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Posts na categoria "amamentação"

Banco de leite do Hospital Fêmina recebe um terço de doações necessárias

24 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Artur Moser

Foto: Artur Moser

As mães que amamentam e têm leite em excesso podem ajudar a melhorar os estoques do Hospital Fêmina, em Porto Alegre. A instituição está com o volume abaixo do necessário para atender aos bebês internados na neonatologia. O banco de leite tem recebido cerca de 20 litros de doação, enquanto o ideal é receber 60 litros. Um litro de leite humano pode beneficiar até 50 recém-nascidos.

A doação proporciona os benefícios do aleitamento para os bebês impossibilitados de mamar direto no seio materno, segundo o hospital: “Esse alimento auxilia na recuperação dos recém-nascidos prematuros e/ou com baixo peso e os internados na neonatologia”.

As mães interessadas em doar devem ligar para o telefone (51) 3314-5353, preferencialmente das 8h às 17h, que uma equipe preparada fará o cadastro e as orientará em relação aos procedimentos adequados.

Alimentos e bebidas terão alerta sobre presença de lactose

07 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Aos poucos, a legislação está se adaptando à restrição de certos tipos de alimentos que causam alergias ou intolerâncias a algumas pessoas. Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipulou que a declaração da presença de lactose será obrigatória nos alimentos com mais de 100 mg de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer produto que contenha o ingrediente em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” em seu rótulo.

O limite de 100 mg foi definido com base na experiência de outros países que já adotam esta regulação há bastante tempo, como Alemanha e Hungria. De acordo com a Anvisa, esse limite tem se mostrado seguro para as pessoas com intolerância à lactose.

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Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” nos casos em que a quantidade de lactose for reduzida para valores entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante.

Com a instituição dessas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose” ou “baixo teor”, para os produtos cujo teor de lactose tenha sido reduzido e “contém lactose”, nos demais alimentos com presença desse açúcar.

Mas isso não é para já e não abrange todos locais. A indústria tem até 24 meses para se adaptar e esgotar os estoques já existentes. Estabelecimentos que preparam os alimentos, sejam eles sem embalagens ou embalados no próprio ponto de venda a pedido do consumidor, não estão obrigados a informarem sobre o conteúdo de lactose.

O que é lactose?
A lactose é o principal açúcar presente no leite de mamíferos. Quando alimentos contendo lactose são ingeridos, esse açúcar é processado pela enzima lactase e transformada em glicose e galactose. Na maioria das pessoas, a atividade da lactase diminui após o desmame e leva as pessoas a se tornarem menos tolerante à enzima com o passar dos anos.
Os principais sintomas da intolerância são abdominais, como dor e distensão, flatulência, diarreia, náusea, vômitos ou constipação. A intolerância é diferente das alergias. Nesse último caso as reações do organismo podem ser mais graves e o limite de ingestão não tem como ser definido.

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Banco de leite do Presidente Vargas está recebendo menos da metade de doações necessárias durante as férias

26 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Cristine Rochol / Prefeitura de Porto Alegre

Foto: Cristine Rochol / Prefeitura de Porto Alegre

Recebemos mais uma vez hoje um pedido muito especial, dos que sempre divulgamos e fazemos questão de apoiar. Pedido de doação de leite materno. A situação está bastante complicada no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas que é referência no tratamento de prematuros, que são os mais afetados pela diminuição do volume de doações. Segundo Secretaria da Saúde municipal, as férias de verão, quando muitas pessoas viajam, e o fim do período de amamentação de algumas doadoras contribuíram para a redução do estoque. O local tem capacidade para processar a demanda de 100 litros de leite humano por mês, quantidade que seria suficiente para suprir as necessidades dos bebês prematuros internados na neonatologia. Atualmente, o banco tem conseguido manter a média de quatro litros por dia, quando seriam necessários dez litros, mais que o dobro do estoque neste momento.

Como fazer a doação:

Toda mãe que estiver amamentando, com excesso diário de leite (no mínimo em torno de 50ml), clinicamente saudável e residente em Porto Alegre pode ser uma doadora. Basta entrar em contato com o Banco de Leite Humano, que fica na avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, telefone 3289-3334. Serão confirmados os critérios de doação e repassadas orientações iniciais para esgotar as mamas manualmente e armazenar o leite com segurança, até que a doadora possa se dirigir ao Banco de Leite para a primeira doação. Será feito preenchimento de cadastro e coletada assinatura de termo de consentimento. Após, a equipe começa a buscar o leite direto na residência, momento em que poderá esclarecer dúvidas. O leite recebido passará por uma análise de qualidade, segurança e pasteurização e, só depois, será liberado ao consumo dos bebês.

