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Posts na categoria "destaque"

Vídeo: Bebê que adora banho transforma batizado em festa, em São Paulo

02 de maio de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução Youtube

A cena mais comum em batizados e ver os bebês chorando, assustados com toda aquela movimentação atípica. Pois com o Gustavo, de dez meses, a cena foi totalmente diferente: ele dá gargalhadas durante o banho na pia batismal e quando termina, bate palmas junto com os fiéis da igreja católica de Campo Limpo Paulista (SP).

O vídeo foi postado pela mãe do menino, Juliane Dias, no dia 25 de abril e já tem mais de 500 milhões de visualizações. “Vê se posso com isso, Gustavo rindo na pia batismal!!”, postou na conta pessoal do YouTube.

Em entrevista ao Portal G1, Juliane disse que não esperava toda esta repercussão quando postou o vídeo: “Ele adora tomar banho, adora uma água. Nós temos que trancar a porta quando damos banhos nele. Mas confesso que eu não esperava que ia gostar tanto do batismo”.

Confira o vídeo completo:

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28 de abril de 2017 0

Quando furar a orelha do bebê e quais cuidados tomar

17 de abril de 2017 1

Por Elisandra Borba

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal – Sara furou a orelha com 15 dias de vida e direto com o brinco. Na foto ela está com três meses.

Grande parte dos pais de meninas optam por furar a orelhinha para colocar brincos. Mas não basta escolher a melhor joia, é importante tomar alguns cuidados. A pediatra associada da Sociedade de Pediatria do RS (SPRS), Liane Netto, explica que estas preocupações evitam irritações, contaminações e alergias.

- É recomendável que o furo seja feito com um brinco de ouro ou com aço inoxidável, para que a criança não tenha alergia. Os materiais também evitam qualquer tipo de contaminação;

- Após o furo, fazer a higienização diária até a completa cicatrização;

- É possível, também, passar uma pomada antibiótica no local, caso seja recomendado por um especialista;

- Cuidar para que não tenha inchaço ou vermelhidão. Nesses casos, buscar auxílio médico para saber como tratar;

- Atentar para a troca de roupas e do banho para não enroscar ou prender as roupas no brinco;

- O local ideal deve ser ambulatórios e serviços oferecidos por enfermeiros fora de ambientes hospitalares e farmácias para evitar risco de eventual contaminação.

Qual o momento ideal para furar a orelha do bebê?

A pediatra Liane Netto explica que não há idade ideal para colocação do primeiro brinco. Pode ser colocado com cerca de uma semana, quinze dias de vida. É importante atentar para o tamanho do brinco, compatível ao tamanho da orelha da criança. Além de tomar todos os cuidados referentes a higiene e também para evitar a dor da criança.

Tem uma criança esperando por você: adote!

11 de abril de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Divulgação/TJRS

Divulgação/TJRS

O Rio Grande do Sul tem 573 crianças, a partir dos seis anos de idade, e adolescentes esperando por adoção. A Coordenadoria da Infância e Juventude atualizou a tabela com os dados básicos, como idade, sexo, raça e a situação jurídica. No Estado, há 5.375 pessoas esperando para adotar uma criança.

A lista foi criada em dezembro do ano passado pelo Projeto Busca-Se (r)  para ampliar as possibilidades de adoções que são mais difíceis por tratarem-se de casos como grupos de irmãos, fora da faixa etária mais procurada, ou portadores de deficiências ou doenças.

Quem tiver interesse, deve entrar em contato com a Coordenadoria da Infância e Juventude pelo email cijrs@tjrs.jus.br.

As mais acessadas da semana!

07 de abril de 2017 0

Vacina da gripe para menores de 3 anos chega a partir da semana que vem em Clínicas de POA

06 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Jefferson Botega

Foto: Jefferson Botega

As clínicas particulares de Porto Alegre já estão vacinando contra a gripe, porém, como já vem acontecendo nos últimos anos, ainda não há doses da vacina quadrivalente para menores de três anos. O laboratório Sanofi é o único licenciado no Brasil para fornecer a vacina que protege contra quatro tipos de vírus para bebês acima de seis meses de idade. Como a Cepa da vacina é definida no último trimestre do ano e o laboratório precisa de seis meses para produzir as doses, acabam chegando somente a partir do final da semana que vem. O outro laboratório que fornece as doses quadrivalentes é o GSK, mas apenas para crianças com mais de três anos de idade.

Em resposta ao Blog Fralda Cheia, a Sanofi informou que as vacinas serão entregues no final da primeira quinzena de abril. Segundo o laboratório, todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Diferença da vacina da rede pública e privada

Ambas são vacinas seguras e protegem contra a gripe. A diferença está na vacina quadrivalente, que é oferecida apenas pela rede privada. Ela protege contra um tipo de vírus a mais que a da rede pública – subtipos H1N1 e H3N2 e duas cepas B (Victoria e Yamagata).

