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Confira o resultado do Bolão após o GP da Hungria

27 de julho de 2014 5

F1 Grand Prix of Belgium

A 11ª etapa do campeonato, na Hungria, teve surpresas como a corrida. Muita gente (inclusive eu!) zeraram nesta rodada. Mas Carlos Boeira, que também não pontuou, ainda segue na liderança isolada!

Confira os critérios:

Pole position: Nico Rosberg (Mercedes) — 15 pontos
1º colocado: Daniel Ricciardo (Red Bull) — 25 pontos
2º colocado: Fernando Alonso (Ferrari) — 18 pontos
3º colocado: Lewis Hamilton (Mercedes) — 15 pontos
4º colocado: Nico Rosberg (Mercedes) — 12 pontos
5º colocado: Felipe Massa (Williams) — 10 pontos
Equipe com mais pontos: Red Bull (31) — 10 pontos
Último colocado: Marcus Ericsson (Caterham) — 10 pontos
Colocação do Felipe Massa:
 5º — 20 pontos

Principais destaques

— Só um acertou a vitória de Ricciardo (Rafael Davi Boldrin Luz)

— Apenas dois cravaram Alonso em segundo (Eugenio Matheus Siqueira e X)

— Quatro apostaram em Hamilton na terceira posição (Dorival Neves Luz, Lincoln Batista, Marcelo Frozza e Renato Finger)

— Ninguém acertou o 4º lugar de Rosberg nem a Red Bull como equipe com mais pontos.

— Seis cravaram Felipe Massa em quinto lugar (Cesar Cortese, Claudio Madruga, Daniel Franco, Djovane Gass, Miguel Fornari e Renato Deggau). Mas Djovane Gass e Renato Deggau não colocaram a mesma aposta no item “colocação de Felipe Massa na corrida”. Já Lucas Albrecht Cé, sim.

Vencedores da etapa

— Daniel Franco, Miguel Fornari, Rafael Davi Boldrin Luz e Renato Finger, com 40 pontos

Acesse a classificação atualizada

Veja as apostas feitas para o GP da Hungria

TOP 5 - Vote nos destaques do GP da Hungria

27 de julho de 2014 0

Depois do baita GP da Hungria, um dos melhores da temporada, é hora de escolher os destaques da 11ª etapa do campeonato participando da nosso glorioso TOP 5.

Com nomenclatura típica gaudéria, o troféu terá, após cada corrida, três indicados por categoria. A votação vai até segunda-feira. Na terça-feira, divulgo o resultado.

Surpresa, Ricciardo vence na Hungria em novo show de Hamilton. Massa supera Bottas e chega em 5º

27 de julho de 2014 2
Foto Attila Kisbenedek / AFP

Foto Attila Kisbenedek / AFP

Em uma das corridas mais emocionantes do ano, a zebra Daniel Ricciardo (Red Bull) voltou a sorrir — e que sorriso! — no GP da Hungria, conquistando a segunda vitória no ano e na carreira depois de ultrapassar Lewis Hamilton (Mercedes) e Fernando Alonso (Ferrari) nas voltas finais.

A corrida em Hungaroring começou com pista molhada e, aos poucos, foi secando. Alonso arriscou na estratégia e fez mais de 30 voltas com o pneu macio. Foi segundo, após segurar no braço os ataques de Hamilton, que foi brilhante pela segunda vez consecutiva.

Largando dos boxes, o britânico saiu em último lugar. Ganhou 19 posições e, ajudado pelo safety car — que entrou duas vezes na pista — e pelo instinto de desobedecer uma ordem de equipe pró-Rosberg, subiu no pódio outra vez.

hamilton_hungria

Foto Mercedes / Divulgação

Com pneus mais duros, Hamilton foi orientado pelo time a deixar Rosberg — que saiu na pole e perdeu posições após entrar tardiamente no boxes no primeiro safety car — porque, depois, o alemão teria de fazer mais uma parada.

O britânico negou passagem. No fim da corrida, chegou menos de um segundo na frente do rival, comprovando que fez a melhor escolha. Agora, a diferença entre os dois caiu de 14 para 11 pontos.

Felipe Massa fez uma boa corrida neste domingo. Largou cauteloso e corretamente. Chegou a estar em segundo, mas o time abusou dos pneus mais duros, que deixaram a Williams mais lenta. Mesmo assim, segurou Kimi Raikkonen (Ferrari), foi quinto e superou o companheiro Valtteri Bottas com méritos.

