes. Não era calor não: era a angústia típica de quando LOST está em exibição.

EXPLICO: quando por algum percalço do além eu não conseguia ver Lost na madrugada ou antes de chegar ao trabalho no verão, eu passava o dia fugindo de spoilers na internet, no msn, na “graxa” (o restaurante aqui da firma) ou nas conversas de elevador.

Pois hoje, dia 23 de setembro, vivi um flashback. A grande pergunta do dia era: “e aí, viu o HOUSE”?

Juro: isso aconteceu tantas vezes hoje que perdi a conta e decidi vir aqui compartilhar essa “angústia”.

Ô, diacho! Eu devia ter assistido ao episódio de House antes de vir trabalhar (motivos banais me impediram de fazer isso durante o dia).

Agora já aprendi a lição. House é o novo Lost mesmo em termos de vício coletivo. Não dá pra bobear.

* Review do episódio estará publicado aqui neste blog de madrugada.

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Guilty pleasure, o prazer com culpa

Estava lendo hoje comentários em uma comunidade de seriadomaníacos e um deles me chamou a atenção.

O internauta dizia que 90% do que ele assiste atualmente na TV é “guilty pleasure”, expressão que pode ser definida como “prazer culpado” ou “prazer com culpa”). São aquelas séries que a gente vê porque gosta, mas sente uma certa vergonha de dizer que curte - ou pior: sabe que poderia estar vendo coisa melhor naquele momento, mas insiste em ver o troço “ruim”.

Todo mundo tem uma série guilty pleasure no currículo. Qual é a sua?

*** Para ver outras expressões, consulte o glossário.

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Uma perguntinha rápida

Quem é a pessoa mais viciada em séries que você conhece?

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Vídeo: Alerta de spoiler levado “a sério”

O meu colega Carlos André, do blog Mundo Livro, promete há horas para este blog vizinho um texto sobre a neura do “spoiler” que toma conta dos fãs de séries. Enquanto ele procrastina, eu compartilho por aqui um vídeo que vi lá no Papo Série sobre a premissa do SPOILER ALERT recriada em situação exagerada! Hehehe.



Veio lá dos caras do CollegeHumor, os mesmos que já fizeram o “Jack Bauer em ação nos anos 90“.

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Família que vê séries unida…

Discussão interessante está rolando lá no BuzzSugar sobre o hábito de assistir TV. Vários executivos da televisão americana andaram questionando se ainda existia uma “hora da família”. Para a maioria deles, esse conceito já está no passado, pois pais e filhos assistem TV de maneiras radicalmente diferentes.

Eu entendo totalmente esse novo conceito. É muito mais fácil cada pessoa assistir ao seu programa na hora que for conveniente, ainda mais no caso de uma família grande. Sem falar que as alternativas da TV por assinatura são bem cômodas, como por exemplo assistir as séries em DVD ou baixar pela internet e ver quando sobrar tempo.

Como é na sua casa? Há um programa para o qual todo mundo se coordena para assistir junto na sala, tipo a foto acima?

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Paixão por LOST marcada na pele

Uma vez publiquei aqui no blog links para tatuagens de fãs de séries (tinha, inclusive, uma de um urso polar de LOST). Pois o lostmaníaco Maurício Saldanha, do CabineCelular, de Porto Alegre, foi além de uma pequena área no corpo para deixar registrada sua paixão pelo seriado.


Arquivo Pessoal

Perguntei ao Maurício qual a reação das pessoas quando veem a tattoo.

“Tu é doido”, conta ele.

Leia mais:
- Fãs fazem tatuagens em homenagem a séries

 

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Inglixi

Não sei vocês, mas a palavra que eu mais adoro no inglês é “previously”.

 

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Para os fãs de séries de São Paulo

Recado aos seriadomaníacos que moram em São Paulo: lembram da peça teatral ”EU TENHO A ÚLTIMA TEMPORADA”?, que estava em cartaz em Brasília há algum tempo? Pois o pessoal da Cia de Comédia De 4 é Melhor manda avisar que agora o espetáculo está em São Paulo.

Para recordar: a ideia do espetáculo é falar dessa mania que contaminou as pessoas. “Todo mundo conhece alguém fanático por alguma série”, diz o autor e diretor do espetáculo, Flávio Nardelli. Todos os integrantes da turma de comediantes são viciados agora nas séries de TV.

