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Posts na categoria "Alimentação"

A páscoa pode ser uma delícia com menos açúcar

13 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Pequeno Gourmet

Foto: Pequeno Gourmet

É tanta opção de doces que os pais ficam até tontos na páscoa. Os preferidos das crianças costumam ser aqueles com os personagens de desenhos favoritos. E por mais que os pais não tenham costume de dar doces para os filhos, muitas vezes eles ganham de presente. A gente não precisa promover uma luta contra os presentes ganhados, mas pode, quando for o desejo dos pais, criar situações mais atrativas para manter a crianças dentro do planejamento alimentar de quem preza por uma alimentação mais saudável.

Recebemos algumas dicas do site Pequeno Gourmet com ideia para, pelo menos, diminuir a ingestão de doces durante esta época. A primeira dica é transformar tudo em brincadeira. Brincar com temas relativos à páscoa: Para os bebês, coelhinhos de pelúcia são ótimos presentes. Para os maiores, livros temáticos, fantoches de dedinhos, adesivos, kit para fazer orelhinhas, entre outras opções.

Outra opção é envolver as crianças na criação de opções mais saudáveis, como a preparação de um delicioso bolo de cenoura. Confira a receita enviada pelo Pequeno Gourmet:

Bolo de Cenoura da Páscoa

Dica #1 – Uma pitadinha de canela e uma de cravo da índia em pó dão um sabor de especial ao bolo

Dica #2 – Acrescentar coco ralado fresco à massa também é uma boa pedida e depois de pronto regar com suco de laranja.

Dica #3 – Mas se preferir, derreta uma barra de chocolate 70% em banho-maria e cubra o bolo.

Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 bolo ou 20 bolinhos

Ingredientes

2 cenouras médias

4 ovos

1 xíc. de azeite ou óleo

1 1/2 xíc. de farinha de trigo

1/2 xíc. de farinha de trigo integral

1 xíc. de açúcar mascavo

1 col. de sopa de fermento em pó

Modo de preparo

No liquidificador, bata as cenouras, os ovos e o azeite/óleo até a mistura ficar homogênea. Em uma tigela, coloque as farinhas, o açúcar e o fermento em pó. Incorpore a mistura do liquidificador à seca. Coloque a massa em uma assadeira para bolo untada ou em forminhas para cupcakes. Leve ao forno médio por trinta minutos e pronto. Agora é só servir!

Ovos de chocolate

Pra quem  não abre mão de oferecer ovos de chocolate, o mercado tem cada vez mais opções saudáveis. Confira algumas dicas que já publicamos no site, clicando aqui!

 

Papinha infantil é proibida pela Anvisa

21 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Ricardo Duarte

Foto: Ricardo Duarte

Está proibida a venda e fabricação dos produtos da marca Papa no Prato. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a suspensão porque a empresa não possui registro na Anvisa. Os alimentos são vendidos pela internet e não há informações sobre o fabricante, segundo a agência.

Os alimentos fazem sucesso com as mães, pois são produzidos, segundo a empresa, com produtos orgânicos e saudáveis, selecionados cuidadosamente. No entanto, a Anvisa exige que os alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância tenham registro para que possam atestar a segurança dos produtos.

 

Pais ficam furiosos por escola enviar bilhetes dizendo que filhos estão obesos

21 de março de 2017 5

Por Sibeli Fagundes

Reprodução/Mirror

Reprodução/Mirror

Você ficaria furiosa se a escola do seu filho enviasse um bilhete com um alerta sobre o sobrepeso ou obesidade dele? Os pais de estudantes de uma escola primária de Plymouth, na Inglaterra, ficaram. As crianças têm quatro anos de idade e foram avaliadas seguindo regras do serviço público de saúde do Reino Unido.

Na avaliação enviada aos pais, havia as medidas da criança a avaliação do IMC (índice de massa corporal). Também indicava o serviço de saúde para que pudessem procurar auxílio.

O pai de Roxanne, Martin John Tall, considerada com excesso de peso, desabafou. Disse que ficou chocado e questionou que a atitude da escola, que poderia desencadear um complexo em uma criança tão nova sobre o peso dela.

