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Novo portal esclarece dúvidas dos pais e realiza levantamento sobre prematuros no Brasil

27 de outubro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Nereu de Almeida

Foto: Nereu de Almeida

Não há pai e mãe que não tenha dúvidas sobre os cuidados corretos com os bebês. Quando eles são prematuros então, são mais frágeis ainda. A nossa blogueira Marcela, teve o Nícolas com 36 semanas. Ela escreveu um depoimento sobre o assunto:

“O Nícolas nasceu com 36 semanas e 5 dias, um pouco antes da hora, bem miudinho, com 2,4 kg. Tivemos que comprar roupas de prematuro, porque tudo ficava gigante nele. Até hoje, com 1 ano e 2 meses, ele é bem menor que os bebês da mesma idade. Desde que ele nasceu, virei uma leitora voraz de tudo sobre o universo dos bebês, especialmente os “apressadinhos”, como o meu filho. Soube que ele nasceria quando a bolsa rompeu. Como ainda não era a hora, a primeira coisa que eu pensei foi que ele iria para a UTI Neonatal. Ainda bem que não foi necessário. Nos primeiros dias, eu pesquisei muito sobre as fragilidades do prematuro, como é o desenvolvimento deles na comparação com os bebês que nascem no tempo certo e o que é considerado normal para eles. Apesar das minhas pesquisas, o que acalmou mesmo meu coração foram as conversas com a pediatra e com outras mães. Fico feliz que uma iniciativa dessas tenha sido criada, para ajudar as mamães de prematuros e esclarecer suas dúvidas!”

A iniciativa citada pela Marcela é o portal prematuridade. A ONG preparou um novo portal que traz informação e apoio aos familiares de prematuros. O site traz áreas destinadas à participação dos pais e de familiares dos bebês, onde são divulgados textos de mães e pais de prematuros que compartilham as experiências; há textos médicos que disseminam informações científicas; e o site faz também um levantamento sobre a prematuridade no Brasil – os pais preenchem um cadastro que pretende traçar o perfil da prematuridade no país.

A fundadora do portal, Denise Suguitani, explica que o cadastro quer identificar as principais dificuldades das famílias e definir que politicas serão pensadas para auxiliar estas pessoas. “os pais de prematuros são muito engajados. Adoram ajudar, o que é muito legal”, destacou a diretora-executiva da Prematuridade.com.

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