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Os grandes segundos pilotos

20 de março de 2013 3

Pois é, embarcando na carona levantada pelo Leandro Becker – de que os segundos pilotos podem decidir este Mundial -, lembro de grandes segundos pilotos na Fórmula-1. Mas falo sobre os segundos pilotos clássicos, aqueles que são importantes escadas para os primeiros e não meros lacaios, que todos sabem onde estão, ou estiveram.
Essa história, de grandes segundos pilotos, começou com o francês François Cevert – que desde já escolho como o maior de todos -, o fiel escudeiro de Jackie Stewart. Considerado o homem mais bonito de seu tempo, Cevert fazia tudo o que se espera de um segundo piloto, sem nunca ter sido capacho do Vesgo. Pelo contrário, o Stewart estava preparando seu companheiro e amigo para ser seu sucessor. Infelizmente, um pavoroso acidente nos treinos do GP dos EUA de 1973 acabou matando o talentoso piloto francês. Arrasado, Stewart nunca mais entrou em um carro de F-1.
Vamos lembrar de grandes segundos pilotos?
- Peter Revson, de Denny Hulme (McLaren).
- Riccardo Patrese, de Nigel Mansell (Williams).
- Gerhard Berger, de Ayrton Senna (McLaren).
- David Coulthard, de Mika Hakkinen (McLaren).
- David Coulthard, de Kimi Raikkonen (McLaren).
- Damon Hill, de Alain Prost (em um ano de Williams).
- Jarno Trulli, de Fernando Alonso (Renault).

Categoria bola nas costas do primeiro piloto:
- Clay Regazzoni, de Niki Lauda (Ferrari).
- Ronnie Peterson, em um ano dividindo a Lotus com Emerson Fittipaldi, apesar de os dois terem sido grandes amigos. A amizade acabou sobrevivendo à gana do sueco em vencer o Rato.
- Gilles Villeneuve, de Jody Scheckter (Ferrari).
- Carlos Reutmann, de Alan Jones (Williams).
- Ronnie Peterson, de Mario Andretti (Lotus).
- Didier Pironi, de Gilles Villeneuve (Ferrari).
- Nigel Mansell, de Nelson Piquet (no fio de bigode, o Frank Williams prometeu o primeiro posto para o Piquet antes de seu acidente de estrada).
- Ralf Schumacher, de Juan Pablo Montoya (Williams).
- Juan Pablo Montoya, de Kimi Raikkonen (McLaren).
- Lewis Hamilton, de Fernando Alonso (no início do ano, Lewis era o segundo piloto da McLaren).

E a Ferrari fez nascer uma categoria de segundo piloto, digamos, no mínimo estranha. Que nome teria essa nova classe?
- Eddie Irvine, de Michael Schumacher.
- Rubens Barrichello, de Michael Schumacher.
- Felipe Massa, de Fernando Alonso (sim, o Alonso teve segundo piloto nas três “categorias”).

Comentários (3)

  • Fabrício Martins Tavares diz: 20 de março de 2013

    Daniel:

    Faltou ainda comentar, nos tempos mais antigos, a parceria Jim Clark e Graham Hill, que dividiram a Lotus e também os companheiros de Piquet em 82 e 83 na Brabham (Riccardo Patrese) e na Benetton em 90 (Alessandro Nannini). Nenhum dos dois deu refresco para o Nelsão. Mas cumpriram bem o papel de escudeiros do campeão.

    Dos que você comentou o Reutemann, Pironi, Mansell, Montoya e Hamilton foram “mui amigos” dos seus companheiros. Bola nas costas é pouco … Hehehehe.

    Já o Peterson teve dois momentos “interessantes”: em 73 o Colin Chapman deixou ele se meter na briga do Emerson e do Stewart, o que motivou a saída do brasileiro para a McLaren. Já em 78, o dono da Lotus freou o sueco e deu prioridade para o Andretti.

    E o Comendador Enzo Ferrari fez o mesmo com o Villeneuve. Deixou Scheckter ser campeão em 79, imaginando que no ano seguinte poderia fazer do pai do Jacques o campeão. Mas o carro da Ferrari em 80 era muito ruim. Em 81 Piquet roubou a cena. E em 82, Villeneuve morreu estupidamente, quando liderava o campeonato.

  • adriano mezari duarte diz: 21 de março de 2013

    Alguém poderia comentar sobre a dupla brasileira na benneton, Piquet e moreno.

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