Reprodução/facebook

Reprodução/facebook

Kelly Franklin, mãe de Jake, também ficou indignada. Disse que o filho, além de ter passado recentemente por um cirurgia no cérebro (nasceu com Sagittal Craniosynostosis, que provoca o fechamento das placas ósseas do crânio mais cedo ) e tem outras doenças, que afetam o processamento sensorial, além de déficit de atenção.

Olhando as fotos das crianças, nenhuma parece obesa. No entanto, pela calculadora de IMC, estão realmente acima do peso, mas nada que não possa ser revertido facilmente. A escolas, inclusive, pede atenção à alimentação e à prática de atividade física.

Quando meu filho tinha 4 anos, o pediatra também alertou que estava acima do peso. Quem o via, enxergava um criança magra (o excesso era pequeno, mas havia). Eu dei atenção ao alerta e cuidei mais ainda da alimentação dele. Hoje, está dentro da normalidade.

Talvez tenha havido falta de sensibilidade da escola. Procurada pelo jornal Mirror, a direção não se pronunciou.

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Cinco dicas para seu filho comer o lanche na escola

14 de março de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Maicon Damasceno / Agencia RBS

Foto: Maicon Damasceno / Agencia RBS

Muitas vezes recebemos dúvidas e angústias dos nossos ouvintes e leitores através do e-mail do blog e das redes sociais. E uma delas diz respeito ao lanche da criança na escola. Desde o começo das aulas tenho recebido relatos de algumas mães pedindo dicas para os filhos, pois eles não comem o lanche que elas enviam. Eu confesso que já tive problemas neste sentido com meu filho maior. E adotei algumas estratégias que têm dado certo até o momento, para que ele coma todo o lanche que eu envio. E divido agora com vocês! Espero poder ajudar as mamães e papais com dúvidas. Claro que estas são dicas baseadas na minha experiência como mãe, e pode ser que não funcionem com todas as crianças.

1) Combine com a criança o que será levado de lanche
Independente do que a criança vai levar, é bacana que ela saiba com antecedência o que estará na lancheira. Eu sempre procuro enviar: um suco, iogurte ou térmica com leite + fruta (inteira ou picada) + sanduíche, bolo ou bolacha, entre outros. Preparo no dia anterior, já que ele sai cedo. E mostro para ele o que eu preparei, para que ele não seja pego de surpresa.

2) Dê opções para a criança
Gosto de deixá-lo escolher o que levar de lanche, dentro de algumas possibilidades. Para decidir a fruta por exemplo, costumo mostrar pra ele as que tem em casa, para que ele decida qual delas quer.

3) Deixe que a criança ajude a preparar
Quando faço sanduíche, por exemplo, peço pra que ele me ajude a preparar, ou ao menos deixo ele me observar para aprender. Ele se sente estimulado a comer desta maneira.

4) Compre potinhos divertidos
Existem potes de diversos personagens e as crianças adoram. E comprei também gelinhos artificiais coloridos. Ele acha divertido, e são necessários para conservar o alimento até a hora do lanche, quando não há oportunidade de colocar na geladeira.

5) Estipule regras
Lá em casa nós temos algumas combinações caso ele não coma o lanche. Às vezes ele deixa de olhar TV naquele dia, ou fica menos tempo no videogame. Como normalmente o que é “lanche de geladeira” vai fora se ele não come, procuro também explicar sobre desperdício.

E você? Como faz em casa? Mande pra gente. :)

Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Publicadas regras de alerta à lactose nos rótulos de bebidas e alimentos

12 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Rótulo terá de seguir regras Divulgação/Anvisa

Rótulo terá de seguir regras Divulgação/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou as novas regras para rotulagem de produtos com lactose. São duas resoluções. A primeira é a RDC 135/2017 que inclui os alimentos para dietas com restrição de lactose no regulamento de alimentos para fins especiais. A segunda é aRDC 136/2017 que define como as informações devem ser colocadas no rótulo.

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Como há um prazo de até dois anos de transição, os fabricantes serão obrigados a cumprir as resoluções a partir de 2019. Qualquer alimento que contenha lactose em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” no rótulo.

Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” ou “baixo em lactose” nos casos em que a quantidade de lactose estiver entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto .

Com as novas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose“, “baixo teor”, ou “contém lactose”.

