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Ministério da Saúde não orienta uso de polvo de crochê como instrumento terapêutico em incubadoras

03 de maio de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Leo Munhoz

Foto: Leo Munhoz

É cada vez mais constante o uso de polvos feitos de crochê em UTIs Neonatal no país. Para quem não conhece, trata-se um um brinquedo feito de crochê, em formato de polvo e que é colocado dentro de incubadoras. Para os defensores do projeto “Octo”, que começou em 2013 na Dinamarca, o objeto traz diversos benefícios, como melhorar os sinais vitais; diminui a chance do prematuro puxar os fios do oxigênio, já que fica com as mãos ocupadas; além disso, os tentáculos dão a impressão de serem o cordão umbilical.

Agora, o Ministério da Saúde está divulgando um comunicado para as maternidades, informando que não há uma recomendação no ministério, tampouco tem qualquer comprovação científica de benefícios específicos para os pacientes. Segundo a nota técnica, o benefício está em posicionar o prematuro de maneira correta na incubadora, porém, isto pode ser feito, inclusive, com um lençol enrolado. O órgão defende a aplicação do método canguru, que consiste em manter o prematuro em contato com o corpo de um familiar durante algumas horas do dia. Este método proporciona estímulos sensoriais que beneficiam o desenvolvimento neuropsicomotor e a redução da morbimortalidade, comprovadamente.

Por outro lado, o Ministério acredita que a utilização do brinquedo no equipamento melhora o bem-estar da mãe, resgatando o lugar do lúdico, que acaba se perdendo durante o período de internação. Este aspecto, no entanto pode ser identificado com qualquer brinquedo: “girafas, sapos, ursos. bonecos, carros, desde que respeitadas as normas e protocolos de controle de infecção hospitalar de cada unidade”, explica a nota.

 

Fique atento aos sintomas de parasitoses e formas de prevenção

24 de abril de 2017 0
Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Mais de 50% das crianças brasileiras tiveram ou terão algum tipo de parasitose. As doenças que elas provocam podem produzir sérios danos físicos, cognitivos e socioeconômicos em crianças e adolescentes.

A gastroenterologista pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria do RS, Cristina Targa Ferreira, explica que o os sintomas são dores abdominais, diarreia, gases, falta de apetite, perda de peso, náuseas e vômitos, tosse, febre, falta de ar, anemia, coceira no ânus e vontade de comer coisas diferentes, como terra, areia e tijolo… A criança pode ter apenas um sintoma ou mais e já possuir alguma parasitose.

É importante que os pais prestem atenção nas mudanças de padrão e procurar ajuda médica sempre que desconfiar que algo está errado.

Prevenção

Saneamento Básico:
- Tratamento e fornecimento de água potável
- Eliminação dos focos de contaminação (lixo e esgoto a céu aberto)
- Coleta de lixo
- Implantação de sistemas de tratamento de esgoto
- Educação da população sobre a prevenção

Higiene Pessoal:
- Lavar bem as mãos, com água e sabão, antes das refeições e após usar o banheiro
- Manter as unhas aparadas, evitando colocar a mão na boca
- Tomar banho diariamente
- Lavar bem as roupas íntimas e de cama, se possível com água fervida
- Andar sempre calçado, principalmente nas áreas onde não há esgoto encanado.
- Evitae brejos e água parada

Higiene Doméstica:
- Manter a casa e o terreno em volta sempre limpos, evitando a presença de moscas e outros insetos
- Manter os cestos de lixo e a caixa d’água sempre bem fechados
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída
- Evitar animais dentro de casa. Quando tiver, cuidar da higiene deles, dos locais onde costumam ficar e não esquecer de levá-los periodicamente ao veterinário

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As mais acessadas da semana

21 de abril de 2017 0

Baleia Azul: Especialistas debatem suicídio entre crianças e adolescentes

19 de abril de 2017 11

Por Elisandra Borba

Foto: Carlos Macedo

Foto: Carlos Macedo

Tem um assunto que vem preocupando muitos pais nos últimos dias: o “jogo da baleia azul”. Para quem nunca ouviu falar no assunto, trata-se de uma lista de tarefas que as crianças ou adolescentes precisam cumprir e a última dessas tarefas é o suicídio. Tem, pelo menos, dois casos de morte sendo investigados no Brasil – um em Mato Grosso e outro em Minas Gerais e quatro tentativas de suicídio no Rio de Janeiro.