Benefícios

O leite materno é importante para os bebês, pois aumenta a imunidade, diminui o risco de doenças infecciosas e diarreias, além de atuar no sistema cognitivo. Para os bebês prematuros, o leite materno é fundamental na luta pela sobrevivência. “Dos 25 leitos disponíveis na neonatologia, 5% são ocupados por bebês que nasceram com algum tipo de patologia intestinal, necessitando passar por processo cirúrgico”, destaca a coordenadora do Banco de Leite, enfermeira Maria Inês Voigt. Os demais são prematuros de diferentes graus. “Para todos eles, o leite humano é fundamental no sentido de restabelecer a saúde e propiciar alta precoce”, comenta. Conforme Maria Inês, a maioria das mães ainda não produz leite suficiente para o consumo do filho por causa do estresse do procedimento cirúrgico enfrentado pelo bebê ou pela própria internação logo após o nascimento.

Diariamente, a equipe do banco auxilia no esgotamento (retirada) do leite materno, e a prioridade é sempre para o próprio filho, estimulando com isso o aumento da produção. Quando essa produção é ainda insuficiente às necessidades diárias do bebê, devido ao estresse materno, é prescrito leite humano doado. “Este leite supre a necessidade do bebê e tranquiliza a mãe. É um ato de solidariedade, amor, doação e altruísmo, gerando sentimento de bem-estar à doadora”, avalia Maria Inês.

Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas
Avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, 6º andar – Porto Alegre
Telefone: 3289-3334
Assessoria de Jornalismo da Secretaria Municipal de Saúde
3289-2710 | 3289-2732

Como aumentar a produção de leite materno

20 de dezembro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Felipe Carneiro

Foto: Felipe Carneiro

Uma das maiores preocupações das mães, logo que os bebês nascem, é a produção de leite. Será que vai descer depois da cesárea? Será que terei leite suficiente? Como aumentar a produção? Chá disso, chá daquilo, cerveja preta… Não faltam palpites para “ajudar” nesta hora. Por isso, conversamos com uma especialista no assunto. A Rosane Baldissera é Nutricionista, consultora Internacional em Amamentação Certificada pelo International Board Lactation Consultant Examiners e tem várias outras especializações que a capacitam para que a gente possa acreditar na ciência que ela nos traz. Veja as dicas e depois nos conte se funcionou.

Você produz pouco leite?

Antes de falar em aumentar a produção de leite, a nutriz precisa ter um diagnóstico correto de baixa produção de leite. Muitas mães acreditam não terem leite suficiente para seus bebês, porém, a maioria delas apresentam adequada produção de leite.
Um bebê que ganha de 15g a 30g de peso por dia, urina em torno de seis vezes em 24h, está se desenvolvendo bem, significa que está mamando bem e que sua mamãe tem leite suficiente para amamentar exclusivamente seu bebê. Muitas mães não sabem interpretar o choro do seu bebê e acreditam que o problema é falta de leite, o que muitas vezes não é. Bebês choram por vários motivos, e sempre que o bebê mostrar sinais de que deseja sugar, precisa ser colocado ao seio para mamar. Isso que mantém a produção de leite materno.

Como que se produz leite em quantidade suficiente para o bebê?

Amamentar em livre demanda (sempre que o bebê mostrar sinais que deseja mamar), com bastante frequência, é o que faz a mamãe ter leite suficiente para o bebê. Deixar o bebê mamar bastante tempo no primeiro seio, para depois passar ao outro seio se o bebê desejar ainda mamar, faz com que a mama produza mais leite, pois a maior parte do leite é produzido durante a mamada. Além disso, quando o bebê mama por bastante tempo no primeiro seio, até largar sozinho, o bebê mama leite com maior teor de gordura, que faz com que o bebê fique mais saciado e ganhe peso adequadamente.

Como deve ser a mamada?

A nutriz nunca deve interromper a mamada (a menos que o bebê já esteja dormindo no seio e a nutriz queira colocar ele para dormir fora do seio). Quem deve mostrar que está satisfeito é o bebê, largando o seio espontaneamente com sinais de satisfação. A pega e sucção do bebê ao seio devem estar corretas, pois faz com que o estímulo seja adequado para as glândulas produzirem bastante leite. Quando a pega e a sucção estiverem incorretas, o bebê não consegue ordenhar quantidade adequada de leite, assim não ganha peso adequado.

