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Semana do Aleitamento Materno: a importância da amamentação na volta ao trabalho

01 de agosto de 2015 2

Por Elisandra Borba

Foto: Daniel Marenco/Agência RBS

Foto: Daniel Marenco/Agência RBS

Começa hoje em todo o muno a Semana do Aleitamento Materno. Este ano a campanha quer incentivar que as mães sigam amamentando após a volta ao trabalho. Para isso, a iniciativa busca sensibilizar as empresas sobre a importância do aleitamento materno. A mulher que amamenta falta menos ao trabalho, pois o filho adoece menos, é o que diz a campanha. Além disso, o bebê continua recebendo o leite materno, que possui anticorpos que previnem doenças.

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que 34% das mães de bebês com menos de um ano e que trabalham fora não amamentam mais. Já entre as mães que não trabalham fora, esse índice é menor, 19%. A legislação brasileira prevê licença maternidade de até seis meses. Mas, para a maioria das trabalhadoras, são concedidos quatro meses apenas. Os dois meses adicionais são opcionais para as empresas.

Salário-maternidade: quem tem direito

Dentre os benefícios, o aleitamento reduz os índices de obesidade infantil, de infecções digestivas e respiratórias e de alergias alimentares. Estudos comprovam que o leite materno é capaz de reduzir em 13% as mortes em crianças menores de 5 anos.

Exposição

Em Porto Alegre está acontecendo a exposição Amamentar e trabalhar: podemos conseguir! A mostra traz exemplos de mulheres que tiveram sucesso na amamentação após o retorno ao trabalho. As fotos podem ser conferidas a partir deste sábado, 1º, até 7 de agosto, das 10h às 22h, no palco de eventos do Shopping Total (térreo, próximo às escadas rolantes). A promoção é da Secretaria Municipal de Saúde.

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É hora de voltar ao trabalho. Você pretende continuar amamentando? Aqui conto um pouco como foi minha experiência quando retornei ao trabalho.

Pelo direito de amamentar em público

Comentários (2)

  • Éderson diz: 5 de agosto de 2015

    Tem de ser lei, não opcional, e com multa de milhões para quem descumprir. Num país de terceiro mundo, onde boa parte das pessoas só pensa em levar vantagem sobre as outras, o que é certo tem de ser defendido com lei e multa e a empresa que não concordar está liberada a trocar de país, porque se não concorda é criminosa(hipoteticamente).

  • Éderson diz: 5 de agosto de 2015

    Os seis meses de licença tem de ser lei, não especifiquei.

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