Agora, a Fórmula-1 entra nas férias de verão. A próxima corrida será apenas no dia 24 de agosto, na Bélgica. Pelo que se viu  nesta primeira metade de temporada, a volta das férias será alucinante!

Largada disputada até safety car

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Foto Dimitar Dilkoff / AFP

Logo na saída dos boxes, em último no pelotão, Hamilton rodou com pneus intermediários e por pouco não abandonou. O pequeno dano na asa dianteira, no entanto, não prejudicou a performance do carro da Mercedes, que voou na pista, principalmente com pneus macios.

O primeiro safety car veio com um acidente de Markus Ericsson (Caterham). Rosberg, Bottas e Sebastian Vettel (Red Bull), que estavam nas três primeiras posições, tiveram de dar mais uma volta antes de parar e perderam posições preciosas. Com isso, Massa pulou para segundo.

No segundo safety car, a surpresa Vergne

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Foto Dimitar Dilkoff / AFP

Com os carros em fila indiana, Romain Grosjean (Lotus) conseguiu rodar sozinho e adiou o recomeço da corrida. Poucas voltas depois, Nico Hulkenberg (Force India) abandonou — primeira corrida no ano sem marcar pontos — e o companheiro dele, Sergio Pérez, rodou na reta, provocando novo safety car.

Neste instante, o francês Jean-Eric Vergne (Toro Rosso) aparecia surpreendentemente em segundo lugar. Ele chegou a manter a posição por algumas voltas, mesmo com um carro muito inferior — culpa do circuito de Hungaroring, com poucas condições para ultrapassagens em pista seca.

Um final emocionante e imprevisível

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Foto Dimitar Dilkoff / AFP

As voltas finais foram sensacionais. Enquanto Ricciardo parou nos boxes e voltou voando baixo com pneus macios, Alonso resolveu arriscar e permanecer na pista, assumindo a liderança. Rosberg também parou e retornou mais rápido, para 13 voltas de classificação na caça à Hamilton.

Mais lento, o espanhol foi alcançado por Hamilton e Ricciardo. O australiano, então, partiu para o ataque. A três voltas do fim, passou o piloto da Mercedes por fora em uma das mais belas manobras do ano. Na volta seguinte, superou Alonso com facilidade.

No fim, Hamilton e Rosberg ainda protagonizaram um duelo. O alemão tentou na última volta, mas não conseguiu ultrapassar. Se o britânico tivesse obedecido o time e aberto para o rival mais cedo, estaria fora do pódio. Uma teimosia sábia de Hamilton, que descontou três pontos do adversário e voltou ao pódio.

Red Bull e Ferrari reagem, e Massa tira zica

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Foto Williams / Divulgação

O resultado na Hungria mostrou a boa recuperação da Red Bull, especialmente porque o circuito não exigia muito do fraco motor Renault. A diferença é tamanha que Vettel, por exemplo, largou melhor do que Rosberg, mas não conseguiu passá-lo por falta de potência. Mesmo assim, o time austríaco mostrou que a aerodinâmica, neste tipo de pista, faz diferença.

Outro destaque foi o desempenho das Ferrari. Alonso obteve seu melhor resultado no ano — segundo — e o contestado Raikkonen chegou em sexto, após ter sido segurado por Massa. O brasileiro foi cauteloso na maior parte do tempo e, apesar de insistir com os pneus mais duros — e mais lentos —, fez uma de suas melhores corridas no ano, aliviando a pressão dos últimos resultados ruins.

Os 10 primeiros na Hungria

1 — Ricciardo (Red Bull)
2 — Alonso (Ferrari)
3 — Hamilton (Mercedes)
4 — Rosberg (Mercedes)
5 — Massa (Williams)
6 — Raikkonen (Ferrari)
7 — Vettel (Red Bull)
8 — Bottas (Williams)
9 — Vergne (Toro Rosso)
10 — Button (McLaren)

Próxima corrida: GP da Bélgica, em 24 de agosto

No palco do mais grave acidente da carreira, Massa tem última chance de reagir antes das férias

26 de julho de 2014 3
Foto Dimitar Dilkoff / AFP

Foto Dimitar Dilkoff / AFP

10 corridas, nove posições atrás do líder no campeonato, oito meses na Williams sem pódio, sete vezes superado pelo companheiro, seis provas sem pontuar, cinco acidentes, quatro abandonos, três vezes menos pontos do que o colega de time, dois GPs seguidos sem completar uma volta sequer. Um recomeço ou um novo revés? Na Hungria, Felipe Massa quer pôr fim à contagem regressiva de fracassos na temporada.