Como fazer para não machucar o mamilo?

A pega e sucção inadequadas podem ocasionar dor à nutriz durante a amamentação, ocasionando lesões mamilares. Sempre que houver dor durante a amamentação, é sinal que algo não está indo bem, a nutriz deve procurar ajuda. Outra dica é que a nutriz deve descansar bastante, manter-se longe de preocupações e estresse, alimentar-se bem e manter uma ingestão adequada de líquidos (em torno de 3 litros ao dia).

Como fazer para aumentar a produção de leite?

Se a pega ou sucção do bebê estiverem inadequadas, deve-se corrigir. Não tem como aumentar a produção de leite se a pega e sucção não estiverem corretas (bebê abocanha a maior parte da aréola, boca do bebê bem aberta, bochechas bem cheias e sem covinhas durante a sucção, lábio inferior virado para fora, língua bem para frente junto ao lábio inferior, canolada e com movimentos ondulatórios durante a sucção, sem barulhos ou estalos durante a mamada, bebê suga em movimentos profundos, ativos de sucção e intercala com pausas e movimentos curtos de sucção).

-Aumentar a frequência de mamadas durante as 24 horas, e amamentar à noite também (à noite produzimos maior quantidade de prolactina, hormônio da produção do leite).

-Amamentar sempre que o bebê desejar sugar, por qualquer que seja o motivo (fome, sede, desconforto, saudade da mãe, saudade do útero, necessidade de sucção não nutritiva).

-Deixar o bebê mamando por bastante tempo no primeiro seio, até ele largar sozinho, e assim passar para o outro seio se o bebê ainda quiser mamar.

-Caso o bebê não esteja sugando corretamente o seio, ordenhar as mamas com auxílio de bombas extratoras de leite materno ou com as mãos, a cada três horas ou com mais frequência, para simular um bebê sugando o seio.

-Fazer massagens em movimentos circulares nas mamas e compressas quentes antes das mamadas, para estimular o fluxo sanguíneo e assim a produção de leite.

-Evitar uso de bicos artificiais (bicos intermediários de silicone, chupetas, mamadeiras) pois alteram a dinâmica de sucção do bebê, fazem com que o bebê não ordenhe leite adequadamente, não estimulam as glândulas com eficiência, o bebê perde o interesse pelo seio e acaba desmamando do seio gradualmente.

É indicado tomar algum remédio? Por quê?

O uso de medicamentos Galactagogos (que possuem efeito colateral de aumento da produção de leite) deve somente ser indicado após realizadas as medidas não farmacológicas de aumento da produção de leite. Estes medicamentos devem ser prescritos pelo médico e com cautela, pois os medicamentos passam pelo leite materno e podem ser prejudiciais para a mãe e o bebê. Cabe salientar que algumas nutrizes não são beneficiadas desse efeito colateral dos medicamentos Galactagogos.

Existe algum chá ou liquido que ajude na produção?

Não existe.

Qualquer tipo de líquido ajuda na produção de leite. A nutriz deve manter uma ingestão mínima de 3 litros de líquidos por dia, sendo água, chás ou sucos.

“Meu bebê não está passando fome? Dou o peito, mas ele chora de irritado”

Se ele está com ganho de peso adequado (acima de 15g por dia), urinando em torno de 6 vezes em 24h, crescendo e se desenvolvendo bem, então esse comportamento não deve ser fome. É preciso descobrir a causa. Muitas vezes se deve à algum desconforto intestinal, como gases, ou ar engolido que precisa ser expelido (arroto). Pode ser doença do refluxo gastroesofágico. Pode ser irritação de sono, cansaço. Um profissional especializado em auxiliar mães/bebês com a amamentação pode identificar facilmente a causa desse comportamento. Caso seja diagnosticada baixa produção de leite, o bebê pode se mostrar irritado durante a mamada, nesse caso utilizamos uma técnica chamada translactação (técnica onde oferecemos complemento de leite materno ordenhado ou fórmula artificial através de uma sondinha conectada ao seio, o bebê suga o seio e recebe o complemento através da sondinha, assim o bebê fica tranquilo durante a mamada e estimula a produção de leite da nutriz).

