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Tribunal da FIA mantém desclassificação de Ricciardo no GP da Austrália

15 de abril de 2014 1

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A FIA rejeitou as alegações da Red Bull e manteve, em julgamento nesta terça-feira, a desclassificação de Daniel Ricciardo do GP da Austrália. Em Melbourne, o australiano conquistou um inesperado segundo lugar, mas foi punido por ter excedido o limite de 100 kg por hora de fluxo de combustível.

O time tetracampeão usou um sensor próprio porque entendeu que era mais preciso do que a leitura do da FIA. Em nota, após o julgamento, a Red Bull disse aceitar a decisão, mas lamentou o veredicto e reiterou que acreditava estar dentro das regras.

A decisão já era esperada. Afinal, era óbvio que a FIA não ia admitir falha em seu próprio equipamento. O próprio projetista da Red Bull, Adrian Newey, admitiu em entrevistas que Ricciardo não seria segundo caso cumprisse o regulamento.

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E isso chama atenção para outro ponto: a equipe sabia da irregularidade e a manteve. Estratégia de marketing? Não, claro que não. Afinal, os pontos perdidos. Mas talvez tenha sido uma forma desesperada de se aproximar das rivais no começo do ano, após decepcionantes testes de pré-temporada.

O fato é que a Red Bull já mostrou grande evolução desde 16 de março. Na última corrida, no Bahrein, Ricciardo foi quarto. O time vai reagir. Mas até lá, tudo indica, a Mercedes já vai ter encaminhado a taça e destronado Sebastian Vettel.

Crise interna e sequência de maus resultados fazem Ferrari demitir Stefano Domenicali

14 de abril de 2014 4

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O italiano Stefano Domenicali pediu demissão e não é mais chefe da Ferrari. Em crise diante dos maus resultados, a equipe resolveu mudar o comando — o “pedido” dele foi uma saída honrosa, tipo a de Felipe Massa — para tentar reagir no campeonato em que, mais uma vez, não passa de coadjuvante.

No GP do Bahrein, há uma semana, o espanhol Fernando Alonso “comemorou” o nono lugar, de forma irônica, ao cruzar a bandeirada. Um claro sinal de descontentamento. Distante das Mercedes, a Ferrari amarga um desempenho discreto mesmo tendo uma superdupla de campeões mundiais (Alonso e Kimi Raikkonen).

Em nota oficial, o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, agracedeu os serviços de Domenicali e desejou “sorte e sucesso para o seu futuro”. Marco Mattiacci, que ocupava a presidência da Ferrari nas Américas e passou por diversos cargos fora da F-1 será o substituto. E o novo comandante foi elogiado pelo chefão:

— Um gerente de valor que conhece bem a equipe e aceitou com entusiasmo este desafio.

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Ao site da revista Autosport, Domenicali disse haver momentos em que “alguém precisa de coragem para tomar decisões difíceis e agoniantes” e emendou: “é tempo para uma mudança significativa”. Também destacou que, como chefe, assume “a responsabilidade pela nossa situação atual”.

Domenicali chefiava o time desde 2008 e não ganhou nenhum título. Pelo contrário, perdeu no ano de estreia, com Massa — com uma falha horrenda da equipe nos boxes de Cingapura, liberando o brasileiro antes da retirada da mangueira de abastecimento, o que lhe custou o campeonato.

Em 2010 e 2012, a Ferrari ainda teve chances de ser campeão com Alonso, mas deixou escapar a taça no final. A gestão de Domenicali foi marcada por erros sucessivos, o que fez a equipe perder o protagonismo que tinha na época de Michael Schumacher.

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A mais recente trapalhada foi durante os treinos livres do GP do Bahrein, quando Alonso deixou os boxes com dois tipos de pneu no carro (uma barbaridade, diga-se de passagem). Acabou buscado pelos mecânicos e retornou aos boxes.

Uma saída anunciada

Não sou Mãe Diná, mas na quinta-feira já havia alertado sobre a crise da Ferrari e a necessidade de mudanças. E apontei o culpado: Stefano Domenicali. A falta de um comandante experiente e decidido custou a soberania da escuderia, que terá mais um ano para cumprir tabela.