O rótulo dos alimentos que contém lactose devem trazer a informação desta forma:

  • Ser escrito em caixa alta e em negrito.
  • A impressão deve ser em contraste com o fundo da caixa.
  • A altura mínima deve ser de 2mm e não pode ser menor que a letra utilizada na lista de ingredientes.
  • A declaração deve ficar em um local da embalagem que não seja encoberto, que seja removível pela abertura do lacre ou de difícil visualização, como área de selagem e de torção.

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07 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Aos poucos, a legislação está se adaptando à restrição de certos tipos de alimentos que causam alergias ou intolerâncias a algumas pessoas. Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipulou que a declaração da presença de lactose será obrigatória nos alimentos com mais de 100 mg de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer produto que contenha o ingrediente em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” em seu rótulo.

O limite de 100 mg foi definido com base na experiência de outros países que já adotam esta regulação há bastante tempo, como Alemanha e Hungria. De acordo com a Anvisa, esse limite tem se mostrado seguro para as pessoas com intolerância à lactose.

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Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” nos casos em que a quantidade de lactose for reduzida para valores entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante.

Com a instituição dessas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose” ou “baixo teor”, para os produtos cujo teor de lactose tenha sido reduzido e “contém lactose”, nos demais alimentos com presença desse açúcar.

Mas isso não é para já e não abrange todos locais. A indústria tem até 24 meses para se adaptar e esgotar os estoques já existentes. Estabelecimentos que preparam os alimentos, sejam eles sem embalagens ou embalados no próprio ponto de venda a pedido do consumidor, não estão obrigados a informarem sobre o conteúdo de lactose.

O que é lactose?
A lactose é o principal açúcar presente no leite de mamíferos. Quando alimentos contendo lactose são ingeridos, esse açúcar é processado pela enzima lactase e transformada em glicose e galactose. Na maioria das pessoas, a atividade da lactase diminui após o desmame e leva as pessoas a se tornarem menos tolerante à enzima com o passar dos anos.
Os principais sintomas da intolerância são abdominais, como dor e distensão, flatulência, diarreia, náusea, vômitos ou constipação. A intolerância é diferente das alergias. Nesse último caso as reações do organismo podem ser mais graves e o limite de ingestão não tem como ser definido.

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Como fazer bolo integral!

Além de ingerir uma parte, Bela Gil transformou placenta em cápsulas. Entenda o motivo

31 de janeiro de 2017 1

Por Elisandra Borba

Foto: Andréa Graiz

Foto: Andréa Graiz

Foi uma polêmica muito grande quando Bela Gil contou que ingeriu parte da placenta do nascimento do último filho. Isto aconteceu no ano passado. A doula que atendeu o parto, bateu a placenta com vitamina de banana. Além de Bela, o marido e a filha fizeram questão de experimentar também. Nesta terça-feira (31) durante entrevista ao TimeLine Gaúcha, a apresentadora explicou que além da vitamina, o restante da placenta foi transformado em capsulas e ela toma sempre que sente necessidade.

Ouça a entrevista.

Apesar de não ter uma pesquisa científica embasando, Bela Gil destaca que tem muitos médicos que acreditam que ela melhora a oscilação hormonal, diminuindo os índices de depressão pós parto. A prática é muito comum para quem tem parto domiciliar, explicou. As capsulas, inclusive, podem ser usadas na menopausa para diminuir as complicações que a mudança nos hormônios provocam nesta fase. A placenta é rica em ferro, segundo a apresentadora. Ela disse não saber se realmente funciona, mas gosta do efeito placebo de saber que está ingerindo algo que vai lhe fazer bem. Sobre o gosto, ela disse que tinha tanta fruta junto, que nem sentiu.

Bela Gil está em Porto Alegre para lançar o livro Bela Gil lança Bela Cozinha – Ingredientes do Brasil. Ela falou ainda na entrevista sobre as polêmicas que envolvem o nome dela. Recebe com tranquilidade e diz que cada um precisa saber o que é melhor para si, levando em conta o contexto em que vivem. Ela não se considera vegana porque se desejar comer um churrasco, por exemplo, vai comer. Apenas gosta de saber a origem e qualidade do que está ingerindo.