Quanto tempo o leite demora pra descer depois do parto?

O leite pode demorar até 7 dias para descer completamente em maior quantidade. É importante que nesse período o bebê mame no seio com bastante frequência para estimular a descida do leite.

“Como eu sei que desceu? Sempre vou sentir?”

Na maioria das vezes a mulher sente as mamas mais volumosas e quentes, sinais de descida do leite (apojadura). Mas existem mães que não sentem a descida do leite e que as mamas não apresentam esses sinais, isso é normal também.

“Meu peito nunca fica cheio. Tenho leite suficiente?”

Peito cheio não significa produção de leite, mas sim estoque de leite. As mamas produzem em torno de 80% de leite durante a mamada. O restante é produzido nos intervalos das mamadas. Se um bebê mama com frequência, as mamas não terão estoque de leite, portanto não estarão cheias de leite. Isso porque a produção maior de leite se dá durante a mamada. Mamas foram feitas para produzir leite e não estocar. Se tem estoque de leite significa que o bebê não está mamando. Com o tempo os seios ficam mais murchos, pois a produção de leite se adapta à demanda do bebê, ou seja, as glândulas produzem leite somente na hora da mamada.

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Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Hospital Presidente Vargas precisa de doações de leite; estoque é suficiente para apenas dois dias

08 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

O Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está com baixo estoque de leite materno e precisa de doações.

A unidade possui leite suficiente para apenas dois dias de consumo. O local tem capacidade para processar a demanda de 100 litros de leite humano por mês, quantidade que seria suficiente para suprir as necessidades dos bebês internados na neonatologia.

Para doar, as mães devem entrar em contato com Banco de Leite Humano, que fica na avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, telefone 3289-3334.

O hospital vai confirmar os critérios de doação e repassar orientações iniciais para esgotar as mamas manualmente e armazenar o leite com segurança, até que a doadora possa se dirigir ao Banco de Leite para a primeira doação. Depois, a equipe começa a buscar o leite direto na residência.

Quem pode doar?

Toda mãe que estiver amamentando, com excesso diário de leite (no mínimo em torno de 50ml), desde que esteja clinicamente saudável.

Como doar?

Primeiro, a mãe deve entrar em contato com o hospital, que vai confirmar os critérios de doação e repassar orientações de como retirar e armazenar o leite, até que a doadora possa ir até o banco de leite. Depois da primeira doação, o hospital começa a buscar o leite na casa da doadora.

Onde fica o hospital?

Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas:
Avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, 6º andar
Telefone: 3289-3334

Por que doar?

O leite materno aumenta a imunidade, diminui o risco de doenças infecciosas e diarreias, além de atuar no sistema cognitivo. Para os bebês prematuros, o leite materno é fundamental na luta pela sobrevivência. Nesses casos, as mães, sob estresse, muitas vezes não conseguem produzir a quantidade suficiente para alimentar os filhos internados.

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Banco de Leite da Santa Casa está com estoque muito baixo e precisa de doações

05 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

O estoque do Banco de Leite Humano da Santa Casa está com o estoque muito abaixo do recomendado, que seria de quatro litros. Hoje, a unidade conta com apenas 750 ml. A instituição atende, em média, 20 bebês na UTI neonatal, que dependem das doações de leite.

Para doar, a mãe deve estar amamentando e possuir excedente de leite. Ela não deve ser fumante, usuária de drogas ou estar utilizando medicações que impeçam a amamentação. É necessário realizar cadastro junto ao banco de leite, onde serão solicitados os exames de pré-natal.

O Banco de Leite Humano da Santa Casa fica na rua Prof. Annes Dias, 295, no centro da Capital. O telefone de contato é 51-3214-8284 e o e-mail é blhsantacasapoa@santacasa.tche.br. A unidade funciona inclusive em finais de semana e feriados, das 7h às 12h e das 13h às 18h30.

Quem pode doar leite?

Qualquer mulher que esteja amamentado, com excedente de leite no peito e que seja saudável. Não pode ser fumante, usuária de álcool ou drogas.

O que é necessário para ser doadora?

Se cadastrar no Banco de Leite Humano, trazendo seus exames do pré-natal para avaliação. Após o cadastro o leite pode ser retirado no Banco de Leite ou em casa, seguindo orientações recebidas.

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Como se dá o processo de cuidados com este leite doado?