A troca também aponta outras duas situações. A primeira é de que Alonso, sem dúvida, teve papel decisivo na demissão. Ele é a aposta do time para voltar a ser campeão e deve ter detonado o ex-chefe na reunião que teve recentemente com Montezemolo.

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A segunda é que o substituto é um desconhecido. Por mais que tenha experiência em gestão de negócios da Ferrari, nunca esteve na F-1. E, mais do que um administrador, na pista é preciso alguém com conhecimento técnico, mão de ferro e, principalmente, experiência na categoria, que tem seus meandros.

No anseio de renovar as esperanças, Montezemolo parece ter feito o óbvio, como costumam agir os dirigentes de futebol: troca o comandante. Só que nem sempre isso resolve. Resta saber se só a saída de Domenicali bastará para renovar o ânimo do time. Pois se depender do novato chefão, a tendência é de ano perdido. De novo.

Leilão de macacão usado por Senna em Mônaco e melhor volta da história são os destaques da semana

11 de abril de 2014 1

O tricampeão Ayrton Senna é atração da seção Pit Wall, que traz todas as sextas-feiras um resumo com os principais destaques da semana na F-1. A nostalgia se mistura a uma frase curiosa do chefão da bicho-papão Mercedes. Confira:

— Macacão usado por Senna em vitória nas ruas de Mônaco em 1991 vai a leilão.

— Chefão da Mercedes defende disputa limpa, mas faz alerta a Hamilton e Rosberg.

— Há 21 anos, Senna encantava o mundo com a melhor volta da história da Fórmula-1.

Ironia de Alonso ao “comemorar” nono lugar no Bahrein e uso de dois tipos de pneus no mesmo carro expõe crise da Ferrari

10 de abril de 2014 4

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De 2000 a 2004, a Ferrari foi pentacampeã mundial de pilotos e construtores. O hino alemão de Michael Schumacher tocava como música mais pedida em rádio. O da Itália, regido pelo heptacampeão, idem. E todos pensavam: até quando?

As regras mudaram. Em 2005 e 2006, Schumacher foi batido por Fernando Alonso. Mas no ano seguinte, Kimi Raikkonen venceu um campeonato improvável. No ano seguinte, Felipe Massa perdeu a taça por um mísero ponto. O time voltara a ser forte.

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Mas o domínio de outrora é passado. Apesar dos vice-campeonatos de Alonso em 2010 e 2012, a Ferrari tem papel de coadjuvante. A última vitória foi há 11 meses, no GP da Espanha. A mais recente pole foi em julho de 2012. Deprimente.

Apesar das mudanças nas regras em 2014 — uma chance real para acabar com a hegemonia da Red Bull —, a Ferrari patina. Tem regularidade e faz pontos, mas um pódio depende de sorte. Nos treinos, qualquer flerte com as primeiras posições é puro sonho.

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No Bahrein, na semana passada, o time italiano de orçamento milionário foi superado por Williams e Force India, duas medianas. Tem uma superdupla (Alonso e Kimi), mas um carro que se arrasta para cumprir tabela. Raikkonen, por exemplo, “cansou” de ser ultrapassado, sem sequer ter condições para reagir.

— Temos boas sendo feitas e acredito que vamos dar a volta por cima. A gente sabe o que deve fazer. Não somos estúpidos — disse o finlandês.

O grande problema da Ferrari não é dinheiro nem pilotos. É gerencial e técnico. Nos tempos de Jean Todt, não era assim. Stefano Domenicali é esforçado, mas não tem bala na agulha para fazer o time avançar. Lembra o recém escanteado Martin Whitmarsh, da McLaren, agora “salva” por Ron Dennis.

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Prova disso é o que ocorreu nos treinos livres do Bahrein, na semana passada. Alonso parou nos boxes e saiu com três pneus duros e um macio. Um erro primário. Ao perceber a mancada, o espanhol parou e foi buscado pelos mecânicos de volta à garagem (veja abaixo reprodução de vídeo da britânica Sky Sports).

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O episódio é um termômetro de por que uma equipe tão tradicional, milionária e famosa está tão mal. É inadmissível. No mesmo Bahrein, Alonso cruzou em um decepcionante nono lugar e, ironicamente, ergueu o braço para comemorar, como se tivesse vencido.