Contratado com status de piloto número um, o brasileiro tem sido superado com facilidade pelo novato Valtteri Bottas, que coleciona três pódios consecutivos. Nem a pole conquistada na Áustria — a primeira em cinco anos — foi suficiente para fazer Massa embalar uma sequência de bons resultados na temporada.

O carro, pelo que já se viu, é bom. Por isso, o brasileiro tem atribuído os problemas meramente à “falta de sorte”. Só que será apenas azar o fato de não obter resultados expressivos desde novembro de 2008, quando liderou a Ferrari e venceu em casa, mas perdeu o título do campeonato por apenas um ponto?

Foto Joe Klamar / AFP

Foto Joe Klamar / AFP

Última corrida antes das férias de verão da categoria, o GP da Hungria não é o melhor palco para Massa ensaiar uma recuperação. Foi lá que Felipe viveu dois momentos marcantes. O primeiro em 2008, quando o motor estourou a três voltas do fim e lhe tirou a vitória. O segundo no ano seguinte, quando uma mola lhe acertou a cabeça e o afastou do campeonato.

Vindo de dois acidentes consecutivos — Inglaterra e Alemanha —, o brasileiro diz estar confiante, apesar de admitir que Mercedes, Red Bull e Ferrari estarão fortes na corrida. Mas Felipe sabe que precisa mostrar serviço logo, pois só terá outra oportunidade na Bélgica, em 24 de agosto:

— Quando você atravessa uma fase assim é bom ter uma corrida atrás da outra. Assim você tem a chance de fazer melhor logo e pensar para a frente.

Foto Josep Lago / AFP

Foto Josep Lago / AFP

Um resultado consistente na Hungria também amenizará as especulações sobre seu futuro na categoria. Diante do bom desempenho recente do carro, muitos pilotos estão de olho na possibilidade de se transferir para o time inglês e lutar por vitórias. Chefe-adjunta da escuderia, Claire Williams desconversa:

— Felipe está fazendo um ótimo trabalho. Apenas está enfrentando alguns dias de má sorte passageira. Ele é maduro e experiente para perceber que as coisas no esporte nem sempre saem do nosso jeito.

Mas o melhor é que comecem a sair logo. Senão, a contagem regressiva de Massa será por outro motivo.

Uma pista, dois traumas

A pé na bandeirada

Em 2008, Felipe Massa liderava a Ferrari e disputava o título com Lewis Hamilton (McLaren). Na Hungria, o brasileiro abriu vantagem e liderava com tranquilidade. Com a vitória praticamente garantida, diminuiu o ritmo e só administrava o resultado.

Mas a três voltas de receber a bandeirada, o motor da Ferrari quebrou na reta dos boxes. Felipe abandonou e voltou chorando para os boxes. No fim do ano, Hamilton foi campeão com apenas um ponto de vantagem para o brasileiro.

Uma mola na cabeça

No ano seguinte à decepção, Massa sofreu outro revés em Hungaroring. Foi atingido no capacete por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello, então na Brawn GP, e bateu com violência em uma barreira de pneus durante o treino de classificação.

Na ocasião, o brasileiro chegou a ficar desacordado e passou nove dias hospitalizado em Budapeste, onde foi colocado em coma induzido e precisou respirar com ajuda de aparelhos. Felipe só voltou à F-1 no ano seguinte.

Rosberg é pole, Hamilton tem problemas de novo e Massa larga em sexto na Hungria

26 de julho de 2014 4
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Foto Mercedes / Divulgação

Uma semana depois da Alemanha, a classificação deste sábado na Hungria parecia um replay tardio. Enquanto Lewis Hamilton abandonou o treino cedo por problemas mecânicos, o companheiro de Mercedes, Nico Rosberg, faturou a pole de forma indiscutível e botou uma mão na taça da vitória.

Com uma Mercedes a menos no duelo pelas primeiras posições, desta vez sobressaiu-se a Red Bull, com o tetracampeão Sebastian Vettel em segundo e Daniel Ricciardo em quarto. Entre eles, a ótima surpresa deste campeonato: Valtteri Bottas, da Williams.