O jogo é realizado através das redes sociais e é importante que os pais se informem sobre o assunto para evitar que os filhos sejam levados para este caminho. Os desafios costumam ser macabros e utilizam as fragilidades do jogador: tirar fotos do topo de prédios, provocar doenças e cortar o próprio corpo são algumas delas. Esta última, uma das mais comuns.

O Departamento Estadual da Criança e do Adolescente está alerta sobre o assunto. A diretora do Deca, Adriana Regina da Costa, explica que o departamento está iniciando um trabalho de inteligência sobre o tema e também vem trabalhando na prevenção, com palestras e rodas de conversas com pais, professores e as crianças e adolescentes.

Na noite desta terça-feira (18), um grupo de especialistas falou sobre o assunto durante o programa Estúdio Gaúcha, da Rádio Gaúcha. Além do jogo, eles falaram sobre a série 13 Reasons Why, que também trata do suicídio de jovens. A série gira em torno de uma estudante que se matou, deixando uma lista com os 13 motivos que a fizeram chegar a este ponto.

O médico psiquiatra e coordenador do Centro de Promoção à Vida e Prevenção do Suicídio do Hospital Mãe de Deus, Ricardo Nogueira, trouxe números alarmantes. Segundo ele, Porto Alegre e Curitiba são as cidades campeãs de suicídio entre adolescentes no país. No último ano, houve aumento de 44% de tentativa de suicídio por intoxicação medicamentosa. A principal queixa, segundo ele, é a falta de atenção dos pais.

Mudanças no comportamento e isolamento precisam ser investigados. A coordenadora da regional Gaúcha do Centro de Valorização da Vida, Nilsa Maria Madsen, explica que mais de 90% dos atendimentos via internet na instituição são de adolescentes e nos últimos anos cresceu substancialmente o número de jovens que entram em contato. A queixa geral é que os pais não os compreendem. Estabelecer um diálogo franco com os filhos é o passo mais importante, segundo Nilsa. Ouvir e não relativizar o sofrimento são fundamentais.

Marcos Eduardo Eberhardt, professor de direito penal da PUC, tem tratado do assunto em sala de aula. Sob o aspecto jurídico, induzir o suicídio é crime doloso (com intenção) e será julgado pelo tribunal do juri.

Correntes e boatos

Está circulando nas redes o que seria um dos desafios: distribuir balas envenenadas para crianças de escolas. Sobre isto, a diretora do Deca, Adriana Regina da Costa, diz que é muito cedo para atestar a veracidade e as mensagens são idênticas a outras enviadas em outros estados brasileiros, apenas trocando a localização.

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Ouça o debate completo:

As mais acessadas da semana!

14 de abril de 2017 0

A páscoa pode ser uma delícia com menos açúcar

13 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Pequeno Gourmet

Foto: Pequeno Gourmet

É tanta opção de doces que os pais ficam até tontos na páscoa. Os preferidos das crianças costumam ser aqueles com os personagens de desenhos favoritos. E por mais que os pais não tenham costume de dar doces para os filhos, muitas vezes eles ganham de presente. A gente não precisa promover uma luta contra os presentes ganhados, mas pode, quando for o desejo dos pais, criar situações mais atrativas para manter a crianças dentro do planejamento alimentar de quem preza por uma alimentação mais saudável.

Recebemos algumas dicas do site Pequeno Gourmet com ideia para, pelo menos, diminuir a ingestão de doces durante esta época. A primeira dica é transformar tudo em brincadeira. Brincar com temas relativos à páscoa: Para os bebês, coelhinhos de pelúcia são ótimos presentes. Para os maiores, livros temáticos, fantoches de dedinhos, adesivos, kit para fazer orelhinhas, entre outras opções.