Não é à toa que o espanhol se ofereceu à Red Bull no ano passado. Quer vencer, mas sabe que no carro vermelho, nem com mágica sobe no alto do pódio. A volta de Ron Dennis na McLaren e a futura parceria dos ingleses com a Honda pode ser o empurrão que falta para um acerto.

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Antes do GP do Bahrein, o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo prometeu a Alonso melhorar o carro. O desempenho nas próximas corridas será crucial para o futuro do time e, principalmente, do espanhol. Até porque, como o próprio Alonso disse, “ninguém está feliz”.

Largada de Massa e barbeiragem de Maldonado são destaque no TOP 5 do Bahrein

08 de abril de 2014 9
Foto Patrick Baz / AFP

Foto Patrick Baz / AFP

Chegou a hora de conhecer o resultado do nosso TOP 5, que estreia no Blog nesta temporada. Agradeço pela mais uma vez grandiosa participação de vocês desde domingo para definir os destaques da corridaça no Bahrein.

E os mais votados foram a brilhante largada de Felipe Massa — que costurou entre os rivais e pulou de sétimo para terceiro — e o toque de Pastor Maldonado (Lotus) em Esteban Gutiérrez (Sauber), fazendo o mexicano capotar.

Não conhece o TOP 5? Então, confira abaixo um resumo e o resultado, claro! O balanço sempre será divulgado nas terças-feiras após cada corrida. O próximo é no Bahrein, no dia 6.

1. Piloto com melhor desempenho (Troféu “Esse é galo!”)
2. Piloto com pior desempenho (Troféu “Mas é um guri de apartamento!”)
3. Momento mais marcante (Troféu “Que barbaridade, tchê!”)
4. Momento mais frustrante (Troféu “Bah, essa é de cair os butiá do bolso!”)
5. Melhor ultrapassagem (Troféu “Maizá índio véio!”)

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Vídeo revela o segredo que faz a Mercedes dominar o começo do campeonato de F-1

08 de abril de 2014 6
Foto Marwan Naamani / AFP

Foto Marwan Naamani / AFP

Um segundo mais rápido por volta. A média é assustadora, mas real. A arracanda da Mercedes impressiona. Parece outra categoria, tamanha vantagem. E qual é o segredo? Pois reportagem da britânica Sky Sports mostra qual é o diferencial dos alemães neste início de campeonato.

Se em 1992 a Williams surpreendeu com a suspensão ativa e em 2009 a Brawn GP disparou rumo ao título com o difusor duplo, desta vez o “pulo do gato” está no motor. Mais precisamente no desenho interno, com a diferente disposição da turbina e do compressor de ar.

Nigel Mansell na Williams "de outro mundo", em 1992

Nigel Mansell na Williams “de outro mundo”, em 1992

A grande diferença é que, nos carros da Mercedes, o compressor de ar está localizado na frente, e não na parte traseira do motor. Parece algo simples, mas não é. O rearranjo interno resulta, por exemplo, em mais eficiência do carro, maior potência e menos consumo de combustível.

O projeto ainda garante menor arrasto aerodinâmico — com a redução do tamanho das entradas de ar laterais, por exemplo — e um modelo equilibrado, por mudanças como a possibilidade de trazer a caixa de marchas mais para frente, melhorando o centro de gravidade do carro.

Veja o vídeo apresentado pelo ex-piloto e atual comentarista Martin Brundle

Pontuais, as mudanças ajudam a entender como Lewis Hamilton e Nico Rosberg abriram 33 segundos para os rivais ao longo do GP do Bahrein e, após o safety car, conseguiram ficar 23 segundos à frente do terceiro colocado Sergio Pérez com apenas 10 voltas até a bandeirada.

Em tempo: as outras equipes que usam motores Mercedes dispõe da mesma unidade de força dos alemães, mas não tiveram o mesmo tempo que a equipe de fábrica para combinar essa “vantagem” com o projeto aerodinâmico do carro — a Mercedes trabalha nisso há dois anos.

