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Com desistência de Vettel e de duas equipes, treino para o GP dos EUA deve ter novas regras

27 de outubro de 2014 0

Max-Chilton-Marussia-MR03

Só piora. Depois de a Caterham se envolver em um rolo financeiro relacionado à venda da escuderia e ser “dispensada” por Bernie Ecclestone do GPs dos Estados Unidos e do Brasil, agora foi a vez de a Marussia sucumbir à falta de dinheiro.

O time anglo-russo, que correu com apenas um carro na Rússia devido ao grave acidente de Jules Bianchi no Japão, sequer embarcará para Austin. A confirmação foi feita pelo próprio Ecclestone, em entrevista à agência Reuters.

Foto Caterham / Divulgação

Portanto, o grid só terá 18 carros nas próximas duas corridas, o que ocorreu pela última vez em 2005, quando a British American Racing (BAR) foi suspensa por duas corridas. E o impacto dessa redução no número de carros pode chegar até mesmo nas regras da classificação de sábado.

Geralmente, na primeira e na segunda parte do treino (Q1 e Q2), os seis pilotos mais lentos são eliminados. Só que com quatro carros a menos no grid, cogita-se a ideia de que o número de desclassificados caia para quatro em cada sessão. Assim, sobrariam 10 para a definição da pole (Q3).

vettel

E tem outra peculiaridade; punido com a perda de 10 posições por exceder o limite de trocas de motor na temporada, Sebastian Vettel (Red Bull) já afirmou que não participará do treino classificatório em Austin. Como a perda é significativa, prefere poupar o equiamento largando diretamente dos boxes.

Logo, a Fórmula-1 deve ter só 17 carros na pista no sábado, que será às 17h e terá transmissão na íntegra, ao vivo, apenas da SporTV. O canal por assinatura, vale dizer, também será o único que transmitirá a corrida, visto que o horário da largada (18h) conflita com o da rodada do Brasileirão (às 17h, no horário de verão).

Divulgação

A falência dos times nanicos vem sendo anunciada há tempos. Agora, vira realidade. Ecclestone nunca foi muito favorável às escuderias pequenas, visto que não conseguem competir no mesmo nível com as demais. E defende, sem pestanejar, que as equipes maiores tenham três carros no grid.

A ideia é boa e faz sentido. Já pensou três Mercedes, três Ferrari, três Red Bul, três Williams…Mas é viável? A F-1 se concentraria em poucos times. As vagas para novatos minguariam, pois só teria chance quem fosse, em tese, “apadrinhado”. E não há certeza de que pilotos deixariam de pagar para correr.

Logo, a divisão da Fórmula-1 em 11 equipes está, obrigatoriamente, no divã. O GP dos EUA, mais do que ser um capítulo importante na disputa pelo título de pilotos, marcará também um momento crucial como beço para a reestruturação da categoria de olho em 2015. Quem sairá vencedor/vivo?

Ecclestone autoriza Caterham a não participar de GPs dos EUA e do Brasil para resolver crise financeira

24 de outubro de 2014 0

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A crise financeira bateu de vez na porta da Caterham. Pior do campeonato, a escuderia ainda amarga um problema grave que fez o chefão da F-1, Bernie Ecclestone, permitir que o time não participe das corridas nos Estados Unidos e no Brasil para resolver as pendengas e retornar em Abu Dhabi.

A origem do imbróglio é a venda da equipe. Isso porque o consórcio que comprou o time decidiu devolvê-lo para o antigo dono, alegando que Tony Fernandes não cumpriu as obrigações legais do negócio. Fernandes, no entanto, insiste que o pagamento pela compra não foi feito.

Diante do impasse, Finbarr O’Connell foi nomeado como administrador legal. Ele pertence à empresa Smith & Williams, especialista em ajudar empresas com problemas financeiros. O’Connell será encarregado de buscar investidores e recursos. A situação é delicadíssima.

A liberação de Ecclestone dá um fôlego para a equipe, que, segundo o regulamento, perderia o direito à cota da divisão de receitas da categoria caso se ausentasse sem autorização. Com salários atrasados e a fábrica fechada, a escuderia se encaminha para fechar as portas. Mas ainda há esperança — e novos e longos capítulos — antes do fim melancólico.