O leite será analisado físico, químico e microbiologicamente, passará pelo processo de pasteurização e somente após, será utilizado para os bebês internados.

Quem vai receber o leite?

Bebês internados na neonatologia, cujas mães não produzem leite em quantidade suficiente ou não poderão amamentá-los. A maioria destes bebês é prematuro.

Lembre-se: A doação do excedente de leite não diminuirá a sua quantidade de leite. Quanto mais leite “sai” da mama, mais a mama irá produzir.

Cuidados no momento da ordenha (retirada) do leite e armazenamento:

-Lavar bem as mãos e antebraço
- Retire adornos, proteja a boca e o nariz com mascar ou pano limpo
-Prenda os cabelos com touca ou uma toalha
-Lave as mamas com água e retire as primeiras gotas e/ou jatos de leite, desprezando-os

Recipiente para coleta:

Frascos de vidro com tampa plástica (sem o papelão do interior da tampa). Este frasco deve ser lavado com água e detergente neutro. Ferver o vidro e tampa por 15 min. Deixar secar naturalmente, emborcado em pano limpo.
Se for utilizar esgotadeira (aparelho de tirar leite) para retirar leite, deve passar pelo mesmo processo.
Após esgotar a mama (retirar o leite), o frasco deve ser armazenado no freezer, etiquetado com identificação do nome, data e hora da 1ª coleta.
As próximas ordenhas podem ser feitas com o auxílio de uma xícara limpa e fervida previamente.
Junte o leite coletado ao leite pré-congelado.

Após a coleta, o que fazer:

- O leite pode ficar armazenado até 15 dias no freezer e/ou congelador.
- Se o leite será trazido p/ o Banco de Leite Humano, deve chegar no máximo até 10ºdia.
- Para o transporte – o leite deverá ser transportado congelado em isopor ou caixa isotérmica, limpos e íntegros, sem gelo até o Banco de Leite Humano o mais rápido possível.

A Santa Casa tem parceria com os Bombeiros e o Rotary que fazem a busca do leite na cada da doadora, caso necessário.

Entre em contato para mais informações: (51) 3214.8284

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13 de setembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Uma das orientações que os médicos dão para as gestantes é a de não ingerir álcool. O mesmo serve para a lactante, a mulher que está amamentando o seu bebê. Mesmo assim, há quem não siga a recomendação. Eu acredito que um dos motivos para isso é a ausência de estudos que relacionem diretamente o consumo moderado de bebida alcóolica com eventuais malefícios ao feto ou ao recém-nascido.

Eu conversei sobre o assunto com o professor da PUCRS e diretor da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Sul (Sogirgs), Gustavo Steibel, que foi bem claro: não há uma dose de álcool segura recomendada para o consumo. Aliás, a orientação é justamente não beber!

“Na gestação, nunca! Na amamentação, só se estiver realmente com muita vontade, porém com muita moderação, lembrando que o álcool é tóxico, assim como o tabaco. Embora sejam substâncias permitidas por lei, são prejudiciais”, defende.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda ÁLCOOL ZERO durante a gravidez.

Embora não haja nenhuma pesquisa que dê margem para a ingestão moderada de álcool na gestação, existem estudos científicos que demonstram que o consumo diário de álcool pela gestante causa Síndrome Alcóolica Fetal (SAF). A síndrome, que afeta cerca de 50 mil bebês por ano no Brasil, causa retardo no desenvolvimento, com alterações no funcionamento intelectual.

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Álcool passa a placenta

O obstetra Gustavo Steibel é taxativo ao desaconselhar que mulheres grávidas tomem qualquer tipo de bebida alcóolica:

“O que está bem claro é que o álcool é tóxico, a gente não sabe se há uma quantidade segura. O que se sabe é que ele passa a placenta facilmente. Em duas horas, já há circulação de álcool no bebê”.

Melhor nem tomar um gole

Perguntei a ele se a grávida pode comer bombons com licor. A orientação é a mesma: melhor evitar.

“A grávida tem tantos outros cuidados, evita alimentos que são muito menos perigosos e fica questionando a questão de um gole para um brinde ou um bombom com licor. Provavelmente não vai fazer mal, mas vale a pena correr o risco?”

E na amamentação?

O diretor da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado, Gustavo Steibel, afirma que durante a amamentação também não há dose segura de álcool recomendada para ingestão.