Foto Patrick Baz / AFP

Foto Patrick Baz / AFP

E tem mais: tudo indica que o domínio persistirá, uma vez que terminou em 28 de fevereiro o prazo para homologação dos motores para a temporada. Portanto, se em 2009 a Red Bull conseguiu emparelhar a disputa com a Brawn, desta vez não há como copiar sem mexer neste projeto, o que resultaria em uma quebra de regulamento.

Portanto, amigos, uma coisa é certa: salvo uma catástrofe, temos uma campeã de construtores garantida e dois candidatos ao título: Hamilton e Rosberg. Que culpa eles têm? Nenhuma. O fato é que a mudança era conhecida por todos há um bom tempo e a “sorte” da Mercedes é ter visão, planejamento e qualidade.

Confira o resultado do Bolão após o GP do Bahrein

07 de abril de 2014 7

Boa tarde fãs dos autinhos! Depois de uma corrida incrível no Bahrein, é hora de conferir os resultados do Bolão. Assim como na F-1 atual, temos um líder isolado após a terceira prova da temporada.

Confira os critérios:

Pole position: Nico Rosberg (Mercedes) — 15 pontos
1º colocado: Lewis Hamilton (Mercedes) — 25 pontos
2º colocado: Nico Rosberg (Mercedes) — 18 pontos
3º colocado: Sergio Pérez (Force India) — 15 pontos
4º colocado: Daniel Ricciardo (Red Bull) — 12 pontos
5º colocado: Nico Hulkenberg (Force india) — 10 pontos
Equipe com mais pontos: Mercedes (43) — 10 pontos
Último colocado: Adrian Sutil (Sauber) — 10 pontos
Colocação do Felipe Massa:
7º — 20 pontos

Principais destaques

— Ninguém acertou o Sergio Pérez como terceiro colocado

— Só o Adalberto acertou Adrian Sutil como último colocado

— 13 acertaram o sétimo lugar de Felipe Massa

Vencedores da etapa

— Arian Fagundes, Bernardo Dutra, Bruz, Luiz Waclaw, Mailan Moraes e Welisnei França, com 73 pontos

Acesse a classificação atualizada

Schumacher estaria respondendo a vozes e se comunicando com os olhos, diz imprensa europeia

07 de abril de 2014 3

Schumi 3

Internado há mais de três meses, Michael Schumacher dá sinais animadores de recuperação. Depois de a porta-voz do ex-piloto confirmar que o alemão tem sinais de “consciência e despertar”, a imprensa europeia revelou que Schumi já faz contato visual e reage a vozes.

Os relatos são dos jornais Gazzetta dello Sport (Itália) e Bild (Alemanha). Segundo as reportagens, Schumacher estaria respondendo a estímulos de vozes e se comunicando com os olhos — um ótimo sinal de recuperação do acidente de esqui em dezembro passado.

Ex-piloto da Ferrari e amigo da família, Jean Alesi disse à revista suíça Speedweek ter visitado Schumacher algumas vezes. E revelou mais detalhes do estado de saúde do heptacampeão:

— Primeiro, o Michael só respondia à dor, quando era beliscado, por exemplo, mas isso também podia ser uma reação inconsciente do corpo. Durante minha última visita, percebi que ele estava começando a mudar para melhor. Senti, junto com a família, um pouco de alívio. É fabuloso, mesmo que o caminho de volta à vida ainda seja longo.

Schumacher — homenageado no fim de semana no GP do Bahrein com o nome de uma curva e uma faixa com os dizeres “nosso pensamentos e orações estão contigo, Michael” — sofreu uma grave lesão na cabeça após cair enquanto esquiava, nos Alpes franceses.

TOP 5 - Vote nos destaques do GP do Bahrein

06 de abril de 2014 0

Depois do espetacular GP do Bahrein, participe  da nossa grande novidade do ano, o TOP 5, e escolha os destaques da terceira etapa do campeonato da Fórmula-1.

Com nomenclatura típica gaudéria, o troféu terá, após cada corrida, três indicados por categoria. A votação vai até segunda-feira. Na terça-feira, divulgo o resultado.

