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As mais acessadas da semana!

17 de fevereiro de 2017 0

Todas as sextas, nós postamos pra você um resumo dos assuntos que geraram maior interesse dos nossos leitores e ouvintes na semana. Fique bem informado acompanhando o Top5 do blog Fralda Cheia.

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1° Justiça determina que prazo de licença-maternidade comece a contar a partir da saída do bebê da UTI

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

2º Como aumentar a produção de leite materno

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Fonte: Reprodução Internet

3° Saiba se o seu filho precisa fazer a vacina contra a Febre Amarela

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

4° Homem adota 22 crianças portadoras de HIV abandonadas pelos pais

Imagem: Reprodução Youtube

Imagem: Reprodução Youtube

5° Mãe de primeira viagem tem bebê de 6kg por parto normal

Fonte: Reprodução/Facebook

Fonte: Reprodução/Facebook

Acompanhe as reportagens mais acessadas da semana passada!

Um ano após epidemia de zika, governo decide distribuir repelente a gestantes

17 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

 Risco a partir do terceiro trimestre de gestação é considerado insignificante

Sem repelente, risco de contrair zika vírus é maior

Um ano (!!!!)  após a epidemia de zika e o crescimento expressivo dos casos de microcefalia em recém-nascido relacionada ao vírus , o governo federal decidiu distribuir repelentes para gestantes beneficiárias do Bolsa Família em todo o Brasil. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, a partir de março (!!!!) , mais de 484 mil gestantes do programa receberão os repelentes. Ao todo, serão distribuídos 15,9 milhões de frascos. Serão sete lotes, sendo que o último será distribuído em dezembro.

“Na primeira etapa, serão entregues quase 1 milhão de unidades. As prefeituras ficarão responsáveis por escolher a melhor forma de distribuição – ou no Centro de Referência de Assistência Social [Cras] ou na unidade de saúde”, diz nota divulgada pelo ministério.

Em 2015 e 2016 foram notificados 10,2 mil casos de crianças nascidas com alterações no crescimento e desenvolvimento relacionadas à infecção pelo vírus zika no Brasil, sendo 2,2 mil confirmados. Neste período, foram concedidos 1,9 mil Benefícios de Prestação Continuada (BPC) para pessoas com microcefalia.

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Homem adota 22 crianças portadoras de HIV abandonadas pelos pais

15 de fevereiro de 2017 0

Conheça a história emocionante que transborda amor e carinho

Por Milena Schoeller

Imagem: Reprodução Youtube

Imagem: Reprodução Youtube

Vejam que história bacana divulgada pelo portal britânico indy100 e nas redes sociais. Ocorreu na Índia. Rajib Thomas adotou 22 crianças que foram abandonadas pelos pais, depois de serem diagnosticadas com HIV. Todas estão morando com ele em Mumbai, uma das maiores cidades da Índia. Ele já tem dois filhos adolescentes biológicos. E agora, está responsável pela saúde e educação dos outros 22 adotados.

Ele contou sua história no Facebook, e ganhou admiradores de todo o mundo. Veja o relato emocionante:

O Início

Eu estava passando próximo ao hospital DY Patil quando eu vi uma garota dormindo do lado de fora. Tão fraca a ponto de ver seus ossos. Eu descobri que ela era HIV positivo e tinha perdido os dois pais. Eu perguntei o que ela gostaria de comer, e ela disse macarrão. Mas eu não poderia achar naquele momento. Então eu prometi a ela que eu iria voltar no dia seguinte. Ela faleceu naquela noite, e o incidente me assombrou. Então eu fui ao hospital, e pedi para que entrassem em contato comigo se houvesse outras crianças assim no futuro”.

As primeiras adoções

“Duas dessas crianças foram enviadas para mim. Então, em 2009, eu aluguei um apartamento para minha esposa, meus dois filhos, e as duas crianças HIV positivas. No início foi difícil. Nós providenciamos um colchão para que minhas quatro crianças dormissem. E as pessoas começaram a doar: camas, alimentos e dinheiro. Minha família de quatro pessoas, lentamente expandiu para 24, com mais e mais crianças portadoras de HIV sendo enviados a mim”.

O apoio da família

“Minha esposa tem sido um apoio sólido e não fazemos diferença entre os nossos filhos. Nós repreendemos a todos, amamos a todos, e damos os mesmos presentes. Minha esposa cozinha para todos os nossos 24 filhos, cuida da medicação deles, leva-os para o médico. Tentamos dar a todos uma boa educação e ter certeza de que eles têm uma vida que vale a pena ser vivida”.