“Não passa tão direto para o bebê como dentro do útero, mas é melhor não beber, não é o momento de ingerir álcool. Talvez um copo não seja problema, mas o quanto vai passar para o bebê depende da velocidade de metabolização do álcool pela pessoa”.

O obstetra pondera que, se a mulher tem muita vontade de tomar uma bebida alcóolica, deve observar os intervalos entre as mamadas, que geralmente ocorrem de três em três horas. Portanto, se for beber, o ideal é que consuma uma dose baixa logo após uma mamada, para que o organismo tenha tempo de metabolizar o álcool

Para finalizar, questionei ele sobre o conselho das avós, de que tomar cerveja preta aumenta a produção de leite: “não, é um mito!”

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Adolescentes com depressão pós-parto abandonam amamentação mais cedo

17 de agosto de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) revela que a depressão pós-parto é mais comum em mães adolescentes, e influencia diretamente no abandono precoce do aleitamento materno exclusivo. O estudo foi feito na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. A pesquisadora Juliana Regina Cafer afirma que o estudo também revelou que as mães adolescentes, com sintomas de depressão pós-parto, consideram a amamentação apenas como uma forma de alimentação, não associando essa prática com a criação ou fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê.

Depressão pós-parto: o que é e como ajudar

Os sintomas mais comuns da depressão pós-parto são instabilidade de humor, preocupação excessiva com o bebê, ansiedade grave, ataques de pânico, desinteresse, e medo de ficar só com a criança. Dados da literatura científica na área mostram que uma, a cada duas gestações que ocorrem na adolescência, apresenta depressão pós-parto, e que quanto mais precoce é a gestação, maior a chance de a mãe desenvolver sintomas depressivos.

- Isso acontece devido à tendência das mães adolescentes serem mais socialmente isoladas, presenciar níveis mais elevados de estresse familiar, e terem baixa autoestima e confiança – afirma a pesquisadora Juliana Regina Cafer.

E a alteração emocional causada pela depressão é o que influencia no fácil abandono do aleitamento materno diante das dificuldades iniciais da amamentação:

- As mães que apresentam sintomas de depressão pós-parto tendem a ter disponibilidade prejudicada para amamentar em livre demanda, e sentem-se aliviadas com a introdução da mamadeira – revela a pesquisadora.

No estudo da USP, foram acompanhadas 14 mulheres, com idade entre 12 e 19 anos. A maioria com autoestima baixa. Tanto, que chegam a duvidar da eficácia do leite materno, considerando-o fraco e insuficiente para sustentar o bebê. A partir deste cenário, o estudo comprovou que as mães acabam introduzindo fórmulas lácteas, leite de vaca, e alimentos sólidos antes dos seis meses de vida do bebê.

Mães usam a Internet para tirar dúvidas

A pesquisa também mostra que a maior parte dessas mães usa a internet para tirar dúvidas relacionadas à amamentação e à maternidade. E que, muitas vezes, não se sentem à vontade para tirar dúvidas com um profissional de saúde ou familiar. Mas os especialistas alertam que a internet não substitui o acompanhamento de um profissional de saúde no pós-parto:

- O acompanhamento se faz essencial neste período, ainda mais se for uma gravidez em meio a aspectos de vulnerabilidade, como gravidez indesejada na adolescência, pobreza, violência doméstica, e ausência do parceiro -  reforça Juliana Regina Cafer.

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Rio Grande do Sul tem apenas seis bancos de leite humano ativos

02 de agosto de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

O Rio Grande do Sul tem apenas seis bancos de leite ativos, sendo que metade está localizada em Porto Alegre. As unidades ficam nos Hospitais Presidente Vargas, Fêmina e Santa Casa, na Capital, e no interior, no Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr, em Rio Grande, no Hospital de Caridade de Ijuí e na Santa Casa de Caridade de Bagé.

Mesmo com o número reduzido de bancos de leite ativos, o Rio Grande do Sul é o terceiro em número de doadoras de leite humano no país, perde apenas para São Paulo e Paraná.

Segundo dados da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, em 2015, 15.599 mulheres doaram leite materno aos bancos do Estado, o que corresponde a 8,9% do total de doadoras do Brasil. No ano passado, 4.481,4 litros de leite humano foram distribuídos no Rio Grande do Sul.

Em todo o mundo, há 292 bancos de leite humano, sendo que 72,9% deles estão no Brasil, o que torna o país uma referência no aleitamento.

