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A mística do 13: após 50 anos, número “maldito“ voltará a ser usado por um piloto na F-1

14 de janeiro de 2014 0

maldonado

A mística do uso do número 13 é uma superstição famosa no automobilismo. Essa história começou por volta de 1925, quando Paul Torchy morreu em uma prova na Espanha após bater em uma árvore. Adivinha qual era o número do carro dele?

Paul Torchy_13

Piloto Paul Torchy morreu em 1925, após acidente

No ano seguinte, o italiano Giulio Masetti também morreu em um acidente durante prova da Targa Florio. Dali em diante, o 13 virou sinônimo de azar. Mas é claro que, desde aquela época, outros tentaram a sorte com o tal número. Tentaram.

Na F-1, o número só foi usado três vezes. Em 1953, o alemão Mauriz von Strachwiz tentou a sorte, mas sequer se classificou para correr o GP da Alemanha. Dez anos mais tarde, o mexicano Moisés Solana correu em casa, mas abandonou a prova a poucas voltas do fim com problemas no motor.

Mexicano Moises Solana correu com o 13 em 1963

Mexicano Moises Solana correu com o 13 em 1963

Depois disso, só a inglesa Divina Galica arriscou, mas sequer se classificou para o GP da Grã-Bretanha de 1976. Apesar do esforço, faltou velocidade. E, outra vez, a mística do azar do 13 ganhou força.

Divina_Gaica_13

Passados 38 anos, chegou a hora do retorno. Com a adoção da numeração fixa, Pastor Maldonado escolheu o 13 para a sua Lotus na atual temporada. A decisão surpreendeu, visto que se consolidou uma aversão ao número pelos fracassos consecutivos.

Oficialmente, o venezuelano não justificou o porquê da escolha. Nem precisa. Afinal, trata-se de uma mística. E, cá entre nós: depois do péssimo 2013 que teve, duvido que Maldonado consiga ter mais azar. Ainda mais em um carro bom e promissor como o da Lotus. Pelo visto, a mística do 13 está com os dias contados.

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