Após duelo espetacular, Hamilton supera Rosberg e vence no Bahrein. Massa dá azar e só é sétimo

06 de abril de 2014 12
Patrick Baz / AFP

Patrick Baz / AFP

Na melhor corrida da Fórmula-1 dos últimos tempos, Lewis Hamilton deu um show no Bahrein. Ao vencer superando companheiro Nico Rosberg em um duelo espetacular, deu pinta de campeão.
Depois de uma largada incrível, Felipe Massa flertou com o pódio. Mas, na hora decisiva da corrida, o brasileiro deu azar com a entrada de um safety car e foi apenas o sétimo.

Tão logo as luzes vermelhas se apagaram, Massa pulou de sétimo para terceiro. Conteve o ímpeto das Force India, mas logo sucumbiu devido ao desgaste dos pneus. Por duas vezes, esteve atrás do companheiro Valtteri Bottas, mas não conseguiu superá-lo na pista.

Ao mudar a estratégia e parar mais cedo nos boxes, Massa voltou à frente do finlandês. Mas depois de um imprudente Pastor Maldonado (Lotus) fazer Esteban Gutiérrez (Sauber) capotar ao tocá-lo na lateral, um safety car atrapalhou Felipe.

Marwan Naamani / AFP

Marwan Naamani / AFP

Com os carros próximos um do outro, Massa acabou mais se defendendo de Bottas do que atacando o tetracampeão Sebastian Vettel. Na única tentativa de ultrapassar o alemão, foi fechado e quase parou fora da pista. Pelo desempenho, porém, o sétimo lugar foi decepcionante.

Outra vez, Massa foi vítima do azar — o mesmo que o fez sair precocemente do GP da Austrália e que o atormentou várias vezes na Ferrari. A boa notícia é que voltou a superar Bottas, ainda mais depois de receber ordem para deixá-lo passar uma semana antes.

Marwan  Naamani / AFP

Marwan Naamani / AFP

As ultrapassagens deram o tom de uma corrida intensa e que se tornou ainda mais bela com a noite no deserto e a espetacular iluminação articial do Bahrein. Por várias vezes, colegas de equipe se degladiaram na pista. Limpas, as disputas foram incríveis e sem interferência dos chefes.

Na surpreendente Force India, o mexicano Sergio Pérez superou Nico Hulkenberg e garantiu um inesperado pódio. Já na Red Bull, Vettel foi ultrapassado com facilidade pelo ousado Daniel Ricciardo. Enquanto isso, a Ferrari foi uma decepção e cansou de ver rivais sumindo do espelho e empurrando Kimi Raikkonen e Fernando Alonso para trás.

Lá na frente, com um domínio imbatível, as Mercedes foram impecáveis. Depois do safety car, Rosberg — com pneus mais novos — atacou Hamilton. O duelo foi limpo e espetacular. Em uma pilotagem incrível, o britânico segurou no braço, venceu a segunda consecutiva e diminuiu para 11 pontos a diferença para o alemão no campeonato, esquentando o duelo interno pelo título.

Patrick Baz / AFP

Patrick Baz / AFP

Outros destaques

— Ao cruzar a bandeirada em nono, à frente de Raikkonen, Alonso comemorou. Embora a festa pareceu ter sido pela vitória no duelo interno, o motivo foi outro: uma ironia ao fraquíssimo carro dos italianos.

— No meio da prova, a Red Bull deu ordem velada para Vettel abrir caminho para Ricciardo. E, surpreendentemente, o alemão acatou. O australiano não só andou mais rápido como mostrou que não chegou ao time tetracampeão para ser mero coadjuvante.

— Ao não darem ordem para os pilotos aliviarem nas disputas na pista, Mercedes, Force India e Williams deram aval ao que todos esperam ver em uma corrida de carros: que vença o melhor.

Os 10 primeiros

1 — Hamilton (Mercedes)
2 — Rosberg (Mercedes)
3 — Pérez (Force India)
4 — Ricciardo (Red Bull)
5 — Hulkenberg (Force India)
6 — Vettel (Red Bull)
7 — Massa (Williams)
8 — Bottas (Williams)
9 — Alonso (Ferrari)
10 — Raikkonen (Ferrari)

Próxima corrida: 20 de abril, na China