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Blog encerrado

04 de maio de 2017 0

Olá, o blog Fralda Cheia encerra sua participação neste formato. A partir de agora você encontra informações sobre tudo o que envolve a maternidade em radiogaucha.com.br ou zerohora.com.br na #fraldacheia. Obrigada e até breve!

Ministério da Saúde não orienta uso de polvo de crochê como instrumento terapêutico em incubadoras

03 de maio de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Leo Munhoz

Foto: Leo Munhoz

É cada vez mais constante o uso de polvos feitos de crochê em UTIs Neonatal no país. Para quem não conhece, trata-se um um brinquedo feito de crochê, em formato de polvo e que é colocado dentro de incubadoras. Para os defensores do projeto “Octo”, que começou em 2013 na Dinamarca, o objeto traz diversos benefícios, como melhorar os sinais vitais; diminui a chance do prematuro puxar os fios do oxigênio, já que fica com as mãos ocupadas; além disso, os tentáculos dão a impressão de serem o cordão umbilical.

Agora, o Ministério da Saúde está divulgando um comunicado para as maternidades, informando que não há uma recomendação no ministério, tampouco tem qualquer comprovação científica de benefícios específicos para os pacientes. Segundo a nota técnica, o benefício está em posicionar o prematuro de maneira correta na incubadora, porém, isto pode ser feito, inclusive, com um lençol enrolado. O órgão defende a aplicação do método canguru, que consiste em manter o prematuro em contato com o corpo de um familiar durante algumas horas do dia. Este método proporciona estímulos sensoriais que beneficiam o desenvolvimento neuropsicomotor e a redução da morbimortalidade, comprovadamente.

Por outro lado, o Ministério acredita que a utilização do brinquedo no equipamento melhora o bem-estar da mãe, resgatando o lugar do lúdico, que acaba se perdendo durante o período de internação. Este aspecto, no entanto pode ser identificado com qualquer brinquedo: “girafas, sapos, ursos. bonecos, carros, desde que respeitadas as normas e protocolos de controle de infecção hospitalar de cada unidade”, explica a nota.

 

Vídeo: Bebê que adora banho transforma batizado em festa, em São Paulo

02 de maio de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução Youtube

A cena mais comum em batizados e ver os bebês chorando, assustados com toda aquela movimentação atípica. Pois com o Gustavo, de dez meses, a cena foi totalmente diferente: ele dá gargalhadas durante o banho na pia batismal e quando termina, bate palmas junto com os fiéis da igreja católica de Campo Limpo Paulista (SP).

O vídeo foi postado pela mãe do menino, Juliane Dias, no dia 25 de abril e já tem mais de 500 milhões de visualizações. “Vê se posso com isso, Gustavo rindo na pia batismal!!”, postou na conta pessoal do YouTube.

Em entrevista ao Portal G1, Juliane disse que não esperava toda esta repercussão quando postou o vídeo: “Ele adora tomar banho, adora uma água. Nós temos que trancar a porta quando damos banhos nele. Mas confesso que eu não esperava que ia gostar tanto do batismo”.

Confira o vídeo completo:

Bebês poderão ter no registro de nascimento local onde moram em vez de onde nasceram

01 de maio de 2017 0

Por Elisandra Borba

Uma medida provisória publicada pelo Governo Federal permite que na certidão dos recém-nascidos conste o município de residência da mãe. Até agora, o local do nascimento determinava a naturalidade do bebê. A opção será feita pelos pais no momento do registro.

É necessário que o local do nascimento, no entanto, seja em território nacional. A medida também vale para adoções.

Para o presidente do Sindicato dos Registradores Públicos do Estado do RS, Carlos Fernando Reis, a decisão é positiva e vai melhorar o atendimento à políticas públicas, além de adequar o local de nascimento da criança, onde ela tem realmente raiz: “havia uma preocupação dos pais em fazer o registro em uma cidade onde a família não tem identificação”.

O presidente destacou ainda que a mudança vai facilitar o acesso dos pequenos municípios a fundos governamentais; vai atender políticas públicas do governo com mapeamento de dados epidemiológicos de saúde e, além disso, os cartórios informam o IBGE sobre o número de nascimentos, o que não revela um dado real, já que muitas cidades não possuem maternidade no país.

Ouça a entrevista com Carlos Fernando Reis, durante o Gaúcha Repórter deste 1º de maio de 2017.

As mais acessadas da semana!

28 de abril de 2017 0

Fique atento aos sintomas de parasitoses e formas de prevenção

24 de abril de 2017 0
Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Mais de 50% das crianças brasileiras tiveram ou terão algum tipo de parasitose. As doenças que elas provocam podem produzir sérios danos físicos, cognitivos e socioeconômicos em crianças e adolescentes.

A gastroenterologista pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria do RS, Cristina Targa Ferreira, explica que o os sintomas são dores abdominais, diarreia, gases, falta de apetite, perda de peso, náuseas e vômitos, tosse, febre, falta de ar, anemia, coceira no ânus e vontade de comer coisas diferentes, como terra, areia e tijolo… A criança pode ter apenas um sintoma ou mais e já possuir alguma parasitose.

É importante que os pais prestem atenção nas mudanças de padrão e procurar ajuda médica sempre que desconfiar que algo está errado.