A trama gira em torno de Ronaldo Geraldo, um fanático fã de Lost que descobre ter apenas oito meses de vida. Desesperado, para não perder a última temporada da série predileta, vende a alma ao Mr. Warner Corporation da Fox Sony, autor de todos os seriados.

Eu continuo com a campanha para que a peça venha a Porto Alegre. Por enquanto, quem está em São Paulo pode assistir no teatro Bibi Ferreira, na Brigadeiro Luiz Antônio, de sexta a domingo.

Confere aqui um vídeo sobre a peça:

 

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Tem seriado que só pega no tranco

Conversando ontem em um boteco com amigos seriadomaníacos e hoje de manhã com uma colega do trampo, chegamos à seguinte conclusão: tem seriado que só embala depois de alguns episódios assistidos. Ou seja: não é amor à primeira vista.

Cada fã tem um caso particular de amor que chega aos poucos, enquanto que para outros é paixão imediata.

Entre os meus seriados preferidos que só pegaram no tranco, depois de alguma insistência, eu destaco 30 ROCK e THE BIG BANG THEORY. Não conseguia gostar de nenhum deles, mas depois do terceiro ou quarto episódio já virou amor eterno.

Idem para In Treatment (não curti de cara, achei arrastada), Life on Mars e Skins (britânicas), além de Weeds (me incomodava demais a profissão da Nancy) e, acreditem, Gossip Girl! Eu era tão fã dos livros que fiquei incomodada ao ver os personagens de um jeito diferente na TV (sem falar que o episódio-piloto contou toda a história muito por cima).

>>> Qual seriado que hoje você adora não foi amor à primeira vista?

 

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Na fila, sem ordem de preferência

Alguém aí está vendo a segunda temporada de BREAKING BAD? Eu havia largado um pouco a primeira no ano passado. Li que voltou com tudo.

E a terceira do BIG LOVE? Tá boa mesmo ou o Bill vai continuar naquele papinho de pegar uma quarta esposa? Eu gosto tanto das três que ele já tem!

Terceiro ano de THE TUDORS voltou e eu ainda não me coordenei pra ver. Tá na fila junto com o resto. É boa aquela série, nossa.

Preciso de mais uma série médica agora que acabou E.R. Só House e Grey`s não me bastam. Tirando Scrubs não tem mais nada que valha, né?

SMALLVILLE e ONE TREE HILL, os `ils` teens da minha vida, estão largadinhos em um canto gritando “watch me”. Verei só pra não ficar com a consciência pesada e a sensação de que perdi tempo vendo todas as temporadas anteriores.

O que deixa vocês angustiados por não conseguir assistir?

 

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Quero cultura! Quer também?

Virei fã da campanha Queremos Cultura criada pela equipe InSUBs, iniciativa que começou após o fechamento dos sites de legendas no Brasil.

A proposta é a seguinte: diante do pressuposto de que os consumidores de legendas de filmes e séries estão tirando dinheiro da indústria, a ideia é mostrar que é justamente o contrário.

Cito o texto do site:

“Apesar de fazermos e usarmos as legendas, também compramos os DVDs e CDs originais, além de pagarmos por TV por assinatura.
(…)
As pessoas assistem e conhecem novas séries e filmes, e uma parte enorme delas compra os boxes e DVDs originais quando realmente apreciam a série ou filme em questão. É uma nova maneira de distribuir conteúdo, de pensar a relação entre o mundo do entretenimento e seus consumidores.”

Quem assina embaixo da proposta envia um email com fotos de suas coleções para ilustrar o flickr da campanha. Me senti íntima de cada seriadomaníaco que mandou imagens de seus DVDs. E uma clima meio Heroes até: somos muitos e estamos separados por aí, mas unidos por uma causa :-)

A galeria já tem 111 fotos até agora. Manda a tua!

 

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Fechado o maior site de legendas no Brasil

Está de volta a novela do combate às legendas de séries e filmes feitas por voluntários e disponibilizadas em sites sem fins lucrativos.

Depois do encerramento do popular LegendaZ, é a vez do Legendas.tv estar na mira de associações antipirataria. O site está fora do ar desde ontem.

Quem explica todos os detalhes da pendenga é o Ligado em Série, do Bruno Carvalho, que além de seriadomaníaco é advogado e traz todos os fatores jurídicos do caso.

Em vez de repetir minhas colocações feitas em maio do ano passado, quando o assunto bombou pela internet e em meios tradicionais de comunicação, deixo para vocês comentarem aí no espaço abaixo.