Outra opção é envolver as crianças na criação de opções mais saudáveis, como a preparação de um delicioso bolo de cenoura. Confira a receita enviada pelo Pequeno Gourmet:

Bolo de Cenoura da Páscoa

Dica #1 – Uma pitadinha de canela e uma de cravo da índia em pó dão um sabor de especial ao bolo

Dica #2 – Acrescentar coco ralado fresco à massa também é uma boa pedida e depois de pronto regar com suco de laranja.

Dica #3 – Mas se preferir, derreta uma barra de chocolate 70% em banho-maria e cubra o bolo.

Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 bolo ou 20 bolinhos

Ingredientes

2 cenouras médias

4 ovos

1 xíc. de azeite ou óleo

1 1/2 xíc. de farinha de trigo

1/2 xíc. de farinha de trigo integral

1 xíc. de açúcar mascavo

1 col. de sopa de fermento em pó

Modo de preparo

No liquidificador, bata as cenouras, os ovos e o azeite/óleo até a mistura ficar homogênea. Em uma tigela, coloque as farinhas, o açúcar e o fermento em pó. Incorpore a mistura do liquidificador à seca. Coloque a massa em uma assadeira para bolo untada ou em forminhas para cupcakes. Leve ao forno médio por trinta minutos e pronto. Agora é só servir!

Ovos de chocolate

Pra quem  não abre mão de oferecer ovos de chocolate, o mercado tem cada vez mais opções saudáveis. Confira algumas dicas que já publicamos no site, clicando aqui!

 

Vacina da gripe para menores de 3 anos chega a partir da semana que vem em Clínicas de POA

06 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Jefferson Botega

Foto: Jefferson Botega

As clínicas particulares de Porto Alegre já estão vacinando contra a gripe, porém, como já vem acontecendo nos últimos anos, ainda não há doses da vacina quadrivalente para menores de três anos. O laboratório Sanofi é o único licenciado no Brasil para fornecer a vacina que protege contra quatro tipos de vírus para bebês acima de seis meses de idade. Como a Cepa da vacina é definida no último trimestre do ano e o laboratório precisa de seis meses para produzir as doses, acabam chegando somente a partir do final da semana que vem. O outro laboratório que fornece as doses quadrivalentes é o GSK, mas apenas para crianças com mais de três anos de idade.

Em resposta ao Blog Fralda Cheia, a Sanofi informou que as vacinas serão entregues no final da primeira quinzena de abril. Segundo o laboratório, todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Diferença da vacina da rede pública e privada

Ambas são vacinas seguras e protegem contra a gripe. A diferença está na vacina quadrivalente, que é oferecida apenas pela rede privada. Ela protege contra um tipo de vírus a mais que a da rede pública – subtipos H1N1 e H3N2 e duas cepas B (Victoria e Yamagata).

Composição

Todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Cepas recomendadas para a temporada do Hemisfério Sul 2017

Cepa A Michigan/45/2015/H1N1 pdn09-like Nova variação do vírus
Cepa A Hong Kong/4801/2014/H3N2-like
Cepa B Brisbane/60/2008/Victoria-like

Cepa adicional para as vacinas quadrivalentes
Cepa B Yamagata: B/Phuket/3073/2013-Like (Yamagata)

Eficácia

A efetividade da vacina contra a gripe pode variar de uma temporada para outra. Também pode mudar dependendo da pessoa que recebe a vacina, de acordo com sua idade e estado de saúde e conforme a semelhança ou “compatibilidade” entre os vírus incluídos na vacina e aqueles disseminados na comunidade. Apesar destas variações, estudos demonstram que, caso indivíduos vacinados contraiam a enfermidade, os sintomas são mais leves, além de diminuir o risco de hospitalização, especialmente no caso de crianças, idosos e grávidas, entre os quais ocorrem quadros mais graves e maiores índices de mortalidade. Fonte: Sanofi

Antibióticos durante a gravidez aumentam chance de otite em crianças

27 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Radu Bercan

Foto: Radu Bercan

Uma pesquisa divulgada pelo The Journal of Pediatrics, publicação científica voltada para a área infantil, concluiu que o uso de antibióticos durante a gravidez aumenta a possibilidade da criança desenvolver otite média. Os riscos são ainda maiores quando a ingestão acontece na fase final da gravidez, aumentando a necessidade de colocação de tubos de ventilação (drenos).