“Com amor e carinho, tudo é possível”

“Um incidente que eu nunca vou esquecer é de um menino que foi abandonado por seus pais, e nos trouxeram na última fase da tuberculose e do HIV. Nós o pegamos, demos comida. Nós começamos a rir ao redor dele, fazendo com que brincasse conosco. Derramamos tanto amor que ele tinha que se recuperar! Ele não era capaz de se levantar. Dentro de duas semanas, ele estava correndo por toda parte! Essa é a parte mais gratificante sobre o que eu faço: posso orgulhosamente dizer que minha família de 24 pessoas está transbordando de amor! Ser HIV positivo não significa que eles têm que cortar a vida. Eles podem viver como qualquer pessoa normal. Eu estou aqui para salvá-los e dar-lhes uma vida longa. E com amor e carinho, tudo é possível. Essas crianças me chamam de ‘Papai Reji’ e é dever de um pai proteger. Eu não sou alguém especial, sou apenas um pai cuidando dos filhos “.

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Fim das férias: 4 dicas para uma boa (re)adaptação na escola

14 de fevereiro de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Jean Pimentel/Agencia RBS

Foto: Jean Pimentel/Agencia RBS

Grande parte das escolas particulares de Porto Alegre e região metropolitana retomam as aulas nesta semana. Por isso o blog montou para os pais, 4 dicas para uma boa adaptação em uma nova escola, ou para a retomada das aulas após as férias, a partir de dicas da psicóloga escolar Vivien Rose Böck, coordenadora do Núcleo de Educação do Conselho Regional de Psicologia do RS, da Orientadora Educacional do Colégio Província de São Pedro, Márcia Dimer, e a Psicóloga da escola, Caroline Brandalise.

1) Converse com as crianças!
Os pais ou responsáveis devem ir preparando as crianças para o período de adaptação escolar. O assunto deve ser introduzido aos poucos, para estimular as crianças e transmitir tranquilidade e confiança para esse importante momento. É importante conversar com a criança sobre os motivos da entrada ou da troca de colégio. Valorizar o papel da escola, dizendo que será um espaço de aquisição de conhecimentos, de desenvolvimento de habilidades, e de socialização com novos amigos.

2) Preste atenção no comportamento do seu filho!
Essa fase desperta sentimentos contraditórios como alegria, insegurança, ansiedade e culpa. Além disso, a criança tem desafios diários, pois fará novos amigos, conhecerá novos profissionais, e fará atividades diferentes. Uma boa dica para que as crianças não fiquem ansiosas é conversar sobre a rotina em si. Dizer que haverá atividades, aula especial, pátio, lanche, e que, depois de determinada atividade, os pais irão buscar. Dessa forma, as crianças ficam mais seguras, pois conseguem fazer uma previsão dos acontecimentos e ter a certeza de que irão buscá-las.

3) Fique atento a sua postura no momento de deixar a criança na escola.
No momento de deixar a criança no colégio, é importante estimular que ela entre caminhando, para evitar que fique com a sensação de estar sendo tirada do colo dos pais. Nessa hora, os pais devem ficar atentos para que a despedida seja breve e tranquila. Se houver momentos de resistência para entrar, os pais devem ser firmes e estimular que a criança fique. Os pais  não devem sair escondidos, pois é muito importante que ocorra a despedida.

4) O que fazer se notar que o meu filho está com dificuldades de adaptação?
Cada criança reage de uma maneira e são vários os sinais que podem indicar a dificuldade de adaptação escolar, entre eles:
- Dificuldade para sair de casa para ir para a escola. Choro e reclamações, desde o momento de vestir-se com o uniforme escolar e organizar a mochila, até a entrada na escola.
- Choro e resistência para entrar na sala de aula.
- Necessidade da permanência de um familiar por tempo maior que o previsto.
- Relatos de dores no corpo (barriga, cabeça).
- Demonstração de irritação ou apatia na relação com colegas e professoras.
Quando forem observadas dificuldades de adaptação, a família e a escola podem criar estratégias para possibilitar que a adaptação seja bem sucedida. Essas combinações são personalizadas, dependendo dos sinais que o aluno está apresentando.

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Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Publicadas regras de alerta à lactose nos rótulos de bebidas e alimentos

12 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Rótulo terá de seguir regras Divulgação/Anvisa

Rótulo terá de seguir regras Divulgação/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou as novas regras para rotulagem de produtos com lactose. São duas resoluções. A primeira é a RDC 135/2017 que inclui os alimentos para dietas com restrição de lactose no regulamento de alimentos para fins especiais. A segunda é aRDC 136/2017 que define como as informações devem ser colocadas no rótulo.