Com ou sem engronha, fica a garantia dos legenders de que eles não vão parar de traduzir as séries que eu e você assistimos diariamente por lazer, e não para faturar em cima.

 

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Hurley e eu amamos nossos shih-tzus

Pode ler sem medo que não tem spoiler!

LOST foi a sensação da semana passada quando o episódio duplo da série retornou nos Estados Unidos. Porém mais do que o auê habitual sobre ilha-não-ilha, viagens no tempo e outras dúvidas típicas da série, o que ficou na memória dos lostmaníacos&pet lovers foi a camiseta usada por Hurley durante algumas cenas.

Apavorado por conta de uma determinada situação com Sayid, o nosso gordinho preferido parou em uma lojinha de conveniências para trocar a roupa suja. O que ele encontrou disponível no tamanho dele (GGGGG) foi a seguinte peça da foto acima.

I (heart) my shih-tzu!

Eu e a Cuca adoramos!!!
Chegamos a repetir a cena lá em casa pra olhar melhor a camiseta do Hurley.

Na lojinha virtual Skrneed.com e na Zazzle.com há dois modelinhos do I Love My Shih Tzu à venda - mas é barbada mandar fazer uma igualzinha na loja da esquina.

 

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Sobre organização, siglas e afins

O caderninho organizado da Lella
O caderninho organizado da Lella

Seriadomaníaco precisa ser organizado. Do contrário não consegue se ligar nem para assistir nada na TV, nem para fazer downloads de episódios em seqüência.

Um exemplo de organização é a minha amiga Mariella, que anota em um caderninho tudo o que precisa ver e baixar para ficar em dia. Quem deu o flagra no esquema foi a colega de trampo dela, a Anna.

>>> E tu, como te coordena nesse imenso mar de séries?

Mas esse post nem era para falar (só) disso. Algum leitor anônimo do blog Da Assessoria escreveu lá que fui euzinha quem inventou a sigla HIMYM para referência à série How I Met Your Mother.
Gente, quem me dera! Isso é um hábito nerd usado para abreviar séries de nomes gigantes (vide “TBBT” = The Big Bang Theory) e nem tão grandes (tipo Prison Break é “PB” para os íntimos, Grey`s Anatomy é “GA” e por aí vai).

Para saber mais sobre siglas e outras expressões do mundo seriadomaníaco, dêem um pulo aqui nesse post chamado Glossário. Bjs!

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Glossário básico do mundo das séries



>>>
Os legenders finalmente ganharam um descansinho com o fim de LOST nos Estados Unidos, mas nem por isso os torrents deram uma folguinha na vida dos internautas.

>>> Como é que Smallville consegue ter cliffhangers tão bons de uma temporada para outra, mas não capricham de um episódio para outro?

>>> Tô na torcida para a estréia do spin-off de Life on Mars, Ashes to Ashes, no Brasil.

>>> Bem que podia rolar um crossover de Gossip Girl com Lisptick Jungle, afinal é tudo em Nova York mesmo.

Para quem não entendeu todas as expressões marcadas, muita calma nessa hora. Fora de Série traz uma compilação de expressões gringas e outros verbetes que você sempre quis saber, mas não tinha para quem perguntar.

:: ARCO - Vem de story arcs. São tramas que se desenvolvem ao longo da série e se conectam no decorrer dos episódios. Tipo agora em GREY´S ANATOMY que o arco George + Izzie está dando o que falar.

:: CLIFFHANGER - É o famoso “gancho”: um final excitante de livro ou programa de TV que faz a gente querer ler ou ver a próxima parte o quanto antes!!! O cliffhanger da terceira temporada de Prison Break gerou alta expectativa, por exemplo!

:: CÓDIGOS (1) - C.S.I. e ER você conhece. São os nomes oficiais das séries, batizados pelas iniciais do tema que representam - Crime Scene Investigation e Emergency Room (Plantão Médico). Pois outras séries de títulos compridos acabam sendo chamadas só pelas letras iniciais. HIMYM é How I Met Your Mother e assim por diante. Os fãs mais preguiçosos abreviam até os nomes curtinhos em fóruns, blogs e textos em geral. Prison Break vira PB, Grey’s Anatomy é GA. O problema do sistema é que GG, por exemplo, pode ser tanto Gilmore Girls quanto Gossip Girl.

:: CÓDIGOS (2) - Você quer citar um determinado episódio de determinada temporada. Em vez de escrever “episódio sete da terceira temporada”, um dos sistemas de identificação de episódios mais difundidos na Internet é usar a referência S03E07 (S de season, E de episode). Outra maneira é colocar apenas 3.07 ou #307, mas essa dá mais margem para erros.