No Instagram, Rubinho posta carta de despedida à TV Globo e manda abraço para Galvão

24 de outubro de 2014 6

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Em sua conta no Instagram, Rubens Barrichello mandou um abraço para Galvão Bueno e fez um post de despedida da TV Globo. A emissora confirmou que o ex-piloto não atuará mais como comentarista nas transmissões, o que gerou uma série de especulações sobre o real motivo da saída de Rubinho.

Reportagem do UOL Esporte apontou que, dentre os motivos para Rubinho deixar o posto, estariam dificuldades de relacionamento com Galvão e a equipe da emissora, decorrentes da suposta dificuldade do ex-piloto em acatar ordens relacionadas à cobertura dos treinos e corridas.

Chama a atenção que, na justificativa, Rubinho fez questão de esclarecer que não usou o “cargo” para pedir uma vaga na Mercedes e voltar à Fórmula-1. E reiterou, ainda, que uma cláusula no contrato que assinou com a Globo previa que ele se afastasse da função caso surgisse uma proposta.

Leia a íntegra da mensagem de Rubinho

“Galera … Eu so tenho a agradecer estes dois anos de aprendizado especialmente ao Galvao,Reginaldo, Burti, Mari Becker, Courege,Jaime Brito e ao Camera man Baiano(figuraça). Fazer o grid ao vivo era uma loucura mas adrenalina pura e muito divertido. Com a Globo eu tinha um contrato de corridas e este contrato acabou. Tenho outros planos. Pra aqueles q dizem q o problema era ter namorado a Mercedes, primeiro nao namorei… Segundo a Mercedes é a antiga Brawn portanto falo com eles toda hora. E terceiro se eu tivesse namorado e eles tivessem me chamado pra correr eu poderia pq tinha clausula no meu contrato que me permitia correr de F1 caso convidado. Enfim tudo certo. Abrassss”

Em vídeo, McLaren homenageia 40 anos do bicampeonato de Emerson Fittipaldi

24 de outubro de 2014 2

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O nome dele é Emerson Fittipaldi. É assim que começa um vídeo lançado pela McLaren para comemorar os 40 anos do título do Rato, o primeiro obtido pela escuderia na Fórmula-1. A animação, que fala em mulheres, riscos e na disputa acirrada com Clay Regazoni na Ferrari, está bem divertida.

Primeiro brasileiro a ser campeão na história da F-1, Fittipaldi tornou-se uma lenda não só no país, mas internacionalmente. Largou 144 vezes, conquistando seis poles, 14 vitórias e 35 pódios na carreira. Foi campeão em 1972, pela Lotus, e em 1974, pela McLaren. Um ídolo.

Médico que atendeu Schumacher diz que recuperação pode levar "de um a três anos"

23 de outubro de 2014 0
Patrick Herzog / AFP

Patrick Herzog / AFP

Em entrevista a rádio francesa RTL, o médico Jean-François Payen, que tratou de Michael Schumacher logo após o acidente de esqui em dezembro do ano passado, disse que o tempo de recuperação do alemão pode levar de um a três anos. Mas não detalhou que tipo de recuperação seria essa.

— Eu tenho acompanhando algum progresso, mas eu diria que ainda vai levar tempo. É como outros pacientes, é uma escala de um a três anos, então temos de ser pacientes — afirmou o médico.

O ex-piloto está passando por um programa de reabilitação na casa onde vive sua família, na Suíça. O engajamento de Corinna, mulher do heptacampeão, também foi elogiado por Payen. O médico ainda observou que há várias etapas no processo de recuperação e, por isso, deve-se “dar tempo ao tempo”.

Desde que se acidentou, Schumacher nunca mais foi visto. Ficou cerca de seis meses em coma até despertar. A recuperação é bem complicada, todos sabemos. E, por mais que queira e deva preservar o ex-piloto, a falta de comunicados mais consistentes tende a ser, infelizmente, prenúncio de que a situação ainda é muito difícil.