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Como há um prazo de até dois anos de transição, os fabricantes serão obrigados a cumprir as resoluções a partir de 2019. Qualquer alimento que contenha lactose em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” no rótulo.

Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” ou “baixo em lactose” nos casos em que a quantidade de lactose estiver entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto .

Com as novas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose“, “baixo teor”, ou “contém lactose”.

O rótulo dos alimentos que contém lactose devem trazer a informação desta forma:

  • Ser escrito em caixa alta e em negrito.
  • A impressão deve ser em contraste com o fundo da caixa.
  • A altura mínima deve ser de 2mm e não pode ser menor que a letra utilizada na lista de ingredientes.
  • A declaração deve ficar em um local da embalagem que não seja encoberto, que seja removível pela abertura do lacre ou de difícil visualização, como área de selagem e de torção.

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Justiça determina que prazo de licença-maternidade comece a contar a partir da saída do bebê da UTI

10 de fevereiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

Um juiz de São Paulo determinou que a licença-maternidade de uma servidora da prefeitura de Santa Fé do Sul (SP) começasse a contar após a alta hospitalar do bebê. A mulher estava grávida de gêmeos e teve um parto prematuro. Apenas um dos bebês sobreviveu, mas passou quatro meses internado no hospital.

O juiz Rafael Almeida Moreira de Souza, do Juizado Especial Cível, entendeu que a servidora tem direito a “criar laço afetivo com o bebê”, fora do ambiente hospitalar.

Os advogados responsáveis pela ação usaram como argumento uma proposta de emenda à constituição que foi aprovada em dezembro de 2015 no Senado e tramita agora na Câmara dos deputados. A proposta pretende ampliar o tempo de licença-maternidade para mães de bebês prematuros passando a contar apenas a partir da alta hospitalar da criança.

A decisão é apenas para este caso, mas pode servir de referência para novas ações, no entanto, no ano passado o Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassou uma decisão semelhante por entender que não há disposição legal para amparar o pedido.

As mais acessadas da semana!

10 de fevereiro de 2017 0

Saiba se o seu filho precisa fazer a vacina contra a Febre Amarela

09 de fevereiro de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

215 casos de Febre Amarela estão confirmados no Brasil. Os números foram atualizados nesta quarta-feira (08) pelo Ministério da Saúde. 70 mortes pela doença também estão confirmadas. Os estados com casos confirmados ou em investigação são: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia e Tocantins.

Fonte: Ministério da Saúde (clique para ampliar)

Fonte: Ministério da Saúde (clique para ampliar)

Mas atenção pais! Não são todas as crianças que precisam da vacina contra a febre amarela. A família deve morar na área de recomendação, ou viajar para estas áreas. A vacinação de rotina é ofertada em 19 estados. Parte do Rio Grande do Sul está incluída. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida. Também precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia.

Clique no mapa abaixo para ampliar e saber se sua região está incluída como área com necessidade de vacina:

Fonte: Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Lista dos Municípios

Neste link você vai encontrar a lista com os municípios onde há recomendação da vacina. Se sua cidade tem recomendação, procure um posto de saúde para receber a orientação e aplicação, se for o caso.

Tire suas dúvidas sobre a febre amarela e saiba a idade ideal para a vacinação

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença, além de outros localizados próximos a áreas que tenham casos notificados. No total, 9,9 milhões de doses extras foram enviadas para cinco estados: Minas Gerais (4,5 milhões), Espírito Santo (2,5 milhões), São Paulo (1,2 milhão), Bahia (900 mil) e Rio de Janeiro (850 mil).

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Lote de medicamento infantil é suspenso pela Anvisa

07 de fevereiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

anvisa

Foto ilustrativa

 

O lote 0017456 do medicamento similar DORMEC 100 MG comprimidos, da empresa IMEC, Indústria de Medicamentos Custódia, foi interditado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O medicamento é um ácido acetilsalicílico.

O laudo realizado pela Laboratório Central Dr. Almino Fernandes do Rio Grande do Norte apontou um resultado insatisfatório no ensaio de dissolução, com resultados abaixo do especificado na Farmacopeia Brasileira. “O rótulo do produto também apresentava problemas por não trazer a indicação de restrição de uso de faixa etária que deve vir com a expressão – USO PEDIÁTRICO ACIMA DE xx”, explica a Anvisa em nota.

O medicamento é utilizado para aliviar dores de cabeça, odontalgia, dor de garganta, dismenorréia, mialgia ou artralgia, lombalgia e dor artrítica de pequena intensidade. Também é comum como medicamento para aliviar os sintomas da gripe como dor e da febre.

A interdição tem prazo de 90 dias e durante este período o produto não deve ser comercializado ou utilizado no país.