Nem todas as mães conseguem doar

Mesmo assim, nem todas as mães que querem doar, conseguem. A cabeleireira Vanessa da Silva Brandão, de 20 anos, tem excesso de produção de leite. Ela nos contou que, enquanto amamenta a filha Gabrielly, que vai completar um mês em 8 de agosto, a outra mama “jorra” leite.

A foto abaixo é de um balde cheio quase pela metade após a alimentação da sua filha.

Vanessa da Silva Brandão / arquivo pessoal

Vanessa da Silva Brandão / arquivo pessoal

O problema é que a Vanessa é de Sapiranga e o hospital local não tem um banco de leite. Os bancos de leite mais próximos ficam em Porto Alegre, mas ela não tem como se deslocar. Por isso, acaba tendo que jogar fora o excesso de leite produzido!

O Hospital Fêmina tem um convênio com o Corpo de Bombeiros, que busca doações, porém apenas em Porto Alegre. O mesmo acontece na Santa Casa, que tem parceria com os bombeiros e com o Rotary. O Hospital Presidente Vargas disponibiliza uma equipe para recolher o leite ofertado depois da primeira doação, que deve ser presencial.

Por que doar?

Um litro de leite materno doado pode alimentar até dez bebês. Com essa doação, os recém-nascidos internados em UTIs neonatais ganham peso mais rápido, se desenvolvem com mais saúde e ficam protegidos de infecções.

Atualmente, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano supre 60% da demanda dos bebês prematuros e de baixo peso internados no país.

Bancos de leite no RS

Confira onde ficam e os telefones de contato dos bancos de leite do Rio Grande do Sul:

Hospital Fêmina (Grupo Hospitalar Conceição) – Porto Alegre
Av. Mostardeiro, 17 , 8º andar , Moinhos de Vento
Tel.: 51-3314-5362 / 51-3314-5200

Hospital Materno Infantil Presidente Vargas – Porto Alegre
Avenida Independência, 661 , 6º andar bloco A , Centro
Tel.: 51-3289-3334 / 51-3289-3000

Santa Casa de Misericórdia - Porto Alegre
Rua Professor Annes Dias, 295 , Centro
Tel.: 51-3214-8284 / 51-3214-8080

Santa Casa de Caridade de Bagé
Rua Gomes Carneiro, 1.350 , Centro
Tel.: 53-3242-7022

Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. – Rio Grande
Rua Visconde de Paranaguá, 102 , Centro
Tel.: 53-3233-8880

Hospital de Caridade de Ijuí
Avenida David José Martins, 152, Centro
Tel.: 55-3331-9324 / 55-3331-9300

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Confira informações sobre a doação de leite, fornecidas pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano:

Quem pode ser doadora de leite humano?

Mulheres que produzem um volume de leite além da necessidade do bebê. Além disso, a doadora deve ser saudável, não usar medicamentos que impeçam a doação e se dispor a ordenhar e a doar o excedente. Não pode ser usuária de álcool ou drogas.

Como preparar o frasco para coletar o leite humano?

- Escolha um frasco de vidro com tampa plástica, pode ser de café solúvel ou maionese;
- Retire o rótulo e o papelão que fica sob a tampa e lave com água e sabão, enxaguando bem;
- Em seguida, coloque em uma panela o vidro e a tampa e cubra com água, deixando ferver por 15 minutos (conte o tempo a partir do início da fervura);
- Escorra a água da panela e coloque o frasco e a tampa para secar de boca para baixo em um pano limpo;
- Deixe escorrer a água do frasco e da tampa. Não enxugue;
- Você poderá usar quando estiver seco.

Como se preparar para retirar o leite humano (ordenhar)?

O leite deve ser retirado depois que o bebê mamar ou quando as mamas estiverem muito cheias.

1- Escolha um lugar limpo, tranquilo e longe de animais;

2- Prenda e cubra os cabelos com uma touca ou lenço;

3- Evite conversar durante a retirada do leite ou utilize uma máscara ou fralda cobrindo o nariz e a boca;

4- Lave as mãos e antebraços com água e sabão e seque em uma toalha limpa.

Como guardar o leite retirado para doação?

O frasco com o leite retirado deve ser armazenado no congelador ou freezer. O leite pode ficar armazenado congelado por até 15 dias.

O leite humano doado, após passar por processo que envolve seleção, classificação e pasteurização, é distribuído com qualidade certificada aos bebês internados em unidades neonatais.

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