O estudo foi feito com 700 crianças. As informações sobre o uso de antibióticos maternos e outras exposições durante a gravidez foram coletadas e os episódios de otite média foram registrados em um diário por 3 anos. 37% das mães receberam antibióticos durante a gravidez, o que foi associado a um risco aumentado de otite média. O risco de receber tubo de ventilação foi especialmente associado aos antibióticos do terceiro trimestre.

Segundo o artigo, os antibióticos podem perturbar a colonização bacteriana materna e uma nova contaminação bacteriana da mãe podem desencadear processos de doença duradoura na vida perinatal ou afetar a colonização mais precoce da criança por transmissão vertical. A otite média é uma das infecções mais comuns na primeira infância.

A imunidade mais baixa da gestante é uma porta aberta para infecções e enfermidades. Muitas vezes os tratamentos podem ser realizados sem a necessidade de antibiótico, mas o médico é o profissional que vai avaliar a real necessidade da gestante ingerir o medicamento. Os riscos x benefícios são avaliados pelo profissional. A gravidez, mas do que nunca, não é momento para automedicação.

 

Pediatra toca música e menina em tratamento contra o câncer encanta dançando

26 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

dança

Era para ser apenas mais um dia de tratamento contra o câncer para crianças internadas no Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto, São Paulo, mas um pediatra fez a diferença. Paulo Martins contou em sua página no Facebook que ao visitar a enfermaria viu que muitos adolescente internados sofriam com a ociosidade, além das agruras do tratamento.

Ele, então, combinou que no outro dia iria levar um ukelele pra tocar. Martins cumpriu a promessa e fez o tour musical pela enfermaria da oncologia, atendendo pedidos dos pacientes. O pediatra foi de quarto em quarto tocando e cantando por duas horas sertanejo, rock e até música gospel.

No caminho, ele notou que um menininha acompanhava os passos dele com o olhar, dançando do lado de fora da porta de um dos quartos. Quando o pediatra saiu do último local, ela estava na porta esperando, curiosa.

Paulo Martins disse que ficou envergonhado quando pediram para cantar para a garotinha, porque não sabia nenhuma música infantil. O pai da menina então falou que ela gostava de Marília Mendonça. Ele tocou e cantou e ela dançou sem parar, uma música após outra.

“Comecei a tocar, baixinho, e na medida que os acordes e a letra iam fluindo, seus passos magicais foram me acompanhando”, relata. “Toquei e ela dançou divinamente bem. ”

Paulo Martins pediu permissão ao pai dela para publicar o vídeo, mas nunca imaginou que ele teria tanta repercussão. Na página dele, havia hoje mais de 217 mil visualizações me mais de 3,2 mil compartilhamentos. Uma clínica de vacinas também compartilhou e as imagens já foram vistas por mais de 8,3 milhões de pessoas.

“Hoje, dias após, vejo que essa tarde, aparentemente tão simples, ganhou uma repercussão que eu jamais imaginaria. Mensagens, ligações, apoio. Me lembrei de todas as vezes em que meu jeito foi criticado, desde a graduação, até mesmo na residência. Mas não há dúvidas: quando a gente faz o que gosta, do jeito que gosta, dá certo. Nesta tarde, todos ganhamos.”

Banco de leite do Hospital Fêmina recebe um terço de doações necessárias

24 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Artur Moser

Foto: Artur Moser

As mães que amamentam e têm leite em excesso podem ajudar a melhorar os estoques do Hospital Fêmina, em Porto Alegre. A instituição está com o volume abaixo do necessário para atender aos bebês internados na neonatologia. O banco de leite tem recebido cerca de 20 litros de doação, enquanto o ideal é receber 60 litros. Um litro de leite humano pode beneficiar até 50 recém-nascidos.

A doação proporciona os benefícios do aleitamento para os bebês impossibilitados de mamar direto no seio materno, segundo o hospital: “Esse alimento auxilia na recuperação dos recém-nascidos prematuros e/ou com baixo peso e os internados na neonatologia”.

As mães interessadas em doar devem ligar para o telefone (51) 3314-5353, preferencialmente das 8h às 17h, que uma equipe preparada fará o cadastro e as orientará em relação aos procedimentos adequados.