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Transformando o alimento preferido da criança em refeição completa

30 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Divulgação

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Não é fácil fazer uma criança seletiva comer. Só quem passa por isso sabe. Não me venham com teorias de como mudar isto que a gente está careca de pesquisar como melhorar o apetite dos filhos. No caso da minha filha, o problema foi o refluxo que transformou o momento de comer em hora de dor, em vez de prazer e por isso eu a entendo. Como não posso deixá-la sem comer, aproveito os gostos para esconder os desgostos.

Atualmente ela quer comer só carne, então, faço um hambúrguer completo para ela. Escolho uma carne de boa qualidade e misturo nela legumes ralados - tento usar pelo menos três diferentes para variar as vitaminas e vou mudando as opções conforme vou fazendo mais. Para dar liga, coloco um ovo e cereais. Costumo bater aveia, chia e linhaça para fazer farinha. Também uso outras coisas, como trigo cozido, farinha integral, farinha de banana e tudo que você julgar importante para alimentação. Até feijão ou lentilha cozidos eu misturo no hambúrguer. Também é importante colocar temperos e sal. Eu uso alho, cebola, tempero verde, ervas… Pode ser da preferência da família. Depois de tudo misturado, molda os hambúrgueres e congela. Vai tirando e grelhando com um óleo de milho, canola ou outro de boa qualidade.

Foto: arquivo pessoal

Foto: arquivo pessoal

Também funciona com a gente omelete. O princípio é o mesmo do hambúrguer. Eu bato os ovos e ralo dentro os legumes. Também acrescento alguma farinha/cereal e feijão ou lentilha e sal. Coloca numa frigideira antiaderente com um pouquinho de óleo e pronto.

Torta de legumes é  uma ótima opção também. Basta bater legumes, ovo, água e farinha no liquidificador. Também pode colocar os cereais. Coloca um pouco de fermento químico e asse no forno.

A ideia é aproveitar o que a criança mais gosta e turbinar com vitaminas. Aproveite as ideias e encaminhe pra gente as suas sugestões que também vamos testar. :)

Bebê gigante não é normal e pode esconder um sério risco à saúde

27 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Brian virou sensação nas redes sociais

Brian virou sensação nas redes sociais

Muita gente ficou chocada nesta semana ao ler a notícia sobre uma mãe que deu à luz de parto normal a um bebê com mais de seis quilos. Bebês deste tamanho não são comuns e por um motivo importante: isto não é saudável. Quem explica os motivos é o pediatra Marcelo Pavese Porto, Vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul e neonatologista.

O especialista destaca que na maioria das vezes este fenômeno decorre de diabetes gestacional, que pode gerar uma série de problemas no bebê, ou ainda, depois que ele for adulto. Problemas neurológicos, alterações na glicose e até cardiopatias congênitas estão entre as doenças que o excesso de peso na infância pode causar.

O médico salienta que é preciso observar a genética familiar e sobretudo fazer o acompanhamento pré-natal. Claro que têm casos de crianças que nascem maiores, que não tem nenhum problema, desde que observado a idade gestacional, exames de pré-natal, genética e alimentação durante e período gestacional. Bebês que nascem acima de 3,8 Kg com 40 semanas de gestação já devem ser observados.

Minha filha Sara nasceu com 4,005 kg. Eu não tive nenhuma alteração no meu pré-natal. No nosso caso, contou a genética do pai dela, que também foi um bebezão que nasceu com mais de 4kg. Mesmo assim, no hospital ela passou por testes de glicose durante toda estadia. Todos os testes deram bons, o que nos deixou aliviados.

O pediatra Marcelo Pavese Porto chama atenção ainda para os bebês após o nascimento. Mesmo os que são alimentados exclusivamente no peito, não é considerável saudável que seja gordo. Aquele perfil de bebê de propaganda, exemplificou o pediatra. Ele explica que muitas vezes, a quando o bebê chora por qualquer motivo, a mãe dá o peito para acalmar e ele acaba mamando mais que o necessário. Isto cria uma cultura errada de que todos os problemas da crianças serão sanados com alimento, explica Porto.

Precisamos perder o costume de achar que o bebê para ser saudável, precisa ser gordo. A notícia é que é exatamente o contrário disto.