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(atualizado) Intolerância à lactose: Anvisa proíbe venda de duas enzimas

10 de agosto de 2015 6

Por Sibeli Fagundes

 digelac

lactosil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a fabricação, distribuição e comercialização de todos os lotes da enzima digestiva lactase das marcas Digelac e Lactosil, da Vida Forte Nutrientes. O produto é uma alternativa para a ingestão de leite e derivados para as pessoas que têm intolerância à lactose. Segundo a Anvisa, Digelac teve a autorização para ser vendido como “aditivo alimentar”, mas estava sendo oferecido com outra denominação.

Não há nenhum alerta sobre o produto ter algum outro tipo de irregularidade, fora essa questão. Se alguém faz uso dessas enzimas, deve procurar o médico para saber o que deve fazer.

ATUALIZAÇÃO EM 25 DE MARÇO DE 2016

A Anvisa revogou, parcialmente, a Resolução e liberou os lotes produzidos a partir de novembro de 2015 da preparação enzimática a base de lactase das marcas Lactosil 10.000 e Lactosil 4.000 FCC, em sachês. Os produtos são fabricados por Vida Forte Nutrientes Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda e distribuídos por Apsen Farmacêutica Ltda.

Como a revogação foi parcial, a Anvisa manteve a proibição da distribuição e venda da preparação enzimática à base de lactase da marca Lactosil fabricada em datas anteriores a novembro de 2015.

Não há mudança publicada no Diário Oficial da União quanto a enzima Digelac.

Comentários (6)

  • Felipao l diz: 10 de agosto de 2015

    O ser humano deixa de produzir a lactase, enzima que metaboliza a lactose, aos 9 anos de idade. Por isso muitas pessoas tem intolerância a lactose, pois o corpo ta falando pra pessoa que ela ta virando adulta já, que ta ta hora de desmamar, não precisa mais de leite. Daí a indústria alimentícia vende o veneno e a farmacêutica da apoio. Estamos perdidos.

  • Lucas diz: 11 de agosto de 2015

    O lactosil não está suspenso e está colocado erroneamente como do laboratório vida forte, sendo que é da Apsen farmacêutica

  • Lenise diz: 28 de outubro de 2015

    Boa tarde!
    1º Lactase não é veneno. É uma enzima fabricada pelo ser humano e que quebra o açúcar lactose que é de difícil digestão. Em determinada faixa da população esta enzima deixa de ser produzida pelo próprio organismo, causando a intolerância a este açúcar lactose e determinadas consequências que são de intensidade e danos variáveis em cada pessoa: até asma ela provoca! Muita asma que tem por aí é por intolerância à lactose, p. ex.
    2º A enzima lactase, produzida pelo organismo, quebra a lactose. Assim, quem não a produz – no Brasil dizem ser 40% da população – ficou com a vida mais fácil ingerindo estes “aditivos alimentares”, pois a grande maioria dos produtos alimentícios possuem leite: massas, carnes, pães, embutidos, bolachas etc… e quase tudo etc…
    3º Assim que, esperamos com urgência que os fabricantes, alterem a embalagem e façam o que a ANVISA determinou: é um “ADITIVO ALIMENTAR” e não “coadjuvante de tecnologia de fabricação.”
    4º Coisas técnicas, mas de muito valor: a linguagem médica é exata.

  • Natália diz: 19 de novembro de 2015

    Palmas para Lenise!!!
    Super concordo com você!
    E mais uma coisa: tem muitas pessoas que ainda produzem a lactase, então não necessariamente deveríamos parar de produzir.
    A lactase nada mais é do que um “suplemento” daquilo que temos deficiência!

  • Jose Luis diz: 24 de março de 2016

    A ANVISA está ficando INSUPORTÁVEL. É uma agência arrogante, perniciosa, que deixa pessoas em situação difícil em função de tecnicalidades estúpidas como a desse caso da lactase. O que a ANVISA quer ? DINHEIRO. Ela cobra altos valores por qualquer registro de qualquer medicamento, e cobra de novo quando ocorre qualquer mínima modificação, cobra taxas por mudança de uma vírgula na bula de um remédio (isso não é exagero – é realidade), enfim, quer arrecadar, arrecadar e arrecadar, para que seu gigantesco cabide de empregos permaneça abastecido. Você precisa desses medicamentos? Azar seu… se não pagaram as fortunas cobradas pela ANVISA, saem do mercado.

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