O finlandês foi 0,9 segundos mais rápido do que Felipe Massa, que parecia cauteloso demais e largará apenas em sexto, atrás de Fernando Alonso. O espanhol fez mágica com a Ferrari, mais uma vez, e deu outra “surra” no colega de equipe, Kimi Raikkonen, que caiu no Q1 e só sai em 17º.

Hamilton traído pelo motor. Kimi, pela estratégia

Foto Ferenc Isza / AFP

Foto Ferenc Isza / AFP

A primeira parte do treino começou com um novo problema da Lotus. O inferno astral de Pastor Maldonado impediu que o venezuelano desse uma volta sequer. Em seguida, foi a vez de Hamilton abandonar o treino, com fumaça e fogo no motor.

O britânico até tentou levar o carro para os boxes, mas foi em vão. Saiu do carro desolado e cabisbaixo. Assim como na Alemanha, terá de escalar outra vez o pelotão para evitar que Rosberg dispare no campeonato. A diferença é que na Hungria as ultrapassagens são muito mais difíceis.

Para completar o Q1, a arrogância da Ferrari vitimou Raikkonen. O finlandês estava em 16º, no limite para se classificar à próxima fase, mas decidiu não voltar à pista. Acabou vendo de dentro do carro, no monitor dos boxes, Jules Bianchi (Marussia) — piloto da academia da Ferrari — tirá-lo do treino.

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Foto Ferrari / Divulgação

Precisava de bandeira vermelha?

Na segunda parte da classificação, nenhuma surpresa. E minutos antes da derradeira definição da pole, pingos de chuva começaram a cair em Hungaroring. Os pilotos se apressaram e vieram cedo para a pista, em fila indiana. Só não contavam que tudo ficasse escorregadio tão rápido.

Ao abrir a volta, Rosberg errou e foi para a área de escape. Kevin Magnussen (McLaren) rodou e bateu na proteção de pneus. Jenson Button (McLaren) também saiu da pista. A direção de prova decidiu interromper o treino com bandeira vermelha.

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Foto McLaren / Divulgação

Aqui, um parênteses: quando Adrian Sutil (Sauber) rodou na Alemanha, a FIA não colocou o safety car na pista, apesar do risco. Hoje, após três erros de freada, o fez. Tudo bem que a batida de Magnussen mexeu com a proteção de pneus, mas como os carros estavam em fila indiana, a bandeira vermelha não evitaria um potencial acidente. Cheirou a proteção à Mercedes (Rosberg), mas não há como provar nada.

Meio segundo de vantagem, mas e se chove?

Com a retomada da classificação minutos depois, os tempos foram baixando a cada volta e a pista ficou praticamente seca. Na volta final, Vettel cravou a pole, mas foi superado por Rosberg com o cronômetro zerado. A vantagem de meio segundo mostrou que a Mercedes é muito soberana ainda.

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Foto Red Bull / Divulgação

Em sexto, Massa sinaliza uma corrida cautelosa, daquelas para terminar e pontuar, sem incidentes. Já Bottas, que se intrometeu entre as Red Bull, vai para cima. E acho que conseguirá mais um pódio. A Hamilton, só cabe secar Rosberg e jogar um pouco do feitiço da zica para o companheiro de garagem.

A corrida promete ser emocionante, ainda mais com a possibilidade (remota) de chuva. Na pista molhada, tudo pode acontecer. E, caso esse cenário ocorra, é bom ficar de olho em Vettel e Alonso. A largada será às 9h, com transmissão ao vivo da TV Globo. Alguém arrisca um palpite?

O grid para o GP da Hungria

1 — Rosberg (Mercedes) — 1m22s715
2 — Vettel (Red Bull)
3 — Bottas (Williams)
4 — Ricciardo (Red Bull)
5 — Alonso (Ferrari)
6 — Massa (Williams)
7 — Button (McLaren)
8 — Vergne (Toro Rosso)
9 — Hulkenberg (Force India)
10 — Magnussen (McLaren)
11 — Kvyat (Toro Rosso)
12 — Sutil (Sauber)
13 — Pérez (Force India)
14 — Gutiérrez (Sauber)
15 — Grosjean (Lotus)
16 — Bianchi (Marussia)
17 — Raikkonen (Ferrari)
18 — Kobayashi (Caterham)
19 — Chilton (Marussia)
20 — Ericsson (Caterham)
21 — Hamilton (Mercedes)
22 — Maldonado (Lotus)

Largada: domingo, às 9h, para 70 voltas