Prevenção

Saneamento Básico:
- Tratamento e fornecimento de água potável
- Eliminação dos focos de contaminação (lixo e esgoto a céu aberto)
- Coleta de lixo
- Implantação de sistemas de tratamento de esgoto
- Educação da população sobre a prevenção

Higiene Pessoal:
- Lavar bem as mãos, com água e sabão, antes das refeições e após usar o banheiro
- Manter as unhas aparadas, evitando colocar a mão na boca
- Tomar banho diariamente
- Lavar bem as roupas íntimas e de cama, se possível com água fervida
- Andar sempre calçado, principalmente nas áreas onde não há esgoto encanado.
- Evitae brejos e água parada

Higiene Doméstica:
- Manter a casa e o terreno em volta sempre limpos, evitando a presença de moscas e outros insetos
- Manter os cestos de lixo e a caixa d’água sempre bem fechados
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída
- Evitar animais dentro de casa. Quando tiver, cuidar da higiene deles, dos locais onde costumam ficar e não esquecer de levá-los periodicamente ao veterinário

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As mais acessadas da semana

21 de abril de 2017 0

Baleia Azul: Especialistas debatem suicídio entre crianças e adolescentes

19 de abril de 2017 11

Por Elisandra Borba

Foto: Carlos Macedo

Foto: Carlos Macedo

Tem um assunto que vem preocupando muitos pais nos últimos dias: o “jogo da baleia azul”. Para quem nunca ouviu falar no assunto, trata-se de uma lista de tarefas que as crianças ou adolescentes precisam cumprir e a última dessas tarefas é o suicídio. Tem, pelo menos, dois casos de morte sendo investigados no Brasil – um em Mato Grosso e outro em Minas Gerais e quatro tentativas de suicídio no Rio de Janeiro.

O jogo é realizado através das redes sociais e é importante que os pais se informem sobre o assunto para evitar que os filhos sejam levados para este caminho. Os desafios costumam ser macabros e utilizam as fragilidades do jogador: tirar fotos do topo de prédios, provocar doenças e cortar o próprio corpo são algumas delas. Esta última, uma das mais comuns.

O Departamento Estadual da Criança e do Adolescente está alerta sobre o assunto. A diretora do Deca, Adriana Regina da Costa, explica que o departamento está iniciando um trabalho de inteligência sobre o tema e também vem trabalhando na prevenção, com palestras e rodas de conversas com pais, professores e as crianças e adolescentes.

Na noite desta terça-feira (18), um grupo de especialistas falou sobre o assunto durante o programa Estúdio Gaúcha, da Rádio Gaúcha. Além do jogo, eles falaram sobre a série 13 Reasons Why, que também trata do suicídio de jovens. A série gira em torno de uma estudante que se matou, deixando uma lista com os 13 motivos que a fizeram chegar a este ponto.

O médico psiquiatra e coordenador do Centro de Promoção à Vida e Prevenção do Suicídio do Hospital Mãe de Deus, Ricardo Nogueira, trouxe números alarmantes. Segundo ele, Porto Alegre e Curitiba são as cidades campeãs de suicídio entre adolescentes no país. No último ano, houve aumento de 44% de tentativa de suicídio por intoxicação medicamentosa. A principal queixa, segundo ele, é a falta de atenção dos pais.

Mudanças no comportamento e isolamento precisam ser investigados. A coordenadora da regional Gaúcha do Centro de Valorização da Vida, Nilsa Maria Madsen, explica que mais de 90% dos atendimentos via internet na instituição são de adolescentes e nos últimos anos cresceu substancialmente o número de jovens que entram em contato. A queixa geral é que os pais não os compreendem. Estabelecer um diálogo franco com os filhos é o passo mais importante, segundo Nilsa. Ouvir e não relativizar o sofrimento são fundamentais.

Marcos Eduardo Eberhardt, professor de direito penal da PUC, tem tratado do assunto em sala de aula. Sob o aspecto jurídico, induzir o suicídio é crime doloso (com intenção) e será julgado pelo tribunal do juri.

Correntes e boatos

Está circulando nas redes o que seria um dos desafios: distribuir balas envenenadas para crianças de escolas. Sobre isto, a diretora do Deca, Adriana Regina da Costa, diz que é muito cedo para atestar a veracidade e as mensagens são idênticas a outras enviadas em outros estados brasileiros, apenas trocando a localização.

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Ouça o debate completo:

Quando furar a orelha do bebê e quais cuidados tomar

17 de abril de 2017 1

Por Elisandra Borba

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal – Sara furou a orelha com 15 dias de vida e direto com o brinco. Na foto ela está com três meses.

Grande parte dos pais de meninas optam por furar a orelhinha para colocar brincos. Mas não basta escolher a melhor joia, é importante tomar alguns cuidados. A pediatra associada da Sociedade de Pediatria do RS (SPRS), Liane Netto, explica que estas preocupações evitam irritações, contaminações e alergias.

- É recomendável que o furo seja feito com um brinco de ouro ou com aço inoxidável, para que a criança não tenha alergia. Os materiais também evitam qualquer tipo de contaminação;

- Após o furo, fazer a higienização diária até a completa cicatrização;

- É possível, também, passar uma pomada antibiótica no local, caso seja recomendado por um especialista;

- Cuidar para que não tenha inchaço ou vermelhidão. Nesses casos, buscar auxílio médico para saber como tratar;

- Atentar para a troca de roupas e do banho para não enroscar ou prender as roupas no brinco;

- O local ideal deve ser ambulatórios e serviços oferecidos por enfermeiros fora de ambientes hospitalares e farmácias para evitar risco de eventual contaminação.

Qual o momento ideal para furar a orelha do bebê?

A pediatra Liane Netto explica que não há idade ideal para colocação do primeiro brinco. Pode ser colocado com cerca de uma semana, quinze dias de vida. É importante atentar para o tamanho do brinco, compatível ao tamanho da orelha da criança. Além de tomar todos os cuidados referentes a higiene e também para evitar a dor da criança.

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14 de abril de 2017 0