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Terríveis acidentes e maiores ídolos

29 de maio de 2012 0


Acidente de Kubica em 2007



Acidente de Ratzenberger em 1994



Acidente de Rubinho em 1994



Carro de Earnhardt no Museu da GM


Estamos chegando ao GP do Canadá e vem a lembrança de um dos mais terríveis acidentes da história da Fórmula-1, o do Robert Kubica no dia 10 de junho de 2007, em Montreal. Detalhe, o GP deste ano será disputado no mesmo dia. O polonês só saiu vivo daquele acidente por obra do milagre. Em comparação à batida de Senna, foi muito mais feio. Falando disso, com a alta segurança dos carros atuais da F-1, o risco vem com uma peça defeituosa em um ponto crítico de um circuito, como foi o caso do Roland Ratzenberger em Ímola, em 1994, um dia antes da morte do Ayrton. O aerofólio dianteiro da Simtek simplesmente se soltou no velocíssimo trecho posterior à Tamburello. O austríaco nada pôde fazer.
Aquele trágico fim de semana de 1994 começaria com o acidente assustador de Rubens Barrichello, na sexta-feira. No caso do Rubinho, foi erro do piloto, atacou demais a zebra e decolou. Também foi uma batida muito mais forte do que a do Ayrton.
Duas curiosidades trágicas marcam a principal categoria norte-americana, a Nascar, e a principal do mundo, a Fórmula-1. Os dois maiores pilotos das duas categorias, Dale Earnhardt e Ayrton Senna, morreram na pista. E são as últimas mortes das duas categorias. Em 2002, cobrindo as 500 Milhas, pude ver a idolatria por Earnhardt em grandes painéis com o rosto do piloto espalhados pela fachada do Indianapolis Motor Speedway. Neste ano, visitei o Museu da General Motors em Detroit, que tem um dos carros utilizados por Earnhardt no seu acervo.

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