Composição

Todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Cepas recomendadas para a temporada do Hemisfério Sul 2017

Cepa A Michigan/45/2015/H1N1 pdn09-like Nova variação do vírus
Cepa A Hong Kong/4801/2014/H3N2-like
Cepa B Brisbane/60/2008/Victoria-like

Cepa adicional para as vacinas quadrivalentes
Cepa B Yamagata: B/Phuket/3073/2013-Like (Yamagata)

Eficácia

A efetividade da vacina contra a gripe pode variar de uma temporada para outra. Também pode mudar dependendo da pessoa que recebe a vacina, de acordo com sua idade e estado de saúde e conforme a semelhança ou “compatibilidade” entre os vírus incluídos na vacina e aqueles disseminados na comunidade. Apesar destas variações, estudos demonstram que, caso indivíduos vacinados contraiam a enfermidade, os sintomas são mais leves, além de diminuir o risco de hospitalização, especialmente no caso de crianças, idosos e grávidas, entre os quais ocorrem quadros mais graves e maiores índices de mortalidade. Fonte: Sanofi

Agora é lei: depoimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência tem de ser protegido

04 de abril de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

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Crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência, têm o direito à proteção especial em depoimentos. A lei, de autoria da deputado Maria do Rosário, foi sancionada hoje pelo presidente Michel Temer, na abertura do 9º Global Child Forum on South America, em São Paulo.

O texto prevê que não haverá contado algum, nem mesmo visual, com o acusado. As vítimas passam a ser acompanhados por profissionais especializados em saúde, assistência social e segurança pública. Será criado um serviço de atendimento para denúncias de abuso e de exploração sexual.

Quem violar a lei está sujeito a pena que varia de um a quatro anos de prisão.

Apesar de a lei ter sido sancionada hoje, não entra em vigor imediatamente. O governo deverá normatizar o texto em 60 dias. Depois, Estados e Municípios têm  mais 180 dias para adequação.

A lei entra em vigor mesmo, um ano após a publicação.

Teste rápido de zika é incluído na tabela de procedimentos do SUS

03 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Reprodução Youtube

Reprodução Youtube

A partir de agora os testes rápidos para detecção do zika vírus fazem parte da tabela de procedimentos do SUS. A determinação foi divulgada nesta segunda-feira (03) no Diário Oficial da União. O objetivo é otimizar o diagnóstico laboratorial para triagem inicial de amostras suspeitas zika e tratar o mais rapidamente possível.

De acordo com o Ministério da Saúde, a tecnologia confirma em 20 minutos se o paciente está ou já foi infectado pelo vírus zika em algum momento da vida. Será possível identificar o vírus no organismo, independente do tempo de infecção. Atualmente, o teste ofertado no Sistema Único de Saúde só detecta a doença quando o vírus está presente na corrente sanguínea.

O teste será realizado em pessoas que tiverem sintomas da doença e com indicação médica, sendo que as gestantes e crianças terão preferência.

O zika vírus é apontado como responsável pela epidemia de microcefalia que o país viveu em 2015.

As mais acessadas da semana!

31 de março de 2017 0

Brasil fecha mais de 10 mil leitos pediátricos em seis anos

28 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Mais de 10 mil leitos de internação em pediatria clínica foram desativados na rede pública de saúde desde 2010. O país tinha 48,3 mil vagas destinadas a crianças que precisam permanecer num hospital por mais de 24h horas. Em novembro do ano passado (último dado disponível), o SUS ofereciam 38,2 mil – como se a cada dia cinco leitos fossem fechados.

A análise é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que também identificou que 40% dos municípios brasileiros não possuem nenhum leito de internação na especialidade.

As informações preocupam os especialistas, mas não surpreendem quem vive com os dilemas das limitações do SUS. “A redução do número de leitos tem um impacto direto no atendimento, provocando atrasos no diagnóstico e no início do tratamento de uma população que vem aumentando bastante”, critica a presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Luciana Rodrigues Silva.

De acordo com ela, as doenças que prevalecem em crianças são sazonais e nos primeiros semestres de cada ano, geralmente, acentuam-se as viroses gastrointestinais. Estas, em muitos casos, demandam internações. Além disso, a presidente destaca que casos mais sérios de dengue, que afetam crianças e adolescentes, bem como o aumento na recorrência dos casos de alergias, infecções respiratórias e pneumonia também contribuem para o crescimento da demanda por internações.

Das 5.570 cidades do Brasil, 2.169 não possuem nenhum leito. Entre as que possuem pelo menos uma unidade de terapia intensiva infantil, um terço tem menos de cinco leitos em todo o território municipal e 66 deles contam com apenas um leito.

Em números absolutos, os estados das regiões Nordeste e Sudeste foram os que mais sofreram redução no período. Na região  Sul, foram fechados 1.873 leitos. O Rio grande do Sul perdeu 521 vagas.

Apenas o Amapá criou vagas de internação pediátrica pelo SUS, passado de 180 leitos pediátricos para 230 no fim do ano passado.

Não é só o SUS

Quem conta com um plano de saúde ou procura atendimento em unidades privadas também viu cair em 1.036 o número de leitos no mesmo período. Ao todo, 20 estados perderam leitos pediátricos. As capitais foram as mais afetadas e perderam, ao todo, pouco mais de 400 leitos, metade deles apenas na capital paulista.

No Rio Grande do Sul, 114 leitos pediátricos privados foram fechados.

Veja a tabela:

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