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A velha questão da segurança

22 de agosto de 2012 3

O Rubens Barrichello falou o que todo mundo já tá careca de saber, mas como vem de um cara que já esteve nos dois mundos, tem mais valor: “Eu devo dizer que não permitiríamos a entrada desses locais na F-1 (circuitos da Indy). Nenhum piloto da F-1 correria neles. As pistas são muito onduladas e não têm áreas de escape”.
Sempre disse aqui que o mais importante é a segurança. De fato, em termos de segurança, os circuitos da Indy estão mais para os da F-1 dos anos 60, 70, como o Spa-Francorchamps aí da foto de 1973, quando até casa tinha colada na pista.
Mas, também já fui chato de tanto falar, ainda existe no calendário da F-1 um circuito potencialmente assassino, o Yeongam, da Coreia do Sul, com muros colocados junto à pista e curvas cegas. E isso que o autódromo é novinho. É a 16ª etapa da temporada, dia 14 de outubro. E tomara que eu continue queimando a língua e não aconteça nada de ruim por lá.

Comentários (3)

  • Fabrício Barcellos Aguirre diz: 23 de agosto de 2012

    MAs tens que concordar que a segurança já passou do auge, já que estão entrando circuitos cada vez mais inseguros, como Valência e Abu Dhabi. Correr em circuitos de rua com estes canhões é cada vez mais perigoso.

  • Francisco diz: 23 de agosto de 2012

    Daniel! E a Curva do Café em Interlagos? É a nossa Tamburelo! Também tem a decida do lago em dia de chuva, se o piloto for para a grama vai parar depois da área de escape do Laranjinha.

  • Natanael Felipe Rhoden diz: 23 de agosto de 2012

    Rubens está é com uma imensa saudade da F1. E se achou tão ruim por que aceitou disputar o campeonato da Indy? Afinal ele fez testes no início do ano. Andou em Sonoma, prova de domingo agora, e outra, quantas vezes ele deve ter visto pela TV os circuitos da Indy, afinal se ele é “irmão” do Tony Kanaan por que não se aconselhou com ele então? Riscos ocorrerão inclusive nos modernos e seguros ciricuitos da F1 que graças ao Herman Tilke são tudo isso e proporcionam corridas horrorosas em alguns deles pois simplesmente não há como executar manobra de ultrapassagem. Aí teve de se criar o DRS. Não quero a carnificina da década de 70 e 80 e nem o fatídico 01/05/1994, só penso que quem é piloto profissional sabe os riscos que corre. E imaginem o que ele deve achar do Tarumã então

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