:: CROSSOVER - É uma espécie de “visitas entre séries” que compartilham o mesmo tipo de narrativa. Um (ou mais) personagens passam para outra trama temporariamente. Crossing Jordan já tem isso no DNA: por várias vezes o drama policial cruzou com a co-irmã Las Vegas. Serve, geralmente, para aumentar a audiência de uma das séries (ou de ambas). CSI e WITHOUT A TRACE andaram fazendo isso no ano passado também.

:: FALL SEASON + MIDSEASON - Os principais lançamentos da TV americana são feitos na fall season (temporada de outono), no segundo semestre, a partir de setembro. Já a midseason (meia-temporada) acontece entre janeiro e abril. É quando as emissoras substituem séries canceladas ou em pausa. Muitas atrações de midseason costumam ser tapa-buracos, mas outras conquistam espaço, como BUFFY e THE OFFICE, entre outros.

:: GUILTY PLEASURE - Sabe aquele seriado que você tem vergonha de falar que gosta? É o “prazer com culpa”. Cada um tem a sua série “não tão boa” que vê escondido ou não comenta com ninguém.

:: LEGENDERS - Fãs que se mobilizam para traduzir, sincronizar e revisar as falas dos episódios, momentos depois da exibição nos EUA. É um grande mutirão voluntário organizado pela internet.

:: SNEAK PEEK - Uma olhadinha rápida. Uma apresentação preliminar de um episódio inédito. Ou um pequeno trailer, como preferirem. A ABC é campeã de fazer sneak peeks de Lost que deixam todo mundo com o coração saindo pela boca esperando pela próxima semana!

:: SPIN-OFF - É uma série nova que surge de outra preexistente. Assim como Frasier derivou de Cheers e Joey derivou de Friends. A novidade da fall season é Private Pratice, da ex-dra. Addison, saída do elenco de Grey´s Anatomy para ter um seriado próprio.

:: SPOILER - São as informações sobre o que acontece em uma história, contadas antes que a pessoa tenha visto. Há quem goste, há quem odeie. Como cada espectador vê seriado em um ritmo (pela Internet, pela TV a cabo, pela TV aberta ou pelos DVDs) é bem difícil fugir de spoilers.

:: TORRENT - A fim de diminuir o tráfego de arquivos pesados em servidores de internet, o programador Bram Cohen inventou em 2003 o arquivo torrent. A mecânica é fácil: o internauta baixa apenas um arquivo leve (cerca de 30kb) e depois faz o download via P2P (peer-to-peer, par a par) do arquivo original (pesadão) que está compartilhado com vários outros usuários espalhados por aí.

Quer saber o significado de alguma outra expressão? Deixe seu comentário!

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Compulsão - parte 2

Ainda sobre o assunto do post anterior.
Outro reflexo da mania seriadística: você acaba contagiando as pessoas a seu redor.
Agora há pouco recebi o seguinte email:

Mila, separa pra mim estes DVDs?

- 24 Horas: 6ª temporada
- Nip/Tuck: 4ª temporada
- The 4400 : 3ª e 4ª temporadas
- Heroes : 1ª temporada
- ´Til Death: 1ª temporada

Beijos, Mãe

Postado por Camila Saccomori

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Compulsão

Bá. Só quem é viciado meeesmo entende o que o psicólogo Américo Baptista, de Portugal, explica sobre dependência de seriados nesta matéria:

O fenómeno se explica pela activação do sistema nervoso e a libertação de hormonas de «stress», que provocam prazer.
«A repetição cria habituação e, quando se volta aos níveis normais, e se quer voltar a repetir a sensação, há necessidade de aumentar a dose. Neste caso, há a necessidade de ver mais e mais episódios».

Quem nunca passou um fim de semana inteiro afundado no sofá que atire a primeira caixa de DVD!

Postado por Camila Saccomori

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Séries de TV no teatro

Atores parodiam protagonistas de séries
Atores parodiam protagonistas de séries
Olhem que bacana esta reportagem do Correio Braziliense do fim de semana. Bem que essa peça podia vir a Porto Alegre! Artes cênicas Loucos por seriados Febre dos episódios de FRIENDS, LOST, SEX AND THE CITY, HEROES e 24 HORAS vira sátira para a %22Cia. De 4 é melhor%22


Lúcio Flávio Da equipe do Correio